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:: ‘Brasil’

Deputado Paulo Maluf recebe alta e cumprirá pena em casa

O deputado federal Paulo Maluf (PP) recebeu alta neste domingo (29) depois de ficar internado por 23 dias no hospital Sírio Libanês, na capital paulista. Ele seguiu para a sua residência no Jardim Europa.

O hospital informa que Maluf recebeu alta médica às 9 horas da manhã e foi acompanhado pelos médicos Miguel Srougi, Ronaldo Kairalla, Roberto Basile Jr, Rogerio Tuma e Cyrillo Cavalheiro Filho.

Maluf foi internado no dia 6 de abril. A informação sobre a internação do ex-prefeito paulistano foi protocolada na Vara de Execuções Penais da Comarca de São Paulo por seus advogados.

 De acordo com boletim médico divulgado na época, ele apresentava “atrofia dos membros inferiores devido a compressão de raízes nervosas da coluna vertebral, alteração da marcha, perda de sangue pelo aparelho digestivo, alterações de humor e comportamento”. A nota informava ainda que ele também apresentava incontinência urinária devido a um câncer de próstata em tratamento.

O parlamentar, condenado a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão por lavagem de dinheiro, cumprirá pena em casa por determinação do relator da ação penal, ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve Maluf em prisão domiciliar, em razão do grave quadro de saúde do parlamentar.

Correio da Bahia

 

40 minutos antes da queda, voo da Chape teve indicação de emergência

Nesta sexta-feira (27), a Aeronáutica Civil da Colômbia apresentou o relatório final das investigações do desastre do avião da Chapecoense. O documento aponta que 40 minutos antes do acidente, a aeronave já estava em emergência porque faltava combustível. A tripulação responsável não teria feito nada a respeito, mesmo tendo indicação na cabine, como luz vermelha e avisos sonoros. A conclusão é fruto de uma análise da caixa-preta, que contém gravadores de dados de voz e de voo.

Segundo informações do G1, a investigação também concluiu que o avião contava com cerca de 2.303 quilos de combustível a menos do que o necessário para a viagem. As normas internacionais determinam que um voo deve ter combustível para chegar ao aeroporto de destino, outra quantidade reserva para chegar a um aeroporto alternativo, caso haja alguma emergência; e mais 30 minutos de reserva.

A quantidade mínima para cumprir os regulamentos internacionais daquele voo era um total de 11.603 quilos de combustível, segundo a investigação. No entanto, a aeronave da Lamia tinha apenas 9.300 quilos de combustível.

Governo limita juros do rotativo do cartão e acaba com pagamento mínimo de 15% da fatura

Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) novas mudanças que devem ter reflexo nos juros cobrados pelas operadoras de cartões de crédito.

Entre as alterações está a limitação no valor dos encargos em caso de atraso e o fim da exigência de pagamento mínimo de 15% da fatura para o cliente entrar no chamado “rotativo regular”.

As mudanças entram em vigor em 1º de junho e são anunciadas um ano após entrar em vigor as novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito.

Desde abril do ano passado, o consumidor só pode fazer o pagamento mínimo de 15% do cartão por um mês. Na fatura seguinte, o banco não pode mais rolar a dívida. O cliente tem que pagar o valor total ou parcelar a dívida em outra linha de crédito, com o juro mais barato.

Antes dessa regra, o cliente podia pagar o mínimo da fatura por vários meses consecutivos, “rolando” a dívida. O problema é que o juro do cartão de crédito é um dos mais caros da economia e a dívida muitas vezes ficava impagável.

Uma das mudanças aprovadas nesta quinta pelo CMN foi a extinção do pagamento mínimo de 15%.

Isso significa que, a partir de agora, caberá às instituições a definição de um percentual mínimo de pagamento em cada fatura, de acordo com o perfil dos clientes e com a política de crédito de cada banco.

Rotativo não regular

Os clientes que optam por fazer o pagamento mínimo e financiar o restante da fatura (rotativo regular), mas depois ficam inadimplentes, acabam hoje no chamado “rotativo não regular”, em que as taxas de juros são mais altas.

A outra medida aprovada pelo CMN nesta quinta limita justamente os juros e encargos que o cliente está sujeito quando entra no rotativo não regular. A partir de 1º de junho, as operadoras de cartão deverão aplicar a mesma taxa vigente no contrato de crédito rotativo regular.

As únicas cobranças extras que serão permitidas pelo conselho, a partir de junho, são multa de 2% sobre o valor e juros de mora de 1% ao mês. Essas cobranças já são feitas hoje em dia.

Na prática, segundo o Banco Central, a taxa do rotativo não regular migrará para a taxa do rotativo regular. A decisão segue entendimento do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de que as instituições não podem cobrar taxas além das definidas no contrato.

Portanto, pela nova regra, a taxa contratual, isto é, a taxa do rotativo regular, deverá ser mantida inclusive em situação de eventual inadimplência. A instituição não poderá, por exemplo, aplicar nova taxa em substituição – o que valerá é a taxa do rotativo regular, a multa (de 2%, paga uma única vez) e os juros de mora (de 1% ao mês).

As medidas passarão a valer já no dia 1º de junho deste ano. A norma estabelece que a alteração de limites de crédito e do percentual mínimo de pagamento deve ser comunicada ao cliente, com pelo menos 30 dias de antecedência.

G1

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Temer nomeia Carolina Barros para diretoria de Administração do BC

A presidente Michel Temer nomeou Carolina Barros para a diretoria de Administração do Banco Central (BC). O ato foi publicado no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (26).

Carolina Barros é a primeira mulher, em mais de 10 anos, a ser indicada para o primeiro escalão do Banco Central. A última indicação de uma mulher para a diretoria do BC havia diso em novembro de 2007, de Maria Celina Arraes, para o comando da diretoria de Assuntos Internacionais. Ela tomou posse em janeiro de 2008 e deixou o posto em 2010.

O nome de Carolina Barros já havia sido aprovado pelo Senado Federal na semana passada, por 52 votos a favor, com uma abstenção, e também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da casa.

Durante sabatina na CAE do Senado, na última semana, Carolina Barros afirmou que o objetivo fundamental do Banco Central é garantir o poder de compra do Real, ou seja, trabalhar para que a moeda não perca seu valor.

“Dedicarei meus melhores esforços para ajudar o Banco Central do Brasil a manter a inflação sob controle. Inflação baixa e estável é a única maneira de garantir que o poder de compra do salário do trabalhador seja preservado”, declarou.

Ela também afirmou, na ocasião, que a solidez dos bancos, das corretoras, das cooperativas e de todo o sistema financeiro, é outro “grande benefício” gerado pela atuação do Banco Central.

“Caso seja aprovada por esta Casa, comprometo-me a trabalhar também para garantir a solidez e eficiência do Sistema Financeiro Nacional”, disse.

A nova diretora do BC tem mestrado em Administração Pública e Políticas Públicas (2002/2003) pela Universidade de York, Departamento de Política, do Reino Unido; MBA em Administração Financeira (2001/2002) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília.

Também possui graduação em Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior (1995/1999) pelo Centro Universitário UNA, Belo Horizonte (MG). Ela trabalha no BC desde o ano 2000.

APÓS SEIS ANOS DE SECA SEVERA NO NORDESTE, A BARRAGEM DE SOBRADINHO DEVE ATINGIR 40% DO VOLUME DE ÁGUA

Chuvas chegaram mais cedo em 2018 e encheram reservatórios. No Rio Grande do Norte, dos 47 grandes reservatórios, só três continuam secos. Os primeiros meses de 2018 foram de alívio em grande parte do Nordeste. Depois de seis anos de seca severa, a chuva encheu os reservatórios e mudou a paisagem. Só terra seca. Nos últimos anos foi esse o cenário na barragem do Jazigo, em Serra Talhada, no sertão de Pernambuco. O ano 2018 trouxe chuva e uma imagem de esperança.

Dos 129 reservatórios de Pernambuco, 74 chegaram ao nível suficiente para contribuir com o abastecimento das cidades. A barragem, por exemplo, a de Duas Unas, que fica em Jaboatão dos Guararapes, município na região metropolitana do Recife. Até a metade do mês de março, ela estava com pouco mais de 50% da capacidade. Mas choveu forte no fim de semana e, ontem terça-feira (24), a barragem amanheceu transbordando.

“Esse volume de chuvas é normal, mas como vínhamos há seis anos sem chuva, aí então chamou a atenção as chuvas ocorridas nesse período. Os rios encheram, os açudes pegaram água e isso traz, vamos dizer, surpresa para as pessoas, já que fazia seis anos que não ocorria”, afirma a meteorologista Patrice Oliveira.

Em todo o Nordeste, a chuva do começo de 2018 trouxe alívio. No Rio Grande do Norte, dos 47 grandes reservatórios, só três continuam secos. A maior barragem, a Armando Ribeiro, que estava no volume morto em janeiro, hoje está com 27 % da capacidade.

A barragem de Sobradinho, na Bahia, está com 37,83 %. No Ceará, 17 reservatórios transbordaram e 29 estão com mais de 90% da capacidade. Em Alagoas, a caatinga verde é o melhor sinal de chuva recente. A agricultora Dona Maria do Carmo mora no povoado Espanha, no alto das serras, onde a chuva foi generosa.

Em março de 2017, mais da metade do Nordeste estava em situação de seca extrema. A chuva além do previsto recuperou grande parte da região. Mas a situação ainda preocupa. Na Paraíba, a estiagem foi longa demais. Mesmo com chuva, 19 reservatórios estão em situação crítica. E só 57 atingiram mais de 20% do volume.

A seca arrasou a produção. A região de Várzeas de Souza, no sertão paraibano, que já teve a maior plantação de coco do estado, só sobraram 5% dos coqueiros. “Não tem condições de viver na sua terra natal. O meio que eles estão achando, encontrando é ir embora. Até meus filhos estão dizendo que vão embora”, lamenta o agricultor Raimundo Gonçalves Sobrinho.

G1

STF decide destino de Geddel, da mãe e do irmão dia 8 de maio

O julgamento do habeas corpus pedido pela defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) será julgado no dia 08 de maio pela segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da coluna Radar, do site Veja.

No dia 19 de abril o ministro Edson Fachin, do STF, liberou para análise da Segunda Turma da Corte o julgamento do recebimento ou não da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-ministro, seu irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), e outras quatro pessoas. A mãe dos políticos, Marluce Vieira Lima, o empresário Luiz Fernando Machado da Costa Filho e os ex-secretários parlamentares Job Ribeiro Brandão e Gustavo Pedreira do Couto Ferraz também são alvo da ação.

Os seis são acusados pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, no caso em que foram encontrados R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador (BA). A data, no entanto, ainda será definida. Fachin, que preside a Segunda Turma, é o relator do caso.

No dia 9 de abril, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao ministro uma manifestação em que reitera à Corte que aceite a denúncia. Os advogados dos acusados tentam impedir o recebimento da denúncia.

Raquel contesta a alegação da defesa de que a denúncia é frágil, por não descrever adequadamente o fato criminoso. Para ela, a narrativa da denúncia delimita, especifica e aponta o que cada um dos acusados fez nos contextos criminosos. De acordo com a procuradora-geral, a defesa reproduz em suas manifestações “as argumentações padronizadas de sempre”.

Na avaliação de Raquel, as provas apresentadas nas operações Lava Jato, Sépsis, Cui Bono? e Catilinárias “interrelacionam-se, justapõem-se, explicam-se” de modo a “elucidar um todo criminoso de corrupção sistêmica e de lavagem de dinheiro, em que a apreensão dos R$ 51 milhões – a maior da história criminal deste país – é o momento mais visível e eloquente”.

A procuradora-geral ressalta que Marluce e os filhos faziam aplicações com a intenção de ocultar os valores obtidos irregularmente. O dinheiro sujo era “por eles aplicado em investimentos no mercado de incorporação imobiliária de alto luxo na capital baiana, por meio do Grupo Cosbat – Construção e Engenharia”. A denúncia revela que ao menos R$ 12.778.895,49 foram usados para adquirir cotas de participação de empreendimentos da empresa, por meio de empresas que tinham como sócios Marluce e Geddel Viera Lima.

Estratégia
A defesa dos acusados alegou ainda que as três buscas e apreensões realizadas ao longo das investigações não são válidas. Em uma manifestação, os advogados contestam a validade da decisão do juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, que deu início às investigações, e dos laudos periciais.

Em resposta à defesa, Raquel diz que a estratégia dos advogados ao recorrer ao argumento da nulidade é a única opção que resta diante da abundância de provas dos crimes cometidos. “Como não podem infirmar o mérito, inventam-se ataques à forma da investigação, sob a roupagem de nulidade.”

Denúncia anônima. No parecer, a procuradora-geral afirma ainda que os acusados querem fazer parecer que a busca fundou-se somente em denúncia anônima. Raquel rebate a fala da defesa alegando que “a precária informação anônima” que informou ao Núcleo de Inteligência da Polícia Federal de que um apartamento estaria sendo utilizado por Geddel Vieira Lima para guardar caixas com documentos e que teria havido uma movimentação estranha no local, supostamente para esconder provas, “foi devidamente autuada, registrada e passou a constituir um documento público”.

“A leitura dessas peças e, sobretudo, das provas que as instruem, comprova que foram vários os elementos (depoimentos, colaboração premiada, levantamentos in loco) embasadores do mandado judicial naquele apartamento de Salvador.” “A resposta escrita (da defesa) mantém a estratégia de adiar o debate de mérito para criar um ambiente de nulidade que não existe”, escreve Raquel.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Geddel Vieira Lima, de Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), de Marluce Vieira Lima, de Luiz Fernando Machado da Costa Filho, de Job Ribeiro Brandão e de Gustavo Pedreira do Couto Ferraz, mas não obteve retorno até a conclusão desta edição.

Relembre o caso
O ex-ministro está preso há sete meses e meio depois da apreensão de mais de R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador.  Na época a Polícia Federal identificou impressões digitais de Geddel no dinheiro e no material que acondicionava as notas. E que, além do dono do imóvel, uma segunda testemunha confirmou que o apartamento havia sido cedido a Geddel.

A PF também afirmou que outra pessoa ajudava Geddel na movimentação das caixas e malas de dinheiro. Os policiais disseram também que passou a haver risco de fuga depois da maior apreensão do dinheiro vivo já registrada no Brasil.

Geddel foi Deputado Federal, Ministro da Integração no governo Lula, passou pela Caixa Econômica Federal no governo Dilma e foi secretário de governo de Michel Temer – de quem é um histórico aliado. Ele foi preso em julho na Operação Cui Bono.

As malas onde estavam o dinheiro foram colocadas em uma caminhonete pela Polícia Federal e levadas para o aeroporto. Essas provas seguiram junto com o ex-ministro e Gustavo Ferraz para Brasília

O relator do caso é o ministro Edson Fachin.

Candidatos à Presidência são alvos de mais de 160 investigações em tribunais

Quinze dos 20 políticos cotados para disputar a Presidência em outubro são alvo de mais de 160 casos em tribunais do país inteiro. De barbeiragem no trânsito a imbróglios na Lava Jato, os pré-candidatos são investigados, denunciados, réus, condenados e até presos, como o caso do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas eleitorais.

De acordo com um levantamento feito pelo jornal Folha de SP, oito presidenciáveis enfrentam a Lava Jato e suas derivações em tribunais superiores, federais e estaduais. A lista inclui Lula, condenado a 12 anos e um mês por corrupção passiva, e o presidente Michel Temer (PMDB), alvo de duas denúncias e de duas investigações. Já entre os candidatos que estão no Legislativo, o senador Fernando Collor (PTC) é réu na Lava Jato e alvo de quatro inquéritos enquanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), é investigado em dois inquéritos na maior operação de combate à corrupção da história do país. Com exceção de Lula, que tem até 31% das intenções de voto, Temer, Collor e Maia não ultrapassam 2%, segundo o Datafolha.

A condenação e prisão de Lula praticamente inviabilizaram sua candidatura, o que eleva os petistas Fernando Haddad e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner ao posto de “plano B” do partido. Contra Haddad há uma investigação aberta por suposto caixa dois, em decorrência da delação do empresário Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, um dos delatores da Lava Jato. Já contra Wagner, o ex-governador foi alvo da Operação Cartão Vermelho, que apura suspeita de propina na reforma da Arena Fonte Nova (lembre aqui). Outros dois outros casos foram enviados para o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná. :: LEIA MAIS »

Ministro do STF libera para julgamento primeira ação de político da Lava Jato

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello liberou nesta segunda-feira (23) para julgamento a ação penal contra o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR) e seus dois filhos, Nelson Meurer Júnior e Cristiano Augusto Meurer. Será o primeiro julgamento de um réu com foro privilegiado na Operação Lava Jato desde o início das investigações. A data da sessão ainda não foi definida.

Celso de Mello é o revisor do voto do relator da Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin. Até o momento, nenhum processo criminal da Lava Jato foi levado a julgamento. O caso será julgado pela segunda turma, também composta pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

O deputado foi denunciado em outubro de 2015 pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Segundo a acusação, ele teria solicitado e recebido, em nome do PP, mais de R$ 357,9 milhões em propina entre os anos de 2006 e 2014, no esquema de corrupção na Petrobras. A denúncia foi aceita pela Segunda Turma do STF em junho de 2016, quando foi aberta a ação penal.

A acusação tem como ponto de partida a delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e tido como homem do PP na petroleira estatal.

Em suas alegações finais, a defesa de Meurer afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) não conseguiu comprovar a denúncia contra o deputado, ficando a imputação dos crimes baseada somente nas palavras do colaborador, o que é insuficiente para a condenação.

PMs envolvidos na morte de artista plástico em Candeias são afastados.

Três dos seis policiais militares envolvidos na morte do artista plástico Arnaldo Filho, 61 anos, conhecido também como Nadinho, baleado no sábado na cidade de Candeias, Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram afastados das atividades operacionais. De acordo com a Polícia Militar, eles foram afastados para serem acompanhados por uma equipe de psicologia do Departamento de Promoção Social (DPS) da Corporação, contudo responderão em paralelo ao Inquérito Policial Militar instaurado.

Ainda segundo a PM, foram afastados apenas os três policiais que atenderam o primeiro momento da ocorrência. “Os policiais já foram afastados e o comandante-geral (Anselmo Vasconcelos) determinou rigor e rapidez na apuração”, disse o capitão Bruno, na manhã desta segunda-feira (23), durante entrevista à TV Bahia. Ainda segundo o porta-voz da PM, a investigação é feita pela Corregedoria da PM. “A Corregedoria solicitou vários exames à Polícia Técnica”, declarou.

Morte
Arnaldo foi baleado dentro da própria casa, no bairro Santo Antônio.  Segundo familiares, os policiais perseguiam assaltantes quando invadiram o imóvel, que também funciona como atelier. Eles disseram que os policiais chegaram atirando. Na hora, Arnaldo estava desenhando quando foi atingido duas vezes: braço e tórax.

Correio da Bahia

Sérgio Cabral vira réu pela 23ª vez em desdobramentos da Lava Jato

O ex-governador Sérgio Cabral virou réu pela 23ª vez na Lava Jato. A Justiça Federal do Rio aceitou nesta sexta-feira (20) as duas denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal referentes à “Operação Pão Nosso”, deflagrada mês passado. Segundo o MPF, a operação revelou “ramificação” da organização supostamente chefiada pelo ex-governador em contratos da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Além de Cabral, outras 24 pessoas também foram denunciadas por corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Nessa denúncia, Cabral é acusado de cometer corrupção passiva por, segundo o MPF, ter aceitado promessa de recebimento de R$ 1 milhão ofertado pelo então secretário da Seap, César Rubens, e pelo ex-subsecretário Marcos Lips, em relação ao esquema envolvendo a comida dos presos.

As investigações começaram a partir de irregularidades no projeto Pão-Escola, que tem como objetivo a ressocialização dos presos. A empresa Induspan foi contratada para executar o projeto, mas o contrato foi rescindido porque havia desequilíbrio financeiro.

Os procuradores frisam que o então secretário renovou o fornecimento de refeições para os presídios com a empresa Induspan, do denunciado Carlos Felipe Paiva, apesar de ressalvas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou irregularidades.

G1

Ciro Gomes considera estimulante resultado da pesquisa Datafolha

O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, considerou “estimulante” o resultado da última pesquisa Datafolha, publicada neste domingo. Ciro falou hoje à tarde com jornalistas, em Belo Horizonte (MG), onde cumpre agenda.

“Da minha parte é bastante interessante e estimulante porque a despeito de uma estrada já longa – faz doze anos que não sou candidato, isso revela uma posição bastante competitiva”, avaliou.

No entanto, disse que as pesquisas retratam momentos e que a grande importância dos levantamentos é o de antecipar tendências. “E nesse momento, elas não são bem aclaradas porque pode haver mudança no quadro”, disse o pedetista.

De acordo com a pesquisa Datafolha, Ciro Gomes alcança 9% em todos os cenários em que Lula não é candidato.

Ciro também respondeu a perguntas fora do contexto eleitoral. Em uma delas, foi questionado sobre a ação de militantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que invadiu nesta manhã o apartamento tríplex atribuído ao ex-presidente Lula.

“É uma forma de protesto. A turma do MTST e outros grupos acham que a medida que à medida que o triples não está no nome do Lula e ainda assim o juiz acabou concluindo com o assentimento de segunda instância, que é o Tribunal Regional Federal, que não sendo dele estava reservado para ocupagem indevida, faz com que seja parecido com algo de terra de ninguém. Todo protesto é válido”, disse.

Sobre o fato do PDT ingressar na última quinta-feira (12) com pedido judicial para garantir autorização de visita a Lula, explicou que, para ele, o ex-presidente não é uma “figura conhecida pela televisão”, mas um “velho camarada” com mais de trinta anos de convívio.

“Me doeu o coração ver algumas pessoas, na noite da prisão dele, soltarem foguetes por algumas capitais do Brasil. Não acho que isso seja um bom momento para o Brasil, afinal de contas, mesmo quem não gosta dele, deveria cultivar um pouco de solidariedade cristã, fraternidade”, disse, ressaltando ainda o fato do ex-presidente ter trabalhado e projetado a imagem do Brasil no exterior com dignidade.

“E se eu for visitá-lo, vou como amigo; não tratarei uma frase sobre política”, frisou.

Por fim, Ciro explicou que não foi visitar o presidente Lula, em São Bernardo do Campo, porque estava com agenda nos Estados Unidos, especificamente em Harvard, onde ministrou palestra ao lado do vice-presidente nacional do PT e ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

“Estava em um compromisso que tinha assumido oito meses atrás, e a prisão surpreendentemente rápida do Lula me apanhou já em Boston, impossível de ir”.

Maioria do STF aceita denúncia contra Senador Aécio Neves

Ampla maioria da primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF) acatou denúncia contra o Senador do PSDB Aécio Neves.  O MPF acusou o político de cobrar e receberR$ 2 milhões do empresário Joesley Batista e de atuar para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Neves nega a irregularidade.  O relator do inquérito, ministro Marco Aurélio, recebeu a denúncia contra Aécio Neves pelos dois crimes – corrupção passiva e obstrução de justiça. Acompanharam o voto do relator os ministros Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux e Alexandre de Morais.





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