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Operação da PF cumpre mandados de sequestro de bens e bloqueio de contas bancárias de líder de facção criminosa

Líder de facção morava em casa de luxo em Maceió (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Cinco mandados de busca e apreensão, além de mandados de sequestro de bens e bloqueio de valores em contas bancárias foram cumpridos, na manhã desta terça-feira (26), durante operação da Polícia Federal que visa coibir crimes de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas praticado pelo líder da facção criminosa Bonde do Maluco (BDM).

M.B.S, o Marrendo, foi morto em confronto com policiais em agosto deste ano. De acordo com a PF, após a morte do criminoso, foi identificado que ele utilizava nome falso para ocultar o patrimônio adquirido com os recursos do tráfico de drogas e outros crimes praticados pela facção BDM, bem como para se furtar à ação policial.

A operação, chamada de Última Estação, ocorre em conjunto com a Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública da Bahia. Segundo a PF, Marreno possuía contas bancárias abertas na cidade de Porto Seguro, e morava em uma casa de luxo na cidade de Maceió, em Alagoas.

Durante as buscas, foram identificados outros nomes falsos utilizados pelo traficante, além de documentos indicando movimentação bancária e comprovação de propriedades ocultadas.

Segundo a PF, a investigação visa recuperar os bens adquiridos com o dinheiro do crime, bem como identificar os demais integrantes da organização criminosa que atuaram na lavagem do dinheiro obtido ilicitamente.

G1

Temer negocia regras do Refis e liberação de dinheiro para o Bolsa Família contra vontade da equipe econômica

A expectativa do governo agora é que a peça seja lida hoje, a partir das 11h30

Pressionado pela segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), por organização criminosa e obstrução de Justiça, e diante da falta de disposição da base de dar quorum para a leitura da peça e sua tramitação, o presidente Michel Temer prepara a liberação de mais dinheiro para programas como o refinanciamento de dívidas Refis e o Bolsa Família. Contra a vontade da equipe econômica, que desejava preservar a arrecadação prevista de R$ 13 bilhões no Refis, a Casa Civil acertou uma proposta mais flexível, alterando as regras de refinanciamento das dívidas das empresas.

Segundo o “Jornal Nacional”, a nova proposta contempla quatro pontos principais na renegociação das dívidas: para pagamento à vista, desconto de 90% nos juros, 70% nas multas e 25% nos encargos; para pagamentos em até 145 parcelas, desconto de 80% nos juros, 50% nas multas e 25% nos encargos; para pagamento em até 175 parcelas, descontos de 50% nos juros, 25% nas multas e 25% nos encargos. Quem tem dívida de até R$ 15 milhões pode dar entrada de 5% ao invés de 7,5% da proposta original. A medida agrada aliados, especialmente empresários. O prazo de adesão ao Refis termina sexta-feira.Temer deve anunciar ainda um programa complementar ao Bolsa Família, que inclui 3 milhões em microcrédito.

Falha na articulação política

Na segunda-feira, uma nova tentativa de leitura da denúncia contra Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral) no plenário da Câmara foi frustrada, como já havia ocorrido na sexta-feira. Com o novo fracasso, o Planalto passou a admitir o risco de a tramitação da denúncia se alongar. O governo trabalhava para conseguir concluir o arquivamento até o dia 11 de outubro, mas começou a admitir a hipótese de a tramitação durar ao menos mais uma semana.

A expectativa do governo agora é que a peça seja lida hoje, a partir das 11h30. Para que a denúncia possa ser apresentada formalmente aos parlamentares, é necessária a presença de pelo menos 51 dos 513 deputados, mas ontem apenas 23 registraram presença. Na sexta-feira, a leitura também foi adiada porque apenas dois parlamentares compareceram à Câmara. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) só inicia a análise da acusação após a leitura do texto em plenário.

Um assessor de Temer criticou o “cochilo” da articulação política do governo por conta da falta de quorum, já que, se a denúncia fosse lida na primeira tentativa, na última sexta-feira, os advogados do presidente já poderiam estar se defendendo na Comissão de Constituição e Justiça.

Agora, mesmo os mais otimistas admitem a possibilidade de a denúncia só ser votada na semana do dia 16 de outubro. Segundo ministros e auxiliares do presidente, no entanto, o objetivo do governo ainda é enterrar a denúncia contra o presidente antes do feriado, até o dia 11 de outubro.

O deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos vice-líderes do governo na Câmara, tentou minimizar ontem a falta de quorum e colocou a culpa do esvaziamento na agenda cheia que o Congresso enfrentou na semana passada. A explicação, no entanto, não colou no Palácio do Planalto.

“O governo tem pressa, mas não tem nenhum levante dos partidos políticos para não vir marcar presença”, disse Mansur. — Houve uma opção dos partidos de não movimentar suas bases para ter quorum na segunda-feira. Poderia ter tido quorum, mas a gente procurou deixar o parlamentar à vontade nessa segunda-feira para atender sua base. Mas amanhã (hoje) a gente vai com certeza ter os 51 e esse processo todo vai ter continuidade.

Chico Alencar (PSOL-RJ), um dos presentes no plenário, avaliou ser “muito estranho” que a “base esteja fazendo corpo mole para a leitura de um mero relatório”.

“A base do governo, que teria total facilidade para acelerar esse processo, não está vindo. Cada gesto de deputado da base aqui tem um custo. Cada dia que se perde, uma nova delação pode aparecer. Isso tudo é muito incômodo para o governo”, disse.

Ainda de acordo com o parlamentar do PSOL, a falta de quorum pode ser uma sinalização da base para mostrar que sem o apoio dela, “o governo não anda”.

Depois de duas horas reunido com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reafirmou ontem que não é possível fatiar a votação da denúncia contra Temer, Padilha e Moreira por organização criminosa e obstrução da justiça. A corte só poderá decidir se abre ou não ação penal contra os três se dois terços dos deputados autorizarem a continuidade das investigações.

“A Câmara decidiu na sexta, nós numeramos uma denúncia em conjunto. Entendemos pelo precedente que existe no Supremo, de 1990, e pela forma como o Supremo encaminhou a denúncia, uma denúncia única, não cabe fatiamento por crime ou por autoridade.”, explicou Maia.

Entendimento sobre denúncia única

A Constituição Federal afirma, no artigo 51, afirma que a Câmara deve “autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o presidente e do vice-presidente da República e ministros de Estado”. Na Câmara, o entendimento é de que não é possível, na votação, um deputado aceitar a denúncia contra um político e rejeitar em relação a outro.

Maia disse ter ouvido de Cármen Lúcia que o mais prudente seria mesmo não fatiar a denúncia, com base na jurisprudência do tribunal sobre o assunto. O ministro Edson Fachin, relator do processo no STF, participou de uma parte da reunião, para esclarecer um ponto específico da denúncia.

Gazeta Online

O JOVEM PREDADOR

Há quem diga na minha idade já não me cabe mais fazer isso ou aquilo. Ora, o mais grave a partir de certa idade não está em não fazer isso ou aquilo.

O mais grave na maturidade, e pior ainda na velhice, não é a perda das capacidades oftálmicas ou auditivas, que vão se reduzindo de forma inexorável, ou da memória.

O mais grave a partir de certa idade, digamos assim chegando à maturidade até alcançar a velhice, é a perda da noção do ridículo. Não há nada mais ridículo do que um velho arrogante e ridículo.

Mas eu quero é falar bem dos velhos, melhor dizendo dos mais vividos, louvando-lhes a sabedoria, a prudência, essas coisas resultantes da experiência que se transmudam em grandes lições de vida.

Eu pensava nisso quando o Luiz Raimundo, meu quase irmão de uma vida inteira, que manda essa historinha, a qual para mim, e com certeza para você aí também, diz tudo no tema.

Uma idosa senhora levou seu velho vira latas para um safári na África. Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, se deu conta de que se perdera.

Vagando a esmo, em busca do caminho de volta, remoendo aquele verso de José Américo, no caminho da volta ninguém se perde, ninguém se perde, o velho cão percebeu que um jovem leopardo o seguia.

Vendo uns ossos espalhados, restos da mesa farta de algum outro inimigo, o velho cão chegou mais perto, um olho nos ossos e outro olho no jovem predador que se aproximava e passou a fazer de conta que os roia.

Ao notar que o jovem predador estava na regressiva para lhe dar o bote, o velho cão calmamente, ajeitando aquela ossada com odor de véspera, falou alto e compassado, palavra por palavra que nem um rei gago lendo um discurso. Oh cara, este leopardo estava delicioso. Será que há outros por aí?

Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, sustou o seu ataque e saiu arrancando a cem por hora como quem busca asas para se esconder nas nuvens. Carrajo! Exclamou num alivio. Essa foi por pouco. O velho vira lata quase me pega.

Aqui entra em cena um macaco. Historia de leão que não tem macaco fica insossa. E o que faz o nosso distante ancestral? Esse jovem leopardo é um perigo e eu preciso da proteção dele. Engendrou.

O macaco contou então ao jovem predador que aquilo tinha sido uma inteligente jogada do velho cão. Fulo de raiva, o leopardo como se brincasse de surrão sai com o macaco nos ombros atrás do velho cão. Canalha, vais me pagar. Resmungou raivoso.

Novamente o velho cão surpreende. Ao ver os dois correndo, leopardo e macaco, mancomunados, querendo agarrá-lo, o velho cão fica na sua, de costas para o perigo, parado.

E só quando os dois estão bem perto, o velho cão novamente quase soletrando as palavras, que nem um rei gago, indaga num tom firme. E cadê o filho da puta daquele macaco? Estou quase morrendo de fome! Ele me disse que ia trazer outro leopardo para eu comer e não chega nunca!

Moral da história. Completa o Luiz Raimundo. Não subestime um cachorro velho. Idade e habilidade são mais que juventude e intriga. Sabedoria não vem apenas com idade. Vem com a experiência. Seja astuto. Mas nunca ridículo.

Edson Vidigal, advogado, foi presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Diário do Poder

STJ nega pedido de liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista

STJ nega pedido de liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista

Foto: Divulgação

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou nesta quinta-feira (21) liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista. De acordo com o G1, dos cinco ministros que compõem o colegiado, apenas o relator do caso, ministro Sebastião Reis, votou pela soltura dos empresários. No entendimento dos ministros ministros, o STJ não poderia conceder o habeas corpus aos irmãos Batista antes de o Tribunal Regional Federal da 3ª Região julgar o mérito do pedido de liberdade, uma vez que o caso está naquela instância. Após o julgamento, o advogado dos irmãos, Antônio Carlos de Almeida Castro, afirmou que vai ingressar no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de liberdade.

Bahia Notícias

Pastor que raptou mulher em Teixeira pode estar em Itabuna

Um pastor do bairro Liberdade II em Teixeira de Freitas, é suspeito de ter raptado uma mulher que está desaparecida desde o dia 9 de setembro. Nesta sexta-feira, 15, o marido de Joana Cristina Mendes dos Santos procurou a delegacia para registrar o caso e, segundo ele, seis dias atrás sua esposa saiu de casa por volta das 18 horas alegando que visitaria a avó que mora em Itamaraju. Joana chegou a tomar uma lotação em frente residência do casal, mas horas depois o seu esposo Edmar tentou contato e foi informado que ela não chegou ao destino. O marido contou à Polícia que conseguiu localizar o loteiro e o motorista informou que na verdade deixou Joana e um homem que ele não soube identificar na rodoviária de Itamaraju, onde Edmar acabou constatando que no terminal foram emitidas duas passagens, uma em nome de sua esposa e outra em nome de um pastor de uma igreja localizada no bairro Liberdade II, o Carlos Alberto de Jesus, que inclusive é casado. A viagem teria como destino, a cidade de Itabuna. Na busca por informações da esposa, Edmar viajou para a cidade itabunense e na rodoviária informou o caso sendo encaminhado para a área de segurança. O marido descobriu então, que Joana e pastor desembarcaram no terminal as 02h45 da madrugada e se hospedaram em uma pousada próxima ao terminal. Ainda de acordo com Edmar, uma funcionária da pousada confirmou as hospedagens e contou que os dois teriam saído pela manhã. A funcionária do estabelecimento também disse ter visto o momento em que Joana teria pedido dinheiro ao pastor para retornar para casa e o homem tentou lhe convencer a permanecer lhe oferecendo um presente, que foi rejeitado pela moradora do Liberdade. A recusa teria enfurecido o pastor que saiu puxando a Joana pelo braço escada abaixo mandando que ela calasse a boca. De acordo com informações passadas pela própria família do pastor, um caso semelhante já aconteceu com o líder religioso em Alagoinhas e ele precisou fugir da cidade após ser ameaçado de morte por parentes de uma jovem. Edmar também contou na delegacia, que na última semana sua esposa apresentava descontrole mental e andava muito confusa. Ainda nesta sexta-feira, enquanto ele era ouvido pelo delegado Ricardo Amaral, a tia da jovem foi informada pela funcionária da pousada em Itabuna, que viu o pastor passar sozinho e desconfiado em frente ao estabelecimento. O caso segue sendo investigado, a família pede que qualquer informação deverá ser repassada à Polícia Militar 190, Polícia Civil 197, ou (73) 9981-1521 (Edmar), (73) 99902-8582 (Marta) ou (73) 9995-7530 (Edna Conceição). (Sul Bahia News)

Exército nas ruas
Forças Armadas reafirmam apoio a operações de segurança no Rio
Comando decide manter ações de Garantia da Lei e da Ordem
Publicado: 16 de setembro de 2017 às 18:15 – Atualizado às 23:41
Redação

Ilhéus – República dos urubus – Não precisa texto – As fotos por si só demonstram o que está acontecendo em Ilhéus

Votação na CCJ analisa voto distrital e demissão de servidor público

Foto por: Redação BNews00cometários

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) pode votar na quarta-feira (13) propostas que modificam o sistema eleitoral, com a adoção do voto distrital, e o sistema de governo do país, instituindo o parlamentarismo. A demissão de servidores públicos estáveis por insuficiência de desempenho também será discutido.

Voto distrital

O projeto (PLS 86/2017) do senador José Serra (PSDB-SP), divide o país em distritos eleitorais, onde o eleitor votará duas vezes: uma para eleger o representante e outra o partido. O voto será aplicado às eleições para a Câmara dos Deputados, à Câmara Legislativa (DF), às assembleias legislativas e às câmaras municipais.

 Emendas constitucionais

Outra pauta é o sistema eleitoral misto, por meio de proposta de emenda à Constituição: a PEC 61/2007, do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE). Tramitam em conjunto duas outras PECs, uma delas a 90/2011, do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que estabelece sistema apenas majoritário nas eleições para a Câmara dos Deputados, mediante a divisão dos estados em distritos de votação.

Parlamentarismo

A PEC 102/2015, de Valadares, propõe a adoção do parlamentarismo no Brasil. Para o autor, a medida favorecerá a resolução dos quadros de crises sem colocar em risco a estabilidade das instituições.

Servidores públicos

O projeto de lei da senadora Maria do Carmo Alves (DEM-RN), trata da demissão do servidor público estável por insuficiência de desempenho. De acordo com o projeto em análise, a demissão poderá ocorrer a qualquer tempo da vida funcional.

Maioridade penal

A redução da maioridade penal é tema de quatro propostas de emenda à Constituição que tramitam em conjunto na CCJ. Uma delas é a PEC 33/2012 do senador Aloysio Nunes Ferreira PSDB-SP), que pode punir menores de 18 anos e maiores de 16 anos pela prática de crimes graves.

Além de crimes hediondos, a redução da maioridade seria cabível na prática de homicídio doloso, lesão corporal seguido de morte e reincidência em roubo qualificado. Ao contrário do que estabelecia a proposta de Aloysio Nunes, o relator Ricardo Ferraço (PSDB-ES) decidiu excluir desse rol o crime de tráfico de drogas.

Liberdade antecipada

A pauta da CCJ inclui projeto que altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210 de 1984) para evitar a superlotação nos presídios. De autoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), o PLS 513/2013 estabelece que, toda vez que o estabelecimento penal atingir sua capacidade máxima, deve ser realizado mutirão para verificar a situação dos presos e eventuais liberações. Se, ainda assim, o problema não for solucionado, o detento que estiver mais próximo de cumprir a pena terá a liberdade antecipada.

O relator da matéria é o senador Jader Barbalho, que ainda não divulgou o seu voto.

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