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Sempre em busca de Justiça: Dr. Cosme Araújo vence Júri e prova inocência do PM Mauricio Biano em Eunápolis!

Em Júri realizado durante os dias 23  e 24 de abril, o Dr. Cosme Araújo tinha em mãos a responsabilidade de defender o PM Mauricio Biano, acusado de ter participado da tentativa contra a vida das vítima Jadison Moura e do homicídio consumado em relação a vítima Mayara Criastiana, na noite do dia 26 de janeiro de 2014, por volta das 21h, em Eunápolis/BA.

Segundo o que constava na denúncia do Ministério Público Estadual, é que as vítimas foram alvejadas pelos policiais, que estavam apaisana próximo a Casa de Show “Sitio do Toco”, localizada na rua Otávio Mangabeira, Centro de Eunápolis/BA. Dizia ainda o MP na denúncia os policiais militares haviam emboscado as vitimas na saída da casa de show, desferindo-lhes disparos que mataram Mayara Cristina e feriu Jadison.  Desde o primeiro momento os policiais negaram as acusações, fato este desconsiderado pela acusação pública à época.

Após dois de dias intensos de Júri, bem presidido pelo Magistrado Dr. Otaviano Sobrinho, para a defesa a justiça foi feita. Os advogados Dr. Cosme Araújo,   Dr. Marcos Bandeira e Dr. Igor conseguiram a absolvição dos acusados por ausência absoluta de provas que justificassem as condenações dos Policiais Militares, fato que foi admitido pela própria promotoria e ratificado à unanimidade pelo Conselho de Sentença.

 Para o experiente e festejado na política e na advocacia criminal, Dr. Cosme Araújo, o caso reafirmou a importância de defesas proficientes comprometidas com a busca da verdade real.  Enfatizou ainda Araújo ao dizer que: ” Contribuir para que exista justiça social ou como operador do direito, é inexoravelmente o oxigênio que encontro na labuta do dia a dia;  afirmo também que, nem toda denúncia significa que o acusado seja culpado.”.

Presenciamos  Dr. Cosme Araújo ser parabenizado pelos presentes no plenário, principalmente por dezenas de estudantes de direito e advogados  devido bela e abalizada defesa sustentada. Veja as fotos clicando no leia mais, abaixo

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Pré candidato a deputado federal Cosme Araujo recebe apoio de mais uma liderança

O Pré candidato a deputado federal Cosme Araújo emplacou mais um apoio importante. Desta vez trata-se da competente profissional da área de saúde Vânia, que tem relevantes serviços prestado como enfermeira no município de Itabela. Para Vânia a vitória de Cosme Araújo representará a vitória da região Sul da Bahia que se encontra órfão no Congresso Nacional. A mesma declara que Cosme representa os ideais desta importante região na condição de parlamentar, e na defesa dos projetos importantes e consequentemente na melhoria da qualidade de vida do nosso povo.

 Tribuna de Palmira.

ITABUNA: SECRETÁRIO E PREFEITO SÃO DENUNCIADOS NO MINISTÉRIO PÚBLICO

O vereador Jairo Araújo (PCdoB) protocolou no Ministério Público Estadual nesta segunda-feira (23), denúncia de improbidade administrativa contra o prefeito Fernando Gomes e seu secretário Jorge Vasconcelos. De acordo com a documentação, o secretário de Sustentabilidade Econômica e Meio Ambiente, tem contrato de aluguel firmado com a Prefeitura de Itabuna de imóvel na Avenida Cinquentenário, 775, onde funciona o Núcleo de Tecnologia da Educação, no valor mensal de R$ 3.850,00, totalizando R$ 46.250,00 ano ano. O contrato foi firmado no dia 18 de janeiro deste ano por dispensa de licitação.

Segundo o vereador “Todas as evidências levam a crer que foram utilizados recursos do município para benefício particular. Um ato de improbidade administrativa, já que de acordo com a Lei, Jorge enquanto agente público não pode celebrar contratos nem participar de licitações do município.”

A ação pede ainda o ressarcimento aos cofres do município. O caso passa agora a ser investigado pelo Ministério Público que, se considerar procedente, pode resultar numa ação de improbidade administrativa contra o prefeito Fernando Gomes e o secretário Jorge Vasconcelos.

Ipolitica

ITABUNA: PREFEITURA VAI PAGAR MAIS DE R$ 1 MILHÃO A ROTA POR VALE-TRANSPORTE INTERMUNICIPAL

A prefeitura de Itabuna ratificou e homologou nesta segunda-feira o termo de inexigibilidade para a contratação da empresa Rota Transportes Rodoviários Ltda. A empresa vai fornecer vales transportes intermunicipais aos servidores de diversas secretarias do município. O valor do contrato é de R$ 1.076.485,20.

Ipolitica

STF decide destino de Geddel, da mãe e do irmão dia 8 de maio

O julgamento do habeas corpus pedido pela defesa do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) será julgado no dia 08 de maio pela segunda turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da coluna Radar, do site Veja.

No dia 19 de abril o ministro Edson Fachin, do STF, liberou para análise da Segunda Turma da Corte o julgamento do recebimento ou não da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-ministro, seu irmão, o deputado federal Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), e outras quatro pessoas. A mãe dos políticos, Marluce Vieira Lima, o empresário Luiz Fernando Machado da Costa Filho e os ex-secretários parlamentares Job Ribeiro Brandão e Gustavo Pedreira do Couto Ferraz também são alvo da ação.

Os seis são acusados pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, no caso em que foram encontrados R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador (BA). A data, no entanto, ainda será definida. Fachin, que preside a Segunda Turma, é o relator do caso.

No dia 9 de abril, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou ao ministro uma manifestação em que reitera à Corte que aceite a denúncia. Os advogados dos acusados tentam impedir o recebimento da denúncia.

Raquel contesta a alegação da defesa de que a denúncia é frágil, por não descrever adequadamente o fato criminoso. Para ela, a narrativa da denúncia delimita, especifica e aponta o que cada um dos acusados fez nos contextos criminosos. De acordo com a procuradora-geral, a defesa reproduz em suas manifestações “as argumentações padronizadas de sempre”.

Na avaliação de Raquel, as provas apresentadas nas operações Lava Jato, Sépsis, Cui Bono? e Catilinárias “interrelacionam-se, justapõem-se, explicam-se” de modo a “elucidar um todo criminoso de corrupção sistêmica e de lavagem de dinheiro, em que a apreensão dos R$ 51 milhões – a maior da história criminal deste país – é o momento mais visível e eloquente”.

A procuradora-geral ressalta que Marluce e os filhos faziam aplicações com a intenção de ocultar os valores obtidos irregularmente. O dinheiro sujo era “por eles aplicado em investimentos no mercado de incorporação imobiliária de alto luxo na capital baiana, por meio do Grupo Cosbat – Construção e Engenharia”. A denúncia revela que ao menos R$ 12.778.895,49 foram usados para adquirir cotas de participação de empreendimentos da empresa, por meio de empresas que tinham como sócios Marluce e Geddel Viera Lima.

Estratégia
A defesa dos acusados alegou ainda que as três buscas e apreensões realizadas ao longo das investigações não são válidas. Em uma manifestação, os advogados contestam a validade da decisão do juiz da 10ª Vara Federal de Brasília, que deu início às investigações, e dos laudos periciais.

Em resposta à defesa, Raquel diz que a estratégia dos advogados ao recorrer ao argumento da nulidade é a única opção que resta diante da abundância de provas dos crimes cometidos. “Como não podem infirmar o mérito, inventam-se ataques à forma da investigação, sob a roupagem de nulidade.”

Denúncia anônima. No parecer, a procuradora-geral afirma ainda que os acusados querem fazer parecer que a busca fundou-se somente em denúncia anônima. Raquel rebate a fala da defesa alegando que “a precária informação anônima” que informou ao Núcleo de Inteligência da Polícia Federal de que um apartamento estaria sendo utilizado por Geddel Vieira Lima para guardar caixas com documentos e que teria havido uma movimentação estranha no local, supostamente para esconder provas, “foi devidamente autuada, registrada e passou a constituir um documento público”.

“A leitura dessas peças e, sobretudo, das provas que as instruem, comprova que foram vários os elementos (depoimentos, colaboração premiada, levantamentos in loco) embasadores do mandado judicial naquele apartamento de Salvador.” “A resposta escrita (da defesa) mantém a estratégia de adiar o debate de mérito para criar um ambiente de nulidade que não existe”, escreve Raquel.

A reportagem entrou em contato com a defesa de Geddel Vieira Lima, de Lúcio Vieira Lima (MDB-BA), de Marluce Vieira Lima, de Luiz Fernando Machado da Costa Filho, de Job Ribeiro Brandão e de Gustavo Pedreira do Couto Ferraz, mas não obteve retorno até a conclusão desta edição.

Relembre o caso
O ex-ministro está preso há sete meses e meio depois da apreensão de mais de R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador.  Na época a Polícia Federal identificou impressões digitais de Geddel no dinheiro e no material que acondicionava as notas. E que, além do dono do imóvel, uma segunda testemunha confirmou que o apartamento havia sido cedido a Geddel.

A PF também afirmou que outra pessoa ajudava Geddel na movimentação das caixas e malas de dinheiro. Os policiais disseram também que passou a haver risco de fuga depois da maior apreensão do dinheiro vivo já registrada no Brasil.

Geddel foi Deputado Federal, Ministro da Integração no governo Lula, passou pela Caixa Econômica Federal no governo Dilma e foi secretário de governo de Michel Temer – de quem é um histórico aliado. Ele foi preso em julho na Operação Cui Bono.

As malas onde estavam o dinheiro foram colocadas em uma caminhonete pela Polícia Federal e levadas para o aeroporto. Essas provas seguiram junto com o ex-ministro e Gustavo Ferraz para Brasília

O relator do caso é o ministro Edson Fachin.

Candidatos à Presidência são alvos de mais de 160 investigações em tribunais

Quinze dos 20 políticos cotados para disputar a Presidência em outubro são alvo de mais de 160 casos em tribunais do país inteiro. De barbeiragem no trânsito a imbróglios na Lava Jato, os pré-candidatos são investigados, denunciados, réus, condenados e até presos, como o caso do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera as pesquisas eleitorais.

De acordo com um levantamento feito pelo jornal Folha de SP, oito presidenciáveis enfrentam a Lava Jato e suas derivações em tribunais superiores, federais e estaduais. A lista inclui Lula, condenado a 12 anos e um mês por corrupção passiva, e o presidente Michel Temer (PMDB), alvo de duas denúncias e de duas investigações. Já entre os candidatos que estão no Legislativo, o senador Fernando Collor (PTC) é réu na Lava Jato e alvo de quatro inquéritos enquanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), é investigado em dois inquéritos na maior operação de combate à corrupção da história do país. Com exceção de Lula, que tem até 31% das intenções de voto, Temer, Collor e Maia não ultrapassam 2%, segundo o Datafolha.

A condenação e prisão de Lula praticamente inviabilizaram sua candidatura, o que eleva os petistas Fernando Haddad e o ex-governador da Bahia Jaques Wagner ao posto de “plano B” do partido. Contra Haddad há uma investigação aberta por suposto caixa dois, em decorrência da delação do empresário Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, um dos delatores da Lava Jato. Já contra Wagner, o ex-governador foi alvo da Operação Cartão Vermelho, que apura suspeita de propina na reforma da Arena Fonte Nova (lembre aqui). Outros dois outros casos foram enviados para o juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato no Paraná. :: LEIA MAIS »

SUSPEITO DA MORTE DA EX COMPARTILHOU IMAGEM DE ARMA E BALAS: “TODAS PRA VOCÊ”

Um homem de 25 anos suspeito de ter ordenado a morte da ex-namorada, no distrito de Trancoso, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, compartilhou um poste com ameaça subliminar, informou a polícia. Brisa Mares de Almeida, de 17 anos, foi executada enquanto retornava para casa com um mototaxista, na noite de quinta-feira (19).

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito identificado pelo prenome de Rafael já tinha compartilhado uma foto com uma ameaça subliminar para a garota, cerca de dois anos antes do crime, quando eles ainda estavam juntos.

Na imagem compartilhada pelo suspeito nas redes sociais, munições posicionadas ao lado de uma arma formam a frase “te amo”, e, em seguida, um bilhete completa: “mas se você me trair são todas pra você”. Na legenda, o jovem escreveu: “Kkk#ta lgda#”.

Segundo o delegado Sinézio Vieira Neto, titular da delegacia de Porto Seguro, a imagem é um forte indício para a criminalização do suspeito. Conforme o delegado, as investigações levam a crer que o suspeito estava com ciúme da vítima porque não aceitava o fim do relacionamento.

O casal se separou há cerca de um ano, quando o suspeito foi preso por tráfico de drogas, conforme apurou a polícia. De acordo com a polícia, uma das linhas de investigação é que o jovem tenha ordenado o crime de dentro do Presídio de Eunápolis, onde ele cumpre pena em regime fechado.

Brisa Mares foi atacada a tiros quando voltava para casa, após o trabalho, no dia 19 de abril. Ela estava com um mototaxista, que não foi ferido. O caso está sob investigação. Familiares da vítima devem ser ouvidos na terça-feira (24). O suspeito também deve ser intimado, conforme o delegado.

G1

Ministro do STF libera para julgamento primeira ação de político da Lava Jato

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello liberou nesta segunda-feira (23) para julgamento a ação penal contra o deputado federal Nelson Meurer (PP-PR) e seus dois filhos, Nelson Meurer Júnior e Cristiano Augusto Meurer. Será o primeiro julgamento de um réu com foro privilegiado na Operação Lava Jato desde o início das investigações. A data da sessão ainda não foi definida.

Celso de Mello é o revisor do voto do relator da Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin. Até o momento, nenhum processo criminal da Lava Jato foi levado a julgamento. O caso será julgado pela segunda turma, também composta pelos ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

O deputado foi denunciado em outubro de 2015 pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Segundo a acusação, ele teria solicitado e recebido, em nome do PP, mais de R$ 357,9 milhões em propina entre os anos de 2006 e 2014, no esquema de corrupção na Petrobras. A denúncia foi aceita pela Segunda Turma do STF em junho de 2016, quando foi aberta a ação penal.

A acusação tem como ponto de partida a delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, e tido como homem do PP na petroleira estatal.

Em suas alegações finais, a defesa de Meurer afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) não conseguiu comprovar a denúncia contra o deputado, ficando a imputação dos crimes baseada somente nas palavras do colaborador, o que é insuficiente para a condenação.

PMs envolvidos na morte de artista plástico em Candeias são afastados.

Três dos seis policiais militares envolvidos na morte do artista plástico Arnaldo Filho, 61 anos, conhecido também como Nadinho, baleado no sábado na cidade de Candeias, Região Metropolitana de Salvador (RMS), foram afastados das atividades operacionais. De acordo com a Polícia Militar, eles foram afastados para serem acompanhados por uma equipe de psicologia do Departamento de Promoção Social (DPS) da Corporação, contudo responderão em paralelo ao Inquérito Policial Militar instaurado.

Ainda segundo a PM, foram afastados apenas os três policiais que atenderam o primeiro momento da ocorrência. “Os policiais já foram afastados e o comandante-geral (Anselmo Vasconcelos) determinou rigor e rapidez na apuração”, disse o capitão Bruno, na manhã desta segunda-feira (23), durante entrevista à TV Bahia. Ainda segundo o porta-voz da PM, a investigação é feita pela Corregedoria da PM. “A Corregedoria solicitou vários exames à Polícia Técnica”, declarou.

Morte
Arnaldo foi baleado dentro da própria casa, no bairro Santo Antônio.  Segundo familiares, os policiais perseguiam assaltantes quando invadiram o imóvel, que também funciona como atelier. Eles disseram que os policiais chegaram atirando. Na hora, Arnaldo estava desenhando quando foi atingido duas vezes: braço e tórax.

Correio da Bahia

Tiradentes: Da inconfidência do século XVIII à crise política do século XXI

Joaquim José da Silva Xavier, também conhecido pelo apelido de “Tiradentes”, consagrou-se por sua participação ativa na Inconfidência Mineira. Tragicamente, ele foi o único dos envolvidos no movimento a receber a pena de morte, uma vez que os outros envolvidos foram perdoados pela Coroa Portuguesa.

De uma família de origem humilde, Joaquim José nasceu na Capitania de Minas Gerais, em 12 de novembro de 1746. Com a morte prematura dos pais, Joaquim José precisou exercer inúmeros trabalhos ao longo de sua vida, como a de dentista amador, função que lhe deu o apelido de “Tiradentes”. Ele também havia trabalhado na mineração, porém, foi no posto de alferes nos quadros da cavalaria imperial que Tiradentes alcançou certa estabilidade. Apesar da pouca instrução, ele era um republicano convicto e adepto dos ideais do Iluminismo.

Causas da Inconfidência Mineira

O movimento dos inconfidentes, organizado em 1788, foi consequência do contato dos colonos brasileiros com os ideais iluministas divulgados na Europa, ideais que haviam, por sua vez, inspirado o movimento de independência dos Estados Unidos.

Os historiadores atribuem a divulgação do pensamento iluminista no Brasil ao contato de estudantes brasileiros com o Iluminismo ao serem enviados por suas famílias da elite econômica da colônia para estudarem na Universidade de Coimbra, em Portugal. Os ideais iluministas foram muito difundidos, principalmente, na Capitania das Minas Gerais, e isso se explica pelo fato de boa parte dos estudantes brasileiros em Coimbra ser originária de Minas Gerais.

Além da propagação dos ideais iluministas, a Inconfidência Mineira aconteceu em consequência da insatisfação das elites da Capitania de Minas Gerais com a pesada política de cobrança de impostos estabelecida pela Coroa Portuguesa sobre os colonos. O visconde de Barbacena havia sido nomeado pela Coroa Portuguesa como governador da capitania com o objetivo de promover a derrama, ou seja, a cobrança obrigatória dos impostos sobre a extração do ouro.

Essa derrama havia sido determinada por Portugal em razão das dívidas acumuladas dos impostos que não estavam sendo pagos. A intransigência portuguesa na arrecadação de impostos manteve as cobranças altas, mesmo com a queda na extração de ouro na região, o que acabou por gerar o acúmulo de dívidas.

Inconfidência Mineira

A insatisfação com uma possível derrama mobilizou as elites da capitania contra o domínio português. Os inconfidentes planejavam assassinar o governador da capitania e proclamar o republicanismo na Capitania de Minas Gerais. Tiradentes era um dos envolvidos na conspiração, pois, além de ser um defensor dos ideais iluministas, também havia sido prejudicado pela gestão do visconde de Barbacena ao ser destituído do comando da cavalaria, que fiscalizava uma importante estrada da região.

O movimento conspirado pelas elites mineradoras, entretanto, não chegou a acontecer. Todos os envolvidos foram denunciados por Joaquim Silvério dos Reis, que optou por denunciar o movimento para se livrar das dívidas pessoais que havia adquirido com a Coroa Portuguesa. Assim, em 1889, o visconde de Barbacena suspendeu a derrama e prendeu os envolvidos na conspiração – entre eles, Tiradentes.

A prisão de Tiradentes e outros inconfidentes ocorreu após a devassa (investigação). O processo de julgamento dos envolvidos na Inconfidência estendeu-se por três anos. Durante esse período, muitos dos presos negaram sua participação no movimento, com exceção de Tiradentes, que reconheceu abertamente seu envolvimento. Alguns historiadores também afirmam que, durante os interrogatórios, muitos dos envolvidos denunciaram o papel de Tiradentes na conspiração.

A sentença dos inconfidentes saiu em 1792 e determinava a pena de morte por enforcamento a dez pessoas. Entretanto, por intermédio da Rainha D. Maria I, nove dos envolvidos na Inconfidência foram perdoados e condenados ao degredo (expulsos do Brasil), enquanto a sentença de morte foi mantida para apenas um: Tiradentes.

Atribui-se esse fato a duas possibilidades: a primeira afirma que a sentença só foi mantida a Tiradentes por ele não pertencer à elite mineradora e, portanto, não possuir influência na Coroa. A segunda possibilidade levantada pelos historiadores é a de que, por falar abertamente do seu envolvimento na conspiração durante o interrogatório, Tiradentes foi considerado um elemento perigoso pela Coroa e, por isso, deveria ser eliminado.

Assim, Tiradentes foi usado como bode expiatório pela Coroa Portuguesa. Ele foi enforcado na manhã de 21 de abril de 1792, na cidade do Rio de Janeiro. Em seguida, teve o corpo esquartejado em quatro partes e espalhado pela estrada de acesso a Ouro Preto. Sua cabeça foi exibida em uma estaca colocada na praça central da cidade. A condenação de Tiradentes foi utilizada como demonstração de força da Coroa para evitar que futuras rebeliões acontecessem. :: LEIA MAIS »

Sérgio Cabral vira réu pela 23ª vez em desdobramentos da Lava Jato

O ex-governador Sérgio Cabral virou réu pela 23ª vez na Lava Jato. A Justiça Federal do Rio aceitou nesta sexta-feira (20) as duas denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal referentes à “Operação Pão Nosso”, deflagrada mês passado. Segundo o MPF, a operação revelou “ramificação” da organização supostamente chefiada pelo ex-governador em contratos da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Além de Cabral, outras 24 pessoas também foram denunciadas por corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Nessa denúncia, Cabral é acusado de cometer corrupção passiva por, segundo o MPF, ter aceitado promessa de recebimento de R$ 1 milhão ofertado pelo então secretário da Seap, César Rubens, e pelo ex-subsecretário Marcos Lips, em relação ao esquema envolvendo a comida dos presos.

As investigações começaram a partir de irregularidades no projeto Pão-Escola, que tem como objetivo a ressocialização dos presos. A empresa Induspan foi contratada para executar o projeto, mas o contrato foi rescindido porque havia desequilíbrio financeiro.

Os procuradores frisam que o então secretário renovou o fornecimento de refeições para os presídios com a empresa Induspan, do denunciado Carlos Felipe Paiva, apesar de ressalvas do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou irregularidades.

G1

SSP SE REÚNE COM SINDPOC E TRAÇA METAS PARA CATEGORIA

Fortalecimento dos concursos, ampliar a aproximação com a comunidade e manter um canal de diálogo aberto sobre as necessidades da categoria foram os assuntos abordados, na tarde desta quarta-feira (18), entre a cúpula da Secretaria da Segurança Pública e integrantes do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc). O secretário e o subsecretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa e Ary Pereira, respectivamente, realizaram o encontro, no Centro de Operações e Inteligência (COI).

Ampliar os concursos para investigadores e escrivães, promover ações em comunidades carentes explicando sobre o papel da Polícia Judiciária e estabelecer um calendário de reuniões permanente sobre interesses da categoria nortearam o encontro. Representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Secretaria de Relações Institucionais também participaram da reunião.

“Os investigadores e escrivães têm fundamental importância para que o sistema de defesa social funcione. Tivemos uma reunião proveitosa e esperamos que tenha sido a primeira de muitas. Avançamos muito na Polícia Civil nos últimos anos, mas ouvir a demanda da ponta, de maneira mais célere, nos garantirá ainda mais melhorias”, destacou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa.

  • CHOCOLATE DE ILHÉUS APARECE ENTRE OS SETE MELHORES DO MUNDO
    16 de Março de 2018 | 15:50

    Um mais importantes jornais do sul do País, o Gazeta do Povo, de Curitiba, publicou ontem (13) reportagem especial, em seu caderno de turismo “Viver Bem”, que aponta Ilhéus entre as sete cidades produzem alguns dos melhores chocolates do mundo e são inspirações para o destino de férias de quem ama a iguaria. Reportagem assinada […]

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  • PGR recorre de decisão e pede restabelecimento de condução coercitiva
    14 de Março de 2018 | 09:48

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu de decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, por meio de liminar concedida em dezembro, proibiu a condução coercitiva de investigados para interrogatório em todo o País. O recurso foi enviado ao ministro, relator do caso, nesta segunda-feira (12). A determinação de Gilmar atendeu […]

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