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Flávia Alessandra critica Antonia Fontenelle ao falar pela 1ª vez sobre herança

A atriz Flávia Alessandra se pronunciou pela primeira vez sobre o processo que corre na Justiça envolvendo a herança do ator e diretor Marcos Paulo, morto em 2012, seu ex-marido, com quem tem uma filha.

O pronunciamento foi feito após a apresentadora Antonia Fontenelle, que também foi casada com Marcos Paulo, publicar um vídeo em que fez críticas à decisão judicial da ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Isabel Galloti, que negou o reconhecimento de uma carta escrita por Marcos Paulo, na qual ele garantiria 60% de sua herança para Fontenelle.

O pedido havia sido feito por meio de instrumento impetrado pela defesa da apresentadora.

Em um desabafo, Flávia criticou Antonia por transformar o assunto em um “circo público” por meio de uma “super exposição baixa e covarde, sempre com inverdades”, afirmando que ela “tenta desrespeitar os desejos dele, a legalidade dos documentos e os direitos das filhas”.

Flávia explica que preferiu manter-se em silêncio durante os mais de cinco anos em que corre o processo, no qual está envolvida por ser mãe de Giulia, uma das filhas de Marcos Paulo

“Nunca participei do inventário em questão. Apenas representei a minha filha menor de idade, como assim exige a lei”, explicou. Desde fevereiro de 2018, por ter completado 18 anos, a jovem “pode tocar esse assunto diretamente com as suas irmãs, advogados e inventariante”.

“O Sr. Marcos Paulo deixou um testamento registrado e reconhecido pela Justiça, onde contempla apenas e somente as suas três filhas. E como se não fosse o bastante, após o testamento e ainda em vida, ele firmou um outro documento, registrado em cartório, com a sra. Antonia Fontenelle, onde ela abriu mão de tudo que pertencia ao sr. Marcos. Sendo assim, não teria direito a nada, por decisão em comum acordo entre os dois”, alega Flávia. “São três filhas herdeiras, e cada uma possui seu advogado. No entanto, todas as três estão de acordo com os passos ao longo desse processo, e as mesmas tentam apenas fazer valer o testamento e o documento em que a sra. Antonia assinou abrindo mão de tudo”, prossegue.

A atriz ainda cita que as filhas de Marcos se afastaram de Antonia após uma “brusca mudança de conduta e discurso” após a morte do ex-marido: “Antes, fazia questão de dizer a todos e aos quatro ventos que não queria nada que era do sr. Marcos Paulo.”

Alessandra também rebateu a frase dita por Antonia, que alegou ser “perseguida por mulheres”: “É ela quem ataca (desde o falecimento do sr. Marcos Paulo) as filhas e a minha figura em especial, para tentar buscar estar em cena, vitimizando-se e me colocando como grande inimiga dela, que nunca fui. Numa outra clara e covarde tentativa de colocar a opinião pública contra minha figura.”

A forma como Antonia expõe publicamente detalhes do processo que corre em segredo de Justiça também foi criticada por Flávia. “Vale destacar que, até o momento, a sra. Antonia perdeu em todas as instâncias.”

“Gostaria de pedir, por gentileza, que a sra. Antonia não utilize meu nome e nem o da minha filha para tentar dar mais visibilidade a seus argumentos infundados e reivindicações jurídicas/pessoais. Tentei levar numa boa até aqui, mas já gostaria de deixar avisado que, depois dos últimos pronunciamentos da mesma, se preciso, tomarei medidas legais”, garantiu a atriz.

Utilizando palavras escritas em caixa alta, Flávia encerra o comunicado: “Que a sra. Antonia Fontenelle siga sua vida, nos deixando em paz, buscando o que deseja na Justiça e apenas pela Justiça. Chega deste circo público de inverdades e maldades conosco. Foram cinco anos de forma silenciosa, e o silêncio, novamente, será meu abrigo.

Correio

Dois ônibus são incendiados no quarto dia de ataques em Minas Gerais

Mais dois ônibus foram atacados e incendiados na Região Metropolitana de Belo Horizonte na madrugada desta quarta-feira (6). É o quarto dia de ataques a coletivos no estado. De acordo com a Polícia Militar (PM), um dos casos ocorreu no bairro Lagoa, em Ribeirão das Neves. A corporação informou que um segundo coletivo foi atacado na mesma cidade, mas ainda não deu detalhes sobre o crime. Foi a 29ª cidade no estado em que houve ataques desde domingo (3).

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), confirmou na tarde desta terça-feira (5) que os ataques a ônibus e locais públicos no estado partem de uma facção criminosa que atua no Brasil inteiro.

A PM informou que o motorista seguia para a garagem, quando foi rendido por três criminosos que mandaram que ele descesse do coletivo. Os suspeitos estavam com uma garrafa pet com um líquido inflamável – que foi jogado dentro do veículo – e atearam fogo.

As chamas se alastraram rapidamente e o coletivo ficou totalmente destruído. O fogo alto também atingiu a rede elétrica e provocou explosões. O ônibus atacado fazia a linha 616-C (Estação Pampulha/Céu Azul C).

Por causa do óleo derramado, as chamas também se espalharam pelo asfalto e atingiram o muro e a grade de uma escola estadual. As câmeras de segurança da escola podem ajudar a polícia a encontrar os três homens que teriam colocado fogo no ônibus.

Segundo a PM, os criminosos primeiramente tentaram abordar um outro ônibus que passava por uma avenida, mas como não conseguiram, desceram uma rua e renderam o motorista do ônibus atacado.

O condutor estava sozinho e não ficou ferido. O isqueiro que teria sido usado pelos criminosos foi encontrado perto do ônibus. Peritos da Polícia Civil estiveram no local. Para a PM, ainda é cedo para afirmar se o incêndio tem relação com os outros ataques a ônibus registrados no estado.

G1

Último país que proibia mulheres de dirigir, Arábia Saudita começa a expedir carteira de motorista para elas

Arábia Saudita começou nesta segunda-feira (4) a expedir carteiras de motorista para mulheres que poderão dirigir em seu território a partir de 24 de junho. O país era o único do mundo que ainda proibia mulheres de conduzir automóveis.

Em comunicado, o governo afirmou que expediu a carteira para dez mulheres que já tinham permissão de dirigir em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Líbano e Canadá. Antes de receber a habilitação emitida pelo órgão responsável, na capital Riad, elas fizeram uma prova prática e teste de visão.

“A Direção Geral de Tráfego começou a substituir as permissões internacionais reconhecidas pelo reino por permissões sauditas, em preparação para o dia 24 de junho, quando será efetivada a decisão de permitir que mulheres dirijam automóveis na Arábia Saudita”, informou a repartição à agência de notícias oficial SPA.

Várias mulheres estão fazendo curso de motorista em todas as regiões do país, a fim de tirar a habilitação. Algumas já expressaram o desejo de se tornar motoristas de empresas como a Uber. O governo calcula que 2 mil tirarão carteira nas próximas semanas.

“Dirigir para mim representa ter uma escolha, a escolha do movimento independente. Agora temos essa opção”, explicou à SPA Rema Jawdat, uma das primeiras a receberem a carteira de motorista.

Em setembro de 2017, o rei saudita, Salman bin Abdulaziz al-Saud, anunciou o fim da proibição de dirigir para mulheres. O anúncio veio depois de anos de resistência de ativistas dos direitos das mulheres contra o impedimento.

Essa medida é uma das reformas para a modernização da sociedade saudita liderada pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman. Nos últimos dois anos, o dirigente reduziu as restrições da segregação por gênero e a proibição de presença feminina em shows, além de reabrir os cinemas no país. Na início de junho, a Arábia Saudita também aprovou um projeto de lei que criminaliza o assédio sexual.

Entretanto tais reformas correm o risco de ser eclipsadas pelas recentes detenções de 17 ativistas de direitos humanos, entre eles mulheres identificadas como defensoras do direito feminino de dirigir. Os detidos foram acusados de minar a segurança do país.

Segundo as autoridades, apenas nove suspeitos permanecem presos, entre os quais quatro mulheres. Eles teriam confessado uma série de acusações, como contato com “organizações hostis”.

G1

POLÍCIA APREENDE EM ILHÉUS 70 DINAMITES QUE SERIAM USADAS PARA ROUBO A BANCOS

Policiais militares apreenderam, na noite de sábado (2), 70 bananas de dinamite, em Ilhéus. Equipes da 69ª Companhia Independente da Polícia Militar chegaram até o imóvel, usado para esconder os artefatos explosivos, após denúncia anônima de que homens armados estavam no local.

Os bandidos fugiram ao perceber a chegada dos policiais, deixando o imóvel, no  Ilhéus II, com as portas abertas. No local, os PMs encontraram, além das 70 bananas de dinamite, 1,9 tonelada de uma substância da cor branco, 21 espoletas para detonação e quatro garrafas com um tipo de material químico.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), equipes de policiais estão no sul da Bahia colhendo informações e fazendo varreduras. Para SSP-BA, o material seria usado para ataque a bancos no sul da Bahia.

“Obviamente que o material pertence a uma quadrilha especializada em roubos a banco. Conseguimos evitar alguns ataques com esta grande apreensão”, declarou o comandante de Operações da Polícia Militar, coronel Paulo Uzêda.

Pimenta

Prazo exíguo para Justiça deve garantir candidato com recursos pendentes na urna

Muitos partidos já lançaram os seus pré-candidatos, mas a formalização das alianças e candidaturas só ocorrerá de 20 de julho a 5 de agosto, quando as agremiações realizarem as suas convenções, conforme as normas estabelecidas nos seus estatutos.

Após a escolha partidária, que tem demonstrado ao longo das eleições desconsiderar a vida pregressa dos seus escolhidos, é necessário passar pelo crivo da Justiça Eleitoral, que receberá os pedidos de registro até 15 de agosto.

O TSE apreciará os referentes à Presidência da República, e os tribunais regionais eleitorais ficarão com os cargos de governador, senador, deputado federal e deputado estadual/distrital.

Em um prazo já considerado curto em eleições anteriores e reduzido ainda mais pela lei 13.165/2015, os tribunais decidirão até 17 de setembro se os postulantes aos cargos eletivos possuem os requisitos estabelecidos pela legislação.

 Os julgamentos serão uma maratona não só para a Justiça Eleitoral, mas para todos os envolvidos no processo, como partidos, advogados e Ministério Público Eleitoral.

Apesar de a Justiça Eleitoral ansiar por um calendário mais extenso, o Congresso Nacional, na contramão do que se esperava, moveu o calendário para a frente e diminui o prazo.

Os já exíguos 47 dias passaram para os atuais 33, contados da data fatal para o registro.

Para ser efetivamente candidato, o interessado deve atender às condições de elegibilidade (nacionalidade brasileira, alistamento eleitoral, filiação partidária e domicílio eleitoral de seis meses, idade mínima e pleno exercício dos direitos políticos) e não se enquadrar em causas de inelegibilidades.

De modo genérico, a partir da publicação dos editais com os pedidos de registro, candidato, partido, coligação ou Ministério Público Eleitoral poderão oferecer, em cinco dias, impugnação à determinada candidatura.

As contestações devem ocorrer em sete dias. A partir daí, o tribunal julga em sessão plenária o pedido. Não havendo impugnação, a decisão pode ser monocrática.

O prazo pode ser um pouco mais extenso se houver necessidade de inquirição de testemunhas e diligências, ultrapassando, certamente, a data final para os julgamentos.

As causas de inelegibilidade, em sua maioria, são levantadas nas impugnações.

Via de regra, os tribunais não indeferem registros de início, possibilitando ao candidato impugnado apresentar argumentos e provas que eventualmente afastem a suposta inelegibilidade.

No entanto, o rodízio de juízes na composição das cortes eleitorais, a cada dois anos, e o ativismo judicial podem alterar essa dinâmica. É lamentável, porém, que o julgador adapte a lei a determinado caso.

O tempo insuficiente, com certeza, levará muitos candidatos com recursos pendentes para a urna eletrônica.

Inclusive, o atento legislador fez constar na norma que o candidato sub judice poderá efetuar todos os atos relativos à campanha, incluindo participar do horário gratuito. A regra também vale para aqueles que não tiverem ainda o exame da sua solicitação.

Essa anomalia do sistema eleitoral tem confundido os eleitores. Por diversas vezes, candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa, que concorreram com o registro indefinido, foram eleitos.

Nesses casos, confirmada a inelegibilidade e quando se tratar de eleição majoritária, é necessário haver nova eleição, não importando o número de votos que o eleito atingiu.

Essa realidade somente será modificada com a ampliação do prazo para os julgamentos e quando os partidos, que têm o monopólio das candidaturas, tiverem responsabilidade maior sobre seus indicados.

Eliana Passarelli é ex-assessora de comunicação do TRE-SP

Folha

 

Dia do Meio Ambiente: Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco fala sobre os avanços no Velho Chico

 

 

No Dia do Meio Ambiente, presidente do Comitê do São Francisco se preocupa com poços clandestinos para irrigação no oeste baiano

Dois anos depois de anunciar um plano nacional de revitalização do Velho Chico, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco  (CBHRS) diz que pouco se avançou na questão. O alívio veio mesmo da natureza.  Um período úmido entre novembro e dezembro de 2017 melhorou um pouco o volume dos reservatórios. Mas, após anos dramáticos de seca, estado e sociedade civil precisam agir.

O presidente do CBHRS, Anivaldo Miranda, diz que a situação está muito aquém do ideal e que a crise do Rio São Francisco está muito mais atrelada a problemas de gestão do que dos próprios ciclos naturais. “Água no Brasil, tem! O problema é a exploração desregulada dessa água”.

Uma dessas formas de exploração, diz Anivaldo, ocorre na Bahia. Durante entrevista coletiva que abriu as comemorações do Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco (03 de Junho), ele criticou a expansão das fronteiras agrícolas no oeste baiano e a perfuração de poços de irrigação no aquífero de Urucuia. “A maior parte é clandestina”.

O problema com as águas subterrâneas na Bahia estaria comprometendo a vazão afluente à Hidrelétrica de Sobradinho no período de estiagem.  Em Aracaju, no lançamento da campanha Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico e do II Simpósio da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco,

Anivaldo também cobrou a implementação do plano nacional que, desde 2016, calcula em R$ 30 bilhões o valor necessário para revitalizar o Rio São Francisco em dez anos.

Correio

 

 

Margens de lucro de postos dispararam durante paralisação, diz ANP

A pesquisa semanal de preços dos combustíveis da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocmobustíveis) divulgada nesta segunda (4) indica que as margens de lucro praticadas por postos de gasolina dispararam durante o período de paralisação dos caminhoneiros.

Em duas semanas, o litro da gasolina subiu 7,7%, o do diesel teve alta de 6,5% e o do gás de botijão, de 5,4%. O etanol, que está em momento de queda pelo início da safra de cana-de-açúcar, aumentou 6%.

Em todos os casos, a alta foi provocada pelo aumento das margens de revenda, comprovando percepção do consumidor de que os postos que receberam produtos aumentaram os preços durante a paralisação dos caminhoneiros.

Diante da falta de produtos, o número de postos pesquisados foi bem inferior à média das semanas anteriores. No caso da gasolina, foram 485, contra cerca de 5.627 na semana anterior. Para o diesel, o número de postos caiu de 3.182 para 378.

Em média, a margem de lucro na venda de gasolina subiu 51,8%, para R$ 0,62, entre a semana anterior à greve e a semana passada – quando o preço médio da gasolina no país foi de R$ 4,614 por litro. No caso do etanol, o aumento da margem foi de 18,7%, para R$ 0,52 por litro, levando o preço médio do combustível a R$ 2,953 por litro.

O menor aumento foi verificado nas vendas de óleo diesel, com a margem subindo 13% em duas semanas, para R$ 0,382. De acordo com a ANP, o preço médio de venda do diesel nos postos brasileiros durante a semana passada foi R$ 3.828 por litro.

A margem de revenda do botijão de gás também teve aumento expressivo: 32,6%, para R$ 22,15. Na última semana, diz a ANP, o preço médio do botijão de 13 quilos, chegou a R$ 70,61.

Houve aumento também nos preços de venda das distribuidoras, mas em menores percentuais. Entre a semana anterior à greve e a semana passada, a gasolina vendida pelas distribuidoras subiu 3%, o diesel, 5,8% e o etanol, 3,7%.

Nesta segunda, o governo anunciou que usará poder de polícia para garantir que os descontos no preço do diesel cheguem ao consumidor final. A expectativa é que o desconto seja de, no mínimo, R$ 0,41 por litro.

Bocão

Adolescente de 16 anos é apreendida após matar filho de 4 meses

Uma adolescente de 16 anos foi apreendida pela polícia após jogar o filho, um bebê de quatro meses em um tanque de água, no bairro de Cosme de Farias. O bebê não resistiu e morreu.

Ela foi apresentada na manhã desta segunda-feira (4) na Delegacia para o Adolescente Infrator (DAI), em Brotas, onde presta depoimento.

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP), o crime aconteceu na Rua Baixa do Silva.  Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) estão no local.

A adolescente tinha passagem pela polícia por tentativa de homicídio, segundo a SSP. Quanto tinha 14 anos, ela deu uma pedrada na cabeça da irmã que na época tinha 2 anos.

Ainda de acordo com a polícia, a garota já tinha um comportamento agressivo. “Ela está sendo ouvida e será indiciada por homicídio doloso. Com este histórico trata-se de um ser humano que precisa de um acompanhamento médico”, comentou a titular da DAI, delegada Ana Virgínia.

Segundo a polícia, foi o marido que tirou o bebê do tanque de água e acionou a polícia.

Correio

MENINGITE MATOU 27 PESSOAS NA BAHIA; ITABUNA NOTIFICOU 10 CASOS DA DOENÇA

A meningite já casou 27 mortes em 16 municípios baianos neste ano. Em Itabuna, foi confirmado um óbito e 10 pessoas foram diagnosticadas com a doença. Outra morte causada pela meningite, no sul da Bahia, ocorreu em Jussari, na semana passada.

A vítima foi o aposentado Manoel Ferreira de Oliveira, de 75 anos, que morreu na quinta-feira (31), dois dias depois de ser internado em estado grave no Hospital de Base de Itabuna. O diagnóstico para o morador de Areia Branca, distro de Jussari, foi da meningite bacteriana.

Além de Itabuna e Jussari, neste ano a meningite já causou mortes em Alagoinhas (1), Catu (1), Correntina (1), Euclides da Cunha (1), Eunápolis (1), Feira de Santana (2), Irecê (1), Itaberaba (1), Jequié (1) e Juazeiro (2). Foram registrados óbitos também em Porto Seguro (1), Salvador (9), Santo Antônio de Jesus (1) e Vitória da Conquista (2).

Na Bahia, foram notificados 319 casos da doença, dos quais 124 em Salvador. No interior, os municípios com maior quantidade de ocorrências são Vitória da Conquista (69), Feira de Santana (35), Juazeiro (12) e Bom Jesus da Lapa (11). Itabuna e Jussari não foram os únicos municípios do sul da Bahia com registro da doença neste ano. Houve notificações em Ilhéus (3) e Firmino Alves (1). Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde.

Pimenta

Congresso não vê espaço para União reduzir o preço dos combustíveis

Com o fim da greve dos caminhoneiros –que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel– e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80.

Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar.

Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos.

O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.

Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba.

Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão.

Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa.

No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. Mas, reconhece que a proposta tem limitações.

“Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica, que a Petrobras já foi usada de forma equivocada. [“¦] Há um problema grave, o orçamento público está esgotado. Não há mais espaço para grande interferência no Orçamento”, disse à Folha.

Senadora condena valores irracionais e pede corte no ICMS

A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), afirma que a Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, precisa dar uma parcela de contribuição para que a população não seja penalizada. Para ela, o atual patamar dos combustíveis e do gás de cozinha é “irracional, absurdo e precisa ser reduzido”.

Tebet afirma que o estabelecimento de um colchão que evite variações bruscas nos preços não é suficiente. Defende que a solução do problema passe necessariamente por cortes no ICMS, imposto arrecadado pelos estados.

Em média, 28% do preço da gasolina na bomba corresponde à cobrança de ICMS. A emedebista argumenta que a alta dos combustíveis levou a um aumento da arrecadação do tributo, o que engordou os cofres estaduais: “Não há como negar que quem mais está ganhando com a alta dos combustíveis são os estados.”

Os governos estaduais, no entanto, dizem não poder abrir mão do que arrecadam.

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Demissão aumenta pressão por nova política de preços

A demissão de Pedro Parente do comando da Petrobras intensificou a pressão do Congresso sobre o governo para que a política de preços da estatal seja alterada.

Os pedidos para que o Palácio do Planalto anuncie medidas capazes de barrar a volatilidade das tarifas de combustíveis nos postos ganharam força inclusive entre os partidos aliados ao presidente Michel Temer.

Parente era defensor de uma manutenção da política de preços da Petrobras. Desde o fim de 2016, a estatal define as tarifas dos combustíveis com base na variação do valor internacional do barril de petróleo e a cotação do dólar.

A partir de junho do ano passado, os reajustes passaram a ser mais frequentes, podendo ser diários.

 O executivo vinha sofrendo críticas no Congresso sob a avaliação de que tinha uma visão estritamente corporativa sobre o tema, sem levar em conta fatores sociais.

Após a confirmação da saída de Parente do cargo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou que o comando da Petrobras precisa combinar três fatores: visão empresarial, sensibilidade social e responsabilidade política.

Para Eunício, cabe à agência reguladora do setor tomar medidas em relação aos preços praticados pela estatal.

Ele defende que a planilha de valores da companhia seja aberta para analisar onde é possível fazer reduções. “A ANP deve ter participação mais ativa na formação dos preços dos combustíveis”, defendeu o emedebista.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que Parente tinha “credibilidade” e que a saída dele do comando da Petrobras não deve trazer mudanças na política de preços da empresa.

O democrata ponderou, entretanto, que um controle dos preços precisa ser feito por iniciativa do governo, por meio de medidas tributárias.

 

“Não deve haver mudança, e sim o governo usar os impostos regulatórios para compensar aumento no preço do petróleo”, afirmou o deputado, ao defender que em situações de alta do petróleo o governo reduza tributos para que o preço que chega ao consumidor fique estável.

Na avaliação da líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), Pedro Parente foi derrubado “por um lapso de insensibilidade”, já que se recusou a avaliar mudanças na política de preços dos combustíveis. A senadora defende que seja estabelecido um “caminho do meio” para lidar com a situação.

“Nem preço subsidiado ou controlado nem essa liberdade absoluta de preço, como é hoje com o reajuste diário. A gente sabe que não haveria prejuízo nenhum para a Petrobras se fizesse uma média e um reajuste mensal”, disse.

 Para o pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, a saída de Parente não pode “desperdiçar o trabalho de recuperação da Petrobras”.

“Precisamos definir uma política de preços de combustíveis que, preservando a empresa, proteja os consumidores”, afirmou o ex-governador de São Paulo.

A demissão também gerou reação de representantes da esquerda. “Não basta trocar o entreguista Pedro Parente na presidência da Petrobras. Tem de mudar sua política de preços para os combustíveis e a ofensiva privatista na empresa e na entrega do pré-sal. Tem de recuperar a Petrobras para o Brasil e para os brasileiros”, disse a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR).

“Pedro Parente, ministro do apagão elétrico do PSDB e ministro do apagão de combustível de Temer, não aguentou a pressão. E caiu fora do governo golpista”, declarou o senador Humberto Costa (PT-PE).

A presidenciável Manuela D’Ávila (PCdoB) afirmou que a “pressão popular botou Parente para fora”. “Agora é mudar esse governo para a Petrobras voltar a estar a serviço do povo”, disse D’Ávila.

O Ministério de Minas e Energia informou que uma mudança na forma como os preços são repassados ao consumidor está em estudo e deve ser anunciada o “mais rápido possível”. O objetivo é garantir que o preço nas bombas de combustível sofra menos flutuações, ao mesmo tempo em que se garanta a preservação da Petrobras.

De acordo com o secretário-executivo da pasta, Márcio Félix, o modelo ainda não está definido, mas poderia ser, por exemplo, o estabelecimento da flutuação de um tributo.

Dessa forma, se o preço do combustível subisse, o tributo seria reduzido automaticamente, permitindo uma estabilidade no preço final.

Folha

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Viajante cancela reserva e frustra destino turístico no feriado

Quem resolveu curtir o feriado de Corpus Christi em Ilhéus, sul da Bahia, teve que trocar o chope gelado pela tradicional cerveja em garrafa. No lugar da batata frita, a opção eram os bolinhos recheados com pescados da própria região.

O desabastecimento de alimentos causado pelos protestos dos caminhoneiros forçou hotéis, bares e restaurantes a adaptarem os cardápios. Mas, dos males, este foi o menor.

A paralisação frustrou o setor de turismo em todo o Nordeste e fez despencar a procura por vagas em hotéis e derrubou o movimento em bares e restaurantes neste pleno feriado.

Na Bahia e no Ceará, as associações de empresários do setor hoteleiro estimam que apenas 50% dos leitos estejam ocupados neste feriado.

Os bloqueios nas estradas, as incertezas em relação à disponibilidade de combustível para motoristas e o cenário incerto dos aeroportos, que têm sido abastecidos com caminhões sendo escoltados pela polícia, fez muita gente desistir de viajar.

“Além de cancelamentos de reservas, deixamos de receber aqueles turistas que decidem viajar em cima da hora. A maioria não quis arriscar”, afirma Sílvio Pessoa, presidente da Federação Baiana de Hospedagem e Alimentação.

No Pelourinho, um dos pontos turísticos mais tradicionais de Salvador, o vaivém de turistas deu lugar a um cenário de ruas vazias. Nos bares e restaurantes, a maioria das mesas estavam desocupadas.

“As pessoas ficaram com medo de vir para Salvador e enfrentar dificuldades. Os protestos afetaram toda a cadeia do turismo”, afirma o presidente da Associação dos Comerciantes do Pelourinho, Lenner Cunha.

A Pousada Solar dos Romanos, que fica no Pelourinho, tinha apenas um de seus 24 quartos ocupados na quarta-feira (30). E apenas uma reserva feita para o período do feriado todas as outras foram canceladas pelos turistas que viriam.

Dono da pousada, o empresário Eduardo Estival, 38, afirma que, num cenário normal, a pousada estaria praticamente lotada, tanto com turistas que viriam para Salvador quanto com aqueles em trânsito para outras praias do litoral baiano, como Morro de São Paulo.

“Não esperava nunca um negócio desses. Acho que enquanto a situação não se resolver completamente, ninguém vai arriscar viajar”, afirmou Estival, que se disse preocupado devido à folha de pagamento dos funcionários que teria que pagar no início do mês.

Também houve impacto no sul da Bahia, onde o aeroporto de Ilhéus ficou quase uma semana sem pousos e decolagens por falta de combustível. A região é porta de entrada de praias badaladas do sul da Bahia como Itacaré e Barra Grande.

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  • CHOCOLATE DE ILHÉUS APARECE ENTRE OS SETE MELHORES DO MUNDO
    16 de Março de 2018 | 15:50

    Um mais importantes jornais do sul do País, o Gazeta do Povo, de Curitiba, publicou ontem (13) reportagem especial, em seu caderno de turismo “Viver Bem”, que aponta Ilhéus entre as sete cidades produzem alguns dos melhores chocolates do mundo e são inspirações para o destino de férias de quem ama a iguaria. Reportagem assinada […]

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  • PGR recorre de decisão e pede restabelecimento de condução coercitiva
    14 de Março de 2018 | 09:48

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu de decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, por meio de liminar concedida em dezembro, proibiu a condução coercitiva de investigados para interrogatório em todo o País. O recurso foi enviado ao ministro, relator do caso, nesta segunda-feira (12). A determinação de Gilmar atendeu […]

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