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Congresso não vê espaço para União reduzir o preço dos combustíveis

Com o fim da greve dos caminhoneiros –que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel– e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80.

Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar.

Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos.

O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.

Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba.

Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão.

Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa.

No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. Mas, reconhece que a proposta tem limitações.

“Agora tem que ter paciência, entender que não tem mágica, que a Petrobras já foi usada de forma equivocada. [“¦] Há um problema grave, o orçamento público está esgotado. Não há mais espaço para grande interferência no Orçamento”, disse à Folha.

Senadora condena valores irracionais e pede corte no ICMS

A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), afirma que a Petrobras é uma empresa estatal e, por isso, precisa dar uma parcela de contribuição para que a população não seja penalizada. Para ela, o atual patamar dos combustíveis e do gás de cozinha é “irracional, absurdo e precisa ser reduzido”.

Tebet afirma que o estabelecimento de um colchão que evite variações bruscas nos preços não é suficiente. Defende que a solução do problema passe necessariamente por cortes no ICMS, imposto arrecadado pelos estados.

Em média, 28% do preço da gasolina na bomba corresponde à cobrança de ICMS. A emedebista argumenta que a alta dos combustíveis levou a um aumento da arrecadação do tributo, o que engordou os cofres estaduais: “Não há como negar que quem mais está ganhando com a alta dos combustíveis são os estados.”

Os governos estaduais, no entanto, dizem não poder abrir mão do que arrecadam.

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Demissão aumenta pressão por nova política de preços

A demissão de Pedro Parente do comando da Petrobras intensificou a pressão do Congresso sobre o governo para que a política de preços da estatal seja alterada.

Os pedidos para que o Palácio do Planalto anuncie medidas capazes de barrar a volatilidade das tarifas de combustíveis nos postos ganharam força inclusive entre os partidos aliados ao presidente Michel Temer.

Parente era defensor de uma manutenção da política de preços da Petrobras. Desde o fim de 2016, a estatal define as tarifas dos combustíveis com base na variação do valor internacional do barril de petróleo e a cotação do dólar.

A partir de junho do ano passado, os reajustes passaram a ser mais frequentes, podendo ser diários.

 O executivo vinha sofrendo críticas no Congresso sob a avaliação de que tinha uma visão estritamente corporativa sobre o tema, sem levar em conta fatores sociais.

Após a confirmação da saída de Parente do cargo, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), afirmou que o comando da Petrobras precisa combinar três fatores: visão empresarial, sensibilidade social e responsabilidade política.

Para Eunício, cabe à agência reguladora do setor tomar medidas em relação aos preços praticados pela estatal.

Ele defende que a planilha de valores da companhia seja aberta para analisar onde é possível fazer reduções. “A ANP deve ter participação mais ativa na formação dos preços dos combustíveis”, defendeu o emedebista.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que Parente tinha “credibilidade” e que a saída dele do comando da Petrobras não deve trazer mudanças na política de preços da empresa.

O democrata ponderou, entretanto, que um controle dos preços precisa ser feito por iniciativa do governo, por meio de medidas tributárias.

 

“Não deve haver mudança, e sim o governo usar os impostos regulatórios para compensar aumento no preço do petróleo”, afirmou o deputado, ao defender que em situações de alta do petróleo o governo reduza tributos para que o preço que chega ao consumidor fique estável.

Na avaliação da líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), Pedro Parente foi derrubado “por um lapso de insensibilidade”, já que se recusou a avaliar mudanças na política de preços dos combustíveis. A senadora defende que seja estabelecido um “caminho do meio” para lidar com a situação.

“Nem preço subsidiado ou controlado nem essa liberdade absoluta de preço, como é hoje com o reajuste diário. A gente sabe que não haveria prejuízo nenhum para a Petrobras se fizesse uma média e um reajuste mensal”, disse.

 Para o pré-candidato ao Planalto pelo PSDB, Geraldo Alckmin, a saída de Parente não pode “desperdiçar o trabalho de recuperação da Petrobras”.

“Precisamos definir uma política de preços de combustíveis que, preservando a empresa, proteja os consumidores”, afirmou o ex-governador de São Paulo.

A demissão também gerou reação de representantes da esquerda. “Não basta trocar o entreguista Pedro Parente na presidência da Petrobras. Tem de mudar sua política de preços para os combustíveis e a ofensiva privatista na empresa e na entrega do pré-sal. Tem de recuperar a Petrobras para o Brasil e para os brasileiros”, disse a senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR).

“Pedro Parente, ministro do apagão elétrico do PSDB e ministro do apagão de combustível de Temer, não aguentou a pressão. E caiu fora do governo golpista”, declarou o senador Humberto Costa (PT-PE).

A presidenciável Manuela D’Ávila (PCdoB) afirmou que a “pressão popular botou Parente para fora”. “Agora é mudar esse governo para a Petrobras voltar a estar a serviço do povo”, disse D’Ávila.

O Ministério de Minas e Energia informou que uma mudança na forma como os preços são repassados ao consumidor está em estudo e deve ser anunciada o “mais rápido possível”. O objetivo é garantir que o preço nas bombas de combustível sofra menos flutuações, ao mesmo tempo em que se garanta a preservação da Petrobras.

De acordo com o secretário-executivo da pasta, Márcio Félix, o modelo ainda não está definido, mas poderia ser, por exemplo, o estabelecimento da flutuação de um tributo.

Dessa forma, se o preço do combustível subisse, o tributo seria reduzido automaticamente, permitindo uma estabilidade no preço final.

Folha

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Viajante cancela reserva e frustra destino turístico no feriado

Quem resolveu curtir o feriado de Corpus Christi em Ilhéus, sul da Bahia, teve que trocar o chope gelado pela tradicional cerveja em garrafa. No lugar da batata frita, a opção eram os bolinhos recheados com pescados da própria região.

O desabastecimento de alimentos causado pelos protestos dos caminhoneiros forçou hotéis, bares e restaurantes a adaptarem os cardápios. Mas, dos males, este foi o menor.

A paralisação frustrou o setor de turismo em todo o Nordeste e fez despencar a procura por vagas em hotéis e derrubou o movimento em bares e restaurantes neste pleno feriado.

Na Bahia e no Ceará, as associações de empresários do setor hoteleiro estimam que apenas 50% dos leitos estejam ocupados neste feriado.

Os bloqueios nas estradas, as incertezas em relação à disponibilidade de combustível para motoristas e o cenário incerto dos aeroportos, que têm sido abastecidos com caminhões sendo escoltados pela polícia, fez muita gente desistir de viajar.

“Além de cancelamentos de reservas, deixamos de receber aqueles turistas que decidem viajar em cima da hora. A maioria não quis arriscar”, afirma Sílvio Pessoa, presidente da Federação Baiana de Hospedagem e Alimentação.

No Pelourinho, um dos pontos turísticos mais tradicionais de Salvador, o vaivém de turistas deu lugar a um cenário de ruas vazias. Nos bares e restaurantes, a maioria das mesas estavam desocupadas.

“As pessoas ficaram com medo de vir para Salvador e enfrentar dificuldades. Os protestos afetaram toda a cadeia do turismo”, afirma o presidente da Associação dos Comerciantes do Pelourinho, Lenner Cunha.

A Pousada Solar dos Romanos, que fica no Pelourinho, tinha apenas um de seus 24 quartos ocupados na quarta-feira (30). E apenas uma reserva feita para o período do feriado todas as outras foram canceladas pelos turistas que viriam.

Dono da pousada, o empresário Eduardo Estival, 38, afirma que, num cenário normal, a pousada estaria praticamente lotada, tanto com turistas que viriam para Salvador quanto com aqueles em trânsito para outras praias do litoral baiano, como Morro de São Paulo.

“Não esperava nunca um negócio desses. Acho que enquanto a situação não se resolver completamente, ninguém vai arriscar viajar”, afirmou Estival, que se disse preocupado devido à folha de pagamento dos funcionários que teria que pagar no início do mês.

Também houve impacto no sul da Bahia, onde o aeroporto de Ilhéus ficou quase uma semana sem pousos e decolagens por falta de combustível. A região é porta de entrada de praias badaladas do sul da Bahia como Itacaré e Barra Grande.

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Governo cancela gastos e corta benefícios para garantir diesel mais barato

Não existe almoço grátis. Melhor dizendo, não existe desconto em combustível de graça. Para compensar os R$ 0,46 que vão sair do preço do óleo diesel, o governo tomou medidas que, na prática, elevarão a arrecadação de impostos de exportadores, indústria de refrigerantes e indústria química. Para chegar aos R$ 9,6 bilhões, que é o quanto a União vai deixar de arrecadar, ainda foram reduzidos recursos, por exemplo, para programas ligados às áreas de saúde e educação.

Ao lado da aprovação da reoneração da folha de pagamento, que já foi votada na Câmara, as medidas permitirão um ganho de R$ 4 bilhões, o que compensará a redução na tributação do diesel: a isenção da Cide e a redução de R$ 0,11 do PIS/Cofins.

O governo ainda cancelou R$ 3,4 bilhões em despesas do Orçamento deste ano. O conjunto de medidas, bastante criticado pelo setor produtivo, foi publicado ontem numa edição extra do Diário Oficial da União.

As medidas
O Reintegra devolvia 2% do valor exportado em produtos manufaturados através de créditos de PIS/Cofins. Esse percentual foi reduzido para 0,1%, o que gerará R$ 2,27 bilhões aos cofres do governo até o final do ano.

A redução da alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre concentrados de refrigerantes de 20% para 4% permitirá o ganho de R$  740 milhões até dezembro, porque os fabricantes gerarão menos créditos para abaterem impostos.

A alteração da tributação de um programa para a indústria química, o Regime Especial da Indústria Química, aumentará receitas em R$ 170 milhões. Quando a empresa importava, pagava 5,6% de PIS/Cofins e recebia um crédito de 9,25%. Essa “sobra” de 3,65%, que era usada para abatimento de outros impostos, foi extinta.

No caso da reoneração da folha de pagamento, que segundo o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, isentará um número menor de setores do que o aprovado na Câmara, o ganho até o final do ano será de R$ 830 milhões.

O projeto de lei aprovado na Câmara previa que 28 setores estariam isentos da reoneração da folha. Mas o presidente Michel Temer vetou 11 desses setores, o que deixou 17 com isenção. Entre os que mantiveram o benefício estão calçados, construção civil, fabricação de veículos, transporte rodoviário e indústria têxtil.

Corte de programas
O governo ainda anunciou um corte de despesas que chega aos R$ 3,4 bilhões para compensar o programa de subsídios ao diesel.

Esse valor foi alcançado com o cancelamento de uma reserva para capitalização de estatais, de R$ 2,1 bilhões, e o corte de recursos previstos para uma série de programas (R$ 1,2 bilhão).

Ironia do destino, para atender os caminhoneiros, os programas de transporte terrestre do Ministério dos Transportes, que envolvem adequação e construção de 40 obras, perderam R$ 368,9 milhões em recursos.

Ainda foram reduzidos recursos, por exemplo, para programas como prevenção e repressão ao tráfico de drogas (R$ 4,1 milhões), concessão de bolsas de um programa de estímulo ao fortalecimento de instituições de ensino superior (R$ 55,1 milhões), policiamento ostensivo e rodovias e estradas federais (R$ 1,5 milhão) e fortalecimento do sistema único de saúde, com R$ 135 milhões.

Por outro lado, foram criados recursos para o programa “operações de garantia da lei e da ordem”, com o objetivo de desobstruir estradas, no valor de R$ 80 milhões.

Queixas
O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, avaliou  que a indústria é o setor que vai pagar a conta das medidas tributárias anunciadas para bancar o diesel mais barato para os caminhoneiros.

“O problema é que o governo está querendo pagar a conta do subsídio ao diesel tirando incentivos muito importantes para a indústria. E sempre ela que está sendo penalizada”, afirmou, de Genebra (Suiça), onde participará de uma reunião da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Robson Andrade ressaltou que a indústria paga 32% dos impostos federais e chegou a sugerir que as medidas atingissem outros setores que pagam menos tributos, como a agricultura. “Temos alertado o governo. A CNI teve uma reunião hoje com o governo mostrando os prejuízos que a indústria teve. Isso (as medidas) vai piorar muito a situação das empresas que exportam”, criticou.

Os exportadores avaliam recorrer à Justiça contra a decisão do governo. Para a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), as medidas são um retrocesso e podem comprometer a intenção de fortalecer a indústria nacional.

Correio

Posto que não baixar preço do diesel pode ser multado e interditado

O governo firmará um acordo com a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis) para garantir o repasse do desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel ao consumidor.

Em um Termo de Cooperação Técnica, governo – por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) –, federação e distribuidoras se comprometem a fazer o desconto chegar na bomba de combustível.

O acordo será assinado amanhã (1º), às 11h, no Ministério de Minas e Energia e foi anunciado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista coletiva na noite de hoje (31) no Palácio do Planalto.

Padilha destacouas punições possíveis àqueles que não repassarem o desconto: multas de até R$ 9,4 milhões, suspensão temporária das atividades, interdição dos estabelecimentos e até mesmo cassação da licença.

A fiscalização será realizada pelos Procons estaduais. Caso um consumidor, ao abastecer com diesel, verificar a não aplicação do desconto, poderá fazer a denúncia ao Procon.

Padilha informou ainda que um número de telefone será usado como canal de comunicação para essas denúncias.

Sem caminhões parados em rodovias federais

De acordo com o diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Renato Dias, não existe mais nenhum ponto de aglomeração dos caminhoneiros nas rodovias federais. Dias fez um apelo para que os caminhoneiros fiquem atentos a lideranças que incitam novas paralisações.

“A pauta foi exaurida. O governo está garantindo os R$ 0,46 na bomba. Não deixem que falsos líderes com interesses diversos dos interesses do caminhoneiros usem vocês para agitar e fazer baderna nas rodovias federais”.

Dias destacou que podem haver eventuais interdições parciais em rodovias, mas não significam que se trata do mesmo movimento. De acordo com ele, a PRF lida com interdições diariamente, provocadas por motivos diversos.

Bocão

Escritório de Advocacia de Cosme Araújo/Rebeca Martins consegue mais uma vitória: JUSTIÇA CONDENA COELBA POR APAGÃO NA BAHIA: CONSUMIDOR SERÁ INDENIZADO!

Foi publicada na última terça feira (29), pelo Tribunal de Justiça da Bahia, a primeira sentença no estado relacionada a apagões, que põe a empresa fornecedora de energia, Coelba, em posição de ré, em ações movidas pelos consumidores baianos.

A sentença foi julgada pelo Juiz de Direito, Dr ALBÊNIO LIMA DA SILVA HONÓRIO, que condenou a Coelba a pagar indenização ao consumidor, Gustavo Cordeiro Martins, por danos matérias sofridos em decorrência ao apagão ocorrido no dia 21 de março, deixando por aproximadamente 5h  mais de 415 municípios baianos sem energia. Na época o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou a imprensa que o apagão foi causado por uma perturbação no Sistema Interligado Nacional (SIN), que é constituído por quatro subsistemas: Sul, Sudeste/Centro-Oeste, Nordeste e a maior parte da região Norte. Porém, os danos causados como perda de eletroeletrônico, transtornos e insegurança tiveram que ser reparados judicialmente.

“Tratam os presentes autos de pedido de restituição de valores a título de danos materiais em face de suposto defeito no serviço prestado pela demandada que, em decorrência da oscilação de energia, gerou a queima do equipamento atinente ao seu computador e dois televisores, listado pela parte suplicante, sendo efetivado os orçamentos dos reparos que somados quantificaram o valor de R$1.119,00 (um mil, cento e dezenove reais), conforme cotação formulada pela parte autora, cumulado com pleito relativo aos danos morais supostamente causados pela recusa.”

“…condeno a acionada ao pagamento da quantia de R$1.119,00 (um mil, cento e dezenove reais), conforme cotação formulada pela parte autora, a título de indenização por danos materiais em favor das partes autoras, acrescidos de juros de 01% ao mês e correção monetária pelo INPC, ambas a partir da comunicação do vício a demandada no dia 22/03/2018, com esteio no teor do artigo 397 do CC c/c súmula 43 do STJ, bem como condenar a Ré a indenizar às partes Autoras, na importância de R$5.000,00 (cinco mil reais), a título de danos morais, a ser igualmente rateado pelos suplicantes.”

 A ação contou com os conhecimentos jurídicos do escritório de advocacia Cosm Araújo Advocacia, representado na Capital pela renomada advogada, Drª Rebeca Martins. A vitória permitiu a abertura de novos e exitosos resultados, no que refere-se a defesa do direito do consumidor. A ação serve como um estimulante à cidadãos que sofreram ou venham a sofrer danos, proferidos por falhas no fornecimento de energia, para que também utilizem do seu direito e procurem a justiça, por intermédio de profissionais capacitados que façam valer a justiça plena para os consumidores.

por Caliana Mesquita

Arrecadação cai 30% e São João fica ameaçado em cidades baianas

Faltando menos de um mês para o São João, o destino da maior festa do Nordeste do país ainda é incerto este ano. Devido à paralisação nacional dos caminhoneiros, que entra no 10º dia nesta quarta-feira (29), os prefeitos já não têm certeza se os arraiás serão mantidos. Até o momento, 30% da arrecadação dos municípios foi comprometida pela greve.

Segundo o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, a paralisação dos caminhoneiros está tirando o sono dos prefeitos e obrigando os gestores a encurtar e, em alguns casos, até mesmo cancelar a festa.

Em Bom Jesus da Lapa, onde Eures é prefeito, a festa de São Pedro seria de três dias, mas foi reduzida para dois. Além disso, algumas bandas foram dispensadas, o que deve gerar economia de 40% nas despesas. Mesmo assim, o presidente da UPB acredita que, após as festas, os prefeitos terão que fazer demissões, corte de horas extras e suspender serviços.

Ele contou que em Porto Seguro, Sul da Bahia, a festa foi cancelada e que alguns prefeitos não conseguiram fazer a inscrição para receber a ajuda de recurso do governo do estado para o São João. O motivo: não tem combustível para vir à capital. “Conversei com o governador e o prazo foi estendido até o dia cinco”.

Alguns municípios estão com atraso na entrega dos equipamentos para montagem dos palcos. Outras cidades remarcaram ou cancelaram festas por falta de combustível para os geradores ou porque temem que a queda na arrecadação tributária comprometa os pagamentos. :: LEIA MAIS »

LAUDO CONFIRMA VANDALISMO NA USINA ASFÁLTICA DE ILHÉUS

Laudo pericial emitido pelo Departamento de Polícia Técnica da Polícia Civil de Ilhéus confirma denúncia feita pelo secretário municipal de Infraestrutura, Transportes e Trânsito, Átila Dócio, sobre danificações causadas nas instalações elétricas e outros equipamentos da Usina Asfáltica de Ilhéus, no Iguape.

O secretário disse que foi comunicado pelo senhor de prenome Reginaldo, morador de um casebre no local, que desconhecidos “adentraram a área onde está instalada a Usina Asfáltica e danificaram as instalações elétricas das máquinas e vários equipamentos, comprometendo o funcionamento dos mesmos.”

A queixa foi prestada na Polícia no último dia 15 de maio, a partir de quando foi instaurado o inquérito policial. O laudo pericial constata “corte nos Cabos de Alimentação e Controle dos Módulos aqui referenciados incluindo os eletrodutos onde os segmentos dos cabos e condutores de controle foram furtados pelo (s) autor(es). O aparelho de ar-condicionado foi puxado de sua posição original com o objetivo de facilitar a retirada dos cabos, mas deixados no local tanto o compressor como o difusor do aparelho”.

O titular da Seintra explica que houve processo licitatório para nova contratação de empresa para operacionalizar a Usina, vencido pela empresa CTA. “Enquanto o município formalizava o contrato com a empresa e adotava outras providências para a volta às operações de pavimentação asfáltica das vias da cidade, fomos notificados sobre o ocorrido na Usina, que naquele momento ainda não tinha sido devolvida formalmente à Prefeitura, pela empresa que a operava e cujo contrato se encerrou”.

O secretário Átila Dócio afirma que o prefeito Mário Alexandre lamentou o ocorrido, “justamente num momento em que as nossas vias estão bastante danificadas devido às chuvas, com o número crescente de buracos, e determinou uma perícia técnica especializada no equipamento, para levantamento do valor dos danos causados e em que prazo o conjunto de equipamentos danificados poderão ser consertados, para que o retorno ao pleno funcionamento da Usina Asfáltica de Ilhéus”. Dócio acrescentou que alguns equipamentos da Usina se encontravam no município de Itacaré.

Pimenta

ITABUNA: SAÚDE ATENDE EM HORÁRIO ESPECIAL DURANTE PARALISAÇÃO

Foi publicado nesta segunda-feira, 28, no Diário Oficial do Município, a Portaria Nº 12, estipulando horários especiais de funcionamento na sede da secretaria e nas unidades externas, devido a paralisação dos caminhoneiros. Pela portaria, todas as unidades irão funcionar no horário das 7h às 12h, exceto os serviços administrativos (incluindo aí a sede), que estará em funcionamento das 8h às 13h. A portaria não atinge o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM), nem a Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas (UPA24HS) do Monte Cristo, tampouco o Setor de Transportes, especialmente no atendimento de pacientes.

Os atendimentos ambulatoriais e os serviços eletivos (cirurgias, tratamentos, etc.), estão sendo reagendados. No HBLEM e na UPA24HS, não houve impactos mais significativos. Na UPA24HS, o atendimento acontece de maneira contingenciada devido à paralisação dos funcionários, mas em termos de suprimentos e infra-estrutura, as duas unidades estão preparadas para enfrentarem o período de crise.

No Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Itabuna (SAMU192), os serviços também estão seguindo o ritmo normal e não há riscos de descontinuidade. A portaria estará em vigor até que se regularize a situação do abastecimento de combustíveis e insumos que garantam o funcionamento regular da própria secretaria e também das unidades.

Ipolitica

ÍNDIOS PARALISAM A PONTE ILHÉUS-PONTAL EM FAVOR DOS CAMINHONEIROS

A população de Ilhéus está manifestando seu ato cívico, a favor do protesto, iniciado pelos caminhoneiros, na ultima segunda feira (21),  mas que seguiu contemplando todo país, na reivindicação ao preço abusivo dos combustíveis adquiridos pelos autos impostos aplicados nas costas dos cidadãos.

Neste momento, índios Tupinambás de Olivença paralisam a Ponte Ilhéus-Pontal, e expressam, junto a população, o patriotismo e a dignidade do brasileiro ao tomar as rédeas do país por meio de atos democráticos como paralisações a favor da coletividade.

por Caliana Mesquita

Ciro Gomes entrevistado ao vivo no programa Roda Viva desta segunda

O ex-governador Ciro Gomes, candidato do PDT à Presidência da República, será o entrevistado ao vivo, às 22h15, no programa Roda Viva desta segunda-feira (28), na TV Cultura.

Participam da bancada de entrevistadores, José Roberto de Toledo, editor da versão online da revista Piauí; Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo; Brad Hynes, diretor da agência Reuters no Brasil; Débora Freitas, apresentadora e repórter da rádio CBN; e André Perfeito, economista-chefe da corretora de valores Spinelli.

Colbert Martins reafirma apoio a José Ronaldo e diz que relação com Rui é apenas ‘institucional’

O atual prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB), reafirmou, na manhã desta segunda-feira (28), o apoio do MDB do município à pré-candidatura de José Ronaldo (DEM) ao governo do estado. O emedebista chegou ser criticado por não apoiar o pré-candidato do MDB, João Santana.

“O MDB de Feira já decidiu essa questão. Estamos apoiando o candidato a governador José Ronaldo. Não é sem razão que estamos vendo aqui esse nível de pressão política. O governador está em Feira de Santana jogando força contra seu mais forte adversário. Sabemos que é um ato de desespero”, disse, em entrevista antes da inauguração de policlínica, com o governador Rui Costa (PT).

Colbert afirmou ainda que não foi alvo de pressão por comparecer a um evento do governador. “Sou membro do consócio, por isso estou aqui. Não há nenhuma forma de patrulhamento, muito pelo contrário. Minha relação com o governador é institucional”, disse.

Greve – Questionado sobre a greve dos caminhoneiros, que entrou hoje no oitavo dia, Colbert declarou que alguns serviços essenciais do município estão funcionando normalmente, como as ambulâncias do Samu, a coleta de lixo, o transporte público e as aulas nas escolas.

Bocão

  • CHOCOLATE DE ILHÉUS APARECE ENTRE OS SETE MELHORES DO MUNDO
    16 de Março de 2018 | 15:50

    Um mais importantes jornais do sul do País, o Gazeta do Povo, de Curitiba, publicou ontem (13) reportagem especial, em seu caderno de turismo “Viver Bem”, que aponta Ilhéus entre as sete cidades produzem alguns dos melhores chocolates do mundo e são inspirações para o destino de férias de quem ama a iguaria. Reportagem assinada […]

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  • PGR recorre de decisão e pede restabelecimento de condução coercitiva
    14 de Março de 2018 | 09:48

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu de decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, por meio de liminar concedida em dezembro, proibiu a condução coercitiva de investigados para interrogatório em todo o País. O recurso foi enviado ao ministro, relator do caso, nesta segunda-feira (12). A determinação de Gilmar atendeu […]

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