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:: 11/mar/2019 . 10:22

‘Quem me dera tudo tivesse sido só um pesadelo’, diz Veruska Boechat um mês após a morte do jornalista

Veruska prestou homenagem à Boechat um mês após a morte do Jornalista
Veruska prestou homenagem à Boechat um mês após a morte do Jornalista 

A mulher de Ricardo Boechat, Veruska Seibel Boechat, usou as redes sociais para prestar uma homenagem ao jornalista um mês após a morte dele na queda de um helicóptero em São Paulo. Na postagem, Veruska lamentou a perda do companheiro: “É dia 11 outra vez. Quem me dera tudo tivesse sido só um pesadelo!”, escreveu.

Boechat escreveu um cartão para a mulher:
Boechat escreveu um cartão para a mulher: “presente da vida” Foto: Reprodução/Redes Sociais

Veruska publicou uma imagem do casal e também uma foto de um cartão escrito por Boechat. Na mensagem, o jornalista escreveu o seguinte recado para a mulher: “Amor, eu sempre acreditei que ganharia um presente da vida, capaz de fazer tudo ter valido e valer a pena. Só não imaginava que seria tão gostoso… De seu marido apaixonado, R”.

A cada três horas, um professor da rede municipal pede licença por problemas mentais

Professora em tratamento devido a transtornos mentais: no ano passado, 8% dos docentes da rede municipal de ensino entraram de licença por problema semelhante
Professora em tratamento devido a transtornos mentais: no ano passado, 8% dos docentes da rede municipal de ensino entraram de licença por problema semelhante.

Professora de Língua Portuguesa da rede municipal por oito anos, Marise (nome fictício) costumava dizer que não se via fora da sala de aula, exercendo outra profissão. Nunca imaginou que o lugar que tanto gostava pudesse lhe causar uma depressão profunda, provocada por tensões no ambiente de trabalho e pela violência. Em 2014, ela ficou quatro meses afastada.

— Vai passando o tempo, e esse desgaste te causa tristeza e medo. Eu morava perto da escola, ouvia piadas diárias sobre minha situação. A sensação é muito ruim. Você faz o melhor para um grupo que não te dá o menor valor — diz a docente, de 43 anos. Links Educação

Em 2018, uma troca de tiros no colégio onde trabalhava, no Rio Comprido, fez com que uma nova licença fosse necessária. Foram 15 dias até que pudesse voltar ao batente. No retorno, viveu momentos que ainda a deixam transtornada.

— Fiquei sozinha com 20 alunos no corredor da escola, em meio a um tiroteio. Depois, fui para casa e não consegui dormir, vomitei muito, passei mal. Não tinha mais o controle da situação. Não conseguia encarar as crianças que choravam, perguntando pelos pais e querendo saber se o barulho que ouviam era de tiro. Foi barra pesada — conta Marise.

Os episódios relatados por ela não são exceções. No ano passado, a cada três horas, um professor da rede municipal de ensino do Rio se afastou do trabalho alegando problemas mentais. Ao todo, a Secretaria de Educação concedeu 3.055 licenças, emitidas em virtude de doenças como transtorno ou reação ao estresse, depressão e esquizofrenia. O número foi obtido junto à prefeitura por meio da Lei de Acesso à Informação.

A estatística corresponde a 8% do quadro de professores do município, que hoje conta com 38.881 docentes. O licenciamento é um passo posterior ao afastamento por motivos médicos, feito por meio de atestados. Somente no ano passado, foram registrados 29.495 atestados de seis dias por questões de saúde mental.

Não apenas de problemas psicológicos sofrem os docentes. Um total de 1.926 afastamentos foi autorizado ano passado por conta de doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo. Isso inclui artroses e Lesão por Esforço Repetitivo (LER), por exemplo.

Segundo professores, o ensino é estressante por causa das más condições de trabalho: entre as queixas mais comuns estão a alta carga horária, conflitos com alunos, violência e falta de estrutura. O problema cria um desafio para o município, que precisa substituir os afastados para manter as aulas.

— A saída acaba sendo o famoso jeitinho. A turma fica um tempo sem professor ou o diretor da escola assume o horário. Também acontece de um docente dar aulas para duas turmas ao mesmo tempo. Às vezes, um inspetor é colocado dentro de sala de aula para tomar conta dos estudantes durante o tempo ocioso — afirma Gustavo Miranda, coordenador-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ).

Segundo Miranda, a quantidade de licenças na rede municipal de ensino é alarmante:

— Salas lotadas são um dos fatores que mais impactam na vida do professor. Além disso, há a violência. É necessária uma política para lidar com a questão das licenças de forma preventiva.

Em 2016, a professora Roberta (também um nome fictício) ficou afastada das salas da aula durante todo o ano letivo. Ensinava em uma escola na região do Complexo do Chapadão e não suportou a rotina de violência. Teve depressão, síndrome do pânico e agorafobia (transtorno de ansiedade cujos sintomas incluem medo de lugares).

— Eu era cobrada e não conseguia trabalhar. Ficava angustiada, apreensiva — lembra Roberta, que hoje se submete a tratamento com medicamentos e sessões de psicoterapia.

Situação semelhante vive uma professora que se afastou de uma escola de Santa Teresa. Ela conta que passou por experiências que lhe tiraram o prazer e a capacidade de lecionar.

— Eu preparava as aulas com carinho, disposta a ensinar o melhor. Mas os alunos não queriam, chegaram ao ponto de colocar as cadeiras de costas para o quadro negro. Cheguei lá um dia e não queria mais voltar. Fiquei sem rumo. Hoje, não sei mais o que fazer da minha vida — diz a professora, que viu seu cabelo cair e manchas surgirem por todo o corpo.

Diretora da Associação Brasileira de Psiquiatria, Fátima Vasconcellos afirma que é hora de se buscar uma solução para um problema que, como mostra o número de licenças, ganhou grande proporção:

— É necessária uma maior divulgação do que está acontecendo nas escolas, criar um programa de atendimento específico que também tenha o objetivo de acabar com o preconceito, pois ele existe.

Em nota, a Secretaria municipal de Educação informou que, atualmente, há 800 professores afastados, e que a reposição é feita temporariamente, a partir da concessão de duplas regências temporárias. Questionada sobre ações para a saúde dos docentes, o órgão destacou que que trabalha “na consolidação de canais de escuta e valorização dos servidores, com vista ao atendimento de questões administrativas e funcionais.”

Campeonato Estadual chega às últimas rodadas e classificação geral acirra disputa

Flamengo de Arrascaeta está em primeiro na classificação geral do Estadual, à frente do Vasco nos critérios de desempate
Flamengo de Arrascaeta está em primeiro na classificação geral do Estadual, à frente do Vasco nos critérios de desempate Foto: Agência O Globo
Volta Redonda ou Bangu, ou até ambos têm chances de serem os intrusos na semifinal do Campeonato Estadual. A expectativa de os quatro grandes do Rio chegarem à reta decisiva da competição é cada vez menor e, a três jogos do fim da Taça Rio, a briga por posições na classificação geral da competição será o principal atrativo das últimas rodadas.

Apenas o Vasco, campeão da Taça Guanabara, está garantido na semifinal do Estadual. Se ele vencer também a Taça Rio, conseguirá a vaga direta para a decisão e fará com que apenas os dois melhores classificados no geral se enfrentem para definir o seu adversário na final.

Se outra equipe ganhar o segundo turno, ela se classificará para a semifinal e se juntará ao Vasco. Tirando os vencedores dos turnos, os dois melhores times na classificação geral formarão os quatro semifinalistas. Com três rodadas pela frente, o Bangu, quinto, com 13 pontos, ainda pode ultrapassar o Flamengo, líder com 20.

Para os times mal posicionados na classificação geral, a única esperança de ser campeã estadual é vencendo a Taça Rio. É o caso do Botafogo, com apenas cinco pontos no acumulado, mas ainda no páreo na Taça Rio.

Os dois últimos vão para a seletiva em 2020. No momento, Madureira e Portuguesa ocupam a “zona de rebaixamento”.

ECONOMIA BAIANA ENCERRA 2018 COM ALTA DE 1,1%

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De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o Produto Interno Bruto (PIB) baiano encerrou o ano de 2018 com crescimento de 1,1%. O resultado positivo no ano de 2018, divulgado nesta sexta-feira (08), é consequência da recuperação dos setores da agropecuária (12,5%) e de serviços (0,9%). No caso do setor de serviços essa alta deve-se a expansão em volume do comércio (1,4%); das atividades Imobiliárias (1,2%) e da Administração Pública (1,0%).

Segundo o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, “mesmo com os problemas que tivemos no ano passado com a crise econômica nacional, o grande feito é que a Bahia fecha o ano com saldo positivo, o que obriga a gente, inclusive, a repensar determinados passos daqui para frente, do ponto de vista do planejamento e ao mesmo tempo uma busca para atração de novos investimentos e também a questão do que diz respeito ao processo de investimento feito pelo Estado, que é a maior alavanca de influencia do ponto de vista do crescimento econômico em qualquer situação. É importante que a gente olhe o resultado do PIB de 2018 numa projeção do que nós vamos fazer nos próximos quatro anos, a partir do Plano Plurianual, olhando o Plano de Desenvolvimento Integrado Bahia 2035 que está ficando pronto e, ao mesmo tempo, chamando as Secretarias para a gente começar a trabalhar de forma muito integrada”.

Ainda de Acordo com Pinheiro, “o crescimento do ano passado revela a importância de um apelo feito pelo governador Rui Costa para que as secretarias trabalhem não só na transversalidade, como também na integração, que é a forma mais eficaz que a gente tem de potencializar os investimentos, trabalhar com a iniciativa privada e também estimular a atração de investimentos, fazendo do Estado um indutor do desenvolvimento tanto para a geração de atividades econômicas quanto para a geração de postos de trabalho”.

No 4º trimestre no ano, quando comparado ao de igual período do ano anterior, o PIB apresentou queda de 0,1%. Já no 3º trimestre, o PIB ficou estável com variação de volume de 0,5%. No 2º semestre, o crescimento foi de 1,2%. No primeiro trimestre, o PIB também registrou alta de 0,6%.

Aliados de Lula voltam a ter esperança de ex-presidente migrar para prisão domiciliar

Aliados de Lula voltam a ter esperança de ex-presidente migrar para prisão domiciliar

Aliados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltaram a ter esperança de que ele possa ser transferido para a prisão domiciliar. De acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, a expectativa é a de que o STJ reveja parte da pena imposta no processo do tríplex do Guarujá (SP), o que abriria brecha para mudança do regime imposto ao petista.

A Quinta Turma do STJ deve julgar ainda neste mês o recurso do ex-presidente. Ministros da corte relatam que colegas do Supremo passaram a criticá-los por adotarem posição “de chancela automática” dos atos de Curitiba. A tese é a de que, se eles não fazem uma análise fundamentalmente técnica, a revisão sobra só para o STF.

Governadores do Nordeste anunciam nesta quarta (13), em São Luiz (MA), a formação de um consórcio formal, uma figura jurídica que vai representar os interesses da região.

Idosa de 85 anos morre a bordo de ferryboat durante travessia

Idosa de 85 anos morre a bordo de ferryboat durante travessia

Uma idosa de 85 anos morreu neste domingo (10) a bordo de um ferryboat que fazia a travessia da Ilha de Itaparica para Salvador, conforme informações da Internacional Travessias, empresa responsável pelo transporte.

A empresa que administra o sistema detalhou ao G1 que a mulher começou a passar mal durante a travessia e, chegando ao Terminal de São Joaquim, no bairro do Comércio, na capital baiana, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já aguardava a idosa para atendimento.

Câmara instala comissão que permite cidadão participar da elaboração de leis

Câmara instala comissão que permite cidadão participar da elaboração de leis

Foto: Reginaldo Ipê/CMS

A Câmara de Salvador instala, na manhã desta segunda-feira (11), a Comissão Permanente de Legislação Participativa, que vai possibilitar a participação da sociedade civil organizada na elaboração de projetos de lei e emendas à Lei Orgânica do Município (LOM). 

O colegiado será presidido pelo vereador Edvaldo Brito (PSD). Para o presidente da Casa, Geraldo Júnior (SD), a comissão vai aproximar “ainda mais” a Câmara dos cidadãos.

“Vamos trabalhar na simplificação do próprio rito processual para que os soteropolitanos sejam estimulados a apresentar projetos de lei ou emendas à Lei Orgânica do Município”, salientou





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