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Pichação vermelha coloca Supremo em alerta

A pichação com tinta vermelha na área externa do salão branco do Supremo Tribunal Federal, feita na terça-feira passada por manifestantes favoráveis ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado e preso na Lava Jato, aumentou a preocupação da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, com a segurança das instalações da Justiça.

Cármen Lúcia teme que, em pelo menos duas ocasiões próximas, novos atos de vandalismo possam ser praticados. O primeiro, em 15 de agosto, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), último dia do prazo para registro de candidaturas. Depois, no dia da posse do ministro Dias Toffoli na presidência do STF, em meados de setembro, na solenidade que tradicionalmente reúne chefes de Poderes e autoridades. A presidente do STF também já teve a fachada do prédio onde mantém um apartamento em Belo Horizonte pichado com tinta vermelha, em abril, por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

O assunto deve ser tema de reunião, nesta semana, a ser realizada com representantes dos órgãos que cuidam da segurança da Esplanada dos Ministérios. Este é um assunto que preocupa não só o STF, mas também o Palácio do Planalto, o governo do Distrito Federal e o Congresso.

Possíveis manifestações também despertaram atenção de integrantes do TSE, cuja equipe de segurança está monitorando a questão. No Conselho Nacional de Justiça (CNJ), também presidido por Cármen, os vigilantes foram orientados a redobrar os cuidados após o ato de vandalismo no Supremo.

Após o relator da Lava Jato, ministro Edson Fachin, afirmar que sua família tem sofrido ameaças, Cármen autorizou o aumento do número de agentes para escolta permanente do colega. Atualmente, 110 magistrados estão sob ameaça no País. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Correio

Avião de pequeno porte cai no aeroporto Campo de Marte, em SP; piloto morre

Um avião de pequeno porte caiu por volta das 18h na pista do aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo. O piloto da aeronave morreu após ficar preso nas ferragens, de acordo com o Corpo de Bombeiros. Outras seis pessoas foram socorridas com vida para hospitais da capital.

No total, havia sete pessoas a bordo da aeronave. Uma das vítimas foi socorrida com o apoio do helicóptero Águia, da Polícia Militar, e levada ao Hospital das Clínicas. As outras foram para a Santa Casa de Misericórdia, para o hospital São Camilo e para prontos-socorros da região central e da zona oeste da cidade. As informações iniciais apontavam que os sobreviventes foram socorridos com quadros de traumatismo craniano e de abdômen.

O avião de prefixo PP-SZN, vinha de Videira, em Santa Catarina, quando arremeteu duas vezes e acabou caindo na pista de ponta cabeça. Após cair, a aeronave sofreu uma explosão e pegou fogo.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionados às 18h20 e oito carros da corporação foram enviados ao local para controlar o fogo da explosão da aeronave.

No início da noite, ainda era possível ver o trabalho das equipes de resgate que espalharam espuma na pista para evitar que o fogo se propagasse com um possível derramamento de combustível.

“A queda fez com que o avião ficasse totalmente retorcido, dificultando a retirada das vítimas. O piloto e mais uma vítima que estava na cabine foram retirados depois de uma hora de resgate. Esse passageiro foi levado para o Hospital das Clínicas pelo helicóptero Águia da Polícia Militar” disse o porta-voz dos bombeiros, capitão Marcos Palumbo.

Consta no registro da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que a aeronave é um bimotor turboélice BE9L, fabricado em 2008 pela Hawker Beechcraft, com capacidade para sete passageiros. O bimotor é de propriedade da empresa de embalagens Videplast, com sede no município catarinense.

Segundo Eliandro  Pazin, sócio da empresa, o piloto do avião, que morreu, é Antonio Traversi. Os sobreviventes são Nereu Denardi e Geraldo Denardi —sócios da empresa—, Aguinaldo Nunes, Agnaldo Crippa, Bene Souza e Enzo Denardi (filho de Nereu).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o avião arremeteu duas vezes antes de cair, o que alertou a equipe de socorro do Campo de Marte para se posicionar antes da queda da aeronave.

“A equipe dos bombeiros da Aeronáutica no Campo de Marte foi essencial para controlar o fogo e não permitir que as chamas atingissem as vítimas no interior do avião”, afirmou o porta-voz da corporação.

Por volta das 20h, o movimento no aeroporto já era menor.

Em nota a FAB (Força Aérea Brasileira) informou que investiga as causas do acidente. Uma equipe foi enviada ao Campo de Marte para fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter visto queda. Até que a perícia seja feita não é possível apontar as causas do acidente.

O aeroporto registrou acidentes graves nos últimos anos. A última grande tragédia foi em 2016, um monomotor com sete pessoas a bordo caiu em cima de uma casa logo após decolar do Campo de Marte, rumo ao Rio de Janeiro. Entre as vítimas, estava um ex-presidente da Vale, Roger Agnelli. Os moradores da casa atingida fugiram pelos fundos e não sofreram ferimentos graves.

Em 2007, outra aeronave que acabara de decolar também caiu sobre uma casa, deixando oito mortos, incluindo um bebê.

 

folha

Ministro do STF suspende execução de condenação bilionária da Petrobras

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal

O ministro Dias Toffoli, à frente do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta semana de recesso, concedeu nesta sexta-feira (27) uma liminar para suspender a execução imediata de uma decisão do TST (Tribunal Superior do Trabalho) que condenou a Petrobras a pagar cerca de R$ 17 bilhões a seus empregados.

Toffoli atendeu a um pedido feito pela estatal nesta quinta (26). Segundo a empresa, o caso em que foi condenada —que discutia sua política remuneratória em vigor desde 2007— envolve 51 mil funcionários em 47 ações coletivas e mais de 7.000 ações individuais.

A Petrobras afirmou que, se a liminar não fosse concedida, teria de fazer um imediato provisionamento de R$ 900 milhões para os processos em fase de execução, o que poderia gerar dano irreparável, pois ainda cabia recurso ao Supremo.

Toffoli destacou que, mesmo antes da publicação do acórdão do TST, a decisão já começou a ser executada, o que se mostra açodado, principalmente porque há matéria constitucional em disputa, o que pode vir a gerar um recurso extraordinário para ser julgado no STF.

“Tenho por presente a circunstância excepcional a admitir a instauração da jurisdição desta Corte sobre a matéria, pois o TST determinou a tomada de medidas tendentes à execução de julgado cujo acórdão sequer foi publicado e, ainda, sem nem mesmo aguardar o decurso de prazo para a interposição de outros recursos, em face daquela decisão”, escreveu o ministro.

“Como se não bastasse, são notórios os efeitos econômicos que a implementação dessa decisão poderá acarretar aos cofres da requerente [Petrobras], a justificar que se aguarde o pronunciamento desta Suprema Corte sobre a matéria, antes de proceder-se à liquidação do julgado proferido pelo TST”, afirmou.

A Petrobras perdeu a causa no TST em junho, por um placar apertado de 13 votos a 12. Os ministros julgaram a fórmula de cálculo prevista na RMNR (Remuneração Mínima de Nível e Regime), instituída em 2007, quando houve uma mudança na política trabalhista da estatal para equalizar salários de diferentes categorias.

‘Se eu tivesse chegado antes também teria morrido’, diz pai de babá morta por caminhão

A tragédia da manhã de terça-feira (17) insiste em não terminar no bairro do Trobogy. Na tarde de quinta-feira (19), os corpos da duas vítimas, entre os seis atropeladas por um caminhão desgovernado, foram enterrados no cemitério Bosque da Paz, a 500 metros do local do acidente. A babá Vanessa Brito Santos, 28 anos, foi sepultada às 16h. Já o corpo do porteiro Elinaldo Gonçalves, 53, foi enterrado às 16h30.

Centenas de familiares, amigos e vizinhos das vítimas participaram da cerimônia. O pai de Vanessa, Valmir Santos, esteve no local. Bastante abalado, ele falou sobre o último contato com a filha. “Vanessa estava me esperando, porque eu ia dar carona para ela até a Paralela. Eu tinha falado com ela um pouco antes da tragédia acontecer. Se eu tivesse chegado antes, acho que também teria morrido”, lamentou.

A família de Vanessa ainda não sabe como dizer à filha dela, uma menina de 4 anos, que a mãe morreu. Segundo parentes da vítima, desde o dia da tragédia, a criança está na casa de uma tia. A garota pergunta pela mãe e pede para falar ao telefone com ela.

A amiga da babá, Tamile Brito, 24, contou que a família está em choque. “A filha dela não sabe do que aconteceu ainda e a família está vendo como vai contar”, disse. Vanessa era a filha do meio de três irmãos e estava casada há oito anos.

Após o sepultamento de Vanessa, os parentes dela se despediram dos familiares de Elinaldo, sepultado 30 minutos depois. A ex-mulher dele, a professora Marilene Silva, disse que recebeu a notícia da morte do ex-marido por uma rede social. “Eu fiquei sem acreditar quando vi que era ele. Apesar de estar separada, sempre mantive uma relação de amizade com Elinaldo, porque ele era um homem do bem, honesto e educado. Ontem, eu perdi meu chão”, disse.

Protesto
Após o enterro das vítimas, os moradores do bairro realizaram um protesto no local onde aconteceu o acidente para pedir justiça. A dona de casa Maria do Carmo disse que é comum que acidentes ocorram na região. “Eles [motoristas] passaram aqui com pressa e arrancando tudo. Dessa vez, levaram duas pessoas e deixaram várias vítimas. Queremos justiça e vamos lutar para colocar o motorista que fez isso na prisão”, disse.

Os manifestantes fecharam a Rua Mocambo com madeira e entulho. O protesto durou pouco mais de 30 minutos. Policiais militares negociaram o fim da manifestação. O protesto afetou todo o trânsito da região. De acordo com a Superintendência de Trânsito (Transalvador), o fluxo foi normalizado no início da noite.

A 10ª Delegacia Territorial (Pau da Lima) solicitou a realização de laudos que irão auxiliar na elucidação da tragédia em que um caminhão desgovernado atropelou seis pessoas e matou duas delas em um ponto de ônibus na Rua do Mocambo, no Trobogy.

De acordo com informações da assessoria da Polícia Civil, foram solicitados os laudos periciais do local – que inclui análise do veículo – e os exames cadavéricos. O Departamento de Perícia Técnica (DPT) tem o prazo mínimo de 30 dias para a conclusão das perícias.

O delegado já encerrou as oitivas com as testemunhas. De acordo com a Polícia Civil, as testemunhas do acidente e o motorista foram ouvidos pelo delegado titular da 10ª Delegacia, Antônio Fernando Soares do Carmo. O CORREIO tentou entrar em contato com ele, mas não obteve respostas até o fechamento desta matéria.

Entenda o acidente
Um caminhão desgovernado atropelou seis pessoas, por volta das 6h40 desta terça-feira (17), na Rua Mocambo, no bairro do Trobogy – uma das vítimas morreu no local e a outra morreu no Hospital do Subúrbio, cinco horas depois da tragédia. O motorista do veículo, que transportava entulhos, perdeu o controle da direção, subiu na calçada, invadiu um ponto de ônibus e só parou dentro de um posto de combustível.

De acordo com testemunhas, o caminhão trafegava pela Avenida Aliomar Baleeiro, sentido Paralela, em alta velocidade. Após entrar em uma curva, na Rua Mocambo, em frente à igreja Universal, o motorista teria perdido o controle após desviar de um coletivo. O caminhão então invadiu o ponto de ônibus em frente ao posto de combustível BR, atropelando os pedestres.

Correio

ROTA DO CHOCOLATE FORTALECE TURISMO E NEGÓCIOS DE ILHÉUS

Além da produção de chocolate na região sul do estado, o turismo rural também se constitui numa alternativa para a economia regional. A preservação ambiental garantida pelo cultivo do cacau, que necessita de sombras, e a exuberância da natureza são atrativos para turistas do Brasil e do Exterior.

Para consolidar o turismo rural, o Governo do Estado está implantado a Rota do Chocolate, o primeiro roteiro turístico temático da Bahia, que  abrange os municípios de Ilhéus e Uruçuca e a Rodovia Jorge Amado (Ilheus-Itabuna).

No roteiro, os turistas conhecerão a cultura do cacau e a produção do chocolate, por meio de visitas a fazendas de cacau com acervo histórico-arquitetônico, rios, cachoeiras e áreas de preservação ambiental.

A Fazenda Yrerê, localizada ás margens da rodovia Ilhéus-Itabuna, é um exemplo bem sucedido deste novo processo. A fazenda atrai cerca de 2.500 turistas por ano, que visitam áreas de produção de cacau, do cultivo à colheita, e também degustam o chocolate produzido na fazenda, além de outros produtos regionais, como doces e artesanatos. A Yrerê foi indicada pela Embratur como um dos melhores produtos do segmento turístico no país.

Chocolat Bahia

A valorização do cacau como um produto vital para a economia regional e a produção de chocolate, ganharam visibilidade e impulso com a criação do Festival Internacional do Cacau e do Chocolate, o Chocolat Bahia, que tem o apoio do Governo do Estado e  chega à 10ª edição. Em 2017, o evento  reuniu 80 expositores e 40 marcas de chocolate, com cerca de 60 mil visitantes e R$ 10 milhões  em negócios, números que devem ser superados este ano.

O festival tem desdobramentos durante todo o ano, nos negócios, no surgimento e crescimento de marcas, no estímulo ao empreendedorismo e na divulgação da região cacaueira no Brasil e no exterior. “Essa é uma plataforma de fomento, de geração de emprego e renda, de estímulo à produção, de esperança na retomada do desenvolvimento em bases sustentáveis”, destaca Marco Lessa, que aposta na consolidação de Ilhéus como a Capital Brasileira dos Chocolates Finos, ou Chocolate com Certificado de Origem do Sul da Bahia.

Ilhéus24h

Fake News e o desafio da Justiça Eleitoral nas Eleições de 2018

A reforma eleitoral de 2017, por meio da Lei 13.488, possibilitou o uso mais amplo de ferramentas disponíveis na internet como mecanismo para fomentar a propaganda eleitoral nas próximas eleições, qual seja: o impulsionamento de “posts” por candidatos e partidos políticos.

O mundo virtual é de extrema relevância na atualidade para a propagação de informações, compartilhamento de ideias e opiniões que são acompanhados e vistos, quase que de forma instantânea, pelos usuários da rede com alcance imensurável.

Questiona-se se a internet é um facilitador entre o comunicador e o seu público alvo. E não há sombra de dúvidas quanto a positividade do questionamento. Entretanto, diante da presteza das informações que são lançadas na rede mundial de computadores, surge um provável vilão capaz de macular a imagem de candidatos e partidos políticos nas eleições de 2018: as Fake News.

As notícias falsas, popularmente conhecidas como Fake News, já institui-se como o tema de maior destaque nas eleições que se aproximam, e o seu combate é tratado pela Justiça Eleitoral como o assunto de maior relevância, posto que podem interferir diretamente na disputa eleitoral, desequilibrando o pleito e prejudicando candidatos e partidos.

Para se ter uma ideia, as Fake News estiveram presentes de forma maçica nas recentes eleições presidenciais dos Estados Unidos e da França, que tiveram destaque maior, isto é, mais visualizações que as notícias verdadeiras, impactando assim na decisão dos eleitores no momento da eleição.

Essas notícias tem o condão de influenciar, manipular e até mesmo levar os eleitores a conclusão da posição do adversário ser ou não correta e, em sua forma mais severa seria apresentar de forma contrária os posicionamentos defendidos pelo candidato a um determinado público-alvo de eleitores.

Ocorre que o impulsionamento dessas notícias aparecem ao eleitor com todos os caracteres de fato verídico, além do agravante de ser publicado ou compartilhado por uma fonte respeitada. Porém, ao ser feita uma pesquisa a fundo das matérias percebe-se que tratam-se de Fake News, com o condão exclusivo de desvirtuar a veracidade das informações repassadas e em grande maioria, não se sabe quem foi o financiador de tais notícias.

O grande dilema e a dificuldade que se apresenta para a Justiça Eleitoral é o estudo de uma alternativa eficaz para impedir que as Fakes News tenham tamanha visibilidade. O que se sabe é que os prejuízos trazidos são praticamente irreversíveis e afetam o efetivo exercício da democracia.

Apesar de ter sanções previstas na legislação eleitoral para punir os responsáveis pela propagação de informações falsas, a dificuldade que se encontra é em monitorar e minimizar o alcance delas, pois a partir do momento em que aquela notícia falsa teve uma visibilidade alta pelos eleitores o objetivo do autor da Fake News foi atingido.

Dessa forma, a cooperação entre os diversos órgãos de segurança, as empresas responsáveis por divulgar tais notícias e a justiça eleitoral tem que acontecer de forma célere e unificada, a fim de levar as notícias verdadeiras em forma de propaganda eleitoral ao eleitor para o exercício legítimo do direito de escolha, pilar da nossa democracia.

Seleção da França desfila pelas ruas de Paris com taça da Copa

Orgulho, alegria, sorriso aberto e taça na mão. A delegação da seleção francesa, que conquistou o segundo título mundial após bater a Croácia, por 4×2, desembarcou em Paris nesta segunda-feira (16), para festejar a conquista do bicampeonato mundial ao lado dos torcedores.

Logo ao aterrissar, o avião já denunciava a festa que estava por vir. Da cabine da aeronave, os jogadores exibiram uma enorme bandeira do país. O primeiro a descer na pista do aeroporto Charles de Gaulle foi o goleiro Lloris, capitão da França durante a Copa do Mundo da Rússia. Em seguida, veio o técnico Didier Deschamps que, com a conquista do título mundial, marcou seu nome na história do futebol. Ele se igualou a Zagallo e Beckenbauer e agora é o terceiro ser humano do mundo a ser campeão de uma Copa como atleta e treinador.

A festa seguiu em um carro aberto, que levava toda a equipe francesa em direção à Champs Elysees, uma das avenidas mais famosas de Paris. Lá, eles serão recepcionados por uma multidão. No percurso, os jogadores não desgrudaram da taça e posaram para fotos em redes sociais. Um dos mais animados era Pogba, que agarrou o troféu e animou as pessoas que estavam no caminho.

No local da celebração, aviões “pintaram” o céu de Paris com as cores da bandeira do país, deixando a multidão encantada.

Com a taça de campeão em mãos, o capitão Hugo Lloris foi recebido pelo presidente da França Emmanuel Macron e pela primeira-dama Brigitte Macron, que se divertiu ao lado de Pogba.

Os campeões mundiais receberão a Legião de Honra, a mais alta distinção francesa. A entrega acontecerá nos próximos meses, pelo chefe de Estado, por “serviços excepcionais” à Nação. A honraria, que também foi dada ao time campeão de 1998, serve como recompensa aos cidadãos franceses que se destacam.

Correio

Lotéricas voltam a receber contas de luz após 43 dias; cortes estão suspensos até terça

Após 43 dias acabou neste sábado (14) o sufuco dos consumidores da Coelba para pagar as contas de energia em casas lotéricas da Bahia. Após cumprir recomendação do Ministério Público da Bahia (MP) a concessionária de energia retomou a parceria com a Caixa Econômica neste sábado que teve, em Salvador, movimento tranquilo.

O CORREIO percorreu lotéricas do Barbalho, Lapa, Federação, Plataforma, Comércio e Cabula e em nenhuma havia filas. O motorista Raimundo Neto, de 48 anos, comemorou a decisão. Ele tentou efetuar o pagamento durante a semana e desistiu por conta das filas. Já a aposentada Maria da Glória, 64, disse que não enfrentou filas nas últimas semanas: mas porque sequer se arriscou a sair de casa. Ao saber que o pagamento nas casas lotéricas foi retomado, correu para a estação da Lapa e ficou em dia com suas obrigações.

O acordo entre as duas empresas foi suspenso no dia 1º de julho. A Coelba informou na época que tentou negociações com a Caixa desde o mês de julho de 2017, mas o alto reajuste -de 50,5%- por tarifa arrecadada tornou a manutenção do contrato inviável. O novo formato implementado pela empresa, através de novos pontos de pagamento, além de débito automático e possibilidade de pagamento via internet, gerou filas e reclamação dos consumidores.

A suspensão dos cortes de energia para os consumidores inadimplentes – que também havia sido recomendada pelo Ministério Público da Bahia, segundo a Coelba,  segue valendo até a próxima terça-feira (17). Contudo, a Coelba informou que isso pode mudar após uma reunião marcada para a próxima segunda-feira (17).

O acordo que permitiu o pagamento nas lotéricas foi firmado após de uma série de queixas dos clientes que precisavam aguardar horas nas longas filas para fazer o pagamento dos boletos, e depois que o MPE, a Superintendência de Defesa do Consumidor (Procon-BA) e a Coordenadoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Codecon) também cobraram solução para o problema.

Desde o dia 1º de junho, os boletos de cobrança das contas de luz não estavam sendo mais recebidos nas 792 unidades lotéricas da Bahia. Sobre as contas em atraso, a Coelba ainda não informou se serão cobrados juros e outros encargos dos consumidores.

Em nota, a Coelba disse ainda que entende que a situação gerada se tornou incompatível com a qualidade do serviço e lamentou os transtornos causados. Confira comunicado na íntegra:

Firmado em caráter emergencial, o acordo atende à solicitação da sociedade, assegura ganhos para a Caixa Econômica Federal e para os agentes lotéricos, além de mais opções de pagamento para os clientes. A COELBA entende que a situação gerada se tornou incompatível com a qualidade do serviço essencial prestado pela empresa e lamenta os transtornos causados.

Além do retorno das lotéricas como canais de arrecadação, os mais de 5,8 milhões de clientes da COELBA permanecem contando com outros cerca de 4.000 locais de pagamento, entre rede própria e correspondentes bancários. A empresa também disponibiliza a possibilidade de quitação das faturas on-line, pelo site, aplicativo COELBA ou por meio de débito automático, sem a necessidade de deslocamento do cliente. Em respeito aos consumidores, a concessionária reafirma o compromisso com a qualidade dos serviços.

Correio

Bahia lança roteiro por fazendas de cacau na Estrada do Chocolate em Ilhéus

Um totem em forma de barra de chocolate fincado na BA-262 marca o começo de uma nova rota turística: a Estrada do Chocolate, rodovia estreita que liga Ilhéus ao município de Uruçuca, na Bahia.

O lançamento está previsto para 18 de julho, dia da abertura do Chocolat Festival –10º Festival Internacional do Chocolate e Cacau, realizado todos os anos em Ilhéus.

Na primeira fase, 20 propriedades, na estrada principal e em vicinais, abrirão suas porteiras aos turistas. A ideia é que o circuito cresça e englobe até 50 fazendas.

O Sebrae está dando consultoria aos fazendeiros e capacitando pessoal, informa Marco Lessa, empresário, organizador do festival e principal articulador da rota turística.

O governo do estado investiu R$ 400 mil até agora. Os recursos, segundo Lessa, foram aplicados na sinalização da estrada e na criação de um site e de um aplicativo.

Agora, o objetivo é conquistar parceiros na iniciativa privada para melhorar o acesso a fazendas mais afastadas, onde o asfalto não chega.

Também falta levar sinal de celular à região. “Quero que o turista venha a Ilhéus, mas não fique apenas na praia todos os dias”, afirma Lessa.

O turismo pode ser uma alternativa para salvar a economia da cidade, que desmoronou na década de 1990, depois de as lavouras terem sido dizimadas pela praga conhecida como vassoura-de-bruxa.

De lá para cá, alguns produtores recuperaram as plantações e estão obtendo resultados no mercado de cacau fino, destinado à fabricação de chocolates especiais. Mas o crescimento é lento.

Lessa diz que muita gente “está batendo o pó da calça e se mexendo para mostrar os atrativos das suas fazendas”.

Não são poucos. Casarões centenários impregnados de história, muitos dos quais já serviram de cenário para filme e novela, agora podem ser vistos por dentro. Em alguns, o turista poderá provar pratos da roça, típicos da região —diferentes da culinária baiana dominante no litoral.

As visitas incluem experiências no campo. Será possível acompanhar a colheita —feita há mais de um século manualmente, com facão— e, no meio da floresta, beber o mel do cacau, caldo doce que escorre da polpa da fruta.

Depois, subir nas barcaças onde as amêndoas são secas ao sol, sob telhados que deslizam sobre trilhos, acompanhar as etapas da produção do chocolate e participar de degustações.

O passeio exige calça comprida e botas. Anda-se pelo meio de mata selvagem, já que os pés de cacau são plantados entre árvores nativas, algumas com dezenas de metros de altura. O sistema, conhecido como cabruca, garante a umidade e o sombreamento necessários ao cacaueiro e contribui para a preservação da mata atlântica.

Para acolher a nova demanda turística, a cidade de Ilhéus conta com aeroporto e 10 mil leitos em 60 hotéis, de pequenas pousadas a resorts.

As colheitas anuais de cacau, em maio e novembro, são boas épocas para o passeio.

Quem quiser conhecer todas as fazendas da Estrada do Chocolate deve reservar ao menos dois dias —de Ilhéus a Uruçuca, a rodovia tem 40 quilômetros. Vale a pena esticar o roteiro por mais um dia para conferir também as propriedades na BR-415, estrada que liga Ilhéus a Itabuna.

O agendamento das visitas pode ser feito diretamente com cada fazenda —o escritório da Estrada do Chocolate, no centro de Ilhéus, vai funcionar apenas como central de informações.

Correio

Greve dos caminhoneiros derruba produção da indústria da Bahia em 15%

A indústria baiana sofreu com a greve dos caminhoneiros. Dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (11) apontam que o setor teve um recuo de 15% entre os meses de abril e maio, período em que aconteceu a paralisação. O recuo foi o terceiro maior do país, de acordo com o instituto.

À frente da Bahia, ficam apenas os estados do Mato Grosso (-24,1%) e do Paraná (-18,4%). O estado de Santa Catarina também apresentou recuo de 15%.

De acordo com o IBGE, o resultado de abril/maio foi o terceiro pior para a indústria baiana, na comparação com o ajuste sazonal, da história da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE desde 2002.

Comparando com maio de 2017, a produção industrial também teve uma forte queda (-13,7%), a terceira mais intensa dentre as áreas e pouco mais que o dobro da média nacional (-6,6%). Além da greve dos caminhoneiros, o IBGE também atribui a queda ao efeito-calendário, “já que maio de 2018 (21 dias) teve um dia útil a menos do que maio de 2017 (22)”.

No acumulado de janeiro a maio de 2018, a produção industrial baiana voltou a ficar negativa (-1,3%), enquanto a média nacional se manteve positiva (2%). Nove áreas também apresentaram variação positiva no acumulado no ano, com destaque para o Amazonas (17,9%).

No entanto, no acumulado nos 12 meses encerrados em maio, a produção industrial baiana ainda se mantém com variação positiva (0,2%), mas perdeu ritmo de crescimento em relação a abril (1,5%) e ficou bem abaixo da média nacional (3%).

Veículos
Na indústria, o setor que teve maior impacto foi de fabricação de veículos, com recuo de -33,7%. A produção inclui veículos automotores, reboques e carrocerias. Segundo o IBGE, essa foi a primeira queda da atividade desde julho de 2017, quando esteve entre as principais influências positivas da indústria baiana.

O setor de celulose foi o segundo com maior impacto, que registrou queda de 19%. Já a fabricação de produtos alimentícios ficou em terceiro lugar no recuo, com -15,8%. Os destaques negativos são a farinha de trigo, de cacau ou chocolate em pó sem açúcar ou edulcorantes; e de açúcar cristal.

Correio

França derrota a Bélgica e fará a sua terceira final de Copa em 20 anos

Em julho de 1998, o lateral e zagueiro Lilian Thuram, nascido em Guadalupe, fez o que não se esperava dele: anotou dois gols e colocou a França na final da Copa do Mundo.

Vinte anos depois, em julho de 2018, o defensor Samuel Umtiti, filho de Iaundé, capital de Camarões, foi ao ataque e, com uma cabeçada, voltou a colocar a seleção francesa na decisão do Mundial.

Foi o lance que definiu a vitória por 1 a 0 sobre a Bélgica nesta terça (10), em São Petersburgo.

A França espera agora o vencedor do confronto entre Inglaterra e Croácia, que fazem a outra semifinal. A partida será nesta quarta (11), em Moscou, cidade que também receberá o último jogo do torneio, no domingo (15).

Foi uma partida com velocidade, disputada e nervosa. Mas apenas dentro de campo. Com pequeno número de torcedores nas cadeiras da arena de São Petersburgo, belgas e franceses pouco foram ouvidos. Em determinado momento do segundo tempo, a única torcida ouvida foi a brasileira, que tinha ingressos para a partida na esperança de que a seleção de Tite estivesse presente. A Bélgica não deixou que isso acontecesse.

Como a Copa do Mundo é de futebol, não de torcidas, os belgas tinham melhor toque e tentava sair mais para o jogo. Com liberdade de movimentação, Eden Hazard criava problemas todas as vezes que pegava na bola. Duas vezes poderia ter aberto o placar, mas errou o alvo na finalização. Eles perceberam que havia um problema de marcação no setor direito da defesa francesa e tentaram explorá-lo.

Não havia cobertura para Pavard. Mas o lateral francês, quando foi à frente, quase fez o gol aos 39 min do primeiro tempo. Saiu de frente para Courtois, que fez grande defesa.

Quando percebeu que a Bélgica tinha domínio no meio-campo, Griezmann saiu da ponta direita e começou a jogar como meia. Deu uma opção na saída de jogo para sua equipe, já que Pogba, a principal fonte de criatividade francesa, era marcado de perto por Fellaini.

Nenhum dos dois técnicos tentou surpreender o outro. Roberto Martínez não repetiu a fórmula que apanhou Tite desprevenido nas quartas de final. Lukaku, embora tenha saído do centro do ataque em alguns momentos, não foi um ponta, como aconteceu contra o Brasil. De Bruyne foi mais armador que falso 9. A França fazia de tudo para obter um lançamento para Mbappé em velocidade.

Deu certo uma vez antes do intervalo. O atacante cruzou para Giroud, que ainda não fez gols na Copa do Mundo. Ficou explicado o motivo. O centroavante finalizou fraco, mal e sem direção.

A França precisou de apenas uma jogada no segundo tempo para colocar a Bélgica em estado de desespero. Aos cinco minutos, Umtiti se antecipou à zaga adversária na cobrança de escanteio e fez o 1 a 0.

Foi a senha para a equipe de Didier Deschamps recuar, deixar apenas Griezmann ou Mbappé no ataque e esperar para sair em velocidade. Aconteceu três vezes, mas em todas Mbappé tentou o passe em vez do lance individual e nada aconteceu.

A Bélgica precisava cada vez mais de Hazard, e ele buscava a bola e se deslocava. Armada na defesa e pronta para o bote decisivo, a França não dava espaço. A solução belga era tentar os chutes de fora da área (Wietsel e De Bruyne arriscaram três vezes) e fazer cruzamentos para aproveitar as alturas de Fellaini e Lukaku. Para ter mais jogadas de linha de fundo, entrou Mertens.

Era questão de tempo. Não havia resposta que a equipe de Roberto Martinez pudesse fazer para conseguir o empate. A França deixou o jogo correr e até sua torcida encarou a vitória com ar blasé. Pouco importava. Tal qual Thuram há 20 anos, Umtiti foi outro defensor a colocar sua seleção na final da Copa do Mundo. Tolisso ainda desperdiçou uma grande oportunidade para anotar o segundo, nos acréscimos.

Folha

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai está no Brasil e visitará Salvador nesta terça

 

Sorrindo nervosa e ajeitando os cabelos com as mãos, Islaine Medeiros, de 17 anos, ainda não acreditava que tinha conseguido falar sobre a vida na sua escola para um de seus maiores ídolos. Enquanto esperava na fila para tirar uma foto com aquela que chama de “inspiração”, a menina de Alagoinhas, na Bahia, perguntava se alguém também havia filmado o encontro.

A “inspiração” de Islaine não é atriz ou cantora, mas a ativista paquistanesa Malala Yousafzai, que participou nesta segunda-feira, 9, de um debate sobre educação no auditório do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Ela estará em Salvador nesta terça-feira (10).

O evento, organizado pelo Itaú Unibanco, era fechado para convidados: a maioria alunos de escolas públicas e ativistas de projetos educacionais. Mas, do lado de fora, famílias tentavam lugar para suas filhas acompanharem a mais jovem vencedora do prêmio Nobel da Paz, em 2014.

“Ela é como uma artista. O talento dela é a coragem, a força, a forma como enxerga a educação”, disse Islaine, que conheceu a história de Malala há poucas semanas, quando ganhou na escola o livro da paquistanesa, baleada pelo grupo extremista Talibã aos 15 anos por se manifestar contra a proibição de educação para mulheres.

Malala contou que veio ao Brasil para “achar meios” de garantir educação para 1,5 milhão de meninas no País que estão fora da escola. “São meninas que estão tendo o seu direito negado, como ocorreu comigo. Quero, junto com vocês, encontrar formas de garantir que tenham acesso a uma educação de qualidade, que significa dar condições a elas de saber ler e escrever e também de sonhar”, afirmou a ativista. A maior parte das jovens fora da escola, ressaltou, são as negras, indígenas e de famílias pobres.

 A solução para o problema no Brasil, defende, está nas próprias comunidades afetadas.

Nívea Reis, de 16 anos, era outra das jovens emocionadas, ao fim do evento. Ela conseguiu contar a Malala sobre o projeto que desenvolve em sua cidade, Andrequicé (MG). Nívea e outros amigos estão alfabetizando idosos do município e buscam apoio da prefeitura para conseguir mais verba. “Às vezes parece impossível fazer com que nossas ideias virem realidade. Ao conhecer a história da Malala e, ao ouvir falar agora sobre a sua vida, me fez ver que não posso desistir. Quero ser forte e corajosa como ela”, diz.

Apesar de ser vista como heroína, Malala fez questão de refutar o título logo no início do debate. “Tantas colegas que estudavam comigo queriam levantar a voz e se manifestar. Não era diferente delas. A minha voz só pôde ser ouvida porque eu tenho pais que são especiais e sempre me apoiaram.”

Malala lembra que a repercussão da sua história fez com que a sua mãe, impedida de ir ao colégio aos 6 anos, pudesse iniciar os estudos. “É o contrário do que acontece na maioria das casas, mas sou eu que leio para a minha mãe. E é uma experiência maravilhosa”, conta.

Para a ativista, a educação igualitária para mulheres precisa entrar na pauta das eleições porque desenvolve economias e democracias. “A igualdade pressupõe também responsabilidades iguais e queremos compartilhar isso com eles.”

Correio

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