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:: 15/maio/2018 . 19:10

INTERNO É ASSASSINADO NO CONJUNTO PENAL DE EUNÁPOLIS

Um interno do Conjunto Penal de Eunápolis, no extremo sul do estado, foi morto no horário do banho de sol. O caso ocorreu na segunda-feira (14), por volta das 12h.

Ao G1, o delegado do município, Bernardo Pacheco, afirmou que o preso foi encontrado morto no pátio da unidade e apresentava um corte profundo na testa . O corpo dele foi encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade.

O interno, que tinha 18 anos, estava cumprindo prisão provisória desde 2 de maio deste ano, por tráfico de drogas, associação ao tráfico e porte ilegal de armas. A polícia ainda investiga a autoria e arma utilizada no crime.

O G1 entrou em contato com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), que ficou de comentar o caso ainda nesta terça-feira (15).

Ilhéus 24h

ESGOTO A CÉU ABERTO REVOLTA MORADORES DA RUA ANÍSIO PEREIRA, EM ILHÉUS.

E o descaso não para. Dentre os inúmeros problemas, enfrentados pela população de Ilhéus, conviver com esgoto a céu aberto tem sido um dos que mais afronta a dignidade dos cidadãos, devido aos dramas que a situação apresenta aos moradores, que são obrigados a passarem pelas localidades se expondo a doenças, odores, infecções, transtornos que revoltam os cidadãos ilheenses.

“Não somos animais, não somos bichos. Precisamos de respeito e dignidade”, disse uma moradora da rua Anísio Pereira, localizada no bairro da Conquista, em denuncia enviada a nossa redação, informando o caos enfrentado pela população com esgoto a céu aberto.

“Nossas crianças não podem andar por dentro de esgotos, porque nesta cidade nem a saúde de qualidade temos. Tivemos, nós os moradores, que dá um jeitinho colocando pedras ao redor para água não se espalhar por toda a rua. As crianças estavam andando na água de esgoto, isso é um absurdo”, concluiu a moradora.

por Caliana Mesquita

 

Sem rumo, velhos partidos tentarão emparedar novo presidente.

Assim como seus antecessores, o novo presidente subirá a rampa do Palácio do Planalto como refém do velho Congresso. A fragmentação do quadro político e a ruína das contas públicas armaram uma bomba-relógio que poderá paralisar ou até derrubar o próximo governo.

Não é coincidência que partidos grandes e médios estejam sem pressa para definir seus rumos na corrida presidencial. A prioridade de siglas como MDB, PP, PR e PRB será ampliar suas bancadas na Câmara e no Senado para forçar o novo mandatário a bater em suas portas.

Essas legendas cobrarão um preço alto —cargos, emendas e outras negociatas— para ajudar o governo a desviar de uma armadilha que está em fase de montagem.

A chamada regra de ouro obrigará o Executivo a pedir ao Congresso, já no primeiro ano, um crédito bilionário para cobrir o buraco das contas públicas. Se os deputados e senadores não aprovarem a verba, o presidente descumprirá a lei. Poderá ser processado por crime de responsabilidade e até sofrer impeachment.

Com essa ameaça, os partidos poderão manter sob rédea curta até mesmo um presidente como Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT), que sustentam um discurso de repulsa ao balcão de negócios da política. Desiludidos com Geraldo Alckmin (PSDB) e outros candidatos do establishment, esses grupos buscam outras maneiras de exercer poder.

As regras eleitorais contribuirão para preservar a força dessas siglas. A legislação privilegia caciques na distribuição dos fundos de financiamento e cria barreiras para a renovação do Legislativo.

O velho MDB, que lidera esse movimento, pode repetir sua estratégia de 1998 e 2006. Nas duas ocasiões, o partido não deu apoio formal a nenhum presidenciável, mas negociou espaços no governo logo depois das vitórias de FHC e Lula, em troca de apoio no Congresso.

Apesar das incertezas da disputa deste ano, há um ponto claro: o MDB fará parte do próximo governo ou ameaçará derrubá-lo.

Folha

Você e sua turma querem financiar uma candidatura? Pode a partir de hoje

Você e seus amigos já sabem em quem vão votar nessas eleições? Escolheram uma figura bacana para depositar as expectativas? Se sim, que tal depositar também uma grana para fortalecer a candidatura? Meio estranho esse papo, né, mas saiba que se você é de um desses grupos politizados e engajados nas ideias de algum(a) candidato(a), pode investir, literalmente, em suas propostas, a partir desta terça-feira (15). Isso porque entrou em vigor a Lei 13.488/2017, que prevê a arrecadação prévia de recursos para as campanhas eleitorais de 2018.

Os pré-candidatos poderão começar a captação através das plataformas de crowdfunding (vaquinha virtual), que devem ser feitas por meio de empresas privadas, na internet, autorizadas pela Justiça Eleitoral.

Método amplamente difundido entre os empreendedores, o crowdfunding é um sistema de captação prévia de recursos para projetos. Comum nas campanhas eleitorais americanas, o financiamento coletivo tem estreia esse ano nas eleições brasileiras.

A nova modalidade de captação foi incluída na legislação através da reforma eleitoral de 2017. Os valores arrecadados durante o período pré-eleitoral ficarão retidos e só serão disponibilizados aos candidatos após o registro oficial da candidatura.

As doações que podem ser feitas por pessoas físicas, segundo o presidente da comissão eleitoral da OAB-BA, Ademir Ismerim, são uma forma de incentivar o eleitor a estar mais presente no processo eleitoral.

Eleitorado
Os cidadãos que têm o interesse de contribuir com as campanhas políticas devem ser cuidadosamente identificados pelo sistema de vaquinha virtual do candidato escolhido. Nome completo, CPF, valor doado, dados para a devolução da quantia – caso haja ilegalidades na arrecadação ou desistência da campanha – e formas de contato, são requisitos básicos para a doação.

A plataforma é responsável, ainda, por emitir o recibo e manter o pré-candidato e a Justiça Eleitoral cientes da arrecadação, além de disponibilizar uma lista online atualizada dos valores repassados. O máximo de doação que poderá ser feita por eleitor é de 10% do seu faturamento no ano anterior.

A nova medida, que obriga as instituições financeiras e de pagamento a aceitarem os valores através de cartões de débito e de crédito, ainda é motivo de desconfiança para o eleitorado.

O cineasta Pedro Perazzo, 33 anos, acredita que é uma forma de engajar o eleitor com as suas predileções políticas.

Já o aposentado José de Oliveira, 64, afirma que nem a garantia de devolução da quantia o faria doar. “Com tanta corrupção no país, me sinto inseguro em investir o meu dinheiro para campanha de algum candidato que, mais pra frente, pode se envolver em algum escândalo, como tantos outros”, comenta.

O financiamento coletivo entra em legalidade para abastecer as formas legais de arrecadação eleitoral e viabilizar o crescimento das doações de pessoas físicas, após a proibição das doações por pessoas jurídicas. No período de pré-campanha não pode ser praticada a propaganda eleitoral antecipada.

Correio da Bahia

Promotoria pede que presos de Itabuna não sejam transferidos

A promotora de Justiça de Barreiras, Rita de Cássia Cavalcanti, ingressou com uma ação civil pública para que 91 presos de facções criminosas não sejam transferidos da prisão de Itabuna para o conjunto prisional de Barreiras, no oeste baiano. A promotoria também pede a interdição parcial do conjunto, alegando que a estrutura não tem condições de receber mais detentos. A unidade prisional possui 384 vagas para regime fechado e no momento conta com 432 presos, representando um excedente de quase 50 presos.

O local possuiria 128 vagas para regime semiaberto, no entanto, o espaço não pode ser utilizado pois não tem grades nas janelas, o que facilitaria a fuga dos presos, tornando as vagas inexistentes. Além da questão espacial, a unidade também está enfrentando problemas quanto a falta de servidores no local. “Com base nessa ausência de servidores e com base nessa total inadequação também, do espaço destinado ao regime semiaberto, a gente tá pedindo a interdição parcial para não receber mais presos”, explicou a promotora. Os 91 presos, oriundos dos municípios de Ilhéus, Uma, Canavieiras, Uruçuca, Itacaré e Maraú e Itabuna, cumpriam pena no Presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus, e posteriormente seguiram para Conjunto Penal de Itabuna.

A transferência para Barreiras foi iniciada na madrugada desta segunda-feira (14). Segundo a promotora, a transferência aconteceu com a justificativa de rebelião e superlotação no conjunto de Itabuna. “É irresponsável que a corregedoria transfira uma facção inteira pra outra unidade prisional. Talvez uma medida intermediária seria dividir esses presos pra unidades mais próximas de Ilhéus”, afirma a promotora. Segundo ela, o ato da corregedoria fere os direitos dos presos, colocando eles a mais de mil quilômetros das suas famílias e dos seus advogados ao transferi-los para a unidade de Barreiras.

Bahia Noticia

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