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EMPRESA EMITE NOTA APÓS HOMEM PERDER PARTE DA PERNA EM ACIDENTE COM MÁQUINA INDUSTRIAL EM ILHÉUS

Na sexta-feira, (10), a Barry Callebaut emitiu uma nota sobre o ocorrido, em sua fábrica de Ilhéus, na Bahia. Confira.

Uma falha rara e imprevisível fez com que partes de um equipamento chamado soprador atingissem um colaborador da Barry Callebaut. Ele foi prontamente socorrido por colegas, que acionaram a brigada de emergência, e foi levado ao hospital, onde passou por uma cirurgia. Ele continua hospitalizado e seu estado é estável. 

A Barry Callebaut lamenta a fatalidade, e vai continuar dando toda assistência ao colaborador acidentado e sua família até sua plena recuperação e reintegração.

A Barry Callebaut tem na segurança e bem-estar de seus empregados e terceiros um de seus mais importantes valores. Sua fábrica em Ilhéus é uma referência em segurança no trabalho na região, valor esse percebido e vivido por todos os nossos colaboradores. Até ontem a fábrica de Ilhéus contabilizava 1083 dias de trabalho sem qualquer tipo de acidente com afastamento. Ao longo dos últimos 3 anos, a Barry Callebaut investiu milhões de Reais em modernização de equipamentos visando melhorar a segurança de seus equipamentos.

SÃO PAULO, 10 DE AGOSTO DE 2018

OAB-BA analisa expulsão de advogado condenado a devolver R$ 5 milhões

Condenado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) a devolver mais R$ 5 milhões para a família de um petroleiro, em julho deste ano, após a corte entender que houve apropriação indevida, o advogado Arivaldo Amâncio dos Santos será julgado no dia 20 deste mês no Tribunal de Ética Disciplinar (TED) da Ordem dos Advogados do Brasil – seção Bahia (OAB-BA). A legislação prevê as penas de censura, suspensão e exclusão da ordem a profissionais que cometem infrações.

A Quinta Turma da OAB-BA vai se reunir em Sessão Ordinária às 14h30 do dia 20, no edifício-sede da OAB-BA, na Rua Portão da Piedade, Centro, quando serão julgados alguns processos, dentre os quais, a ação movida pela família do petroleiro Valdi Pereira Fontes, que, ainda em vida, em 1999, contratou os serviços do advogado.

Além de recorrer à Justiça, a família do petroleiro entrou com a representação na OAB-BA, em 2014, pedindo a cassação do registro profissional de Arivaldo Amâncio.

Em nota, a OAB-BA confirmou apenas o julgamento do processo contra o advogado no TED. “Por força de Lei Federal, o Tribunal de Ética não pode comentar os casos concretos. A legislação prevê para o advogado infrator as penas de censura, suspensão e exclusão. Se ele sofrer a segunda ou terceira, após transitar em julgado, a OAB torna pública”.

A OAB-BA foi questionada se a decisão do dia 20 caberá recurso, mas até a publicação da reportagem não houve resposta.

 Investigados
A denúncia contra Arivaldo Amâncio veio à tona após o CORREIO publicar uma reportagem em 17 de dezembro de 2017. Na ocasião, a OAB-BA informou que, somente no ano passado, 225 advogados eram investigados por irregularidades pela entidade. Ao todo, a seção baiana da OAB conta com 43.251 profissionais cadastrados atualmente. Em 12 anos, apenas 28 advogados foram excluídos da ordem na Bahia.

De acordo com a OAB-BA, as infrações mais comuns que são levadas ao TED são: abandono de causa sem motivo; recusa de prestação de assistência jurídica, quando nomeado em virtude de impossibilidade da Defensoria Pública; recusa de prestação de contas; retenção abusiva de autos, além de inadimplências de anuidades à OAB-BA.

A entidade não especificou a quantidade de cada uma das infrações que são apuradas atualmente. O TED é responsável por analisar, apurar e aplicar sanções aos advogados em desvio de conduta.

Prestação
Em 1999, Valdi Pereira Fontes contratou Arivaldo. Ele sofreu um acidente de trabalho na Petrobras, em 1991, ocasião em que precisou amputar 40% do pé esquerdo. Em 2012, Valdi faleceu. Antes da sua morte, ele afirmou que tinha a receber valores decorrentes da ação movida contra a Petrobras em relação ao acidente de trabalho, julgado procedente pelo Juízo da 3ª Vara Cível da Comarca de Alagoinhas.

Após passado o período de luto, a família de Valdi solicitou a Arivaldo a prestação de contas, informações e documentos referentes aos processos ajuizados, assim como os depósitos de valores em favor do falecido e quantias remanescentes. Assim, conseguiram levar o caso à Justiça e ter o direito ao ressarcimento.

Correio

Dr. Cosme Araújo faz defesa espetacular e conquista êxito em Jurí na cidade de Mutuipe.

Dois dias após seu pronunciamento enfático e enérgico, na porta da 7º CORPIN, na última quarta-feira (08), o qual saiu em defesa das prerrogativas da advocacia, no ato de desagravo que reuniu membros da OAB/ Ilhéus, na busca por garantias que permitam os profissionais da Ordem atuar com a liberdade e a independência que lhe são asseguradas pela Lei e pela Constituição Federal da República do Brasil, o advogado Dr. Cosme Araújo participou de um julgamento no Tribunal do Júri, na comarca de Mutuípe.

Em uma ação movida pelo Ministério Público da Bahia,o Dr. Cosme Araújo recebeu a missão de defender, Valdelio de Jesus Santos, acusado de ter ceifado a vida de Joselino José de Jesus. O acusado estava preso há 2 anos e 2 meses, porém com a contratação do Dr. Cosme Araújo o processo tomou rumos diferentes.

Se valendo da legalidade de dos indícios constitucionais, Dr. Cosme Araújo, conseguiu provar a semi-imputabilidade do réu conquistado êxito no processo, conquistando a mudança da pena, fazendo com que Valdelio Santos, passe a cumprir uma medida de segurança na modalidade de tratamento ambulatorial, ou seja, onde o réu deve ir periodicamente ao Caps da cidade para fazer uso de medicamento controlável.

O resultado do júri foi visto pelo Dr. Cosme Araújo e pela população de Mutuipe como uma vitória” a cidade toda gostou do resultado, por se tratar de uma pessoa que ainda que tenha praticado uma conduta, tida como delituosa, ainda assim, não merecia pena de prisão e sim tratamento adequado com os devidos cuidados”, informou Dr. Cosme Araújo no termino do julgamento, sendo parabenizado pela brilhante defesa que proferiu no caso.

Ao longo de sua trajetória de vida, Dr. Cosme Araújo vem mostrando coerência entre a sua postura no direito e na política. O respeito a constituição e principalmente ao direito do cidadãos de obter seus direitos garantidos, o torna uma referência em toda Bahia, com atuação em outros Estados da federação, por saber que Cosme Araújo será sempre o Defensor do Povo.
por Caliana Mesquita

R$ 51 milhões: STF marca depoimentos sobre dinheiro atribuído à família de Geddel

Tem início mais um episódio do caso envolvendo a família Vieira Lima e os R$ 51 milhões encontrados em um apartamento de Salvador. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator do caso, Luiz Edson Fachin, depois de receber as defesas dos cinco réus, determinou as datas e locais dos depoimentos das testemunhas de defesa e acusação.

De acordo com despacho publicado nesta quarta-feira (8), o doleiro Lúcio Funaro, que faz parte do rol de acusação, vai ser ouvido no dia 30 de agosto, às 10h, na Seção Judiciária do Estado de São Paulo. Outras duas testemunhas de acusação vão ser ouvidas no dia 3 de setembro, às 14h30, na sede da Seção Judiciária do Estado da Bahia.

As testemunhas de defesa começam a ser ouvidas no dia 4 de setembro, também na Bahia. Neste primeiro momento, vão prestar depoimento 11 pessoas, sendo que uma delas, por morar em Feira de Santana, pode fazer a oitiva por videoconferência. No dia 10 de setembro, prestam depoimento mais 10 testemunhas de defesa, todas elas residentes em Salvador. Outras 10 pessoas vão passar por oitiva na Seção Judiciária da Bahia no dia 11.

Os depoimentos retornam a São Paulo em 18 de setembro, quando vão ser ouvidas mais duas testemunhas apontadas nas defesas dos réus. Já no dia 24, dois servidores do Senado Federal estão intimados a comparecer ao Supremo Tribunal Federal.

Edson Fachin também intimou o ex-ministro Geddel Vieira Lima, apontado como um dos donos dos malotes de dinheiro encontrados pela Polícia Federal. No entanto, como ele está preso na Papuda, em Brasília, os advogados de defesa devem determinar se o emedebista pode ou não comparecer ao STF. Caso ele vá, será solicitada a escolta do político baiano.

Lavagem de dinheiro
O ex-ministro Geddel Vieira Lima, o irmão dele, o deputado federal Lúcio Vieira Lima, a mãe dos dois Marluce Vieira Lima, além do ex-assessor do emedebista Job Ribeiro Brandão e do empresário sócio da Cosbat, Luiz Fernando Machado da Costa Filho, respondem a ação penal no STF por associação criminosa e lavagem de dinheiro. No mesmo processo, o ex-diretor da Codesal, Gustavo Ferraz, que também era investigado, foi inocentado.

Na mesma ação, Marluce Vieira Lima pediu ao STF a quebra de sigilo da Polícia Federal em Salvador para determinar de onde partiu a denúncia anônima que levou os agentes ao apartamento onde foram encontradas as malas de dinheiro. O pedido, feito na defesa prévia entregue ao Supremo, ainda está pendente de julgamento pelo Ministro Luiz Edson Fachin.

De acordo com a denúncia apresentada ao STF pela Procuradoria Geral da República, os R$ 51 milhões têm como possíveis origens propinas da construtora Odebrecht, repasses do operador financeiro Lúcio Funaro, além de desvios de políticos do MDB.

Correio

Polícia Federal conclui inquérito do acidente que matou Eduardo Campos

A uma semana de completar quatro anos do acidente aéreo que vitimou o então candidato à Presidência da República Eduardo Campos, a Polícia Federal concluiu o inquérito sobre a morte do político pernambucano.

O relatório final sobre o caso foi apresentado pela PF hoje (6) à família de Campos e será apresentado nesta terça (7) à família do piloto Marcos Martins, que comandava a aeronave no momento do acidente.

Somente após a apresentação do relatório à família do piloto, as informações sobre o relatório serão divulgadas publicamente, informou a assessoria de imprensa da PF.

Eduardo Campos morreu em 13 de agosto de 2014 na queda de um jatinho na cidade de Santos, litoral sul de São Paulo. A aeronave em que estava o ex-governador de Pernambuco, modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP).

Quando se preparava para pouso, o piloto arremeteu o avião devido à falta de visibilidade provocada pelo mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave.

Ao lado da ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora Marina Silva, Campos tentava chegar à Presidência da República pela coligação Unidos Pelo Brasil (PSB, PHS, PRP, PPS, PPL, PSL).

Depois de ser deputado estadual, três vezes deputado federal, secretário estadual de Governo e de Fazenda, ministro da Ciência e Tecnologia e governador de Pernambuco por dois mandatos, o economista pernambucano concorria pela primeira vez ao cargo mais importante da política brasileira. Nas pesquisas eleitorais, Campos aparecia como terceiro colocado.

Eduardo Campos, que é neto do político Miguel Arres, morreu na mesma data que seu avô, falecido em 2005. Campos era filho de Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) e do poeta e cronista Maximiano Campos.

O então candidato do PSB à Presidência da República tinha acabado de fazer 49 anos, no dia 10 agosto daquele ano. Além de Campos e do piloto Marcos Martins, morreram no acidente o copiloto Geraldo Magela Barbosa da Cunha e quatro integrantes da equipe que assessorava o ex-governador de Pernambuco, formada pelo assessor de imprensa Carlos Augusto Percol, o fotógrafo Alexandre Severo o cinegrafista Marcelo Lyra e o advogado Pedro Valadares.

Informe baiano

Caminhada marca memória de recepcionista assassinada pelo ex-marido

O clima que tomou conta das ruas do Bairro de Itapuã, na manhã deste domingo (5), era de indignação. Filhas, tias, primos e amigos da recepcionista Isabel Cristina Morais Bramont, 35, assassinada em 22 de junho deste ano, vestiram branco e rosa – cor favorita da vítima – para protestar, pedir justiça e a manutenção da prisão de seu assassino, Jairo Fernandes, ex-marido de Isabel. Ela foi uma das quatro mulheres mortas em Salvador pelos próprios companheiros só no primeiro semestre de 2018, segundo dados oficiais divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA).

“Nós viemos aqui, hoje, para chamar a atenção da Justiça e da comunidade para que esse crime não fique impune. Nós não vamos deixar que nossa Bel seja só mais uma nas estatísticas de feminicídio. Isso tem que acabar”, gritou o rodoviário Louralbert Bramont, 40, organizador da caminhada à multidão que o acompanhava.

 Os manifestantes percorreram lugares marcantes para a história de Isabel até sua morte. A saída se deu em frente ao Templo Batista de Itapuã, passou pela frente da casa de número 108 da Rua Dr. Humberto Câmara, onde o casal teria se conhecido; seguiu até a UPA Hélio Machado, onde seu agressor a deixou sem vida, e prosseguiu pela clínica de odontologia em que a vítima trabalhava. Uma via crúcis para marcar que casos como o de Isabel ainda são muito recorrentes.

Segundo a SSP-BA, houve queda de 55,5% no número de casos de feminicídio em Salvador e na Região Metropolitana. Nove casos foram registrados no primeiro semestre de 2017, contra os quatro ocorridos no mesmo período deste ano.

Filhas na linha de frente

A salgadeira Isabel Bramont, tia da vítima, disse ter acompanhado a história do casal desde o princípio. “Fui eu quem criei ela, que morava comigo quando conheceu ele [Jairo] e tinha só 17 anos. Quando completou três meses do início do relacionamento, ela engravidou da primeira filha”, conta a tia.

A familiar ainda relata que, no começo, Jairo se mostrou ser uma pessoa amigável, mas tudo mudou radicalmente após o nascimento da primeira filha, Geovana Bramont, hoje com 17 anos.

“Ele a fez abortar duas crianças em uma clínica clandestina. Em uma delas, Isabel ficou entre a vida e a morte. Inclusive, a filha deles mais nova, Isabella, ele tentou fazê-la abortar, a gente que não deixou”, revela. “A relação dele com a filha mais nova [Isabella Bramont, 15 anos] sempre foi difícil porque, durante as brigas, a menina já apanhou muito tentando defender a mãe”.

A lista de agressões aumenta à medida que os familiares vão se pronunciando. As filhas do casal que estavam na linha de frente do protesto relataram que a mãe era uma verdadeira prisioneira de seu pai. “Ela não podia fazer uma faculdade, ou mesmo trabalhar porque ele a perseguia. Ela chegou a iniciar três faculdades diferentes, mas ele não a deixou terminar”, lembra Isabella.

A filha mais nova ainda afirma que o pai proibia Isabel de ter qualquer tipo de rede social, tirar fotos, ou mesmo ter um celular. “Sempre que ela queria tirar alguma foto ele perguntava: ‘foto pra que? Pra mandar pros seus machos?’”, relata.

O depoimento da filha é confirmado por outra tia da vítima. A aposentada Lourilda Bramont, 68, conta que era difícil se comunicar com a sobrinha. “Ele não deixava ela ter nem zap [WhatsApp] para falar com a gente”, lamenta.

Os familiares ainda contam que os avisos para Isabel deixar o agressor vieram de diversas formas, mas ela temia as ameaças que ele fazia. A filha mais velha, Geovana Bramont conta que, por diversas vezes, Jairo teria ameaçado sua mãe dizendo que caso ela o deixasse ele mataria Isabel e sua mãe – Kátia Maria Bramont -, além de tomar a guarda das filhas.

O relacionamento

A prima da vítima Michele Bramont explica que eles não estavam mais juntos havia cerca de um ano e meio. “Eles nem moravam mais juntos. Pelo que eu sei, ele perseguia ela e não deixava ela se relacionar com mais ninguém além dele, mesmo depois da separação. Além disso, mantinha ela na casa da mãe dele”, esclarece.

Michele ainda relata que Jairo se relacionava abertamente com diversas outras mulheres, o que é confirmado pelas filhas do casal. A prima ainda disse que mesmo após a separação, eles ficavam juntos. Ela diz que Isabel teria ido até o village de Jairo, localizado na Praia do Flamengo, para encontrá-lo.

Isabella ainda explica que a resistência da mãe em deixar seu agressor era medo, mas também o amor que sentia: “Ela tinha esperança que conseguiria mudar ele, mas isso não aconteceu. Eu quero honrar isso dela. Esse amor e a fé que ela tinha nas pessoas.”

A filha mais velha do casal diz que a última briga que resultou em tragédia tenha iniciado porque Jairo teria descoberto um perfil no Instagram que sua mãe mantinha em segredo.

As agressões

Não foi a primeira vez que Jairo agrediu Isabel. Segundo sua filha mais nova, uma das primeiras agressões que ela teria percebido foi há seis anos quando ela chegou em casa e encontrou a mãe com o ouvido sangrando. “Ele bateu tanto nela que chegou a perfurar o tímpano. Mas ela não nos dizia o que tinha acontecido, só descobri algum tempo depois”, relembra a garota.

“Antes, eu achava que ele era doente, mas hoje eu tenho plena certeza que ele fez tudo consciente. Ele não é doente, ele não tem amor.”, completou.

As duas filhas do casal desejam justiça pela morte de sua mãe e querem que o agressor pague. “Pelo pouco de amor que ele tem pela gente, ele sabe que destruiu nossa vida porque tudo que a gente tinha era nossa mãe. A gente nunca pôde contar com ele”, disse, enquanto tentava segurar as lágrimas, “Às vezes, eu me pergunto porque ela não deixou ele, mas eu admiro muito a força que ela teve,” completou

Outro ponto que as garotas concordam, ainda que sua mãe tenha tido forças para fazer, é a denúncia. Elas acham que este deve ser o primeiro passo após a primeira agressão.

Veja onde buscar ajuda em casos de violência doméstica:
Cedap (Centro Estadual Especializado em Diagnóstico, Assistência e Pesquisa) – Atendimento médico, odontológico, farmacêutico e psicossocial a pessoas vivendo com HIV/AIDS. Endereço: Rua Comendador José Alves Ferreira, 240, Fazenda Garcia. Telefone: 3116-8888.

Cedeca (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan) – Oferece atendimento jurídico e psicossocial a crianças e adolescentes vítimas de violência. Endereço: Rua Gregório de Matos, 51, 2º andar, Pelourinho. Telefone: 3321-1543/5196.

Cras (Centro de Referência de Assistência Social) – Atende famílias em situação de vulnerabilidade social. Telefone: 3115-9917 (Coordenação estadual) e 3202-2300 (Coordenação municipal)

Creas (Centro de Referência Especializada de Assistência Social) – Atende pessoas em situação de violência ou de violação de direitos. Telefone: 3115-1568 (Coordenação Estadual) e 3176-4754 (Coordenação Municipal)

Creasi (Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso) – Oferece atendimento psicoterapêutico e de reabilitação a idosos. Endereço: Avenida ACM, s/n, Centro de Atenção à Saúde (Cas), Edifício Professor Doutor José Maria de Magalhães Neto, Iguatemi. Telefone: 3270-5730/5750.

CRLV (Centro de Referência Loreta Valadares) – Promove atenção à mulher em situação de violenta, com atendimento jurídico, psicológico e social. Endereço: Praça Almirante Coelho Neto, 1, Barris – em frente a Delegacia do Idoso. Telefone: 3235-4268.

Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) – Em Salvador, são duas: uma em Brotas, outra em Periperi. São delegacias que recebem denúncias de violência contra a mulher, a partir da Lei Marinha da Penha.

Deam Brotas – Rua Padre José Filgueiras, s/n, Engenho Velho de Brotas. Telefone: 3116-7000.

Deam Periperi – Rua Doutor José de Almeida, Praça do Sol, s/n, Periperi. Telefone: 3117-8217.

Deati (Delegacia Especializada no Atendimento ao Idoso) – Responsável por apurar denúncias de violência contra pessoas idosas. Endereço: Rua do Salete, 19, Barris. Telefone: 3117-6080.

Derca (Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Criança e o Adolescente) Endereço: Rua Agripino Dórea, 26, Pitangueiras de Brotas. Telefone: 3116-2153.

Delegacias Territoriais – São as delegacias de cada Área Integrada de Segurança Pública. Segundo a Polícia Civil, os estupros que não são cometidos em contextos domésticos devem ser registrados nessas unidades. Em Salvador, existem 16 (http://www.policiacivil.ba.gov.br/capital.html).

Disque Denúncia – Serviços de denúncia que funcionam 24 horas por dia. No caso de crianças e adolescentes, o Departamento de Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos oferece o Disque 100. Já as mulheres são atendidas pelo Disque 180, da Secretaria de Políticas Para Mulheres da Presidência da República. Fundação Cidade Mãe – Órgão municipal, presta assistência a crianças em situação de risco. Endereço: Rua Prof. Aloísio de Carvalho – Engenho Velho de Brotas.

Gedem (Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher do Ministério Público do Estado da Bahia) – Atua na proteção e na defesa dos direitos das mulheres em situação de violência doméstica, familiar e de gênero. Endereço: Avenida Joana Angélica,  1312, sala 309, Nazaré. Telefone: 3103-6407/6406/6424.

Iperba (Instituto de Perinatologia da Bahia) – Maternidade localizada em Salvador que é referência no serviço de aborto legal no estado. Endereço: Rua Teixeira Barros, 72, Brotas. Telefone: 3116-5215/5216.

Nudem (Núcleo Especializado na Defesa das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Defensoria Pública do Estado) – Atendimento especializado para orientação jurídica, interposição e acompanhamento de medidas de proteção à mulher. Endereço: Rua Pedro Lessa, 123, Canela. Telefone: 3117-6935.

Secretaria Estadual de Políticas Para Mulheres Endereço: Alameda dos Eucaliptos, 137, Caminho das Árvores. Telefone: 3117-2815/2816.

SPM (Superintendência Especial de Políticas para as Mulheres de Salvador) – Endereço: Avenida Sete de Setembro, Edifício Adolpho Basbaum, 202, 4º andar, Ladeira de São Bento. Telefone: 2108-7300.

Serviço Viver – Serviço de atenção a pessoas em situação de violência sexual. Oferece atendimento social, médico, psicológico e acompanhamento jurídico às vítimas de violência sexual e às famílias. Endereço: Avenida Centenário, s/n, térreo do prédio do Instituto Médico Legal (IML) Telefone: 3117-6700.

1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar – Unidade judiciária especializada no julgamento dos processos envolvendo situações de violência doméstica e familiar contra a mulher, de acordo com a Lei Maria da Penha. Endereço: Rua Conselheiro Spínola, 77, Barris. Telefone: 3328-1195/3329-5038.

Traficante preso em casa de luxo em Salvador tem patrimônio de R$ 30 milhões

Uma vida de luxo, mas ao mesmo tempo discreta. Era dessa forma que o traficante internacional de drogas Geraldo Pocobi Filho, preso nessa quinta-feira (2) numa operação da Polícia Federal, conseguia se inserir na sociedade baiana e paulista, disfarçado de empresário exportador.

Além dele, foram presos, preventivamente, por lavagem de dinheiro, a esposa, de prenome Cintia, o pai Garaldo Pocobi e o motorista Silvestre Granatto. A família morava em uma casa de luxo em Alphaville, alugada por R$ 6 mil. Em São Paulo (capital), tinha imóveis em nome de laranjas, um deles avaliado em R$ 10 milhões.

O histórico como traficante oficial de drogas começou em 1991, quando foi preso em flagrante ao tentar embarcar 646 quilos de cocaína para os Estados Unidos pelo porto de Mucuripe, em Fortaleza (CE) – foi a maior apreensão de droga do país, na época.

 Para fazer chegar à cidade americana de Nova Iorque, a droga despachada de Medellín, na Colômbia, era camuflada dentro de inhames e colocada em contêineres da empresa Nebraska – Importadora e Exportadora. Dono da empresa, Geraldo Pocobi pegou na época apenas 3 anos e meio de prisão.

Livre e usando o nome falso de Dário Fernandes Neto, atuou de forma independente, sem ligação direta com facções criminosas (ao menos por enquanto não há nada que prove essa relação), nem disputas com outros traficantes. Além dos Estados Unidos, passou a enviar drogas também para a Europa, e assim fez fortuna.

Segundo a polícia, o patrimônio de Geraldo Pocobi Filho é superior a R$ 30 milhões. Somente entre 2010 e 2017, ele e a esposa movimentaram R$ 50 milhões, dinheiro que era gasto com compra de joias, artigos de luxo e veículos. Estava construindo em Itu (SP) uma casa de 14 cômodos avaliada em R$ 14 milhões.

Galpão da droga
Pai de cinco filhos, que estudam num colégio de classe média alta de Salvador, Pocobi Filho voltaria ao noticiário somente em 6 de outubro de 2016, quando ele, o pai e o motorista Silvestre Granatto foram presos em Camaçari com 809,9 quilos de cocaína – foi a maior apreensão de drogas da Polícia Federal na Bahia.

Parte da cocaína (600 quilos) vinha do estado do Paraná num caminhão dirigido por Granatto e que era escoltado por um veículo Renault Sandero, onde estavam pai e filho. Ao chegar num galpão que a polícia investigava como sendo depósito de drogas, foi dada voz de prisão ao trio. No local estava escondido o restante da cocaína.

A partir dessa apreensão, a polícia descobriu que Geraldo Pocobi Filho continuou a atuar na exportação de drogas para a Europa, por meio de duas empresas de fachada sediadas em Valença, no Sul da Bahia, e que tinham sido desativadas por terem ido à falência. Nelas, segundo a polícia, nem havia funcionários.

As empresas eram de uma família só. A Braneg Comércio de Produtos Agrícolas está registrada na Receita Federal em nome de Jasson Fonseca Braga e Tania Maria Azevedo Negrão Braga, e a Luzeiro Serviços e Consultoria Ltda., que pertence a Tarcísio Jesus Negrão Braga e a Érika Couto Lourenço Braga.

Por meio delas, Geraldo Pocobi Filho enviava cocaína camuflada em embalagens de polpas de frutas de Valença para a Bélgica, de onde era distribuída na Europa. Pocobi Filho chegou às empresas por meio de um despachante, o qual convenceu os donos a alugá-las ao traficante. A família Braga responderá por associação criminosa.

Venda
Para a polícia, as operações do traficante demonstram grande poder de negociação com criminosos. Em cada carregamento, eram enviadas de 600 a 800 quilos de cocaína, comprada no Brasil por R$ 15 mil o quilo e vendida na Europa por 40 mil euros a mesma quantia.

Depois de preso em Camaçari, em 2016, Geraldo Pocobi Filho conseguiu na Justiça a prisão domiciliar, alegando que tinha de cuidar de uma filha de 12 anos. Mas foi preso de novo em agosto de 2017, tentando embarcar para São Paulo com o nome falso. Nessa quinta, a prisão se deu por lavagem de dinheiro.

Além de gastar com imóveis, ele simulava a compra de obras de arte, conforme comprovantes de pagamentos feitos e empresas do ramo. Nas casas dele, no entanto, não foram localizadas obras, nem armas ou dinheiro, apenas canetas avaliadas em R$ 3 mil cada, joias e outros objetos de valor.

A Justiça decretou o sequestro de 10 imóveis ligados ao traficante e de todos os valores em contas bancárias. Pocobi Filho, o pai, a esposa e o motorista estão na Cadeia Pública de Salvador, na Mata Escura. O CORREIO não conseguiu localizar os advogados deles e nem os da família Braga.

Correio

Preso que escapou da cadeia no RJ se muda para a Bahia, onde atuava como advogado

 

Após fugir da cadeia, um traficante do Morro da Serrinha, que fica em Madureira, na Zona Norte do Rio, se mudou para a Bahia tentar recomeçar a vida. Como o RJ2 desta quarta-feira (1º) mostrou, ele estudou, se formou em Direito e até conseguiu passar na prova da Ordem dos Advogados do Brasil.

Anderson Luiz Moreira da Costa virou Adson Moreira de Menezes. O mesmo rosto, mas fichas criminais bem diferentes. As impressões digitais confirmaram o que a polícia já suspeitava. Os dois homens são a mesma pessoa.

Quando era Anderson, o homem chefiava o tráfico do Morro da Serrinha. Isso ocorreu entre a década de 1990 e início dos anos 2000. Na comunidade, ele era conhecido como “Espinha”, por causa de uma cicatriz na barriga.

“Além de tráfico de drogas, ele também tem passagem por latrocínio e por porte de armas. Aí, denota-se que era uma pessoa violenta”, contou a delegada titular da 77ª DP (Icaraí), Raíssa Celles.

Anderson cansou de fugir da polícia do Rio. Depois de fugir da prisão, juntou dinheiro, arranhou documentos falsos e sumiu. Por mais de dez anos, ele se escondeu em Salvador, capital da Bahia.

Já como Adson, Anderson abriu negócios: um restaurante, uma loja de instrumentos musicais e outra de peças de motos.

“A gente identificou que na Bahia ele fez faculdade de Direito, se formou e atuava como advogado com OAB, legalmente retirada no estado da Bahia”, explicou a delegada.

O falso Adson chegou a ser aprovado num concurso público como estagiário de uma penitenciária baiana. Em 2019, o homem terminaria uma pós-graduação em Ciências Criminais, e pretendia dar aulas em universidades.

Anderson foi preso por agentes da 77ª DP (Icaraí). Ele tinha em seu nome três mandados de prisão por latrocínio e tráfico.

G1

Setor de serviços e comércio criaram 75% das vagas de trabalho intermitente e parcial após reforma trabalhista

Desde a entrada em vigor da reforma trabalhista, o setor de serviços e o comércio foram responsáveis por mais de 75% das vagas criadas nas modalidades de trabalho intermitente e regime parcial. É o que mostra levantamento feito pelo G1 com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho (MTE).

Os números apontam ainda que a criação de vagas nas novas modalidades regularizadas pela reforma representam cerca de 7% do total de 392 mil postos abertos no país neste ano – abaixo da previsão inicial do governo, que tinha a expectativa de que a reforma criasse dois milhões de empregos em 3 anos.

O trabalho intermitente ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período trabalhado. Já o regime de trabalho parcial é aquele em que o empregado tem até 30 horas semanais de serviço contratado.

 De novembro de 2017, quando a reforma entrou em vigor, até junho de 2018, foram criadas 35 mil vagas de trabalho nessas duas modalidades – sendo 26 mil concentradas no setor de serviços e no comércio. Já o setor da indústria criou 4,1 mil vagas (11%), enquanto a construção abriu 3,6 mil (10%).
Isoladamente, o setor de serviços lidera a criação de postos intermitentes e em regime parcial. No período analisado, o setor criou 8,5 mil vagas de trabalho intermitente e 7,4 mil em regime parcial. O número significa que, de todas as vagas criadas nessas duas modalidades de trabalho, 45% foram no setor de serviços.
 Já o comércio, sozinho, representa uma fatia de 30% do total de vagas de trabalho intermitente e em regime parcial criadas desde a reforma trabalhista.
G1

Pichação vermelha coloca Supremo em alerta

A pichação com tinta vermelha na área externa do salão branco do Supremo Tribunal Federal, feita na terça-feira passada por manifestantes favoráveis ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso na Lava Jato, aumentou a preocupação da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, com a segurança das instalações da Justiça.

Cármen Lúcia teme que, em pelo menos duas ocasiões próximas, novos atos de vandalismo possam ser praticados. O primeiro, em 15 de agosto, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), último dia do prazo para registro de candidaturas. Depois, no dia da posse do ministro Dias Toffoli na presidência do STF, em meados de setembro, na solenidade que tradicionalmente reúne chefes de Poderes e autoridades. A presidente do STF também já teve a fachada do prédio onde mantém um apartamento em Belo Horizonte pichado com tinta vermelha, em abril, por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

O assunto deve ser tema de reunião, nesta semana, a ser realizada com representantes dos órgãos que cuidam da segurança da Esplanada dos Ministérios. Este é um assunto que preocupa não só o STF, mas também o Palácio do Planalto, o governo do Distrito Federal e o Congresso.

Possíveis manifestações também despertaram atenção de integrantes do TSE, cuja equipe de segurança está monitorando a questão. No Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também presidido por Cármen, os vigilantes foram orientados a redobrar os cuidados após o ato de vandalismo no Supremo.

Após o relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, afirmar que sua família tem sofrido ameaças, Cármen autorizou o aumento do número de agentes para escolta permanente do colega. Atualmente, 110 magistrados estão sob ameaça no País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Correio

Avião de pequeno porte cai no aeroporto Campo de Marte, em SP; piloto morre

Um avião de pequeno porte caiu por volta das 18h na pista do aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. O piloto da aeronave morreu após ficar preso nas ferragens, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Outras seis pessoas foram socorridas com vida para hospitais da capital.

No total, havia sete pessoas a bordo da aeronave. Uma das vítimas foi socorrida com o apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar, e levada ao Hospital das Clínicas. As outras foram para a Santa Casa de Misericórdia, para o hospital São Camilo e para prontos-socorros da região central e da zona oeste da cidade. As informações iniciais apontavam que os sobreviventes foram socorridos com quadros de traumatismo craniano e de abdômen.

O avião de prefixo PP-SZN, vinha de Videira, em Santa Catarina, quando arremeteu duas vezes e acabou caindo na pista de ponta cabeça. Após cair, a aeronave sofreu uma explosão e pegou fogo.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionados às 18h20 e oito carros da corporação foram enviados ao local para controlar o fogo da explosão da aeronave.

No início da noite, ainda era possível ver o trabalho das equipes de resgate que espalharam espuma na pista para evitar que o fogo se propagasse com um possível derramamento de combustível.

“A queda fez com que o avião ficasse totalmente retorcido, dificultando a retirada das vítimas. O piloto e mais uma vítima que estava na cabine foram retirados depois de uma hora de resgate. Esse passageiro foi levado para o Hospital das Clínicas pelo helicóptero Águia da Polícia Militar” disse o porta-voz dos bombeiros, capitão Marcos Palumbo.

Consta no registro da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que a aeronave é um bimotor turboélice BE9L, fabricado em 2008 pela Hawker Beechcraft, com capacidade para sete passageiros. O bimotor é de propriedade da empresa de embalagens Videplast, com sede no município catarinense.

Segundo Eliandro  Pazin, sócio da empresa, o piloto do avião, que morreu, é Antonio Traversi. Os sobreviventes são Nereu Denardi e Geraldo Denardi —sócios da empresa—, Aguinaldo Nunes, Agnaldo Crippa, Bene Souza e Enzo Denardi (filho de Nereu).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o avião arremeteu duas vezes antes de cair, o que alertou a equipe de socorro do Campo de Marte para se posicionar antes da queda da aeronave.

“A equipe dos bombeiros da Aeronáutica no Campo de Marte foi essencial para controlar o fogo e não permitir que as chamas atingissem as vítimas no interior do avião”, afirmou o porta-voz da corporação.

Por volta das 20h, o movimento no aeroporto já era menor.

Em nota a FAB (Força Aérea Brasileira) informou que investiga as causas do acidente. Uma equipe foi enviada ao Campo de Marte para fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter visto queda. Até que a perícia seja feita não é possível apontar as causas do acidente.

O aeroporto registrou acidentes graves nos últimos anos. A última grande tragédia foi em 2016, um monomotor com sete pessoas a bordo caiu em cima de uma casa logo após decolar do Campo de Marte, rumo ao Rio de Janeiro. Entre as vítimas, estava um ex-presidente da Vale, Roger Agnelli. Os moradores da casa atingida fugiram pelos fundos e não sofreram ferimentos graves.

Em 2007, outra aeronave que acabara de decolar também caiu sobre uma casa, deixando oito mortos, incluindo um bebê.

 

folha

Ministro do STF suspende execução de condenação bilionária da Petrobras

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal

O ministro Dias Toffoli, à frente do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta semana de recesso, concedeu nesta sexta-feira (27) uma liminar para suspender a execução imediata de uma decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) que condenou a Petrobras a pagar cerca de R$ 17 bilhões a seus empregados.

Toffoli atendeu a um pedido feito pela estatal nesta quinta (26). Segundo a empresa, o caso em que foi condenada —que discutia sua política remuneratória em vigor desde 2007— envolve 51 mil funcionários em 47 ações coletivas e mais de 7.000 ações individuais.

A Petrobras afirmou que, se a liminar não fosse concedida, teria de fazer um imediato provisionamento de R$ 900 milhões para os processos em fase de execução, o que poderia gerar dano irreparável, pois ainda cabia recurso ao Supremo.

Toffoli destacou que, mesmo antes da publicação do acórdão do TST, a decisão já começou a ser executada, o que se mostra açodado, principalmente porque há matéria constitucional em disputa, o que pode vir a gerar um recurso extraordinário para ser julgado no STF.

“Tenho por presente a circunstância excepcional a admitir a instauração da jurisdição desta Corte sobre a matéria, pois o TST determinou a tomada de medidas tendentes à execução de julgado cujo acórdão sequer foi publicado e, ainda, sem nem mesmo aguardar o decurso de prazo para a interposição de outros recursos, em face daquela decisão”, escreveu o ministro.

“Como se não bastasse, são notórios os efeitos econômicos que a implementação dessa decisão poderá acarretar aos cofres da requerente [Petrobras], a justificar que se aguarde o pronunciamento desta Suprema Corte sobre a matéria, antes de proceder-se à liquidação do julgado proferido pelo TST”, afirmou.

A Petrobras perdeu a causa no TST em junho, por um placar apertado de 13 votos a 12. Os ministros julgaram a fórmula de cálculo prevista na RMNR (Remuneração Mínima de Nível e Regime), instituída em 2007, quando houve uma mudança na política trabalhista da estatal para equalizar salários de diferentes categorias.

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