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Projeto + saúde

A imagem pode conter: Cosme Araujo IV, a sorrir, texto

Ex-presidente do Vasco, Eurico Miranda morre aos 74 anos

O mais icônico dirigente do Vasco saiu de cena nesta terça-feira. Aos 74 anos, Eurico Miranda morreu em um hospital na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, vítima de câncer no cérebro. Atualmente, ele exercia o cargo de presidente do Conselho de Beneméritos do clube.

Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco — Foto: Leonardo Magliano

Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco — Foto: Leonardo Magliano

Nos últimos meses, Eurico não fez aparições públicas. Seu estado de saúde se agravou, e ele foi levado ao hospital na manhã desta terça. Lá não resistiu e morreu no início da tarde.

Em novembro, numa reunião do Conselho Deliberativo, já bastante debilitado, precisou de ajuda para se levantar e puxar o grito de Casaca, uma tradição do Vasco à qual se habituou a liderar.

No mesmo evento, Eurico anunciou que diminuiria a frequência de suas visitas ao Vasco e se limitaria a reuniões do Conselho de Beneméritos e do Conselho Deliberativo. Ele havia dispensado seguranças e motoristas.

Eurico em uma de suas últimas visitas a São Januário em jogo do Vasco — Foto: André Durão / GloboEsporte.com

Eurico em uma de suas últimas visitas a São Januário em jogo do Vasco — Foto: André Durão / GloboEsporte.com

Eurico se encontrava em estado debilitado desde o início de 2018. Mesmo assim, foi figura presente em jogos do Vasco em São Januário – chegou até mesmo a ir aos treinos do elenco no CT do Almirante, em Vargem Pequena.

Antes da atual doença, o dirigente conseguiu superar um câncer na bexiga e outro no pulmão. Nos últimos meses, andava de cadeira de rodas. Recentemente, passou a se tratar em casa, com idas frequentes ao médico.

Euricio foi presidente do Vasco em dois períodos: de 2003 a 2008, e de 2015 a 2017. Também foi vice-presidente de futebol do clube entre 1990 e 2002, tendo participado do período de maiores conquistas do clube, como o Campeonato Brasileiro de 1997, a Copa Libertadores de 1998, a Copa João Havelange de 2000 e a Copa Mercosul de 2000.

ITABUNA: SAC REALIZA TERCEIRA EDIÇÃO DO PROJETO PEQUENO CIDADÃO NESTE SÁBADO (16)

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O Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) de Itabuna estará realizando no próximo sábado, dia 16 de março, a terceira edição do Projeto “Pequeno Cidadão”, que tem o objetivo de facilitar o acesso das crianças de 0 a 10 anos de idade para a emissão de carteira de identidade junto as escolas, creches e orfanatos.

De acordo com o coordenador do SAC, Lourival Júnior, a meta é de emitir mais de 100 carteiras de identidade neste sábado. Ele conta ainda que a ação deve se repetir em outras oportunidades. “ Além da questão da segurança e da praticidade, a emissão da carteira de identidade de uma criança é importante para ampliar o seu acesso a serviços básicos de cidadania”,

O atendimento será realizado mediante agendamento, que pode ser feito no próprio SAC, ou pelo telefone (73) 3214-5735. Para agendar é necessário informar o nome completo da criança, idade, telefone para contato e o nome do responsável que irá acompanhar a criança. Os documentos necessários para a emissão do RG são:

– Certidão de Nascimento original (legível e sem rasuras, ou cópia autenticada)
– A 1ª Via do RG é gratuita
– A 2ª Via do RG é cobrada uma taxa no valor de R$37,77 (trinta e sete reais e setenta e sete centavos)

ASSASSINO DO ESTILISTA MAR RAMOS É CONDENADO A 23 ANOS DE PRISÃO

 

O réu confesso do assassinato do estilista Marivaldo Ramos foi condenado pela justiça de Itabuna a 23 anos e quatro meses de prisão em regime fechado. O criminoso Jerry Vitor Rocha dos Santos, o “Bryan Vitor”, de 19 anos, vai seguir no Conjunto Penal de Itabuna, onde está preso desde agosto do ano passado. O estilista Mar Ramos, como era conhecido, foi morto em agosto do ano passado.

Jerry Vitor foi preso por policiais militares e civis na rodoviária de Itabuna, no dia 10 de agosto, quando tentava fugir para São Paulo. Ele tentava escapar do cerco policial dois dias depois do assassinato do estilista, que foi morto com requinte de crueldade, no interior de uma residência no centro de Itabuna.

Na época, Jerry Vitor contou que aplicou, pelo menos, quatro golpes de pá na vítima, que estava dormindo no momento do ataque. O condenado pela justiça e a vítima teriam se conhecido pelas redes sociais e estavam morando na mesma casa  fazia pouco tempo. O criminoso era de Porto Seguro, no extremo-sul da Bahia, mas morou uma temporada em São

PM suspeito da morte de Marielle mora no mesmo condomínio de Bolsonaro

PM suspeito da morte de Marielle mora no mesmo condomínio de Bolsonaro

O sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, preso na manhã desta terça-feira (12) por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, mora no mesmo condomínio que o presidente Jair Bolsonaro (PSL).

A prisão preventiva foi decretada pelo juiz-substituto do 4º Tribunal do Júri Guilherme Schilling Pollo Duarte, após denúncia do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do MP-RJ. Junto com ele, foi preso o ex-PM, Elcio Vieira de Queiroz, que estaria com Lessa na ação que executou Marielle. As prisões ocorreram por volta das 4h.

Os investigadores foram à casa de Lessa, no condomínio de Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, onde Bolsonaro tem um imóvel.

  

Ministro do TCU dá ultimato à Guedes sobre bônus pagos a fiscais da Receita

Ministro do TCU dá ultimato à Guedes sobre bônus pagos a fiscais da Receita

Foto: Gil Ferreira/Agência CNJ

O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Bruno Dantas deu um ultimato ao Ministério da Economia nesta segunda-feira (11) ao conceder prazo de um dia para que o ministro Paulo Guedes se manifeste sobre as irregularidades verificadas pelo tribunal no pagamento do bônus de produtividade para os auditores da Receita Federal e do Trabalho. Nos últimos dois anos, eles receberam cerca de R$ 2 bilhões.

A medida é uma resposta à representação enviada pela Secretaria de Macroavaliação Governamental (Semag) para Dantas. No passado, a secretaria embasou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff pelas operações de crédito irregulares envolvendo bancos públicos.

O tribunal tentou no passado suspender o pagamento do benefício, mas foi barrado por entidades sindicais que conseguiram uma decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nos bastidores, os ministros consideram a possibilidade de suspender o pagamento do bônus considerando que ele só poderia ser levado adiante se o ministério da Economia fizesse cortes orçamentários na Receita Federal para compensar a despesa com o bônus -uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal que, segundo o tribunal, vem sendo reiteradamente descumprida pelo órgão.

A representação, a que a reportagem teve acesso, considera que esse gasto é um aumento de salário disfarçado, o que também permite aos auditores descumprir o teto salarial do funcionalismo público.

A maior parte do gasto é feita com os auditores (ativos e aposentados) da Receita. O impasse começou em 2016, quando a ex-presidente Dilma Rousseff firmou um acordo para encerrar uma greve da categoria. Alguns meses depois, o então presidente Michel Temer editou uma medida provisória autorizando o pagamento de bônus com recursos do Fundaf (Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização).

A decisão alterou as normas de uso dos recursos do fundo, antes dedicado apenas ao aparelhamento da Receita e treinamento de seus servidores. O TCU nunca aprovou a iniciativa. Para os ministros, há conflito de interesses. Como parte dos recursos do fundo provém de multas lavradas pelos auditores da Receita, haveria um estímulo para os fiscais elevarem o número de sanções como forma de receber um bônus maior.

Embora o bônus na Receita tenha sido instituído em 2016, o pagamento só se efetivou no ano seguinte por meio da liberação de recursos do Fundaf. O saldo desse fundo saltou de R$ 5,4 bilhões, em 2016, para R$ 23 bilhões, em 2017, decorrente do aumento de autuações dos fiscais. Até outubro de 2018, o fundo contava com R$ 12,2 bilhões.

Em um momento de ajuste fiscal, essas receitas deveriam ser direcionadas à melhora das contas públicas -mesmo existindo uma lei reservando recursos do fundo para os bônus.

No mês passado, o plenário do TCU recomendou que o Ministério da Economia regulamente o pagameanto do bônus com recursos do Fundaf, iniciativa pendente desde 2017. Os auditores do TCU consideram que essa regulamentação deverá impor uma trava de segurança, condicionando o pagamento do bônus à disponibilidade de receitas.

Mas a equipe econômica tem resistências. A iniciativa, ao contrário, poderia elevar os gastos com o pagamento do bônus para algo em torno de R$ 2,5 bilhões. Segundo técnicos que participam dessas discussões, o relator das contas de governo e do Ministério da Economia, o ministro Bruno Dantas, tem a avaliação de que há impacto da despesa com o pagamento do bônus até na regra de ouro –mecanismo que proíbe o pagamento de despesas correntes com empréstimos.

Hoje, o país precisa de autorização do Congresso para cobrir um buraco de R$ 258 bilhões, sem contar o pagamento de bônus da Receita.





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