WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia
julho 2019
D S T Q Q S S
« jun    
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031  

:: ‘Notícias’

Técnica em enfermagem é presa por tentar matar 4 recém-nascidos

Uma técnica em enfermagem foi presa na quarta-feira, 2, no Rio, suspeita de tentativa de homicídio contra quatro recém-nascidos que estavam na UTI Neonatal de um dos hospitais da Rede D’Or São Luiz. Simone Anjos dos Santos, de 41 anos, é acusada de romper de propósito cateteres de incubadoras onde estavam os bebês.

De acordo com as investigações, os alvos de Simone eram recém-nascidos que se encontravam em terapia em incubadoras na UTI Neonatal. A técnica em enfermagem retirava os cateteres e os prendia em seguida à portinhola de fechamento das incubadoras.

 A prisão foi realizada por policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). Segundo a polícia, os recém-nascidos foram expostos a riscos iminentes de hipoglicemia e de contraírem infecção no sangue relacionada ao cateter, o que os levaria à morte. Pelo menos quatro crianças foram vítimas.

A ordem de prisão temporária contra Simone foi expedida pela 4ª Vara Criminal da Comarca da Capital/RJ.

Em nota, a Rede D’Or São Luiz informou que “não houve qualquer dano ou consequência aos pacientes em decorrência do reportado”. Segundo a instituição, “o hospital possui e segue continuamente rígidos protocolos de segurança, tendo imediatamente e de modo preventivo afastado a profissional em questão e em seguida comunicado a situação alegada às autoridades policiais competentes para a devida averiguação e providências”.

Não foi informada em qual das unidades da rede trabalhava a enfermeira. O Estado não conseguiu contato com a defesa de Simone Anjos dos Santos.

Estadão

JAQUES WAGNER NÃO DESCARTA PT NA VICE DE CIRO GOMES

Apontado como uma das alternativas do PT para a disputa à Presidência da República, o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner admitiu nesta terça-feira (1º) que o partido pode aceitar ser vice de Ciro Gomes (PDT) e defendeu a inclusão de Joaquim Barbosa (PSB) no diálogo com os demais partidos de esquerda, informa o Estadão.

Wagner, no entanto, ressaltou que é favorável à estratégia petista de manter o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso em Curitiba, até a última instância. Ele desautorizou a inclusão de seu nome entre os prováveis planos B do PT enquanto a candidatura do ex-presidente estiver colocada e admitiu quer a prisão de Lula dificulta a aceitação de outras alternativas pela cúpula petista. “Não coloco meu nome em hipótese alguma à disposição neste momento”, disse.

Ao chegar ao ato de 1º de Maio organizado pelas seis centrais sindicais na tarde desta terça-feira, em Curitiba, Wagner foi indagado por jornalistas sobre a possibilidade de o PT aceitar ser vice de Ciro e respondeu: “Pode. Sempre defendi que, após 16 anos, estava na hora de ceder a precedência. Sempre achei isso. Não conheço na democracia ninguém que fica 30 anos. Em geral fica 12, 16, 20 anos. Defendi isso quando o Eduardo Campos ainda era vivo. Estou à vontade neste território”.

FERNANDO HADDAD

Wagner defendeu as articulações feitas pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que também é citado como alternativa do PT a Lula, e já se reuniu duas vezes com Ciro neste ano. “O Haddad teve uma conversa sobre a economia brasileira e acharam que era sobre política eleitoral no estrito senso. Esse é o caminho. Eu continuo na minha posição. O PT vai sustentar a candidatura do Lula até que alguém diga que ele está interditado definitivamente. Ninguém traça uma estratégia já pensando em plano B”, afirmou.

Pimenta

PF estuda mudar data de depoimento da filha de Temer

A Polícia Federal pode mudar a data em que a filha do presidente Michel Temer, Maristela, prestará depoimento. De acordo com a coluna Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo, ela seria ouvida nesta quinta-feira (3), mas a oitiva pode ser antecipada para esta quarta (2) para evitar tumulto.

Maristela será questionada pela PF sobre quem pagou uma grande reforma feita na casa dela em 2014. A suspeita é que os gastos tenham sido pagos pelo coronel da reserva da PM João Baptista Lima Filho, antigo amigo de Temer, como forma de lavar dinheiro de propina destinada ao emedebista.

Diante de alguns vazamentos na PF, o presidente Temer disse que não vai tolerar novos episódios e que seria inadmissível o conteúdo do depoimento de Maristela vir a público

Bocão

Bombeiros voltam atrás e confirmam 44 vítimas após incêndio em SP

Sobe para 44 vítimas do incêndio que atingiu um prédio na manhã desta quarta-feira (02) no Largo do Paissandu, em São Paulo. Durante a madrugada, o Corpo de Bombeiros tinha informado a redução do número para 29, mas voltou atrás.

De acordo com o G1, entre as vítimas está um homem que era resgatado pelos bombeiros no momento do desabamento do prédio. Não há informação sobre possíveis mortos. O prédio era ocupado por 372 pessoas, de 146 famílias.

Ainda conforme o site, o trabalho vai ser concentrar em três frentes: o rescaldo e o resfriamento do local para evitar outros focos de incêndio, as buscas pelo desaparecido e a liberação de algumas vias da região. Uma retroescavadeira estava sendo utilizada para retirada de alguns escombros do local.

Os bombeiros devem levar 48 horas para começar a mexer na estrutura do edifício e a estimativa é que os trabalhos no local durem ao menos uma semana. As equipes de resgate vão usar nas buscas câmeras que detectam calor instaladas em drones. A câmera térmica é capaz de separar o calor da pele humana e detectar pessoa com sobrevida.

Correio

Deputado Paulo Maluf recebe alta e cumprirá pena em casa

O deputado federal Paulo Maluf (PP) recebeu alta neste domingo (29) depois de ficar internado por 23 dias no hospital Sírio Libanês, na capital paulista. Ele seguiu para a sua residência no Jardim Europa.

O hospital informa que Maluf recebeu alta médica às 9 horas da manhã e foi acompanhado pelos médicos Miguel Srougi, Ronaldo Kairalla, Roberto Basile Jr, Rogerio Tuma e Cyrillo Cavalheiro Filho.

Maluf foi internado no dia 6 de abril. A informação sobre a internação do ex-prefeito paulistano foi protocolada na Vara de Execuções Penais da Comarca de São Paulo por seus advogados.

 De acordo com boletim médico divulgado na época, ele apresentava “atrofia dos membros inferiores devido a compressão de raízes nervosas da coluna vertebral, alteração da marcha, perda de sangue pelo aparelho digestivo, alterações de humor e comportamento”. A nota informava ainda que ele também apresentava incontinência urinária devido a um câncer de próstata em tratamento.

O parlamentar, condenado a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão por lavagem de dinheiro, cumprirá pena em casa por determinação do relator da ação penal, ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve Maluf em prisão domiciliar, em razão do grave quadro de saúde do parlamentar.

Correio da Bahia

 

Brasileira inocente passa 9 meses na prisão na Itália acusada de tráfico de drogas

Acusada de tráfico internacional de drogas, a brasileira Elaine Araújo Silva esteve nove meses detida e outros três meses em prisão domiciliar na Itália, antes de conseguir comprovar a sua inocência.

Nove anos depois da sentença de absolvição, ela ainda sofre com crises de depressão e ataques de pânico, doenças que tiveram início durante o período de reclusão e que a obrigaram a deixar o emprego.

“Depois da prisão passei a ter medo mesmo em situações normais de vida cotidiana. Até hoje preciso de acompanhamento farmacológico e psiquiátrico”, diz em entrevista à BBC Brasil a recifense de 42 anos.

A depressão a impediu até mesmo de solicitar o ressarcimento previsto pelo Estado italiano em casos de prisão injusta.

“Elaine estava devastada psicologicamente. Mesmo tendo sido aconselhada a solicitar a reparação por injusta detenção, ela só queria esquecer toda aquela história. Não podíamos agir sem o seu consenso”, conta à BBC Brasil o advogado da brasileira, Piero Venture.

O valor atual previsto pela lei italiana para esta indenização é de 235,82 euros por cada dia de reclusão e 177,91 euros para cada dia de prisão domiciliar consideradas injustas.

“Se tivesse feito a solicitação dentro do prazo de dois anos após o trânsito em julgado da sentença de absolvição, muito provavelmente ela teria recebido esta indenização”, afirma Venture.

O tormento de Elaine teve início em 7 de junho de 2008, após uma noite normal de trabalho como garçonete em uma discoteca na cidade de Rimini.

“Cheguei em casa por volta das 3h da manhã. Tentei abrir a porta, mas ela estava fechada por dentro. Antes que eu tocasse a campainha, um rapaz que eu nunca vira me abriu a porta. Entrei e fui diretamente ao quarto da mãe da amiga com a qual eu morava, para perguntar quem era aquele homem. Ela me respondeu que era um amigo da filha e então fui dormir.”

No dia seguinte, Elaine foi acordada por policiais armados. Confusa, vestiu-se às pressas e foi acompanhada até a sala onde estavam a amiga, a mãe dela, e o rapaz que lhe abrira a porta, todos cidadãos dominicanos. A brasileira soube, então, que o jovem chegara da Espanha no dia anterior, trazendo cápsulas de cocaína no estômago. De acordo com os policiais, no momento da blitz a droga estava à vista, em cima da mesa.

Mesmo assustada, Elaine acreditava que conseguiria demonstrar a sua inocência rapidamente. Ela morava na Itália havia quase dez anos, trabalhava legalmente, tinha amigos e estava para se casar com um atleta turco, com o qual havia passado seis meses em Istambul e com quem iria viver nos Estados Unidos. Um dia antes da prisão, o namorado de Elaine, proprietário de uma rede de academia de artes marciais, viajara a trabalho para a Califórnia.

Elaine foi levada para a delegacia junto com a mãe da amiga, uma senhora idosa que estava na Itália para passar uns dias com a filha, enquanto os outros dois acusados foram acompanhados em outra viatura.

“A pressão psicológica dos policiais era enorme. As acusações e os termos usados por eles me deixaram desesperada. Assinei papéis sem mesmo tê-los lido, confiando que isso me ajudaria a ir embora. Ao mesmo tempo, eu tentava consolar a mãe da minha amiga, dizendo que era tudo um mal entendido e que logo seríamos liberadas”.

 “Os policiais me deixaram fazer uma ligação, ma só tive tempo para dizer ao meu namorado que eu estava presa”, conta Elaine.

No mesmo dia, Elaine e a idosa dominicana foram transferidas para o cárcere de Forli. “Não pude acreditar quando vi abrirem-se os portões da penitenciária.”

“Disseram-nos que se tratava de uma investigação internacional e que não seríamos liberadas até prenderem todos os membros da quadrilha”, conta.

“Quando nos trancaram numa cela com outras prisioneiras comecei a passar mal porque tenho dificuldades em estar em lugares fechados.”

Os amigos de Elaine contrataram um advogado para defendê-la, mas durante a audiência de custódia o juiz confirmou a prisão preventiva da brasileira, que em casos de tráfico de entorpecentes – cuja pena prevista é de 6 a 20 anos de reclusão – pode durar até um ano.

Com o passar dos dias, além de ter suportado “na marra” a sua claustrofobia, Elaine pediu ajuda também ao Consulado brasileiro.

“Escrevi várias cartas contando a minha situação e explicando que eu não estava bem de saúde. Recebi uma única resposta, onde diziam que o Consulado não poderia intervir em questões da Justiça italiana e, para me ajudar, mandaram-me selos para que eu enviasse cartas ao Brasil. Seria menos humilhante não ter recebido resposta alguma”, diz.

Na prisão, Elaine sentia-se constantemente ameaçada. “Durante todo aquele período fui torturada psicologicamente pelas detentas por declarar-me inocente. Quando eu passava pelo corredores elas gritavam, me ameaçavam, me chamavam de ‘bellina’. E quando viam que eu era tratada com respeito pelas agentes penitenciárias tornavam-se ainda mais agressivas”.

“Mas o pior era durante a noite, quando algumas detentas liberavam o gás de um pequeno botijão que tínhamos na cela para fazer café, para se entorpecerem. Todas as manhãs eu acordava com dores de cabeça e náuseas”.

Outros momentos difíceis eram os dias de visita. “Todas as terças e sextas-feiras eu me arrumava, esperava, e não aparecia ninguém”, diz emocionada.

Elaine não recebia visitas nem mesmo do seu advogado que, sucessivamente foi substituído. Ela conta tê-lo visto apenas duas vezes, a última delas seis meses depois de ter sido presa, quando fora transferida para o cárcere da cidade de Rovigo.

“Ele se apresentou sem ter lido o meu processo, não sabia nem o nome dos outros acusados. Disse-me apenas que eu deveria ser condenada a uma pena entre sete e 10 anos de reclusão. Provavelmente, ele esperava receber mais dinheiro dos meus amigos”.

No mesmo dia do encontro com o advogado, Elaine recebeu uma carta do namorado rompendo a relação deles. “Ele não suportou aquela situação, porque era muito famoso no mundo esportivo e não queria ter o seu nome associado a mim”.

Tocar o fundo

“Tive uma crise histérica fortíssima. Para conseguir me conter, as agentes penitenciárias tiveram que usar água fria. Depois de seis meses de sofrimento, eu chegara ao meu limite.”

Após uma tentativa de suicídio, Elaine passou a ser medicada contra depressão. Além dos distúrbios psicológicos, a brasileira teve ainda outros problemas de saúde durante a sua detenção, como catapora, que a obrigou a um isolamento de dez dias, e uma diagnose de um tumor uterino em fase inicial, com consequente impossibilidade de ter filhos.

“Foi quando eu toquei o fundo. Depois disso, decidi reagir. Pior não poderia ficar”.

Os únicos consolos eram as cartas que recebia da mãe, que aprendera a escrever especialmente para conseguir demonstrar o afeto pela filha, e a amizade com uma detenta. “Certo dia, uma agente penitenciária pediu que eu tomasse conta de uma nova prisioneira, uma jovem dependente de drogas. Ela sofria terríveis crises de abstinência e eu a ajudava a lavar-se, a vestir-se. Cuidar de outra pessoa foi a minha salvação, fez com que eu me sentisse útil.”

“Nos tornamos ótimas amigas. Finalmente, alguém acreditava em mim”.

A guinada positiva continuou quando Mario Cantafio, um militar da aeronáutica italiana e ex-namorado da amiga com a qual Elaine fora presa, contratou um novo advogado para defendê-la.

“Nos conhecíamos porque ele e minha amiga foram namorados por seis anos, bem antes que ela se envolvesse com más companhias”, conta.

O militar passou a escrever para Elaine na prisão e a amizade entre eles se reforçou. “No início éramos apenas amigos, mas naquele período passamos a nos conhecer melhor.’

Graças ao novo advogado e com um imóvel disponibilizado por Mario, no dia 16 de março de 2010, nove meses depois de ter sido detida, Elaine obteve a prisão domiciliar. Poucos dias depois, conseguiu autorização para voltar a seu trabalho. “Eu saia às seis da tarde e voltava às 2h da madrugada”.

“Finalmente eu estava feliz, trabalhando com entusiasmo e namorando com o Mario. Mas eu tinha sempre em mente a data da audiência, temendo que o pesadelo pudesse recomeçar”.

Ao contrário das previsões dos médicos da prisão, Elaine descobriu estar grávida. “Foi uma alegria, mas ao mesmo tempo eu estava aterrorizada com a hipótese de voltar para a penitenciária com meu bebê”.

Durante a audiência, o casal de traficantes dominicanos confirmou as afirmações das testemunhas de Elaine, dizendo que ela e a mãe da criminosa eram completamente alheias ao crime. Ambas foram absolvidas, enquanto a ex-amiga e seu companheiro foram condenados a 4 e 8 anos de prisão, respectivamente.

“O advogado foi um anjo na minha vida. Eu só queria sair logo dali, voltar pra casa e esquecer tudo aquilo”.

Elaine hoje está casada com Mario, com quem tem dois filhos, um garoto de oito anos e uma menina de cinco.

“Não tenho vergonha, contarei para os meus filhos a história toda. Prefiro pensar que o destino quis assim. Para chegar onde estou hoje, foi preciso passar por aquilo”.

:: LEIA MAIS »

40 minutos antes da queda, voo da Chape teve indicação de emergência

Nesta sexta-feira (27), a Aeronáutica Civil da Colômbia apresentou o relatório final das investigações do desastre do avião da Chapecoense. O documento aponta que 40 minutos antes do acidente, a aeronave já estava em emergência porque faltava combustível. A tripulação responsável não teria feito nada a respeito, mesmo tendo indicação na cabine, como luz vermelha e avisos sonoros. A conclusão é fruto de uma análise da caixa-preta, que contém gravadores de dados de voz e de voo.

Segundo informações do G1, a investigação também concluiu que o avião contava com cerca de 2.303 quilos de combustível a menos do que o necessário para a viagem. As normas internacionais determinam que um voo deve ter combustível para chegar ao aeroporto de destino, outra quantidade reserva para chegar a um aeroporto alternativo, caso haja alguma emergência; e mais 30 minutos de reserva.

A quantidade mínima para cumprir os regulamentos internacionais daquele voo era um total de 11.603 quilos de combustível, segundo a investigação. No entanto, a aeronave da Lamia tinha apenas 9.300 quilos de combustível.

Trump ameaça países que não votarem na candidatura americana para Copa de 2026

Em um gesto considerado sem precedentes, o presidente americano Donald Trump insinuou que poderá retaliar países que não votem a favor da candidatura da América do Norte para receber a Copa do Mundo de 2026. A decisão será tomada pela Fifa no dia 13 de junho, em Moscou. Além do pleito de Estados Unidos, Canadá e México, está na corrida o Marrocos.

Em uma mensagem nas redes sociais durante a noite de quinta-feira, Trump foi claro. “Os EUA apresentaram uma candidatura forte com o Canadá e México para a Copa do Mundo de 2026”, escreveu. “Seria uma pena se países que sempre apoiamos fizessem agora lobby contra os EUA”, alertou. “Por qual motivo deveríamos apoiar esses países quando eles não nos apoiam (incluindo nas Nações Unidas)?”, questionou.

 A mensagem foi recebida como uma ameaça e pressão sobre os países que, em dois meses, decidirão a sede do Mundial de 2026.

Fora da Copa da Rússia após não conseguir se classificar, os Estados Unidos estão no centro hoje do debate sobre o futuro da Fifa. A entidade máxima do futebol abriu a possibilidade para que, pela primeira vez, três países pudessem sediar o Mundial. Isso por conta da ampliação do número de seleções, de 32 para 48

Gianni Infantino, presidente da Fifa, estima que o novo formato geraria US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 3,5 bilhões) a mais em renda para a entidade, mesmo que para isso seja necessário um número maior de sedes, com a realização de 80 partidas em apenas um mês.

Do lado do Marrocos, as queixas apontam para a preferência de Infantino pela candidatura americana. O país do norte da África chegou a protestar contra decisões de última hora da Fifa em modificar certos critérios para a escolha final da sede.

A suspeita é de que Infantino, ao levar o torneio para os EUA, queira agradar as autoridades americanas, que continuam investigando as suspeitas de corrupção no coração do futebol.

A mensagem de Trump ainda foi dada horas depois que o presidente da França, Emmanuel Macron, deixou Washington. A França já indicou que apoiaria a candidatura do Marrocos.

Entre as delegações africanas, o peso de Trump no processo tem sido considerado, principalmente depois de ele se referir aos países africanos e outros em desenvolvimento como “buracos de m. .”. Na Fifa, cerca de um quarto dos votos são de países africanos.

Em termos da qualidade da infraestrutura, a candidatura da América do Norte insiste que já tem tudo pronto para o evento, enquanto o Marrocos teria de construir ou renovar praticamente todos os estádios.

POLÍTICA – Na Fifa, quem vota são as 209 federações nacionais e a entidade insiste que não existe um posicionamento político por parte dos cartolas. Mas a história desmente essa tese.

Para o Mundial de 2022, no Catar, o ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, insiste que a decisão que pesou foi tomada pelo ex-presidente Nicolas Sarkozy, interessado nos investimentos do Catar em seu país.

Em uma reunião no Palácio do Eliseu, em Paris, Sarkozy teria convocado Michel Platini, então presidente da Uefa, para o orientar sobre o voto. Platini, por sua vez, acabou levando para o Catar todos os votos europeus.

O próprio Blatter admitiu que havia um acordo para dividir a Copa entre as duas super potências. Em 2018, ela ficaria com os russos e, em 2022, com os norte-americanos, o que acabou não acontecendo.

A escolha das sedes olímpicas também se tornou um assunto de Estado, com presidentes fazendo campanhas explícitas e trocando apoio baseado na votação de suas cidades. Para 2016, o Rio contou com um departamento inteiro do Itamaraty para aproximar a candidatura de países aliados, principalmente na África, América do Sul e Oriente Médio.

Se a Copa de 2026 for para os EUA, o território norte-americano irá repetir a mesma situação que foi registrada no Brasil na atual década, com um Mundial e uma Olimpíada no espaço de dois anos. Em 2028, Los Angeles receberá os Jogos Olímpicos.

SANTA LUZIA: TCM REJEITA CONTAS DE GUILHERME

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) rejeitou as contas do prefeito de Santa Luzia, Guilherme dos Santos, referentes ao exercício de 2016. O gestor, que foi reeleito, descumpriu o artigo 42 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que trata da ausência de recursos para pagamento das despesas com restos a pagar do exercício.

Diante da irregularidade, o relator, conselheiro Plínio Carneiro Filho, determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual para que seja apurada a eventual prática de ato ilícito pelo gestor, e imputou uma multa no valor de R$3 mil.

Os recursos deixados em caixa pelo prefeito no último ano do seu mandato, no valor de R$708.550,38, não foram suficientes para arcar com as despesas de exercícios anteriores (R$566.871,11) e com as baixas indevidas de dívidas de curto prazo (R$3.951.646,69), o que gerou um saldo negativo no montante de R$3.809.967,42. Além de descumprir norma prevista na LRF, a irregularidade comprometeu o mérito das contas diante da existência de grave desequilíbrio fiscal nas contas públicas.

Apesar da despesa com pessoal ter superado o limite de 54% da receita corrente líquida do município, alcançando o percentual de 56,06%, foi adotado o posicionamento majoritário do TCM, que permite a flexibilização até 60% para gastos com pessoal, desde que ações efetivas tenham sido tomadas para conter essa despesa.

A maioria dos conselheiros entendeu que não houve descontrole administrativo por parte do gestor, não sendo, assim, motivo para rejeição das contas, principalmente em razão da grave crise financeira enfrentada pelos municípios baianos e em observância ao princípio da razoabilidade. Cabe recurso da decisão.

Pimenta

Governo limita juros do rotativo do cartão e acaba com pagamento mínimo de 15% da fatura

Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (26) novas mudanças que devem ter reflexo nos juros cobrados pelas operadoras de cartões de crédito.

Entre as alterações está a limitação no valor dos encargos em caso de atraso e o fim da exigência de pagamento mínimo de 15% da fatura para o cliente entrar no chamado “rotativo regular”.

As mudanças entram em vigor em 1º de junho e são anunciadas um ano após entrar em vigor as novas regras para o uso do rotativo do cartão de crédito.

Desde abril do ano passado, o consumidor só pode fazer o pagamento mínimo de 15% do cartão por um mês. Na fatura seguinte, o banco não pode mais rolar a dívida. O cliente tem que pagar o valor total ou parcelar a dívida em outra linha de crédito, com o juro mais barato.

Antes dessa regra, o cliente podia pagar o mínimo da fatura por vários meses consecutivos, “rolando” a dívida. O problema é que o juro do cartão de crédito é um dos mais caros da economia e a dívida muitas vezes ficava impagável.

Uma das mudanças aprovadas nesta quinta pelo CMN foi a extinção do pagamento mínimo de 15%.

Isso significa que, a partir de agora, caberá às instituições a definição de um percentual mínimo de pagamento em cada fatura, de acordo com o perfil dos clientes e com a política de crédito de cada banco.

Rotativo não regular

Os clientes que optam por fazer o pagamento mínimo e financiar o restante da fatura (rotativo regular), mas depois ficam inadimplentes, acabam hoje no chamado “rotativo não regular”, em que as taxas de juros são mais altas.

A outra medida aprovada pelo CMN nesta quinta limita justamente os juros e encargos que o cliente está sujeito quando entra no rotativo não regular. A partir de 1º de junho, as operadoras de cartão deverão aplicar a mesma taxa vigente no contrato de crédito rotativo regular.

As únicas cobranças extras que serão permitidas pelo conselho, a partir de junho, são multa de 2% sobre o valor e juros de mora de 1% ao mês. Essas cobranças já são feitas hoje em dia.

Na prática, segundo o Banco Central, a taxa do rotativo não regular migrará para a taxa do rotativo regular. A decisão segue entendimento do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de que as instituições não podem cobrar taxas além das definidas no contrato.

Portanto, pela nova regra, a taxa contratual, isto é, a taxa do rotativo regular, deverá ser mantida inclusive em situação de eventual inadimplência. A instituição não poderá, por exemplo, aplicar nova taxa em substituição – o que valerá é a taxa do rotativo regular, a multa (de 2%, paga uma única vez) e os juros de mora (de 1% ao mês).

As medidas passarão a valer já no dia 1º de junho deste ano. A norma estabelece que a alteração de limites de crédito e do percentual mínimo de pagamento deve ser comunicada ao cliente, com pelo menos 30 dias de antecedência.

G1

:: LEIA MAIS »

Temer nomeia Carolina Barros para diretoria de Administração do BC

A presidente Michel Temer nomeou Carolina Barros para a diretoria de Administração do Banco Central (BC). O ato foi publicado no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (26).

Carolina Barros é a primeira mulher, em mais de 10 anos, a ser indicada para o primeiro escalão do Banco Central. A última indicação de uma mulher para a diretoria do BC havia diso em novembro de 2007, de Maria Celina Arraes, para o comando da diretoria de Assuntos Internacionais. Ela tomou posse em janeiro de 2008 e deixou o posto em 2010.

O nome de Carolina Barros já havia sido aprovado pelo Senado Federal na semana passada, por 52 votos a favor, com uma abstenção, e também pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da casa.

Durante sabatina na CAE do Senado, na última semana, Carolina Barros afirmou que o objetivo fundamental do Banco Central é garantir o poder de compra do Real, ou seja, trabalhar para que a moeda não perca seu valor.

“Dedicarei meus melhores esforços para ajudar o Banco Central do Brasil a manter a inflação sob controle. Inflação baixa e estável é a única maneira de garantir que o poder de compra do salário do trabalhador seja preservado”, declarou.

Ela também afirmou, na ocasião, que a solidez dos bancos, das corretoras, das cooperativas e de todo o sistema financeiro, é outro “grande benefício” gerado pela atuação do Banco Central.

“Caso seja aprovada por esta Casa, comprometo-me a trabalhar também para garantir a solidez e eficiência do Sistema Financeiro Nacional”, disse.

A nova diretora do BC tem mestrado em Administração Pública e Políticas Públicas (2002/2003) pela Universidade de York, Departamento de Política, do Reino Unido; MBA em Administração Financeira (2001/2002) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Brasília.

Também possui graduação em Administração de Empresas com habilitação em Comércio Exterior (1995/1999) pelo Centro Universitário UNA, Belo Horizonte (MG). Ela trabalha no BC desde o ano 2000.

ITABUNA: PREFEITURA VAI PAGAR MAIS DE R$ 1 MILHÃO A ROTA POR VALE-TRANSPORTE INTERMUNICIPAL

A prefeitura de Itabuna ratificou e homologou nesta segunda-feira o termo de inexigibilidade para a contratação da empresa Rota Transportes Rodoviários Ltda. A empresa vai fornecer vales transportes intermunicipais aos servidores de diversas secretarias do município. O valor do contrato é de R$ 1.076.485,20.

Ipolitica





WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia