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:: 9/jul/2018 . 11:31

Receita libera consulta de segundo lote de restituição de Imposto de Renda

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A Receita Federal liberou nesta segunda-feira, 9, a consulta do segundo lote do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2018. A consulta está disponível desde as 9h pela internet e pelo telefone. O lote também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017. Segundo dados da Receita, o crédito bancário de 3.360.917 contribuintes será realizado no dia 16 de julho, no valor total de R$ 5 bilhões.

Desse total, R$ 1.625.313.329,20 referem-se ao quantitativo de contribuintes de que tratam o art. 16 da Lei nº 9.250/95 e o Art. 69-A da Lei nº 9.784/99, sendo 3.358 contribuintes idosos acima de 80 anos, 49.796 contribuintes entre 60 e 79 anos, 7.159 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 1.120.771 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para verificar se está contemplado neste lote, o usuário deverá acessar a página da Receita Federal na internet ou ligar para o Receitafone 146. Há também a possibilidade de consultar as declarações do IRPF por um aplicativo disponível para tablets e smartphones.

A Receita lembra que, a restituição fica disponível no banco durante um ano depois do pagamento. Se o contribuinte não resgatar o montante durante 12 meses, deverá requerer a restituição pela internet. Em casos que o valor não é creditado, o usuário deverá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil.

Estadão

Crescimento populacional fará mundo mudar de cara até 2100

O Brasil perderá nos próximos anos o posto de quinta nação mais populosa do mundo que tomou da Rússia em 1990. Com 207,7 milhões de habitantes hoje, o país será deixado para trás por Nigéria e Paquistão até 2025.

Após 2060, as populações de Congo, Etiópia, Tanzânia, Uganda, Egito e Níger também deverão superar a brasileira, que, até o fim deste século, tende a deixar o ranking das dez maiores do mundo.

As estimativas são da ONU e se baseiam nas tendências de taxas de natalidade, mortalidade e migração nas diferentes partes do mundo.

Toda projeção está sujeita a riscos. Tendências demográficas dependem de mudanças tecnológicas, avanços na medicina, condições políticas e costumes, que podem se alterar de forma imprevisível.

Por isso, a ONU atualiza suas contas a cada dois anos (a vez mais recente, em 2017) e trabalha com três cenários.

O principal faz a projeção conforme o padrão histórico das taxas de fertilidade. Os demais consideram a possibilidade de uma queda mais rápida ou mais lenta do indicador.

Segundo especialistas, no entanto, a probabilidade de que a dança de cadeiras entre os países se desenrole na direção prevista pela ONU é alta.

O ritmo de nascimentos na Índia e na China precisaria mudar bruscamente, por exemplo, para evitar a inversão de posições dos dois países asiáticos, hoje em primeiro e segundo na lista de mais populosos, respectivamente.

Muitos dos movimentos revelados pelas projeções já estão em curso e deverão transformar o mapa mundial conforme a população do planeta avançar dos atuais 7,6 bilhões para 11,2 bilhões em 2100.

O último salto nessa escala, em termos absolutos, ocorreu em intervalo recorde de 51 anos, de 1960 a 2011, quando a Terra passou de 3 bilhões para 7 bilhões de habitantes.

Além de mais lenta, a fase atual terá contornos totalmente diferentes do boom anterior. Antes concentrado na Ásia, o crescimento tem migrado para a África.

 O perfil etário da expansão demográfica também tem mudado. O aumento no número de jovens e adultos em idade de trabalhar, entre 15 e 64 anos, representou 70% da expansão demográfica dos anos 60 à década atual. Isso reflete uma queda significativa da mortalidade sobretudo pelo avanço da medicina.

Com taxas de natalidade ainda altas —sobretudo nos anos 60 e 70—, as crianças perfizeram 20% do crescimento populacional, enquanto os idosos, apenas 10%. Essa dinâmica demográfica foi liderada pela Ásia, que abrigou cerca de 6 de cada 10 “novos” habitantes do planeta.

Os pouco mais de 4 bilhões de pessoas que estão sendo adicionados à população global desde 2011, quando foi alcançada a marca dos 7 bilhões, terão características distintas.

As melhores condições de vida se traduzem em maior longevidade. Por isso, os idosos representarão quase metade da expansão demográfica a partir de agora; ou seja, quase 2 bilhões de pessoas. Os outros 50% ainda serão jovens e adultos de 15 a 64 anos.

Já o número de crianças cairá rapidamente na maior parte do mundo e será suficiente apenas para repor as que crescerem, levando à estabilidade da população até 14 anos.

A exceção desse cenário é a África, onde o número de nascimentos por mulher permanece elevado. Não fosse por esse continente, o total de crianças no mundo encolheria até o fim deste século. Isso ajuda a explicar por que a África tomará da Ásia a dianteira da expansão demográfica.

A população africana deverá saltar de 1,3 bilhão, no ano passado, para 4,5 bilhões, em 2100, fazendo com que o continente seja responsável por mais de 80% da expansão demográfica mundial no período. Esse aumento equivaleria a uma migração de todas as pessoas que viviam em 2017 em China, Índia, Estados Unidos e Brasil para a África.

Não é casualidade, portanto, que 7 dos 8 países que se tornarão mais populosos do que o Brasil nas próximas décadas sejam africanos. Enquanto a população brasileira e a de vários países envelhecem e, em meados do século, começarão a encolher, a África vive uma explosão de jovens e adultos em idade de trabalhar.

Como já ocorreu com grandes mudanças populacionais no passado, a transformação atual chega acompanhada de uma longa lista de preocupações associadas à capacidade do mundo de gerar crescimento econômico sustentável para acomodar tanta gente.

Um ponto positivo em relação ao boom das últimas décadas é que a adição de pessoas ao planeta desacelerará.

A humanidade levou cerca de 1.800 anos para atingir seu primeiro bilhão de habitantes.

O intervalo foi caindo, gradualmente, até atingir apenas 12 anos entre o quinto e o sexto bilhão e entre o sexto e o sétimo. A partir de agora, se as projeções centrais da ONU se concretizarem, o tempo para que novos marcos sejam atingidos voltará a aumentar. Teremos mais tempo para nos prepararmos.

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Vegetarianismo melhora disposição do corpo e até previne câncer

Foi-se o tempo em que os vegetarianos só comiam salada e batata-frita nos restaurantes e não tinham onde comprar produtos de origem vegetal. Seja por motivos de saúde, ou de convicção e paixão pelos animais, a dieta baseada no consumo de alimentos vegetais vem ganhando novos adeptos a cada dia – hoje já são quase 30 milhões de vegetarianos no país e 17% estão no Nordeste, segundo dados do Ibope Inteligência. Esse mercado, inclusive, cresceu 40% ao ano nos dois últimos anos.

Mais do que um hábito alimentar, deixar de consumir carnes vermelhas traz diversos benefícios para o bem-estar físico e emocional dos seres humanos. De acordo com especialistas e adeptos ouvidos pelo CORREIO, uma dieta sem carnes equilibrada ajuda na melhoria do sono, influencia diretamente na disposição física das pessoas, fortalece a pele e o cabelo e pode prevenir doenças como diabetes e câncer.

 “O vegetarianismo vem crescendo a passos largos. Há uma tendência cada vez mais forte por novas filosofias de vida”, afirma a nutricionista baiana Andrea Burgos, que é membro da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e tem especialidade em vegetarianismo. “O intestino integra e o cérebro são órgãos estritamente conectados. Quando você come a proteína animal, desenvolve uma bactéria ruim e isso influencia na produção da serotonina, que produz a sensação de bem-estar. Essa sobrecarga do intestino pode gerar tumores”, alerta.

Ou seja, além de ter uma melhor absorção dos nutrientes, vegetarianos garantem uma sensação de leveza, um sono bom, conseguem aliviar o estresse, equilibram a insulina e a produção de células.

Dietas variadas
O aumento de adeptos do regime nos últimos anos, acredita Andrea, está ligado ao maior acesso da população à informação e à crescente preocupação com a sustentabilidade. Mas, assim como ganha mais adeptos, o vegetarianismo também possui diversos estilos. “Tem o ovolactovegetariano, que consome produtos de origem vegetal, ovo, leite e derivados. Tem o vegetariano estrito, que não consome nada de origem animal. E existe o vegano, que além de não consumir animais e derivados, não usa roupa, maquiagem, medicamento, nada que envolva um sofrimento da vida animal como um todo”, explica Andrea.

Diferente do que muita gente pensa, a especialista pontua que a alimentação vegetariana é completa, rica em fitoquímicos e antioxidantes, desde que tenha densidade nutritiva. “Tem que ter o equilíbrio em cada refeição, incluindo a gordura e a proteína de origem vegetal de boa qualidade”, orienta ela, desmistificando que uma dieta mais radical, como a dos veganos, não possa ser rica em proteínas: “Todo preconceito é fruto da grande falta de informação: dá para encontrar todas as proteínas em vegetais. Não é obrigatório que toda refeição ou todo alimento fonte de proteína tenha os nove aminoácidos essenciais. Eles podem estar divididos entre duas fontes não-completas, mas complementares, como arroz e feijão. Basta combinar cereais e leguminosos às proteínas. Boas fontes são a soja, que já é completa; grão de bico, leite de amêndoa, castanhas e quinoa”.

Correio

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