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:: ‘Bahia’

OAB-BA analisa expulsão de advogado condenado a devolver R$ 5 milhões

Condenado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) a devolver mais R$ 5 milhões para a família de um petroleiro, em julho deste ano, após a corte entender que houve apropriação indevida, o advogado Arivaldo Amâncio dos Santos será julgado no dia 20 deste mês no Tribunal de Ética Disciplinar (TED) da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Bahia (OAB-BA). A legislação prevê as penas de censura, suspensão e exclusão da ordem a profissionais que cometem infrações.

A Quinta Turma da OAB-BA vai se reunir em Sessão Ordinária às 14h30 do dia 20, no edifício-sede da OAB-BA, na Rua Portão da Piedade, Centro, quando serão julgados alguns processos, dentre os quais, a ação movida pela família do petroleiro Valdi Pereira Fontes, que, ainda em vida, em 1999, contratou os serviços do advogado.

Além de recorrer à Justiça, a família do petroleiro entrou com a representação na OAB-BA, em 2014, pedindo a cassação do registro profissional de Arivaldo Amâncio.

Em nota, a OAB-BA confirmou apenas o julgamento do processo contra o advogado no TED. “Por força de Lei Federal, o Tribunal de Ética não pode comentar os casos concretos. A legislação prevê para o advogado infrator as penas de censura, suspensão e exclusão. Se ele sofrer a segunda ou terceira, após transitar em julgado, a OAB torna pública”.

A OAB-BA foi questionada se a decisão do dia 20 caberá recurso, mas até a publicação da reportagem não houve resposta.

 Investigados
A denúncia contra Arivaldo Amâncio veio à tona após o CORREIO publicar uma reportagem em 17 de dezembro de 2017. Na ocasião, a OAB-BA informou que, somente no ano passado, 225 advogados eram investigados por irregularidades pela entidade. Ao todo, a seção baiana da OAB conta com 43.251 profissionais cadastrados atualmente. Em 12 anos, apenas 28 advogados foram excluídos da ordem na Bahia.

De acordo com a OAB-BA, as infrações mais comuns que são levadas ao TED são: abandono de causa sem motivo; recusa de prestação de assistência jurídica, quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública; recusa de prestação de contas; retenção abusiva de autos, além de inadimplências de anuidades à OAB-BA.

A entidade não especificou a quantidade de cada uma das infrações que são apuradas atualmente. O TED é responsável por analisar, apurar e aplicar sanções aos advogados em desvio de conduta.

Prestação
Em 1999, Valdi Pereira Fontes contratou Arivaldo. Ele sofreu um acidente de trabalho na Petrobras, em 1991, ocasião em que precisou amputar 40% do pé esquerdo. Em 2012, Valdi faleceu. Antes da sua morte, ele afirmou que tinha a receber valores decorrentes da ação movida contra a Petrobras em relação ao acidente de trabalho, julgado procedente pelo Juízo da 3ª Vara Cível da Comarca de Alagoinhas.

Após passado o período de luto, a família de Valdi solicitou a Arivaldo a prestação de contas, informações e documentos referentes aos processos ajuizados, assim como os depósitos de valores em favor do falecido e quantias remanescentes. Assim, conseguiram levar o caso à Justiça e ter o direito ao ressarcimento.

Correio

Dr. Cosme Araújo faz defesa espetacular e conquista êxito em Jurí na cidade de Mutuipe.

Dois dias após seu pronunciamento enfático e enérgico, na porta da 7º CORPIN, na última quarta-feira (08), o qual saiu em defesa das prerrogativas da advocacia, no ato de desagravo que reuniu membros da OAB/ Ilhéus, na busca por garantias que permitam os profissionais da Ordem atuar com a liberdade e a independência que lhe são asseguradas pela Lei e pela Constituição Federal da República do Brasil, o advogado Dr. Cosme Araújo participou de um julgamento no Tribunal do Júri, na comarca de Mutuípe.

Em uma ação movida pelo Ministério Público da Bahia,o Dr. Cosme Araújo recebeu a missão de defender, Valdelio de Jesus Santos, acusado de ter ceifado a vida de Joselino José de Jesus. O acusado estava preso há 2 anos e 2 meses, porém com a contratação do Dr. Cosme Araújo o processo tomou rumos diferentes.

Se valendo da legalidade de dos indícios constitucionais, Dr. Cosme Araújo, conseguiu provar a semi-imputabilidade do réu conquistado êxito no processo, conquistando a mudança da pena, fazendo com que Valdelio Santos, passe a cumprir uma medida de segurança na modalidade de tratamento ambulatorial, ou seja, onde o réu deve ir periodicamente ao Caps da cidade para fazer uso de medicamento controlável.

O resultado do júri foi visto pelo Dr. Cosme Araújo e pela população de Mutuipe como uma vitória” a cidade toda gostou do resultado, por se tratar de uma pessoa que ainda que tenha praticado uma conduta, tida como delituosa, ainda assim, não merecia pena de prisão e sim tratamento adequado com os devidos cuidados”, informou Dr. Cosme Araújo no termino do julgamento, sendo parabenizado pela brilhante defesa que proferiu no caso.

Ao longo de sua trajetória de vida, Dr. Cosme Araújo vem mostrando coerência entre a sua postura no direito e na política. O respeito a constituição e principalmente ao direito do cidadãos de obter seus direitos garantidos, o torna uma referência em toda Bahia, com atuação em outros Estados da federação, por saber que Cosme Araújo será sempre o Defensor do Povo.
por Caliana Mesquita

R$ 51 milhões: STF marca depoimentos sobre dinheiro atribuído à família de Geddel

Tem início mais um episódio do caso envolvendo a família Vieira Lima e os R$ 51 milhões encontrados em um apartamento de Salvador. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do caso, Luiz Edson Fachin, depois de receber as defesas dos cinco réus, determinou as datas e locais dos depoimentos das testemunhas de defesa e acusação.

De acordo com despacho publicado nesta quarta-feira (8), o doleiro Lúcio Funaro, que faz parte do rol de acusação, vai ser ouvido no dia 30 de agosto, às 10h, na Seção Judiciária do Estado de São Paulo. Outras duas testemunhas de acusação vão ser ouvidas no dia 3 de setembro, às 14h30, na sede da Seção Judiciária do Estado da Bahia.

As testemunhas de defesa começam a ser ouvidas no dia 4 de setembro, também na Bahia. Neste primeiro momento, vão prestar depoimento 11 pessoas, sendo que uma delas, por morar em Feira de Santana, pode fazer a oitiva por videoconferência. No dia 10 de setembro, prestam depoimento mais 10 testemunhas de defesa, todas elas residentes em Salvador. Outras 10 pessoas vão passar por oitiva na Seção Judiciária da Bahia no dia 11.

Os depoimentos retornam a São Paulo em 18 de setembro, quando vão ser ouvidas mais duas testemunhas apontadas nas defesas dos réus. Já no dia 24, dois servidores do Senado Federal estão intimados a comparecer ao Supremo Tribunal Federal.

Edson Fachin também intimou o ex-ministro Geddel Vieira Lima, apontado como um dos donos dos malotes de dinheiro encontrados pela Polícia Federal. No entanto, como ele está preso na Papuda, em Brasília, os advogados de defesa devem determinar se o emedebista pode ou não comparecer ao STF. Caso ele vá, será solicitada a escolta do político baiano.

Lavagem de dinheiro
O ex-ministro Geddel Vieira Lima, o irmão dele, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, a mãe dos dois Marluce Vieira Lima, além do ex-assessor do emedebista Job Ribeiro Brandão e do empresário sócio da Cosbat, Luiz Fernando Machado da Costa Filho, respondem a ação penal no STF por associação criminosa e lavagem de dinheiro. No mesmo processo, o ex-diretor da Codesal, Gustavo Ferraz, que também era investigado, foi inocentado.

Na mesma ação, Marluce Vieira Lima pediu ao STF a quebra de sigilo da Polícia Federal em Salvador para determinar de onde partiu a denúncia anônima que levou os agentes ao apartamento onde foram encontradas as malas de dinheiro. O pedido, feito na defesa prévia entregue ao Supremo, ainda está pendente de julgamento pelo Ministro Luiz Edson Fachin.

De acordo com a denúncia apresentada ao STF pela Procuradoria Geral da República, os R$ 51 milhões têm como possíveis origens propinas da construtora Odebrecht, repasses do operador financeiro Lúcio Funaro, além de desvios de políticos do MDB.

Correio

Traficante preso em casa de luxo em Salvador tem patrimônio de R$ 30 milhões

Uma vida de luxo, mas ao mesmo tempo discreta. Era dessa forma que o traficante internacional de drogas Geraldo Pocobi Filho, preso nessa quinta-feira (2) numa operação da Polícia Federal, conseguia se inserir na sociedade baiana e paulista, disfarçado de empresário exportador.

Além dele, foram presos, preventivamente, por lavagem de dinheiro, a esposa, de prenome Cintia, o pai Garaldo Pocobi e o motorista Silvestre Granatto. A família morava em uma casa de luxo em Alphaville, alugada por R$ 6 mil. Em São Paulo (capital), tinha imóveis em nome de laranjas, um deles avaliado em R$ 10 milhões.

O histórico como traficante oficial de drogas começou em 1991, quando foi preso em flagrante ao tentar embarcar 646 quilos de cocaína para os Estados Unidos pelo porto de Mucuripe, em Fortaleza (CE) – foi a maior apreensão de droga do país, na época.

 Para fazer chegar à cidade americana de Nova Iorque, a droga despachada de Medellín, na Colômbia, era camuflada dentro de inhames e colocada em contêineres da empresa Nebraska – Importadora e Exportadora. Dono da empresa, Geraldo Pocobi pegou na época apenas 3 anos e meio de prisão.

Livre e usando o nome falso de Dário Fernandes Neto, atuou de forma independente, sem ligação direta com facções criminosas (ao menos por enquanto não há nada que prove essa relação), nem disputas com outros traficantes. Além dos Estados Unidos, passou a enviar drogas também para a Europa, e assim fez fortuna.

Segundo a polícia, o patrimônio de Geraldo Pocobi Filho é superior a R$ 30 milhões. Somente entre 2010 e 2017, ele e a esposa movimentaram R$ 50 milhões, dinheiro que era gasto com compra de joias, artigos de luxo e veículos. Estava construindo em Itu (SP) uma casa de 14 cômodos avaliada em R$ 14 milhões.

Galpão da droga
Pai de cinco filhos, que estudam num colégio de classe média alta de Salvador, Pocobi Filho voltaria ao noticiário somente em 6 de outubro de 2016, quando ele, o pai e o motorista Silvestre Granatto foram presos em Camaçari com 809,9 quilos de cocaína – foi a maior apreensão de drogas da Polícia Federal na Bahia.

Parte da cocaína (600 quilos) vinha do estado do Paraná num caminhão dirigido por Granatto e que era escoltado por um veículo Renault Sandero, onde estavam pai e filho. Ao chegar num galpão que a polícia investigava como sendo depósito de drogas, foi dada voz de prisão ao trio. No local estava escondido o restante da cocaína.

A partir dessa apreensão, a polícia descobriu que Geraldo Pocobi Filho continuou a atuar na exportação de drogas para a Europa, por meio de duas empresas de fachada sediadas em Valença, no Sul da Bahia, e que tinham sido desativadas por terem ido à falência. Nelas, segundo a polícia, nem havia funcionários.

As empresas eram de uma família só. A Braneg Comércio de Produtos Agrícolas está registrada na Receita Federal em nome de Jasson Fonseca Braga e Tania Maria Azevedo Negrão Braga, e a Luzeiro Serviços e Consultoria Ltda., que pertence a Tarcísio Jesus Negrão Braga e a Érika Couto Lourenço Braga.

Por meio delas, Geraldo Pocobi Filho enviava cocaína camuflada em embalagens de polpas de frutas de Valença para a Bélgica, de onde era distribuída na Europa. Pocobi Filho chegou às empresas por meio de um despachante, o qual convenceu os donos a alugá-las ao traficante. A família Braga responderá por associação criminosa.

Venda
Para a polícia, as operações do traficante demonstram grande poder de negociação com criminosos. Em cada carregamento, eram enviadas de 600 a 800 quilos de cocaína, comprada no Brasil por R$ 15 mil o quilo e vendida na Europa por 40 mil euros a mesma quantia.

Depois de preso em Camaçari, em 2016, Geraldo Pocobi Filho conseguiu na Justiça a prisão domiciliar, alegando que tinha de cuidar de uma filha de 12 anos. Mas foi preso de novo em agosto de 2017, tentando embarcar para São Paulo com o nome falso. Nessa quinta, a prisão se deu por lavagem de dinheiro.

Além de gastar com imóveis, ele simulava a compra de obras de arte, conforme comprovantes de pagamentos feitos e empresas do ramo. Nas casas dele, no entanto, não foram localizadas obras, nem armas ou dinheiro, apenas canetas avaliadas em R$ 3 mil cada, joias e outros objetos de valor.

A Justiça decretou o sequestro de 10 imóveis ligados ao traficante e de todos os valores em contas bancárias. Pocobi Filho, o pai, a esposa e o motorista estão na Cadeia Pública de Salvador, na Mata Escura. O CORREIO não conseguiu localizar os advogados deles e nem os da família Braga.

Correio

Preso que escapou da cadeia no RJ se muda para a Bahia, onde atuava como advogado

 

Após fugir da cadeia, um traficante do Morro da Serrinha, que fica em Madureira, na Zona Norte do Rio, se mudou para a Bahia tentar recomeçar a vida. Como o RJ2 desta quarta-feira (1º) mostrou, ele estudou, se formou em Direito e até conseguiu passar na prova da Ordem dos Advogados do Brasil.

Anderson Luiz Moreira da Costa virou Adson Moreira de Menezes. O mesmo rosto, mas fichas criminais bem diferentes. As impressões digitais confirmaram o que a polícia já suspeitava. Os dois homens são a mesma pessoa.

Quando era Anderson, o homem chefiava o tráfico do Morro da Serrinha. Isso ocorreu entre a década de 1990 e início dos anos 2000. Na comunidade, ele era conhecido como “Espinha”, por causa de uma cicatriz na barriga.

“Além de tráfico de drogas, ele também tem passagem por latrocínio e por porte de armas. Aí, denota-se que era uma pessoa violenta”, contou a delegada titular da 77ª DP (Icaraí), Raíssa Celles.

Anderson cansou de fugir da polícia do Rio. Depois de fugir da prisão, juntou dinheiro, arranhou documentos falsos e sumiu. Por mais de dez anos, ele se escondeu em Salvador, capital da Bahia.

Já como Adson, Anderson abriu negócios: um restaurante, uma loja de instrumentos musicais e outra de peças de motos.

“A gente identificou que na Bahia ele fez faculdade de Direito, se formou e atuava como advogado com OAB, legalmente retirada no estado da Bahia”, explicou a delegada.

O falso Adson chegou a ser aprovado num concurso público como estagiário de uma penitenciária baiana. Em 2019, o homem terminaria uma pós-graduação em Ciências Criminais, e pretendia dar aulas em universidades.

Anderson foi preso por agentes da 77ª DP (Icaraí). Ele tinha em seu nome três mandados de prisão por latrocínio e tráfico.

G1

‘Se eu tivesse chegado antes também teria morrido’, diz pai de babá morta por caminhão

A tragédia da manhã de terça-feira (17) insiste em não terminar no bairro do Trobogy. Na tarde de quinta-feira (19), os corpos da duas vítimas, entre os seis atropeladas por um caminhão desgovernado, foram enterrados no cemitério Bosque da Paz, a 500 metros do local do acidente. A babá Vanessa Brito Santos, 28 anos, foi sepultada às 16h. Já o corpo do porteiro Elinaldo Gonçalves, 53, foi enterrado às 16h30.

Centenas de familiares, amigos e vizinhos das vítimas participaram da cerimônia. O pai de Vanessa, Valmir Santos, esteve no local. Bastante abalado, ele falou sobre o último contato com a filha. “Vanessa estava me esperando, porque eu ia dar carona para ela até a Paralela. Eu tinha falado com ela um pouco antes da tragédia acontecer. Se eu tivesse chegado antes, acho que também teria morrido”, lamentou.

A família de Vanessa ainda não sabe como dizer à filha dela, uma menina de 4 anos, que a mãe morreu. Segundo parentes da vítima, desde o dia da tragédia, a criança está na casa de uma tia. A garota pergunta pela mãe e pede para falar ao telefone com ela.

A amiga da babá, Tamile Brito, 24, contou que a família está em choque. “A filha dela não sabe do que aconteceu ainda e a família está vendo como vai contar”, disse. Vanessa era a filha do meio de três irmãos e estava casada há oito anos.

Após o sepultamento de Vanessa, os parentes dela se despediram dos familiares de Elinaldo, sepultado 30 minutos depois. A ex-mulher dele, a professora Marilene Silva, disse que recebeu a notícia da morte do ex-marido por uma rede social. “Eu fiquei sem acreditar quando vi que era ele. Apesar de estar separada, sempre mantive uma relação de amizade com Elinaldo, porque ele era um homem do bem, honesto e educado. Ontem, eu perdi meu chão”, disse.

Protesto
Após o enterro das vítimas, os moradores do bairro realizaram um protesto no local onde aconteceu o acidente para pedir justiça. A dona de casa Maria do Carmo disse que é comum que acidentes ocorram na região. “Eles [motoristas] passaram aqui com pressa e arrancando tudo. Dessa vez, levaram duas pessoas e deixaram várias vítimas. Queremos justiça e vamos lutar para colocar o motorista que fez isso na prisão”, disse.

Os manifestantes fecharam a Rua Mocambo com madeira e entulho. O protesto durou pouco mais de 30 minutos. Policiais militares negociaram o fim da manifestação. O protesto afetou todo o trânsito da região. De acordo com a Superintendência de Trânsito (Transalvador), o fluxo foi normalizado no início da noite.

A 10ª Delegacia Territorial (Pau da Lima) solicitou a realização de laudos que irão auxiliar na elucidação da tragédia em que um caminhão desgovernado atropelou seis pessoas e matou duas delas em um ponto de ônibus na Rua do Mocambo, no Trobogy.

De acordo com informações da assessoria da Polícia Civil, foram solicitados os laudos periciais do local – que inclui análise do veículo – e os exames cadavéricos. O Departamento de Perícia Técnica (DPT) tem o prazo mínimo de 30 dias para a conclusão das perícias.

O delegado já encerrou as oitivas com as testemunhas. De acordo com a Polícia Civil, as testemunhas do acidente e o motorista foram ouvidos pelo delegado titular da 10ª Delegacia, Antônio Fernando Soares do Carmo. O CORREIO tentou entrar em contato com ele, mas não obteve respostas até o fechamento desta matéria.

Entenda o acidente
Um caminhão desgovernado atropelou seis pessoas, por volta das 6h40 desta terça-feira (17), na Rua Mocambo, no bairro do Trobogy – uma das vítimas morreu no local e a outra morreu no Hospital do Subúrbio, cinco horas depois da tragédia. O motorista do veículo, que transportava entulhos, perdeu o controle da direção, subiu na calçada, invadiu um ponto de ônibus e só parou dentro de um posto de combustível.

De acordo com testemunhas, o caminhão trafegava pela Avenida Aliomar Baleeiro, sentido Paralela, em alta velocidade. Após entrar em uma curva, na Rua Mocambo, em frente à igreja Universal, o motorista teria perdido o controle após desviar de um coletivo. O caminhão então invadiu o ponto de ônibus em frente ao posto de combustível BR, atropelando os pedestres.

Correio

ROTA DO CHOCOLATE FORTALECE TURISMO E NEGÓCIOS DE ILHÉUS

Além da produção de chocolate na região sul do estado, o turismo rural também se constitui numa alternativa para a economia regional. A preservação ambiental garantida pelo cultivo do cacau, que necessita de sombras, e a exuberância da natureza são atrativos para turistas do Brasil e do Exterior.

Para consolidar o turismo rural, o Governo do Estado está implantado a Rota do Chocolate, o primeiro roteiro turístico temático da Bahia, que  abrange os municípios de Ilhéus e Uruçuca e a Rodovia Jorge Amado (Ilheus-Itabuna).

No roteiro, os turistas conhecerão a cultura do cacau e a produção do chocolate, por meio de visitas a fazendas de cacau com acervo histórico-arquitetônico, rios, cachoeiras e áreas de preservação ambiental.

A Fazenda Yrerê, localizada ás margens da rodovia Ilhéus-Itabuna, é um exemplo bem sucedido deste novo processo. A fazenda atrai cerca de 2.500 turistas por ano, que visitam áreas de produção de cacau, do cultivo à colheita, e também degustam o chocolate produzido na fazenda, além de outros produtos regionais, como doces e artesanatos. A Yrerê foi indicada pela Embratur como um dos melhores produtos do segmento turístico no país.

Chocolat Bahia

A valorização do cacau como um produto vital para a economia regional e a produção de chocolate, ganharam visibilidade e impulso com a criação do Festival Internacional do Cacau e do Chocolate, o Chocolat Bahia, que tem o apoio do Governo do Estado e  chega à 10ª edição. Em 2017, o evento  reuniu 80 expositores e 40 marcas de chocolate, com cerca de 60 mil visitantes e R$ 10 milhões  em negócios, números que devem ser superados este ano.

O festival tem desdobramentos durante todo o ano, nos negócios, no surgimento e crescimento de marcas, no estímulo ao empreendedorismo e na divulgação da região cacaueira no Brasil e no exterior. “Essa é uma plataforma de fomento, de geração de emprego e renda, de estímulo à produção, de esperança na retomada do desenvolvimento em bases sustentáveis”, destaca Marco Lessa, que aposta na consolidação de Ilhéus como a Capital Brasileira dos Chocolates Finos, ou Chocolate com Certificado de Origem do Sul da Bahia.

Ilhéus24h

Lotéricas voltam a receber contas de luz após 43 dias; cortes estão suspensos até terça

Após 43 dias acabou neste sábado (14) o sufuco dos consumidores da Coelba para pagar as contas de energia em casas lotéricas da Bahia. Após cumprir recomendação do Ministério Público da Bahia (MP) a concessionária de energia retomou a parceria com a Caixa Econômica neste sábado que teve, em Salvador, movimento tranquilo.

O CORREIO percorreu lotéricas do Barbalho, Lapa, Federação, Plataforma, Comércio e Cabula e em nenhuma havia filas. O motorista Raimundo Neto, de 48 anos, comemorou a decisão. Ele tentou efetuar o pagamento durante a semana e desistiu por conta das filas. Já a aposentada Maria da Glória, 64, disse que não enfrentou filas nas últimas semanas: mas porque sequer se arriscou a sair de casa. Ao saber que o pagamento nas casas lotéricas foi retomado, correu para a estação da Lapa e ficou em dia com suas obrigações.

O acordo entre as duas empresas foi suspenso no dia 1º de julho. A Coelba informou na época que tentou negociações com a Caixa desde o mês de julho de 2017, mas o alto reajuste -de 50,5%- por tarifa arrecadada tornou a manutenção do contrato inviável. O novo formato implementado pela empresa, através de novos pontos de pagamento, além de débito automático e possibilidade de pagamento via internet, gerou filas e reclamação dos consumidores.

A suspensão dos cortes de energia para os consumidores inadimplentes – que também havia sido recomendada pelo Ministério Público da Bahia, segundo a Coelba,  segue valendo até a próxima terça-feira (17). Contudo, a Coelba informou que isso pode mudar após uma reunião marcada para a próxima segunda-feira (17).

O acordo que permitiu o pagamento nas lotéricas foi firmado após de uma série de queixas dos clientes que precisavam aguardar horas nas longas filas para fazer o pagamento dos boletos, e depois que o MPE, a Superintendência de Defesa do Consumidor (Procon-BA) e a Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon) também cobraram solução para o problema.

Desde o dia 1º de junho, os boletos de cobrança das contas de luz não estavam sendo mais recebidos nas 792 unidades lotéricas da Bahia. Sobre as contas em atraso, a Coelba ainda não informou se serão cobrados juros e outros encargos dos consumidores.

Em nota, a Coelba disse ainda que entende que a situação gerada se tornou incompatível com a qualidade do serviço e lamentou os transtornos causados. Confira comunicado na íntegra:

Firmado em caráter emergencial, o acordo atende à solicitação da sociedade, assegura ganhos para a Caixa Econômica Federal e para os agentes lotéricos, além de mais opções de pagamento para os clientes. A COELBA entende que a situação gerada se tornou incompatível com a qualidade do serviço essencial prestado pela empresa e lamenta os transtornos causados.

Além do retorno das lotéricas como canais de arrecadação, os mais de 5,8 milhões de clientes da COELBA permanecem contando com outros cerca de 4.000 locais de pagamento, entre rede própria e correspondentes bancários. A empresa também disponibiliza a possibilidade de quitação das faturas on-line, pelo site, aplicativo COELBA ou por meio de débito automático, sem a necessidade de deslocamento do cliente. Em respeito aos consumidores, a concessionária reafirma o compromisso com a qualidade dos serviços.

Correio

Bahia lança roteiro por fazendas de cacau na Estrada do Chocolate em Ilhéus

Um totem em forma de barra de chocolate fincado na BA-262 marca o começo de uma nova rota turística: a Estrada do Chocolate, rodovia estreita que liga Ilhéus ao município de Uruçuca, na Bahia.

O lançamento está previsto para 18 de julho, dia da abertura do Chocolat Festival –10º Festival Internacional do Chocolate e Cacau, realizado todos os anos em Ilhéus.

Na primeira fase, 20 propriedades, na estrada principal e em vicinais, abrirão suas porteiras aos turistas. A ideia é que o circuito cresça e englobe até 50 fazendas.

O Sebrae está dando consultoria aos fazendeiros e capacitando pessoal, informa Marco Lessa, empresário, organizador do festival e principal articulador da rota turística.

O governo do estado investiu R$ 400 mil até agora. Os recursos, segundo Lessa, foram aplicados na sinalização da estrada e na criação de um site e de um aplicativo.

Agora, o objetivo é conquistar parceiros na iniciativa privada para melhorar o acesso a fazendas mais afastadas, onde o asfalto não chega.

Também falta levar sinal de celular à região. “Quero que o turista venha a Ilhéus, mas não fique apenas na praia todos os dias”, afirma Lessa.

O turismo pode ser uma alternativa para salvar a economia da cidade, que desmoronou na década de 1990, depois de as lavouras terem sido dizimadas pela praga conhecida como vassoura-de-bruxa.

De lá para cá, alguns produtores recuperaram as plantações e estão obtendo resultados no mercado de cacau fino, destinado à fabricação de chocolates especiais. Mas o crescimento é lento.

Lessa diz que muita gente “está batendo o pó da calça e se mexendo para mostrar os atrativos das suas fazendas”.

Não são poucos. Casarões centenários impregnados de história, muitos dos quais já serviram de cenário para filme e novela, agora podem ser vistos por dentro. Em alguns, o turista poderá provar pratos da roça, típicos da região —diferentes da culinária baiana dominante no litoral.

As visitas incluem experiências no campo. Será possível acompanhar a colheita —feita há mais de um século manualmente, com facão— e, no meio da floresta, beber o mel do cacau, caldo doce que escorre da polpa da fruta.

Depois, subir nas barcaças onde as amêndoas são secas ao sol, sob telhados que deslizam sobre trilhos, acompanhar as etapas da produção do chocolate e participar de degustações.

O passeio exige calça comprida e botas. Anda-se pelo meio de mata selvagem, já que os pés de cacau são plantados entre árvores nativas, algumas com dezenas de metros de altura. O sistema, conhecido como cabruca, garante a umidade e o sombreamento necessários ao cacaueiro e contribui para a preservação da mata atlântica.

Para acolher a nova demanda turística, a cidade de Ilhéus conta com aeroporto e 10 mil leitos em 60 hotéis, de pequenas pousadas a resorts.

As colheitas anuais de cacau, em maio e novembro, são boas épocas para o passeio.

Quem quiser conhecer todas as fazendas da Estrada do Chocolate deve reservar ao menos dois dias —de Ilhéus a Uruçuca, a rodovia tem 40 quilômetros. Vale a pena esticar o roteiro por mais um dia para conferir também as propriedades na BR-415, estrada que liga Ilhéus a Itabuna.

O agendamento das visitas pode ser feito diretamente com cada fazenda —o escritório da Estrada do Chocolate, no centro de Ilhéus, vai funcionar apenas como central de informações.

Correio

Greve dos caminhoneiros derruba produção da indústria da Bahia em 15%

A indústria baiana sofreu com a greve dos caminhoneiros. Dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (11) apontam que o setor teve um recuo de 15% entre os meses de abril e maio, período em que aconteceu a paralisação. O recuo foi o terceiro maior do país, de acordo com o instituto.

À frente da Bahia, ficam apenas os estados do Mato Grosso (-24,1%) e do Paraná (-18,4%). O estado de Santa Catarina também apresentou recuo de 15%.

De acordo com o IBGE, o resultado de abril/maio foi o terceiro pior para a indústria baiana, na comparação com o ajuste sazonal, da história da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE desde 2002.

Comparando com maio de 2017, a produção industrial também teve uma forte queda (-13,7%), a terceira mais intensa dentre as áreas e pouco mais que o dobro da média nacional (-6,6%). Além da greve dos caminhoneiros, o IBGE também atribui a queda ao efeito-calendário, “já que maio de 2018 (21 dias) teve um dia útil a menos do que maio de 2017 (22)”.

No acumulado de janeiro a maio de 2018, a produção industrial baiana voltou a ficar negativa (-1,3%), enquanto a média nacional se manteve positiva (2%). Nove áreas também apresentaram variação positiva no acumulado no ano, com destaque para o Amazonas (17,9%).

No entanto, no acumulado nos 12 meses encerrados em maio, a produção industrial baiana ainda se mantém com variação positiva (0,2%), mas perdeu ritmo de crescimento em relação a abril (1,5%) e ficou bem abaixo da média nacional (3%).

Veículos
Na indústria, o setor que teve maior impacto foi de fabricação de veículos, com recuo de -33,7%. A produção inclui veículos automotores, reboques e carrocerias. Segundo o IBGE, essa foi a primeira queda da atividade desde julho de 2017, quando esteve entre as principais influências positivas da indústria baiana.

O setor de celulose foi o segundo com maior impacto, que registrou queda de 19%. Já a fabricação de produtos alimentícios ficou em terceiro lugar no recuo, com -15,8%. Os destaques negativos são a farinha de trigo, de cacau ou chocolate em pó sem açúcar ou edulcorantes; e de açúcar cristal.

Correio

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai está no Brasil e visitará Salvador nesta terça

 

Sorrindo nervosa e ajeitando os cabelos com as mãos, Islaine Medeiros, de 17 anos, ainda não acreditava que tinha conseguido falar sobre a vida na sua escola para um de seus maiores ídolos. Enquanto esperava na fila para tirar uma foto com aquela que chama de “inspiração”, a menina de Alagoinhas, na Bahia, perguntava se alguém também havia filmado o encontro.

A “inspiração” de Islaine não é atriz ou cantora, mas a ativista paquistanesa Malala Yousafzai, que participou nesta segunda-feira, 9, de um debate sobre educação no auditório do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Ela estará em Salvador nesta terça-feira (10).

O evento, organizado pelo Itaú Unibanco, era fechado para convidados: a maioria alunos de escolas públicas e ativistas de projetos educacionais. Mas, do lado de fora, famílias tentavam lugar para suas filhas acompanharem a mais jovem vencedora do prêmio Nobel da Paz, em 2014.

“Ela é como uma artista. O talento dela é a coragem, a força, a forma como enxerga a educação”, disse Islaine, que conheceu a história de Malala há poucas semanas, quando ganhou na escola o livro da paquistanesa, baleada pelo grupo extremista Talibã aos 15 anos por se manifestar contra a proibição de educação para mulheres.

Malala contou que veio ao Brasil para “achar meios” de garantir educação para 1,5 milhão de meninas no País que estão fora da escola. “São meninas que estão tendo o seu direito negado, como ocorreu comigo. Quero, junto com vocês, encontrar formas de garantir que tenham acesso a uma educação de qualidade, que significa dar condições a elas de saber ler e escrever e também de sonhar”, afirmou a ativista. A maior parte das jovens fora da escola, ressaltou, são as negras, indígenas e de famílias pobres.

 A solução para o problema no Brasil, defende, está nas próprias comunidades afetadas.

Nívea Reis, de 16 anos, era outra das jovens emocionadas, ao fim do evento. Ela conseguiu contar a Malala sobre o projeto que desenvolve em sua cidade, Andrequicé (MG). Nívea e outros amigos estão alfabetizando idosos do município e buscam apoio da prefeitura para conseguir mais verba. “Às vezes parece impossível fazer com que nossas ideias virem realidade. Ao conhecer a história da Malala e, ao ouvir falar agora sobre a sua vida, me fez ver que não posso desistir. Quero ser forte e corajosa como ela”, diz.

Apesar de ser vista como heroína, Malala fez questão de refutar o título logo no início do debate. “Tantas colegas que estudavam comigo queriam levantar a voz e se manifestar. Não era diferente delas. A minha voz só pôde ser ouvida porque eu tenho pais que são especiais e sempre me apoiaram.”

Malala lembra que a repercussão da sua história fez com que a sua mãe, impedida de ir ao colégio aos 6 anos, pudesse iniciar os estudos. “É o contrário do que acontece na maioria das casas, mas sou eu que leio para a minha mãe. E é uma experiência maravilhosa”, conta.

Para a ativista, a educação igualitária para mulheres precisa entrar na pauta das eleições porque desenvolve economias e democracias. “A igualdade pressupõe também responsabilidades iguais e queremos compartilhar isso com eles.”

Correio

Vegetarianismo melhora disposição do corpo e até previne câncer

Foi-se o tempo em que os vegetarianos só comiam salada e batata-frita nos restaurantes e não tinham onde comprar produtos de origem vegetal. Seja por motivos de saúde, ou de convicção e paixão pelos animais, a dieta baseada no consumo de alimentos vegetais vem ganhando novos adeptos a cada dia – hoje já são quase 30 milhões de vegetarianos no país e 17% estão no Nordeste, segundo dados do Ibope Inteligência. Esse mercado, inclusive, cresceu 40% ao ano nos dois últimos anos.

Mais do que um hábito alimentar, deixar de consumir carnes vermelhas traz diversos benefícios para o bem-estar físico e emocional dos seres humanos. De acordo com especialistas e adeptos ouvidos pelo CORREIO, uma dieta sem carnes equilibrada ajuda na melhoria do sono, influencia diretamente na disposição física das pessoas, fortalece a pele e o cabelo e pode prevenir doenças como diabetes e câncer.

 “O vegetarianismo vem crescendo a passos largos. Há uma tendência cada vez mais forte por novas filosofias de vida”, afirma a nutricionista baiana Andrea Burgos, que é membro da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e tem especialidade em vegetarianismo. “O intestino integra e o cérebro são órgãos estritamente conectados. Quando você come a proteína animal, desenvolve uma bactéria ruim e isso influencia na produção da serotonina, que produz a sensação de bem-estar. Essa sobrecarga do intestino pode gerar tumores”, alerta.

Ou seja, além de ter uma melhor absorção dos nutrientes, vegetarianos garantem uma sensação de leveza, um sono bom, conseguem aliviar o estresse, equilibram a insulina e a produção de células.

Dietas variadas
O aumento de adeptos do regime nos últimos anos, acredita Andrea, está ligado ao maior acesso da população à informação e à crescente preocupação com a sustentabilidade. Mas, assim como ganha mais adeptos, o vegetarianismo também possui diversos estilos. “Tem o ovolactovegetariano, que consome produtos de origem vegetal, ovo, leite e derivados. Tem o vegetariano estrito, que não consome nada de origem animal. E existe o vegano, que além de não consumir animais e derivados, não usa roupa, maquiagem, medicamento, nada que envolva um sofrimento da vida animal como um todo”, explica Andrea.

Diferente do que muita gente pensa, a especialista pontua que a alimentação vegetariana é completa, rica em fitoquímicos e antioxidantes, desde que tenha densidade nutritiva. “Tem que ter o equilíbrio em cada refeição, incluindo a gordura e a proteína de origem vegetal de boa qualidade”, orienta ela, desmistificando que uma dieta mais radical, como a dos veganos, não possa ser rica em proteínas: “Todo preconceito é fruto da grande falta de informação: dá para encontrar todas as proteínas em vegetais. Não é obrigatório que toda refeição ou todo alimento fonte de proteína tenha os nove aminoácidos essenciais. Eles podem estar divididos entre duas fontes não-completas, mas complementares, como arroz e feijão. Basta combinar cereais e leguminosos às proteínas. Boas fontes são a soja, que já é completa; grão de bico, leite de amêndoa, castanhas e quinoa”.

Correio

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