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:: ‘Brasil’

A HERANÇA MALDITA DO PT – Brasil agoniza na UTI

herança maldita

Ainda tenho minhas dúvidas em relação a união do Brasil em torno do Fora PT. As artimanhas petistas que colocam o país em dois pólos opostos, ainda parece prevalecer. em algumas regiões. O discurso de ódio que coloca os ricos contra os pobres, o héteros contra os homos, os negros contra os “brancos”, etc. continua em pauta. No entanto podemos observar que a maioria da população concorda quando fala que o PT escolheu se perder de sua base histórica, esqueceu a sua ideologia, a sua luta pela melhoria das classes e se misturou no pragmatismo da arrogância e prepotência. Se achou intocável. Posso até afirmar que o PT deixou de entender o Brasil, já não consegue escutar o clamor do seu povo, não possui mais ouvido para ouvir.

O PT, simplesmente envelheceu, não como queria, mas da pior forma possível, querendo ocupar um espaço que já não mais existe, apoiando-se em uma conjuntura histórica que já não mais permanece. E que, pelo caminhar dos acontecimentos, não mais voltará a existir. Esse discurso Petista de que a nossa economia vai bem, quando todos nós sabemos que vai mal, faz com que toda credibilidade nos lideres do PT desapareça. Leia mais, você ficará estarrecido, clic abaixo

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Enrolados na Lava Jato dão cano em advogados

ALGUNS ADVOGADOS JÁ ADMITEM ABERTAMENTE O “CANO” QUE LEVARAM. FOTO: DANIEL TEIXEIRA/AE

Famosos criminalistas brasileiros, contratados a peso de ouro para defender acusados na Operação Lava Jato, estão diante de um dilema: abandonar ou não o trabalho. Alguns já o fizeram. O problema é mais grave nos casos em que o desmantelamento do esquema de corrupção na Petrobras afetou dramaticamente a saúde financeira das empresas. Pedindo para não serem citados, eles falam abertamente no “cano”.

“Sem receber pelo trabalho, nós estamos financiando alguns dos caras mais ricos do mundo”, diz uma das estrelas da advocacia criminalista.

Com seus doleiros presos e movimentações financeiras no exterior monitoradas, os empreiteiros não têm como “internalizar” dinheiro. OAS, Engevix, Mendes Junior e UTC, que faturavam bilhões, estão entre as empreiteiras que mais dão sinais de debilitação pós-Lava Jato. Ao ouvir a cobrança do advogado, empreiteiro baiano que tem medo de voltar à cadeia foi sincero: “Você é a última das minhas preocupações”. (Diário do Povo)

Sem comentários !!!

SPONHOLZ

Fonte: Diário do Poder

Além do corte no valor do abono do PIS, Dilma irá mexer no INSS

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O ministro Nelson Barbosa, do Planejamento

Em um momento de derrotas do governo no Congresso, que cria bombas fiscais como o aumento de R$ 25,7 bilhões para servidores do Judiciário nos próximos quatro anos, a nova fórmula para cálculo das aposentadorias pode ser vista como um refresco para as contas públicas. Mas no curto prazo. A regra 85/95 garantirá uma economia de R$ 12,2 bilhões até o final do segundo mandato de Dilma, segundo dados obtidos pela Folha.

Pela proposta, quando a soma entre o tempo de contribuição e a idade for 85, para mulheres, e 95, para homens, é possível pedir aposentadoria pelo valor mais alto (média dos 80% maiores salários de contribuição desde julho/94).

A MP enviada pelo governo alterou a fórmula fixa aprovada pelo Congresso e estabeleceu que a soma subirá progressivamente até atingir 90/100.O sucessor da petista será ainda mais beneficiado, com reduções de gastos de R$ 26 bilhões. Projeções do Ministério da Previdência mostram que a economia se mantém nos dois quadriênios seguintes (veja gráfico).O alarme começa a soar depois de 2030.

Entre 2031 e 2034, a nova fórmula passa a gerar gastos extras de R$ 10,2 bilhões. Isso já fez o governo avisar que a proposta, enviada ao Congresso como medida provisória, terá de ser revisada.A elevação de gastos nos anos seguintes torna-se, segundo o ministro Carlos Gabas (Previdência), “insustentável” e vira uma “ameaça” à sustentabilidade da Previdência.

Fonte: Folha S. Paulo

‘Por muito menos, Collor sofreu impeachment’, diz historiador sobre situação de Dilma

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

O historiador Boris Fausto, um dos principais do Brasil, afirmou em entrevista à BBC Brasil que há mais razões técnicas hoje para o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) do que havia no caso de Fernando Collor, sobretudo por “problemas no Orçamento [as chamadas ‘pedaladas fiscais’] e no financiamento da sua campanha”.A comparação com o Collor é interessante porque, por muito menos, o Collor sofreu impeachment”, afirmou.

Além disso, Fausto relacionou a situação com as acusações de corrupção que contribuíram para a queda de Getúlio Vargas, com seu suicídio em 1954, eram “um laguinho” diante das denúncias envolvendo a Petrobras. Já sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o historiador foi esquivo. “Eu não o conheço suficientemente, prefiro não opinar. Vou dizer só uma coisa: o Eduardo Cunha conhece o regimento da Câmara muito bem. Ele sabe usar, e aí, veja você, mais um dado para que a gente fique com uma pulga atrás da orelha sobre o parlamentarismo”, finalizou. (Bahia Notícia)

Impeachment: Dilma admite derrota no TCU e mobiliza aliados

Ao avaliar que deve ser condenado no julgamento das contas do governo de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em breve, o governo federal iniciou uma estratégia para tentar sensibilizar aliados a não apoiar eventual processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso, decorrente da condenação.

Numa proposta acertada com o Palácio do Planalto na segunda-feira, a operação do governo na Câmara e no Senado quer angariar apoios a uma eventual decisão desfavorável à petista. A primeira iniciativa dos aliados ocorreu na terça-feira, com a aprovação de um requerimento para a formação de uma audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado com a presença do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e do advogado-geral da União, o ministro Luís Inácio Adams, para explicar um dos principais pontos questionados pelo TCU nas contas de Dilma, as chamadas “pedaladas fiscais” – prática do Tesouro Nacional de atrasar de forma proposital o repasse de dinheiro para bancos públicos e também privados.

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“A SITUAÇÃO DE DILMA É COMPLICADA DEMAIS”

06 DE JULHO DE 2015

A alta cúpula do PMDB procurou partidos de oposição, como o PSDB, para uma “consulta” que ilustra o declínio do governo Dilma: sondam sobre a posse, em definitivo, do vice Michel Temer. Tucanos reagiram bem: “melhor do que está agora”, disse um cacique. Peemedebistas já argumentam abertamente que o atual governo do PT “acabou” e que o País precisa encontrar uma saída para a crise de governabilidade.

Com as sondagens, o PMDB pretende blindar Michel Temer diante de eventual impeachment de Dilma ou mesmo se ela renunciar ao cargo.

O argumento é que Dilma pode cair por impeachment ou renúncia. “É uma absoluta inaptidão para governar”, diz um alto cacique do PMDB.

Dilma pode sair do cargo pela via judicial: ministros do TSE avaliam denúncia de financiamento de sua campanha com dinheiro roubado.

O rompimento do PMDB com o PT, defendido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pode ser a “pá de cal” do governo Dilma.

Apesar das constantes alegações de falta de dinheiro e da necessidade do ajuste fiscal, o governo Dilma mantém ritmo recorde de gastos com o Bolsa Família em 2015, que já ultrapassa R$ 11,6 bilhões injetados na veia do eleitor de janeiro a maio. A média mensal de R$ 2,33 bilhões distribuídos continua bem superior à de 2014, quando foram ‘investidos’ mais de R$ 27 bilhões, recorde absoluto desde a criação do programa.
Se mantiver o ritmo até o final do ano, o Bolsa Família deve superar a marca de R$ 28 bilhões, o dobro do último ano de mandato de Lula.
O cenário de pobreza ainda não foi modificado e Bahia continua sendo o estado que mais recebe recursos. Já foram R$ 1,5 bilhão em 2015.
Considerado “o maior programa de compra de votos do planeta” pelo deputado Jarbas Vasconcelos, o Bolsa Família gasta R$74 milhões/dia.
Marta Suplicy sofre uma baixa na disputa pela prefeitura de São Paulo. Ela dava como certo o apoio do PDT, mas o partido não dá sinais de que vai largar suas boquinhas na prefeitura de Fernando Haddad (PT).
O pessoal que trabalha na presidência da Câmara está encantado com o chefe, Eduardo Cunha: ele trabalha como um mouro, ao contrário dos antecessores, e toma decisões rápidas, sem deixar papel sobre papel.
Após palestras de FHC e de José Serra, petistas de Brasília acusaram o UniCeub de só convidar tucanos. A questão é que os palestrantes nada cobraram da universidade, mas Lula exigiu R$ 100 mil de cachê. Os queixosos não sabem disso ou são vendedores do Instituto Lula.
Não é só entre lulistas que o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) é detestado. Cardozo se queimou com a base aliada ao se envolver de maneira exacerbada na discussão da PEC da maioridade penal.
Tucanos de São Paulo não fazem fé na candidatura do ex-ministro e vereador Andrea Matarazzo à prefeitura paulistana. É forte a pressão para escolher o deputado Ricardo Tripoli (SP).
O período de defeso nem sequer é reconhecido no Distrito Federal, mas sete supostos “pescadores” do lago Paranoá embolsaram R$ 18 mil a esse título. O Ministério do Trabalho não explica, nem justifica.
Em reunião fechada, parlamentares reclamaram que o PSDB tem perdido espaço para outros partidos, como DEM e Solidariedade, na capitalização do “desejo popular” do impeachment de Dilma.
Além da ameaça na cassação do registro de sua candidatura no TSE, o que a afastaria do cargo, Dilma é acusada no TCU pelas pedaladas fiscais e também foi denunciada por crime financeiro na PGR.
Se o PT não quer reduzir a maioridade penal e sim dar educação, por que não educou jovens nos últimos 13 anos de governo? (Diário do Poder)

Félix Jr. minimiza aproximação de ACM Neto com PDT: ‘Está em banho-maria’

Félix Jr. minimiza aproximação de ACM Neto com PDT: ‘Está em banho-maria’

Foto: Divulgação

O presidente estadual do PDT, deputado Félix Mendonça Jr., minimizou a especulação que uniu o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), à sigla, após o fim das conversas de fusão entre DEM e PTB.

“Essa possibilidade já existiu, mas está em banho-maria”, classificou Félix Jr.

O PDT tem participação na administração de Neto, com a secretária do Desenvolvimento, Trabalho e Emprego, Andrea Mendonça – irmã de Félix –, sendo pivô do rompimento do partido com o governo de Rui Costa (PT).

“Estamos buscando fortalecer o partido a nível nacional. É claro que se o prefeito vier será bem-vindo. Alguém do grupo político de Cid e Ciro Gomes também”, afirmou o parlamentar. (Fonte: Bahia Notícias)

por Luiz Fernando Teixeira

Servidores do Judiciário desmentem informações do governo federal sobre reajuste

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Os servidores do Judiciário desmentiram informações enviadas pelo Ministério do Planejamento e Orçamento à imprensa a respeito do reajuste da categoria. Por meio de nota, a Agência Fenajus reiterou que os servidores não têm recomposição salarial há oito anos e que não tiveram aumento de 100% entre 2006 e 2008. 

Segundo informado, o reajuste de 53% a 78,56% impactaria o orçamento federal em R$ 1,5 bilhões, diferentemente do reajuste salarial aprovado pela presidente Dilma Rousseff (PT) ao seu salário, do vice-presidente, dos ministros de Estado e do Supremo Tribunal Federal (STF), procuradores, deputados e senadores. Em dezembro de 2014, às vésperas de anunciar o ajuste fiscal, a petista aprovou aumento salarial que gerou impacto de R$ 3,8 bilhões no orçamento do governo.

A Agência Fenajus desmentiu ainda a afirmação de que o salário dos analistas e técnicos do Judiciário é o maior entre os três poderes. No Judiciário, o salário de um analista hoje é de R$ 8.803 e ficaria em R$ 13.974,71 com o reajuste integral, em julho de 2017. Enquanto isso, um analista do Ministério do Planejamento ganha aproximadamente R$ 15 mil. No Legislativo, a diferença é de 45%, em que um analista ganha R$ 20.384,43. Os técnicos do Executivo ganham quase R$ 5.700, contra aproximadamente R$ 5.400 do Judiciário. Após 13 anos na carreira, o técnico do Judiciário passa a receber R$ 8 mil, enquando o do Executivo, R$ 10 mil. 

 

Após manobra, Câmara aprova proposta para reduzir maioridade

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Plenário da Câmara

 

Apenas 24 horas após o plenário rejeitar a redução da maioridade para crimes graves, a Câmara dos Deputados colocou novamente o tema em votação e aprovou na madrugada de quinta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a idade penal para crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte.

A manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), revoltou deputados contrários à mudança constitucional, gerando intensas discussões. Para virar lei, o texto ainda precisa ser apreciado mais uma vez na Casa e, depois, ser votado em outros dois turnos no Senado. A votação da madrugada de quinta se deu com 323 votos favoráveis, 155 contrários e 2 abstenções. Eram necessários ao menos 308 votos a favor para a matéria seguir tramitando.

De acordo com o presidente da Câmara, a votação em segundo turno deverá ocorrer após o recesso parlamentar de julho, já que é preciso cumprir prazo de cinco sessões antes da próxima votação.

Pelo texto, os jovens de 16 e 17 anos terão que cumprir a pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18.

CCJ aprova proposta de Félix Júnior que torna obrigatório teste de impacto para veículos

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A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (30/06) um substitutivo do deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT/BA) ao projeto de lei 2976/11, que torna lei a exigência de teste de impacto (crash test) em todo modelo de veículo automotor fabricado ou montado no Brasil. A exceção será feita somente para máquinas agrícolas e tratores.

“O Brasil não exige testes de impacto para veículos pesados acima de 3,5 toneladas e para aqueles motorizados de duas rodas, que obedecem ao conceito de segurança ativa. O único ensaio previsto para esses casos diz respeito ao sistema de freios”, ponderou Mendonça Júnior, ao defender a aprovação da proposta e a necessidade de explicitar a determinação em lei.

Ainda pelo texto aprovado, os testes de impacto serão regulamentados pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e por normas internacionais relativas ao tema. Já a execução, fiscalização e  auditoria  desses testes ficarão sob a responsabilidade do  Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A matéria segue agora para análise do Plenário da Casa.

Eduardo Cunha diz ter certeza que Câmara não reduzirá maioridade para todos crimes

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Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Após o plenário rejeitar a redução da maioridade penal para crimes graves, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse nesta quarta-feira (1º) ter “certeza absoluta” de que não será aprovada a proposta que reduz de 18 para 16 anos a idade penal para todos os crimes. Na opinião dele, para que a redução possa ser aprovada em alguns casos, será preciso chegar a um texto intermediário.

Pela proposta de emenda à Constituição (PEC) rejeitada na madrugada, poderiam ser penalizados criminalmente os jovens com 16 anos ou mais que cometessem crimes hediondos (como latrocínio e estupro), homicídio doloso (intencional), lesão corporal grave, seguida ou não de morte, e roubo qualificado. Eles deveriam cumprir a pena em estabelecimento separado dos maiores de 18 anos e dos menores de 16 anos.

No placar da votação, 303 deputados foram a favor. Eram necessários pelo menos 308, o equivalente a 3/5 da Casa. Outros 184 votos foram contra e houve três abstenções.

Depois do resultado da madrugada, o presidente da Câmara avaliou que ninguém tem a “ilusão” de achar que possa ser aprovada a redução para todos os crimes.

“Certeza absoluta que não vai passar uma redução plena. Se não passou uma redução parcial, não é a plena que vai passar. Ninguém aqui tem ilusão em relação a isso. Ou vai ter uma proposta menos restritiva do que aquela de ontem ou não vai passar”, afirmou ao chegar ao Congresso. (Fonte: G1)





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