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:: 29/mar/2018 . 21:53

Operação contra amigos de Temer é indicativo de terceira denúncia, avaliam aliados

Dois sócios do grupo Libra que tiveram mandados de prisão decretados nesta quinta-feira (29), Rodrigo Torrealba e Ana Carolina Torrealba, doaram R$ 1 milhão para a chapa Dilma-Temer nas eleições de 2014.

Documentos da prestação de contas da chapa vencedora das eleições mostram duas doações de R$ 500 mil feitas por esses sócios do grupo. Em um dos casos, o dinheiro foi depositado no comitê de campanha de Michel Temer e depois repassado ao MDB. No outro, o dinheiro passou pelo comitê financeiro da campanha nacional.

Esses doadores tiveram mandados de prisão expedidos nesta quinta-feira (29) pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), na Operação Skala. Barroso é o relator do inquérito que investiga se Temer, por meio de decreto, beneficiou empresas do setor portuário em troca de suposto recebimento de propina.

Os mandados de prisão de Rodrigo e Ana Carolina Torrealba, porém, não foram cumpridos. O paradeiro dos dois ainda é desconhecido. Do grupo Libra, apenas a empresária Celina Torrealba foi presa na operação, em sua casa no Leblon.

No despacho que determinou a prisão, antecipado pela colunista do G1Andréia Sadi, há a informação de que eles serão ouvidos sobre “doações pessoais e as feitas pelo Grupo Libra, além de possíveis solicitações indevidas de valores em troca da renovação de contratos de concessão em Santos”.

Há a suspeita de que esse dinheiro tenha irrigado outras campanhas, entre elas a de Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR).

Em nota, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República afirmou que “os valores que constam da prestação de contas entregue ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são de doações legais”.

A reportagem também procurou o Grupo Libra e a campanha de Dilma Rousseff e aguardava resposta.

O grupo Libra tem sede no Rio e atua nos setores de infraestrutura e comércio exterior. No início do ano, o grupo apresentou um novo plano de investimentos e pediu ao governo federal a prorrogação do contrato no porto de Santos até 2065. Em troca, prometeu investimentos bilionários.

G1

A novela da duplicação na Ilhéus/Itabuna

Apesar de Rui Costa ter divulgado em palanque que não havia mais nenhum entrave para o início da duplicação da BR-415, a informação não condiz com a verdade.

As fazendas que devem ser desapropriadas, para a construção da rodovia, ainda estão em processo de discussão e elaboração de propostas.

O advogado dos proprietários disse que até o momento não houve qualquer indenização pelo governo, que está apenas levantando os imóveis para fazer as desapropriações.

Todos sabem que o processo de avaliação é lento e geralmente as partes demoram em chegar a um consenso por conta do valor ofertado.

Outro fator que complicará e influenciará nos valores das indenizações, é o fato que a maioria das propriedades fica em área de produção de cacau.

Por fim, ainda há pendências com o TCU, por conta de vícios no projeto e suspeita de superfaturamento. Em tempo: a responsável pela obra é a OAS, informou o Professor da UESC – Rozilton Ribeiro.

Ilhéus.Net





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