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:: 2/dez/2017 . 17:59

DATEN inaugura nova fábrica em Ilhéus

A DATEN, uma das companhias líderes na produção nacional de computadores, anuncia a inauguração de sua nova fábrica no polo de informática de Ilhéus (BA). Com mais de 14.000 m² de área construída em um terreno de 26.000 m², a unidade permitirá que a empresa dobre sua capacidade anual de produção. As obras começaram em 2015 e a planta iniciou as operações em setembro de 2017.

“Investimos aproximadamente R$12 milhões para a construção de uma nova fábrica maior e mais moderna com o objetivo de preparar a empresa para a retomada da economia no País e para o reaquecimento do mercado de computadores. Além disso, vamos colaborar ainda mais com o polo de Ilhéus, gerando cerca de 300 empregos diretos até o final do próximo ano – 120% a mais do que na unidade antiga”, explica Christian Dunce, Sócio-Diretor da Daten. A unidade deve gerar ainda aproximadamente 900 empregos indiretos.

A nova planta viabiliza todas as etapas para a montagem do portfólio atual da empresa (Desktops, MiniPCs, Notebooks, AIO e Tablets), envolvendo desde a montagem de suas próprias placas até do produto final. A unidade ainda possui uma área completa de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) que tem como objetivo principal o projeto de produtos mais modernos e inovadores, como computadores voltados para o público gamer. A companhia investe 5% do seu faturamento anual para o desenvolvimento de novos produtos. Como parte da estratégia de inovação, a DATEN também reestruturou seu departamento de engenharia, investindo em novas certificações e processos produtivos que conferem produtos com mais qualidade e tecnologia.

Essas mudanças permitirão a ampliação da presença da DATEN no mercado varejista. “Após muitos anos como referência no setor governamental, queremos intensificar a nossa participação nos segmentos de varejo e corporativo. Para isso, precisamos ter uma capacidade produtiva que sustente esse aumento de demanda”, afirma Dunce. A fábrica anterior tinha uma capacidade de produção anual de 150 mil equipamentos. Já a nova planta começará com a capacidade para produzir cerca de 300 mil computadores por ano.

A relação com o meio ambiente também é uma preocupação da empresa na nova fábrica. A planta possui ISO 14001 e está começando o processo de certificação no Rótulo Ecológico da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), um selo de qualidade ambiental que atesta a sustentabilidade da cadeia de produção.

“Em um cenário altamente competitivo e com players internacionais fortes como é o de equipamentos de informática, estabelecer-se, crescer e chegar a mais de três milhões de computadores vendidos é prova de nosso sucesso. Desde que a DATEN foi criada, muitos competidores entraram e saíram do mercado, e nós conseguimos nos manter em evidência. Agora, com essa unidade, a companhia completa 16 anos, pronta para entrar em uma nova fase de sua história”, diz o executivo.

Sobre a DATENA DATEN é uma das principais fabricantes brasileiras de equipamentos de informática e é referência nacional nos segmentos de varejo, governo e corporativo. Além disso, a empresa é destaque pela sua atuação na área de educação, soluções e outsourcing de workplace. De origem 100% brasileira, chegou ao mercado em 2001 e rapidamente destacou-se na produção e venda de computadores desktops e notebooks. Com fábrica no polo de tecnologia de Ilhéus (BA), a DATEN é reconhecida, também, pela excelência na produção de seus equipamentos e oferece aos clientes qualidade diferenciada em produtos e serviços, além de componentes e programas de parceiros consagrados mundialmente, como Intel e Microsoft. A fabricante possui diversas certificações, como: ISO 9001, ISO 14001, HCL Microsoft e Linux, EPEAT Gold, INMETRO portaria 170, Energy Star & NBR 10152 e DMTF.

PLANIN – Assessoria de Imprensa da DATEN

Empresas querem passagem a R$ 3,50 em Ilhéus

Chegou dezembro e, com ele, o verão, cidade cheia e ele, o temido, odiado, mas certo aumento da tarifa do transporte coletivo de Ilhéus. O último reajuste foi no fim de 2016, que elevou a passagem de R$ 2,80 para R$ 3,10.

O ILHÉUS EM RESUMO apurou que as empresas que operam o serviço em Ilhéus, Viametro e São Miguel, querem uma tarifa nada modesta, de R$ 3,50. Alegam prejuízos, sobretudo com os contínuos reajustes do preço do diesel.

Como acontece todo ano, o reajuste sempre acaba virando uma novela. Acontecem protestos, reuniões às escuras do conselho de transportes, mas o aumento sempre é concedido às empresas, sob as mesmas condições de sempre: melhoria do serviço.

Quem usa ônibus em Ilhéus, no entanto, sabe que essas condições nunca são cumpridas, ao contrário do reajuste.

 

IlheusemResumo.

Justiça bloqueia R$ 1,7 mi de ex-prefeita e mais 3 por superfaturamento de 951%

A Justiça Federal na Bahia decretou o bloqueio de cerca de R$ 1,7 milhão da ex-prefeita do município de Jussari (BA), Neone Simões Barboza (PP), do engenheiro da prefeitura, Marcos Alan Ribeiro de Farias, da empresa Galvão Administração e Serviços de Obras e de seu proprietário, Cláudio da Silva Galvão. Jussari é um município com menos de 10 mil habitantes e um IDH muito baixo, localizado na região de Ilhéus, a 500 quilômetros da capital Salvador. O pedido de bloqueio foi apresentado pelo Ministério Público Federal em ação de improbidade movida contra Neone e os outros citados por suposto desvio de verbas da saúde em 2012. Na ocasião, Jussari firmou contrato com a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para “a realização de melhorias e ampliação dos sistemas de abastecimento de água do município”. “As condutas dos réus, que concorreram para a prática dos atos de improbidade, foram individualizadas e detalhadas na ação, assim como os valores que cada um deve ressarcir ao erário, na medida de suas responsabilidades”, destaca a Procuradoria. O valor para a execução das obras era de cerca de R$ 2 milhões. De acordo com o termo de compromisso firmado, foram repassados R$ 823 mil para a obra. No entanto, apesar da liberação dos recursos, as obras não foram realizadas e a prefeitura não prestou contas dos recursos recebidos. Do valor repassado, R$ 540 mil reais foram pagos à empresa contratada, mas a perícia técnica apontou que os serviços efetivamente realizados correspondem a apenas R$ 51 mil e, ainda assim, esses foram executados em desacordo com os projetos e as especificações técnicas aprovadas, tendo sido também empregado material de má qualidade. De acordo com a ação do Ministério Público Federal, foi provado que “apesar dos poucos itens executados/iniciados, sem qualquer funcionalidade ou serventia, não houve o atingimento útil, ainda que parcialmente, do objeto do termo de compromisso”.

Estadão Conteúdo

MPT pede expropriação de fazenda flagrada com 18 escravos

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou nesta sexta-feira (1º/12) com ação na Justiça pedindo indenização de R$1,36 milhão e a expropriação da fazenda Vitória, no município de Ribeirão do Largo, no sudoeste da Bahia. No local, força-tarefa da Comissão Estadual para a Erradicação do Trabalho Escravo da Bahia flagrou na última segunda-feira (27/11) um grupo de 19 lavradores mantidos em condições análogas à de escravos. Deles, 18 foram resgatados e o outro, uma espécie de chefe empreiteiro, ainda está com sua situação sob análise. Eles foram resgatados, levados até suas casas e já receberam as guias para receber seguro-desemprego por três meses, além dos valores da rescisão do contrato de trabalho, que totaliza pouco mais de R$45 mil. A indenização pedida pelo MPT é para a sociedade, por danos morais coletivos, e também para cada uma das vítimas, os danos morais individuais. Os donos da fazenda se dispuseram a pagar o valor das rescisões, o que foi feito ontem (30/11), no Fórum do município de Itambé, onde residem os resgatados. Na ação, o procurador do MPT Ilan Fonseca também pede que os proprietários da fazenda indenizem cada trabalhador resgatado em mais R$20 mil por danos morais individuais. Além disso, há um pedido de condenação de pagamento de R$1 milhão por danos morais coletivos. Mas o principal item da peça processual apresentada pelo procurador do MPT Ilan Fonseca, que participou diretamente da operação de resgate, é o compromisso de cumprimento de uma série de normas de trabalho daqui em diante. A força-tarefa contou com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT), da Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho do Brasil (MTB) e da Secretaria da Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social do Estado (SJCDH), com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Depois de fazerem a inspeção e retirarem o grupo de trabalhadores da fazenda, na segunda-feira (27/11), eles fizeram todo o atendimento para cadastrar as vítimas e garantir benefícios, como o seguro desemprego por três meses, o fornecimento de cestas básicas pela Secretaria de Assistência Social do Município e o posterior monitoramento da situação socioeconômica dos trabalhadores pelo Governo do Estado. Na sexta-feira, após serem contatados por advogados dos proprietários da fazenda Vitória, foram convocados todos os 18 resgatados para receber o valor correspondentes aos dias trabalhados, às férias proporcionais e ao décimo terceiro proporcional, além do aviso prévio. As rescisões variaram de R$1.900 a pouco mais de R$4 m, totalizando R$45,5 mil. O MPT chegou a propor um acordo para que a empresa quitasse imediatamente o dano moral individual, mas os advogados pediram mais tempo. “A ação não impede a fazenda de nos procurar e propor um acordo, que, se aceito, poderá ser homologado na Justiça, evitando todo o desgaste de uma ação judicial”, informou Ilan Fonseca, que apresentou a ação à Vara do Trabalho de Itapetinga pouco depois de expirado o prazo até as 18h do dia 30 de novembro dado aos advogados da fazenda para se posi cionar sobre a assinatura de um termo de ajuste de conduta. A primeira audiência está marcada para 1º de março. Os agentes públicos chegaram à propriedade encontraram uma situação de degradância da condição humana de 19 homens, que trabalhavam na roçagem de terreno e no manejo de gado. Desses, só um tinha carteira de trabalho assinada. Os trabalhadores dormiam em casas sem energia, água encanada, banheiros e sem acesso a água potável. Além disso, trabalhavam sem qualquer tipo de proteção como luvas, máscaras para aplicação de defensivos agrícolas, que eram armazenados o mesmo local em que dormiam. As camas também eram improvisadas, feitas pelos próprios trabalhadores, que levavam de casa colchões e roupas de cama. A alimentação e o local para as refeições também não eram garantidos. PL



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