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:: ‘Mundo’

Fake News e o desafio da Justiça Eleitoral nas Eleições de 2018

A reforma eleitoral de 2017, por meio da Lei 13.488, possibilitou o uso mais amplo de ferramentas disponíveis na internet como mecanismo para fomentar a propaganda eleitoral nas próximas eleições, qual seja: o impulsionamento de “posts” por candidatos e partidos políticos.

O mundo virtual é de extrema relevância na atualidade para a propagação de informações, compartilhamento de ideias e opiniões que são acompanhados e vistos, quase que de forma instantânea, pelos usuários da rede com alcance imensurável.

Questiona-se se a internet é um facilitador entre o comunicador e o seu público alvo. E não há sombra de dúvidas quanto a positividade do questionamento. Entretanto, diante da presteza das informações que são lançadas na rede mundial de computadores, surge um provável vilão capaz de macular a imagem de candidatos e partidos políticos nas eleições de 2018: as Fake News.

As notícias falsas, popularmente conhecidas como Fake News, já institui-se como o tema de maior destaque nas eleições que se aproximam, e o seu combate é tratado pela Justiça Eleitoral como o assunto de maior relevância, posto que podem interferir diretamente na disputa eleitoral, desequilibrando o pleito e prejudicando candidatos e partidos.

Para se ter uma ideia, as Fake News estiveram presentes de forma maçica nas recentes eleições presidenciais dos Estados Unidos e da França, que tiveram destaque maior, isto é, mais visualizações que as notícias verdadeiras, impactando assim na decisão dos eleitores no momento da eleição.

Essas notícias tem o condão de influenciar, manipular e até mesmo levar os eleitores a conclusão da posição do adversário ser ou não correta e, em sua forma mais severa seria apresentar de forma contrária os posicionamentos defendidos pelo candidato a um determinado público-alvo de eleitores.

Ocorre que o impulsionamento dessas notícias aparecem ao eleitor com todos os caracteres de fato verídico, além do agravante de ser publicado ou compartilhado por uma fonte respeitada. Porém, ao ser feita uma pesquisa a fundo das matérias percebe-se que tratam-se de Fake News, com o condão exclusivo de desvirtuar a veracidade das informações repassadas e em grande maioria, não se sabe quem foi o financiador de tais notícias.

O grande dilema e a dificuldade que se apresenta para a Justiça Eleitoral é o estudo de uma alternativa eficaz para impedir que as Fakes News tenham tamanha visibilidade. O que se sabe é que os prejuízos trazidos são praticamente irreversíveis e afetam o efetivo exercício da democracia.

Apesar de ter sanções previstas na legislação eleitoral para punir os responsáveis pela propagação de informações falsas, a dificuldade que se encontra é em monitorar e minimizar o alcance delas, pois a partir do momento em que aquela notícia falsa teve uma visibilidade alta pelos eleitores o objetivo do autor da Fake News foi atingido.

Dessa forma, a cooperação entre os diversos órgãos de segurança, as empresas responsáveis por divulgar tais notícias e a justiça eleitoral tem que acontecer de forma célere e unificada, a fim de levar as notícias verdadeiras em forma de propaganda eleitoral ao eleitor para o exercício legítimo do direito de escolha, pilar da nossa democracia.

Seleção da França desfila pelas ruas de Paris com taça da Copa

Orgulho, alegria, sorriso aberto e taça na mão. A delegação da seleção francesa, que conquistou o segundo título mundial após bater a Croácia, por 4×2, desembarcou em Paris nesta segunda-feira (16), para festejar a conquista do bicampeonato mundial ao lado dos torcedores.

Logo ao aterrissar, o avião já denunciava a festa que estava por vir. Da cabine da aeronave, os jogadores exibiram uma enorme bandeira do país. O primeiro a descer na pista do aeroporto Charles de Gaulle foi o goleiro Lloris, capitão da França durante a Copa do Mundo da Rússia. Em seguida, veio o técnico Didier Deschamps que, com a conquista do título mundial, marcou seu nome na história do futebol. Ele se igualou a Zagallo e Beckenbauer e agora é o terceiro ser humano do mundo a ser campeão de uma Copa como atleta e treinador.

A festa seguiu em um carro aberto, que levava toda a equipe francesa em direção à Champs Elysees, uma das avenidas mais famosas de Paris. Lá, eles serão recepcionados por uma multidão. No percurso, os jogadores não desgrudaram da taça e posaram para fotos em redes sociais. Um dos mais animados era Pogba, que agarrou o troféu e animou as pessoas que estavam no caminho.

No local da celebração, aviões “pintaram” o céu de Paris com as cores da bandeira do país, deixando a multidão encantada.

Com a taça de campeão em mãos, o capitão Hugo Lloris foi recebido pelo presidente da França Emmanuel Macron e pela primeira-dama Brigitte Macron, que se divertiu ao lado de Pogba.

Os campeões mundiais receberão a Legião de Honra, a mais alta distinção francesa. A entrega acontecerá nos próximos meses, pelo chefe de Estado, por “serviços excepcionais” à Nação. A honraria, que também foi dada ao time campeão de 1998, serve como recompensa aos cidadãos franceses que se destacam.

Correio

Bahia lança roteiro por fazendas de cacau na Estrada do Chocolate em Ilhéus

Um totem em forma de barra de chocolate fincado na BA-262 marca o começo de uma nova rota turística: a Estrada do Chocolate, rodovia estreita que liga Ilhéus ao município de Uruçuca, na Bahia.

O lançamento está previsto para 18 de julho, dia da abertura do Chocolat Festival –10º Festival Internacional do Chocolate e Cacau, realizado todos os anos em Ilhéus.

Na primeira fase, 20 propriedades, na estrada principal e em vicinais, abrirão suas porteiras aos turistas. A ideia é que o circuito cresça e englobe até 50 fazendas.

O Sebrae está dando consultoria aos fazendeiros e capacitando pessoal, informa Marco Lessa, empresário, organizador do festival e principal articulador da rota turística.

O governo do estado investiu R$ 400 mil até agora. Os recursos, segundo Lessa, foram aplicados na sinalização da estrada e na criação de um site e de um aplicativo.

Agora, o objetivo é conquistar parceiros na iniciativa privada para melhorar o acesso a fazendas mais afastadas, onde o asfalto não chega.

Também falta levar sinal de celular à região. “Quero que o turista venha a Ilhéus, mas não fique apenas na praia todos os dias”, afirma Lessa.

O turismo pode ser uma alternativa para salvar a economia da cidade, que desmoronou na década de 1990, depois de as lavouras terem sido dizimadas pela praga conhecida como vassoura-de-bruxa.

De lá para cá, alguns produtores recuperaram as plantações e estão obtendo resultados no mercado de cacau fino, destinado à fabricação de chocolates especiais. Mas o crescimento é lento.

Lessa diz que muita gente “está batendo o pó da calça e se mexendo para mostrar os atrativos das suas fazendas”.

Não são poucos. Casarões centenários impregnados de história, muitos dos quais já serviram de cenário para filme e novela, agora podem ser vistos por dentro. Em alguns, o turista poderá provar pratos da roça, típicos da região —diferentes da culinária baiana dominante no litoral.

As visitas incluem experiências no campo. Será possível acompanhar a colheita —feita há mais de um século manualmente, com facão— e, no meio da floresta, beber o mel do cacau, caldo doce que escorre da polpa da fruta.

Depois, subir nas barcaças onde as amêndoas são secas ao sol, sob telhados que deslizam sobre trilhos, acompanhar as etapas da produção do chocolate e participar de degustações.

O passeio exige calça comprida e botas. Anda-se pelo meio de mata selvagem, já que os pés de cacau são plantados entre árvores nativas, algumas com dezenas de metros de altura. O sistema, conhecido como cabruca, garante a umidade e o sombreamento necessários ao cacaueiro e contribui para a preservação da mata atlântica.

Para acolher a nova demanda turística, a cidade de Ilhéus conta com aeroporto e 10 mil leitos em 60 hotéis, de pequenas pousadas a resorts.

As colheitas anuais de cacau, em maio e novembro, são boas épocas para o passeio.

Quem quiser conhecer todas as fazendas da Estrada do Chocolate deve reservar ao menos dois dias —de Ilhéus a Uruçuca, a rodovia tem 40 quilômetros. Vale a pena esticar o roteiro por mais um dia para conferir também as propriedades na BR-415, estrada que liga Ilhéus a Itabuna.

O agendamento das visitas pode ser feito diretamente com cada fazenda —o escritório da Estrada do Chocolate, no centro de Ilhéus, vai funcionar apenas como central de informações.

Correio

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai está no Brasil e visitará Salvador nesta terça

 

Sorrindo nervosa e ajeitando os cabelos com as mãos, Islaine Medeiros, de 17 anos, ainda não acreditava que tinha conseguido falar sobre a vida na sua escola para um de seus maiores ídolos. Enquanto esperava na fila para tirar uma foto com aquela que chama de “inspiração”, a menina de Alagoinhas, na Bahia, perguntava se alguém também havia filmado o encontro.

A “inspiração” de Islaine não é atriz ou cantora, mas a ativista paquistanesa Malala Yousafzai, que participou nesta segunda-feira, 9, de um debate sobre educação no auditório do Ibirapuera, zona sul de São Paulo. Ela estará em Salvador nesta terça-feira (10).

O evento, organizado pelo Itaú Unibanco, era fechado para convidados: a maioria alunos de escolas públicas e ativistas de projetos educacionais. Mas, do lado de fora, famílias tentavam lugar para suas filhas acompanharem a mais jovem vencedora do prêmio Nobel da Paz, em 2014.

“Ela é como uma artista. O talento dela é a coragem, a força, a forma como enxerga a educação”, disse Islaine, que conheceu a história de Malala há poucas semanas, quando ganhou na escola o livro da paquistanesa, baleada pelo grupo extremista Talibã aos 15 anos por se manifestar contra a proibição de educação para mulheres.

Malala contou que veio ao Brasil para “achar meios” de garantir educação para 1,5 milhão de meninas no País que estão fora da escola. “São meninas que estão tendo o seu direito negado, como ocorreu comigo. Quero, junto com vocês, encontrar formas de garantir que tenham acesso a uma educação de qualidade, que significa dar condições a elas de saber ler e escrever e também de sonhar”, afirmou a ativista. A maior parte das jovens fora da escola, ressaltou, são as negras, indígenas e de famílias pobres.

 A solução para o problema no Brasil, defende, está nas próprias comunidades afetadas.

Nívea Reis, de 16 anos, era outra das jovens emocionadas, ao fim do evento. Ela conseguiu contar a Malala sobre o projeto que desenvolve em sua cidade, Andrequicé (MG). Nívea e outros amigos estão alfabetizando idosos do município e buscam apoio da prefeitura para conseguir mais verba. “Às vezes parece impossível fazer com que nossas ideias virem realidade. Ao conhecer a história da Malala e, ao ouvir falar agora sobre a sua vida, me fez ver que não posso desistir. Quero ser forte e corajosa como ela”, diz.

Apesar de ser vista como heroína, Malala fez questão de refutar o título logo no início do debate. “Tantas colegas que estudavam comigo queriam levantar a voz e se manifestar. Não era diferente delas. A minha voz só pôde ser ouvida porque eu tenho pais que são especiais e sempre me apoiaram.”

Malala lembra que a repercussão da sua história fez com que a sua mãe, impedida de ir ao colégio aos 6 anos, pudesse iniciar os estudos. “É o contrário do que acontece na maioria das casas, mas sou eu que leio para a minha mãe. E é uma experiência maravilhosa”, conta.

Para a ativista, a educação igualitária para mulheres precisa entrar na pauta das eleições porque desenvolve economias e democracias. “A igualdade pressupõe também responsabilidades iguais e queremos compartilhar isso com eles.”

Correio

Crescimento populacional fará mundo mudar de cara até 2100

O Brasil perderá nos próximos anos o posto de quinta nação mais populosa do mundo que tomou da Rússia em 1990. Com 207,7 milhões de habitantes hoje, o país será deixado para trás por Nigéria e Paquistão até 2025.

Após 2060, as populações de Congo, Etiópia, Tanzânia, Uganda, Egito e Níger também deverão superar a brasileira, que, até o fim deste século, tende a deixar o ranking das dez maiores do mundo.

As estimativas são da ONU e se baseiam nas tendências de taxas de natalidade, mortalidade e migração nas diferentes partes do mundo.

Toda projeção está sujeita a riscos. Tendências demográficas dependem de mudanças tecnológicas, avanços na medicina, condições políticas e costumes, que podem se alterar de forma imprevisível.

Por isso, a ONU atualiza suas contas a cada dois anos (a vez mais recente, em 2017) e trabalha com três cenários.

O principal faz a projeção conforme o padrão histórico das taxas de fertilidade. Os demais consideram a possibilidade de uma queda mais rápida ou mais lenta do indicador.

Segundo especialistas, no entanto, a probabilidade de que a dança de cadeiras entre os países se desenrole na direção prevista pela ONU é alta.

O ritmo de nascimentos na Índia e na China precisaria mudar bruscamente, por exemplo, para evitar a inversão de posições dos dois países asiáticos, hoje em primeiro e segundo na lista de mais populosos, respectivamente.

Muitos dos movimentos revelados pelas projeções já estão em curso e deverão transformar o mapa mundial conforme a população do planeta avançar dos atuais 7,6 bilhões para 11,2 bilhões em 2100.

O último salto nessa escala, em termos absolutos, ocorreu em intervalo recorde de 51 anos, de 1960 a 2011, quando a Terra passou de 3 bilhões para 7 bilhões de habitantes.

Além de mais lenta, a fase atual terá contornos totalmente diferentes do boom anterior. Antes concentrado na Ásia, o crescimento tem migrado para a África.

 O perfil etário da expansão demográfica também tem mudado. O aumento no número de jovens e adultos em idade de trabalhar, entre 15 e 64 anos, representou 70% da expansão demográfica dos anos 60 à década atual. Isso reflete uma queda significativa da mortalidade sobretudo pelo avanço da medicina.

Com taxas de natalidade ainda altas —sobretudo nos anos 60 e 70—, as crianças perfizeram 20% do crescimento populacional, enquanto os idosos, apenas 10%. Essa dinâmica demográfica foi liderada pela Ásia, que abrigou cerca de 6 de cada 10 “novos” habitantes do planeta.

Os pouco mais de 4 bilhões de pessoas que estão sendo adicionados à população global desde 2011, quando foi alcançada a marca dos 7 bilhões, terão características distintas.

As melhores condições de vida se traduzem em maior longevidade. Por isso, os idosos representarão quase metade da expansão demográfica a partir de agora; ou seja, quase 2 bilhões de pessoas. Os outros 50% ainda serão jovens e adultos de 15 a 64 anos.

Já o número de crianças cairá rapidamente na maior parte do mundo e será suficiente apenas para repor as que crescerem, levando à estabilidade da população até 14 anos.

A exceção desse cenário é a África, onde o número de nascimentos por mulher permanece elevado. Não fosse por esse continente, o total de crianças no mundo encolheria até o fim deste século. Isso ajuda a explicar por que a África tomará da Ásia a dianteira da expansão demográfica.

A população africana deverá saltar de 1,3 bilhão, no ano passado, para 4,5 bilhões, em 2100, fazendo com que o continente seja responsável por mais de 80% da expansão demográfica mundial no período. Esse aumento equivaleria a uma migração de todas as pessoas que viviam em 2017 em China, Índia, Estados Unidos e Brasil para a África.

Não é casualidade, portanto, que 7 dos 8 países que se tornarão mais populosos do que o Brasil nas próximas décadas sejam africanos. Enquanto a população brasileira e a de vários países envelhecem e, em meados do século, começarão a encolher, a África vive uma explosão de jovens e adultos em idade de trabalhar.

Como já ocorreu com grandes mudanças populacionais no passado, a transformação atual chega acompanhada de uma longa lista de preocupações associadas à capacidade do mundo de gerar crescimento econômico sustentável para acomodar tanta gente.

Um ponto positivo em relação ao boom das últimas décadas é que a adição de pessoas ao planeta desacelerará.

A humanidade levou cerca de 1.800 anos para atingir seu primeiro bilhão de habitantes.

O intervalo foi caindo, gradualmente, até atingir apenas 12 anos entre o quinto e o sexto bilhão e entre o sexto e o sétimo. A partir de agora, se as projeções centrais da ONU se concretizarem, o tempo para que novos marcos sejam atingidos voltará a aumentar. Teremos mais tempo para nos prepararmos.

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Croácia elimina anfitriã Rússia nos pênaltis e vai às semifinais

Foi com muito drama, mas a Croácia conquistou a segunda vaga da sua história nas semifinais da Copa do Mundo. A primeira foi há exatos 20 anos, na edição de 1998. A adversária desta vez será a Inglaterra, na quarta-feira (11), em Moscou, às 15h (de Brasília).

Naquela ocasião, os croatas caíram diante da anfitriã, a França. Agora, em 2018, tiveram que encarar mais uma vez a equipe dona da casa. A história trágica, porém, não se repetiu: a Croácia tirou a Rússia do Mundial diante de seus torcedores.

A classificação, é claro, veio com muito drama. Foi nos pênaltis, pelo placar de 4×3. A decisão veio após um empate em 2×2 nos últimos minutos da prorrogação. O meia Ivan Rakitic, do Barcelona, cobrou o pênalti decisivo.

No tempo regulamentar, o artilheiro russo Cheryshev abriu o placar aos 30 minutos do 1º tempo. A Croácia empatou pouco depois, aos 39, com Kramaric.

O zagueiro Vida virou o placar para os croatas com 11 minutos de tempo extra. E restando cinco minutos para acabar a prorrogação, Mário Fernandes, brasileiro naturalizado russo, empatou de cabeça para enlouquecer o estádio de Sochi.

O lateral direito, no entanto, acabou sendo herói e vilão, já que, nos pênaltis, desperdiçou sua cobrança, chutando para fora. Smolov, com uma cavadinha, parou em Subasic. Pelos croatas, apenas Kovacic perdeu o pênalti, defendido por Akinfeev.

Correio

Último país que proibia mulheres de dirigir, Arábia Saudita começa a expedir carteira de motorista para elas

Arábia Saudita começou nesta segunda-feira (4) a expedir carteiras de motorista para mulheres que poderão dirigir em seu território a partir de 24 de junho. O país era o único do mundo que ainda proibia mulheres de conduzir automóveis.

Em comunicado, o governo afirmou que expediu a carteira para dez mulheres que já tinham permissão de dirigir em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Líbano e Canadá. Antes de receber a habilitação emitida pelo órgão responsável, na capital Riad, elas fizeram uma prova prática e teste de visão.

“A Direção Geral de Tráfego começou a substituir as permissões internacionais reconhecidas pelo reino por permissões sauditas, em preparação para o dia 24 de junho, quando será efetivada a decisão de permitir que mulheres dirijam automóveis na Arábia Saudita”, informou a repartição à agência de notícias oficial SPA.

Várias mulheres estão fazendo curso de motorista em todas as regiões do país, a fim de tirar a habilitação. Algumas já expressaram o desejo de se tornar motoristas de empresas como a Uber. O governo calcula que 2 mil tirarão carteira nas próximas semanas.

“Dirigir para mim representa ter uma escolha, a escolha do movimento independente. Agora temos essa opção”, explicou à SPA Rema Jawdat, uma das primeiras a receberem a carteira de motorista.

Em setembro de 2017, o rei saudita, Salman bin Abdulaziz al-Saud, anunciou o fim da proibição de dirigir para mulheres. O anúncio veio depois de anos de resistência de ativistas dos direitos das mulheres contra o impedimento.

Essa medida é uma das reformas para a modernização da sociedade saudita liderada pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman. Nos últimos dois anos, o dirigente reduziu as restrições da segregação por gênero e a proibição de presença feminina em shows, além de reabrir os cinemas no país. Na início de junho, a Arábia Saudita também aprovou um projeto de lei que criminaliza o assédio sexual.

Entretanto tais reformas correm o risco de ser eclipsadas pelas recentes detenções de 17 ativistas de direitos humanos, entre eles mulheres identificadas como defensoras do direito feminino de dirigir. Os detidos foram acusados de minar a segurança do país.

Segundo as autoridades, apenas nove suspeitos permanecem presos, entre os quais quatro mulheres. Eles teriam confessado uma série de acusações, como contato com “organizações hostis”.

G1

Avião com mais de cem pessoas a bordo cai após decolar de aeroporto de Havana

Um avião caiu nesta sexta-feira (18) ao decolar Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, capital de  Cuba. Segundo a imprensa cubana, apenas três teriam sobrevivido, mas o número de vítimas ainda não está claro.

Inicialmente, o líder da ditadura cubana, Miguel Díaz-Canel, disse que o voo tinha 113 pessoas a bordo —104 passageiros e nove tripulantes —, mas o jornal oficial Granma disse que seriam 105, com ao menos cinco crianças.

A publicação também informou que os três sobreviventes estão em estado crítico.

Díaz-Canel, que foi ao local do acidente, não deu detalhes sobre o que aconteceu. “As notícias não são nada promissoras, parece que há um grande número de vítimas”, disse ele.

A aeronave, um Boeing 737, caiu em uma área rural entre as cidades de Boyeros e Santiago de Las Vegas, nas proximidades do Terminal 1 do aeroporto.

A imprensa estatal cubana afirmou que o destino do voo era a cidade de Holguín, cerca de 700 km a leste de Havana. O site independente de notícias 14ymedio afirmou que o acidente aconteceu às 12h08 local (13h08 de Brasília).

A aeronave pertencia a empresa mexicana Damohj, que usa o nome fantasia de Global Air, mas estava arrendada para a companhia aérea Cubana de Aviación, a principal da ilha.

Um funcionário da companhia mexicana confirmou que à agência de notícias Associated Press que seis mexicanos faziam parte da equipe que cuidava da aeronave, mas que ainda não sabe se eles estavam a bordo.

Testemunhas disseram que ambulâncias e bombeiros estão no local do acidente para atender as vítimas. Nas redes sociais, circulam imagens e vídeos que seriam do avião em chamas. Nos registros, é possível ver uma grande nuvem de fumaça cinza.

 Folha

Técnica em enfermagem é presa por tentar matar 4 recém-nascidos

Uma técnica em enfermagem foi presa na quarta-feira, 2, no Rio, suspeita de tentativa de homicídio contra quatro recém-nascidos que estavam na UTI Neonatal de um dos hospitais da Rede D’Or São Luiz. Simone Anjos dos Santos, de 41 anos, é acusada de romper de propósito cateteres de incubadoras onde estavam os bebês.

De acordo com as investigações, os alvos de Simone eram recém-nascidos que se encontravam em terapia em incubadoras na UTI Neonatal. A técnica em enfermagem retirava os cateteres e os prendia em seguida à portinhola de fechamento das incubadoras.

 A prisão foi realizada por policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). Segundo a polícia, os recém-nascidos foram expostos a riscos iminentes de hipoglicemia e de contraírem infecção no sangue relacionada ao cateter, o que os levaria à morte. Pelo menos quatro crianças foram vítimas.

A ordem de prisão temporária contra Simone foi expedida pela 4ª Vara Criminal da Comarca da Capital/RJ.

Em nota, a Rede D’Or São Luiz informou que “não houve qualquer dano ou consequência aos pacientes em decorrência do reportado”. Segundo a instituição, “o hospital possui e segue continuamente rígidos protocolos de segurança, tendo imediatamente e de modo preventivo afastado a profissional em questão e em seguida comunicado a situação alegada às autoridades policiais competentes para a devida averiguação e providências”.

Não foi informada em qual das unidades da rede trabalhava a enfermeira. O Estado não conseguiu contato com a defesa de Simone Anjos dos Santos.

Estadão

Brasileira inocente passa 9 meses na prisão na Itália acusada de tráfico de drogas

Acusada de tráfico internacional de drogas, a brasileira Elaine Araújo Silva esteve nove meses detida e outros três meses em prisão domiciliar na Itália, antes de conseguir comprovar a sua inocência.

Nove anos depois da sentença de absolvição, ela ainda sofre com crises de depressão e ataques de pânico, doenças que tiveram início durante o período de reclusão e que a obrigaram a deixar o emprego.

“Depois da prisão passei a ter medo mesmo em situações normais de vida cotidiana. Até hoje preciso de acompanhamento farmacológico e psiquiátrico”, diz em entrevista à BBC Brasil a recifense de 42 anos.

A depressão a impediu até mesmo de solicitar o ressarcimento previsto pelo Estado italiano em casos de prisão injusta.

“Elaine estava devastada psicologicamente. Mesmo tendo sido aconselhada a solicitar a reparação por injusta detenção, ela só queria esquecer toda aquela história. Não podíamos agir sem o seu consenso”, conta à BBC Brasil o advogado da brasileira, Piero Venture.

O valor atual previsto pela lei italiana para esta indenização é de 235,82 euros por cada dia de reclusão e 177,91 euros para cada dia de prisão domiciliar consideradas injustas.

“Se tivesse feito a solicitação dentro do prazo de dois anos após o trânsito em julgado da sentença de absolvição, muito provavelmente ela teria recebido esta indenização”, afirma Venture.

O tormento de Elaine teve início em 7 de junho de 2008, após uma noite normal de trabalho como garçonete em uma discoteca na cidade de Rimini.

“Cheguei em casa por volta das 3h da manhã. Tentei abrir a porta, mas ela estava fechada por dentro. Antes que eu tocasse a campainha, um rapaz que eu nunca vira me abriu a porta. Entrei e fui diretamente ao quarto da mãe da amiga com a qual eu morava, para perguntar quem era aquele homem. Ela me respondeu que era um amigo da filha e então fui dormir.”

No dia seguinte, Elaine foi acordada por policiais armados. Confusa, vestiu-se às pressas e foi acompanhada até a sala onde estavam a amiga, a mãe dela, e o rapaz que lhe abrira a porta, todos cidadãos dominicanos. A brasileira soube, então, que o jovem chegara da Espanha no dia anterior, trazendo cápsulas de cocaína no estômago. De acordo com os policiais, no momento da blitz a droga estava à vista, em cima da mesa.

Mesmo assustada, Elaine acreditava que conseguiria demonstrar a sua inocência rapidamente. Ela morava na Itália havia quase dez anos, trabalhava legalmente, tinha amigos e estava para se casar com um atleta turco, com o qual havia passado seis meses em Istambul e com quem iria viver nos Estados Unidos. Um dia antes da prisão, o namorado de Elaine, proprietário de uma rede de academia de artes marciais, viajara a trabalho para a Califórnia.

Elaine foi levada para a delegacia junto com a mãe da amiga, uma senhora idosa que estava na Itália para passar uns dias com a filha, enquanto os outros dois acusados foram acompanhados em outra viatura.

“A pressão psicológica dos policiais era enorme. As acusações e os termos usados por eles me deixaram desesperada. Assinei papéis sem mesmo tê-los lido, confiando que isso me ajudaria a ir embora. Ao mesmo tempo, eu tentava consolar a mãe da minha amiga, dizendo que era tudo um mal entendido e que logo seríamos liberadas”.

 “Os policiais me deixaram fazer uma ligação, ma só tive tempo para dizer ao meu namorado que eu estava presa”, conta Elaine.

No mesmo dia, Elaine e a idosa dominicana foram transferidas para o cárcere de Forli. “Não pude acreditar quando vi abrirem-se os portões da penitenciária.”

“Disseram-nos que se tratava de uma investigação internacional e que não seríamos liberadas até prenderem todos os membros da quadrilha”, conta.

“Quando nos trancaram numa cela com outras prisioneiras comecei a passar mal porque tenho dificuldades em estar em lugares fechados.”

Os amigos de Elaine contrataram um advogado para defendê-la, mas durante a audiência de custódia o juiz confirmou a prisão preventiva da brasileira, que em casos de tráfico de entorpecentes – cuja pena prevista é de 6 a 20 anos de reclusão – pode durar até um ano.

Com o passar dos dias, além de ter suportado “na marra” a sua claustrofobia, Elaine pediu ajuda também ao Consulado brasileiro.

“Escrevi várias cartas contando a minha situação e explicando que eu não estava bem de saúde. Recebi uma única resposta, onde diziam que o Consulado não poderia intervir em questões da Justiça italiana e, para me ajudar, mandaram-me selos para que eu enviasse cartas ao Brasil. Seria menos humilhante não ter recebido resposta alguma”, diz.

Na prisão, Elaine sentia-se constantemente ameaçada. “Durante todo aquele período fui torturada psicologicamente pelas detentas por declarar-me inocente. Quando eu passava pelo corredores elas gritavam, me ameaçavam, me chamavam de ‘bellina’. E quando viam que eu era tratada com respeito pelas agentes penitenciárias tornavam-se ainda mais agressivas”.

“Mas o pior era durante a noite, quando algumas detentas liberavam o gás de um pequeno botijão que tínhamos na cela para fazer café, para se entorpecerem. Todas as manhãs eu acordava com dores de cabeça e náuseas”.

Outros momentos difíceis eram os dias de visita. “Todas as terças e sextas-feiras eu me arrumava, esperava, e não aparecia ninguém”, diz emocionada.

Elaine não recebia visitas nem mesmo do seu advogado que, sucessivamente foi substituído. Ela conta tê-lo visto apenas duas vezes, a última delas seis meses depois de ter sido presa, quando fora transferida para o cárcere da cidade de Rovigo.

“Ele se apresentou sem ter lido o meu processo, não sabia nem o nome dos outros acusados. Disse-me apenas que eu deveria ser condenada a uma pena entre sete e 10 anos de reclusão. Provavelmente, ele esperava receber mais dinheiro dos meus amigos”.

No mesmo dia do encontro com o advogado, Elaine recebeu uma carta do namorado rompendo a relação deles. “Ele não suportou aquela situação, porque era muito famoso no mundo esportivo e não queria ter o seu nome associado a mim”.

Tocar o fundo

“Tive uma crise histérica fortíssima. Para conseguir me conter, as agentes penitenciárias tiveram que usar água fria. Depois de seis meses de sofrimento, eu chegara ao meu limite.”

Após uma tentativa de suicídio, Elaine passou a ser medicada contra depressão. Além dos distúrbios psicológicos, a brasileira teve ainda outros problemas de saúde durante a sua detenção, como catapora, que a obrigou a um isolamento de dez dias, e uma diagnose de um tumor uterino em fase inicial, com consequente impossibilidade de ter filhos.

“Foi quando eu toquei o fundo. Depois disso, decidi reagir. Pior não poderia ficar”.

Os únicos consolos eram as cartas que recebia da mãe, que aprendera a escrever especialmente para conseguir demonstrar o afeto pela filha, e a amizade com uma detenta. “Certo dia, uma agente penitenciária pediu que eu tomasse conta de uma nova prisioneira, uma jovem dependente de drogas. Ela sofria terríveis crises de abstinência e eu a ajudava a lavar-se, a vestir-se. Cuidar de outra pessoa foi a minha salvação, fez com que eu me sentisse útil.”

“Nos tornamos ótimas amigas. Finalmente, alguém acreditava em mim”.

A guinada positiva continuou quando Mario Cantafio, um militar da aeronáutica italiana e ex-namorado da amiga com a qual Elaine fora presa, contratou um novo advogado para defendê-la.

“Nos conhecíamos porque ele e minha amiga foram namorados por seis anos, bem antes que ela se envolvesse com más companhias”, conta.

O militar passou a escrever para Elaine na prisão e a amizade entre eles se reforçou. “No início éramos apenas amigos, mas naquele período passamos a nos conhecer melhor.’

Graças ao novo advogado e com um imóvel disponibilizado por Mario, no dia 16 de março de 2010, nove meses depois de ter sido detida, Elaine obteve a prisão domiciliar. Poucos dias depois, conseguiu autorização para voltar a seu trabalho. “Eu saia às seis da tarde e voltava às 2h da madrugada”.

“Finalmente eu estava feliz, trabalhando com entusiasmo e namorando com o Mario. Mas eu tinha sempre em mente a data da audiência, temendo que o pesadelo pudesse recomeçar”.

Ao contrário das previsões dos médicos da prisão, Elaine descobriu estar grávida. “Foi uma alegria, mas ao mesmo tempo eu estava aterrorizada com a hipótese de voltar para a penitenciária com meu bebê”.

Durante a audiência, o casal de traficantes dominicanos confirmou as afirmações das testemunhas de Elaine, dizendo que ela e a mãe da criminosa eram completamente alheias ao crime. Ambas foram absolvidas, enquanto a ex-amiga e seu companheiro foram condenados a 4 e 8 anos de prisão, respectivamente.

“O advogado foi um anjo na minha vida. Eu só queria sair logo dali, voltar pra casa e esquecer tudo aquilo”.

Elaine hoje está casada com Mario, com quem tem dois filhos, um garoto de oito anos e uma menina de cinco.

“Não tenho vergonha, contarei para os meus filhos a história toda. Prefiro pensar que o destino quis assim. Para chegar onde estou hoje, foi preciso passar por aquilo”.

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40 minutos antes da queda, voo da Chape teve indicação de emergência

Nesta sexta-feira (27), a Aeronáutica Civil da Colômbia apresentou o relatório final das investigações do desastre do avião da Chapecoense. O documento aponta que 40 minutos antes do acidente, a aeronave já estava em emergência porque faltava combustível. A tripulação responsável não teria feito nada a respeito, mesmo tendo indicação na cabine, como luz vermelha e avisos sonoros. A conclusão é fruto de uma análise da caixa-preta, que contém gravadores de dados de voz e de voo.

Segundo informações do G1, a investigação também concluiu que o avião contava com cerca de 2.303 quilos de combustível a menos do que o necessário para a viagem. As normas internacionais determinam que um voo deve ter combustível para chegar ao aeroporto de destino, outra quantidade reserva para chegar a um aeroporto alternativo, caso haja alguma emergência; e mais 30 minutos de reserva.

A quantidade mínima para cumprir os regulamentos internacionais daquele voo era um total de 11.603 quilos de combustível, segundo a investigação. No entanto, a aeronave da Lamia tinha apenas 9.300 quilos de combustível.

Trump ameaça países que não votarem na candidatura americana para Copa de 2026

Em um gesto considerado sem precedentes, o presidente americano Donald Trump insinuou que poderá retaliar países que não votem a favor da candidatura da América do Norte para receber a Copa do Mundo de 2026. A decisão será tomada pela Fifa no dia 13 de junho, em Moscou. Além do pleito de Estados Unidos, Canadá e México, está na corrida o Marrocos.

Em uma mensagem nas redes sociais durante a noite de quinta-feira, Trump foi claro. “Os EUA apresentaram uma candidatura forte com o Canadá e México para a Copa do Mundo de 2026”, escreveu. “Seria uma pena se países que sempre apoiamos fizessem agora lobby contra os EUA”, alertou. “Por qual motivo deveríamos apoiar esses países quando eles não nos apoiam (incluindo nas Nações Unidas)?”, questionou.

 A mensagem foi recebida como uma ameaça e pressão sobre os países que, em dois meses, decidirão a sede do Mundial de 2026.

Fora da Copa da Rússia após não conseguir se classificar, os Estados Unidos estão no centro hoje do debate sobre o futuro da Fifa. A entidade máxima do futebol abriu a possibilidade para que, pela primeira vez, três países pudessem sediar o Mundial. Isso por conta da ampliação do número de seleções, de 32 para 48

Gianni Infantino, presidente da Fifa, estima que o novo formato geraria US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 3,5 bilhões) a mais em renda para a entidade, mesmo que para isso seja necessário um número maior de sedes, com a realização de 80 partidas em apenas um mês.

Do lado do Marrocos, as queixas apontam para a preferência de Infantino pela candidatura americana. O país do norte da África chegou a protestar contra decisões de última hora da Fifa em modificar certos critérios para a escolha final da sede.

A suspeita é de que Infantino, ao levar o torneio para os EUA, queira agradar as autoridades americanas, que continuam investigando as suspeitas de corrupção no coração do futebol.

A mensagem de Trump ainda foi dada horas depois que o presidente da França, Emmanuel Macron, deixou Washington. A França já indicou que apoiaria a candidatura do Marrocos.

Entre as delegações africanas, o peso de Trump no processo tem sido considerado, principalmente depois de ele se referir aos países africanos e outros em desenvolvimento como “buracos de m. .”. Na Fifa, cerca de um quarto dos votos são de países africanos.

Em termos da qualidade da infraestrutura, a candidatura da América do Norte insiste que já tem tudo pronto para o evento, enquanto o Marrocos teria de construir ou renovar praticamente todos os estádios.

POLÍTICA – Na Fifa, quem vota são as 209 federações nacionais e a entidade insiste que não existe um posicionamento político por parte dos cartolas. Mas a história desmente essa tese.

Para o Mundial de 2022, no Catar, o ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, insiste que a decisão que pesou foi tomada pelo ex-presidente Nicolas Sarkozy, interessado nos investimentos do Catar em seu país.

Em uma reunião no Palácio do Eliseu, em Paris, Sarkozy teria convocado Michel Platini, então presidente da Uefa, para o orientar sobre o voto. Platini, por sua vez, acabou levando para o Catar todos os votos europeus.

O próprio Blatter admitiu que havia um acordo para dividir a Copa entre as duas super potências. Em 2018, ela ficaria com os russos e, em 2022, com os norte-americanos, o que acabou não acontecendo.

A escolha das sedes olímpicas também se tornou um assunto de Estado, com presidentes fazendo campanhas explícitas e trocando apoio baseado na votação de suas cidades. Para 2016, o Rio contou com um departamento inteiro do Itamaraty para aproximar a candidatura de países aliados, principalmente na África, América do Sul e Oriente Médio.

Se a Copa de 2026 for para os EUA, o território norte-americano irá repetir a mesma situação que foi registrada no Brasil na atual década, com um Mundial e uma Olimpíada no espaço de dois anos. Em 2028, Los Angeles receberá os Jogos Olímpicos.

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