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:: 1/dez/2017 . 13:14

Ilheense dorme na fila por atendimento médico no bairro Nossa Senhora da Vitória

A cena acima virou corriqueira na unidade de saúda de família do bairro Nossa Senhora da Vitória, na zona sul de Ilhéus. Quem precisa e quer ser atendido por lá tem de chegar cedo, às vezes ainda na madrugada.

A falta de médicos durante a semana obriga a população a fazer filas quando está previsto o atendimento. O cenário põe por terra o discurso de prioridade que o governo do prefeito Mário Alexandre pregava na campanha eleitoral do ano passado.

Para desviar da culpa, o prefeito alega a herança maldita recebida. Mas já fazem 11 meses, mais de 330 dias de gestão. Em todo esse tempo, algum sinal de melhora já deveria ter sido mostrado à população.

 

Com Informações de IlhéusEmResumo.

TSE vai implantar o voto impresso nas eleições de 2018

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que irá implantar o voto impresso a partir das eleições do ano que vem. Neste primeiro teste a medida valerá para apenas 5% do total de urnas, cerca 30 mil unidades.

O eleitor votará normalmente na urna eletrônica, que irá emitir o voto impresso; o cidadão confere o voto e deposita em uma urna física, que poderá ser consultada em caso de suspeita para recontagem de votos. Ao todo, o Brasil utiliza 600 mil urnas eletrônicas nas eleições.

Substituir todas as unidades por modelos capazes de imprimir um comprovante custaria cerca de R$ 2 bilhões. O TSE não tem esse recurso e o governo passa por um período de corte dos gastos.
A medida polêmica foi adotada após pressão interna de alguns setores do governo e do Congresso Nacional.

O movimento pelo voto impresso é baseado em argumentos genéricos de que o voto impresso daria mais segurança ao processo eleitoral, embora na história recente do Brasil não exista nenhuma suspeita fundamentada de fraude.

O voto impresso é adotado em países como a Venezuela, onde 50% dos votos são recontados manualmente.

Porto Seguro: TCM determina que MPF e MP-BA formulem representação contra prefeita

A prefeita de Porto Seguro, Cláudia Oliveira, afastada pela Operação Fraternos, deverá pagar multa de R$20 mil por conta de irregularidades na contratação de empresa para prestação de serviços de transporte de alunos da rede municipal em 2013. A decisão foi do Tribunal de Contas dos Municípios, que determinou a formulação de representação ao Ministério Público do Estado (MP-BA) e Federal (MPF), bem como notificação à Polícia Federal para que adotem as medidas cabíveis por conta da possível prática de ato de improbidade administrativa. De acordo com a relatoria do TCM, a Empresa Coletivo União foi contratada ao custo de R$8,2 milhões para prestação de serviços de transporte, entretanto por conta dos termos aditivos, ocorreram sucessivas prorrogações e aditamentos ao valor original. Desta forma, a prefeita promoveu pagamentos à empresa no montante total de R$36,8 milhões, valor quatro vezes maior do que o licitado.

Após reforma, sindicatos passam a cobrar para homologar rescisão

A reforma trabalhista, em vigor desde o dia 11, acabou com a necessidade de homologar rescisões de contratos de trabalho nos sindicatos. Algumas entidades, no entanto, mantiveram o serviço e, em alguns casos, passaram a cobrar por ele. As empresas pagam a taxa.

A reforma derrubou um trecho da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) que proibia a cobrança de taxa pela homologação de rescisão e permitiu expressamente que ela seja feita na empresa, e não mais no sindicato.

A homologação é feita para conferir se os direitos -férias, décimo terceiro salário proporcional, multa- foram pagos da maneira correta pela empresa. Manter o serviço é uma das principais demandas sindicais depois da implementação da reforma trabalhista.

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo (SEC-SP), ligado à UGT (União Geral dos Trabalhadores), continua praticando a homologação das rescisões e cobra uma taxa de R$ 35 das empresas.

A UGT afirma que a cobrança foi decidida em acordo com os empresários.

“A empresa é quem deve pagar, o trabalhador já está pagando com o emprego dele”, diz Ricardo Patah, presidente da UGT e do SEC-SP.

“É um serviço que custa caro, e agora podemos cobrir uma parte desse custo.”

O imposto sindical, extinto pela reforma, hoje representa 30% do orçamento do SEC-SP, de acordo com Patah, e a cobrança de uma taxa para homologar rescisões ajuda a recuperar essa verba.

No Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem de São Paulo, ligado à Força Sindical, o valor cobrado para a homologação é de R$ 60. A entidade diz que as empresas preferem pagar para garantir que não haverá passivo trabalhista depois.

PIB cresce 0,1% no 3º trimestre, na terceira alta seguida

Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na terceira alta seguida na comparação com os três meses anteriores. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB alcançou R$ 1,6 trilhão.

 Os economistas ouvidos pelo G1 previam uma variação do PIB maior no terceiro trimestre. No entanto, eles ressalvam que a variação de 0,1% no período foi compensada por uma revisão no resultado do PIB acima das expectativas.

“O 0,1% espantou um pouco, mas é preciso ter cuidado nessa análise, porque o IBGE revisa bem as contas no terceiro trimestre e isso mudou bem a dinâmica trimestral”, afirma Alessandra Ribeiro, economista da Tendências, que projetava uma alta de 0,4%.

Por rotina, o IBGE revisou o PIB do primeiro e segundo trimestres. Em vez do crescimento de 0,2% no período de abril a junho, o avanço foi de 0,7%. Já no primeiro, o crescimento foi de 1,3%, ao contrário do 1% anteriormente divulgado.

Entre os setores da economia, indústria e serviços avançaram, enquanto a agricultura registrou retração no terceiro trimestre. A indústria cresceu 0,8%, influenciada pelas indústrias de transformação (1,4%) e extrativa (0,2%).

Já o setor de serviços avançou 0,6%, diante do resultado positivo do comércio (1,6%). A expansão já era percebida por empresas e consumidores ouvidos pelo G1 – veja relatos na reportagem especial.

Na contramão, a agropecuária recuou 3%, após uma queda de 2,3% no trimestre anterior e de uma forte alta de 12,9% de janeiro a março.

“A agropecuária foi a grande responsável pelo PIB não ter crescido mais. Caiu porque a gente não tem mais safra da soja e entrou a safra da cana, que está com estimativa de queda. Pelo serviço e pela indústria, a gente teria crescido bem mais”, disse Rebeca de La Rocque Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE.

Segundo ela, ignorando a agropecuária, o crescimento do terceiro trimestre teria ficado entre 0,6% e 0,8%.

G1

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