"É tudo nosso e nada do povo"

“É tudo nosso e nada do povo”

O conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM), Mário Negromonte, pai do candidato a Dep. Federal Negromontinho (eleito) que levou quase 5.000 votos co$ptados por Jabes, tem seu nome evolvido com riqueza de detalhes no relatório do Procurador Geral da República, onde diz que o “Conselheiro do TCM e parceiro de JR” recebia mensalão da Petrobras, até ser descartado do “esquemão” pelos demais colegas deputados, também investigados.
O homem que, segundo informações na cidade ajudou no parecer pela aprovação das “contas” de Jabes, voltou a negar envolvimento no esquema investigado pela Operação Lava Jato. Entende o site O Defensor que, se o procurador-geral da República, Rodrigo Janot apresenta provas e pede ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja determinado instauração de inquérito para apuração dos fatos, estes fortes indícios de provas, por certo, não são frutos de ilação, como afirma o investigado; pois, se assim o for, janot é irresponsável, o que não acreditamos. Nestes 30 anos de advocacia criminal, sabemos que ninguém pode ser considerado culpado até sentença condenatória com transito em julgado. Contudo, no caso vertido, acho uma temeridade o Negromonte chamar o Janot, mesmo que de maneira indireta, de conjecturador, até porque, todos sabemos dos antecedentes envolvendo muitas pessoas ligadíssimas ao “Conselheiro” em escândalos. Afirma Araújo.
Aguardem. Muita água vai passar por baixo da ponte envolvendo a dupla J N.

Da redação: O defensor