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:: ‘Notícias’

SSP apura ação de grupos de extermínio ou retaliação por morte de PM

A Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP) investiga se a onda de violência em Salvador e na Região Metropolitana (RMS) no último fim de semana foi uma retaliação pela morte de dois policiais militares na semana passada. Entre sábado (9) e domingo (10), 29 pessoas foram assassinadas, incluindo o cabo da PM Gustavo Gonzaga da Silva, 44 anos.

De acordo com o titular da pasta, o secretário Maurício Barbosa, a SSP investiga até mesmo a possibilidade de ação de um grupo de extermínio. Em entrevista ao CORREIO, Barbosa destacou que foi um fim de semana ‘atípico’ – especialmente por sair de uma sexta-feira (8) em que não houve nenhum assassinato para registrar 17 no dia seguinte.

Ele citou, ainda, uma “possível revolta” da tropa, diante da brutalidade com a qual o cabo Gonzaga foi morto. O PM foi torturado e teve o corpo mutilado antes de ser executado pelos criminosos. Gonzaga recebeu vários tiros na cabeça. Os autores do crime chegaram a arrancar o coração da vítima e deixaram o órgão na região do Nordeste de Amaralina, em uma localidade conhecida como Boqueirão, a mais de 1 km de onde Gonzaga foi assassinado.

“Obviamente, está todo mundo comovido pela forma como o policial foi morto e estamos buscando altivez na resposta para prender e chegar aos autores. E também (estamos buscando) ações individuais que sejam feitas como forma de acalmar esse sentimento que passa por todos os policiais, por ele ter sido brutalmente assassinado”.

O secretário destacou, no entanto, que não necessariamente esses grupos seriam formados por policiais ou apenas por policiais. “Às vezes, têm pessoas com qualquer outra ocupação profissional e que se intitulam de ‘justiceiros’, mas a gente tenta evitar que sejam feitos esses atos”.

Briga de facções
Além da suspeita que o secretário chamou de “ação orquestrada” devido à morte do policial, Barbosa destacou que os números do fim de semana incluem homicídios devido à briga de facções.

“Infelizmente, todo fim de semana, a gente encontra acerto de dívida de droga também. Estamos investigando, entre esses homicídios, até questões passionais. Teve a questão do empresário na Pituba e agora não descartamos também nenhuma possibilidade”, concluiu.

Correio

Com no máximo 2% no Datafolha, Maia diz que não vai desistir de disputa

Mesmo oscilando entre 1% e 2% na pesquisa Datafolha publicada neste domingo (10), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), diz que não está em seu radar deixar agora a disputa pela Presidência da República.

“Continuo achando que nada mudou e que ninguém tem garantia de vaga no segundo turno. Ninguém consegue se colocar como líder no campo de centro-direita”, disse Maia à reportagem.

Aliados do deputado admitem que ele não deve oficializar sua candidatura ao Palácio do Planalto entre 20 de julho e 5 de agosto, período das convenções partidárias, mas também não veem motivo para que ele desista agora, já que estaria se cacifando para tentar um terceiro mandato à frente da Câmara.

O próprio Maia rebate a crítica de tucanos que, reservadamente, afirmam que a manutenção de sua pré-candidatura prejudica alianças do DEM com outros partidos pelos estados.

“Não sei onde. Qual o estado? Onde segurei a decisão estadual? Papo furado. Não há um estado que tenha problema”, reagiu Rodrigo Maia.

Em São Paulo, o DEM pode apoiar tanto o governador Márcio França (PSB) quando o ex-prefeito João Doria (PSDB).

PSDB e DEM são aliados também em estados como Bahia, Pará e Alagoas. Em Pernambuco, apoiarão juntos o candidato do PTB. Os dois partidos vão se enfrentar em estados como Goiás e Mato Grosso.

Assim como os demais pré-candidatos, Maia manteve-se no mesmo patamar da pesquisa anterior, de 15 de abril.

Enquanto leva a candidatura de Rodrigo Maia adiante, o DEM também conversa com outros partidos, como PSDB, PDT e PR.

Encabeçados pelo PSDB, representantes de partidos do chamado centro organizaram na semana passada o “Manifesto por um polo democrático e reformista”, com acenos à esquerda e à direita.

O objetivo principal do texto é levar as legendas deste campo político, hoje com pré-candidaturas pulverizadas, a se reunirem em torno de um único nome.

O DEM, que participaria do ato, recuou. Os três deputados do partido que constavam como signatários do documento disseram que não haviam assinado o texto.

Bocão

Maia já articula reeleição à presidência da Câmara

Sem passar de 1% nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já admite, em conversas com aliados, desistir da disputa. Maia prepara o argumento para a desistência e passou a articular apoio para se reeleger ao comando da Casa na próxima legislatura. “Vou trabalhar pela minha candidatura até o limite, mas, de forma nenhuma, vou para esse processo sozinho”, afirmou Maia ao Estadão/Broadcast.

A saída de Maia da disputa presidencial vai explicitar as articulações do DEM no processo eleitoral. O presidente da Câmara tem defendido um novo polo de poder, distante do PSDB – parceiro histórico – e do MDB.

Há cerca de um mês, o deputado intensificou negociação com partidos de centro, entre eles, PP, PRB e SD, para que marchem juntos na campanha. Com a entrada do PR no bloco, ele passou a ser um dos principais entusiastas da aliança dessas legendas em torno da candidatura do empresário mineiro Josué Gomes (PR), dono da Coteminas e filho do ex-vice-presidente José Alencar.

Maia e aliados não descartam uma composição com o ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), mas têm feito acenos a outros presidenciáveis, entre eles, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). A avaliação dos dirigentes dessas legendas de centro é de que não se pode descartar o potencial eleitoral do pedetista.

Na negociação, o DEM pede compromisso de apoio à reeleição de Maia para o comando do Legislativo. Sua candidatura ao Planalto, desde o início, era vista como uma tentativa de o deputado se cacifar politicamente e eleitoralmente, uma vez que tem piorado seu desempenho nas urnas ao longo dos anos – em 2014 foi eleito com 53,1 mil votos, ante quase 200 mil de 2006.

A pouco mais de um mês do início das convenções partidárias, a saída de Maia da disputa também é mais um sinal da depuração dos 17 nomes que se apresentaram até agora como pré-candidatos. Nesta semana, a deputada estadual Manuela D’Ávila (PCdoB) admitiu abrir mão de sua pré-candidatura à Presidência nas eleições 2018 em torno de um nome que unifique a esquerda.

Ciro
O aceno de Maia a Ciro coincide com a desconfiança que ronda a pré-candidatura de Alckmin nas pesquisas de intenção de voto. Embora DEM e PSDB sejam aliados históricos, Maia já disse que aliança entre os dois partidos na disputa deste ano não seria “automática”.

Maia disse na quinta-feira passada que votaria no pedetista em um eventual segundo turno entre ele e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ). As conversas de Maia com Ciro estão sendo feitas ainda por meio de interlocutores, entre eles, o deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que é próximo do presidente da Câmara. Nas tratativas, DEM e PDT avaliam possíveis alianças nos Estados, como no Rio e no Rio Grande do Norte.

O deputado também tem se movimentado na Câmara em busca de apoio para se reeleger pela terceira vez para o comando da Casa. Desde abril, passou a fazer reuniões individuais com as principais bancadas para ouvir as demandas dos parlamentares. Já encontrou com deputados do PR, do PSDB e do PPS. Também deve se reunir com o MDB, a segunda maior bancada.

Maia também vem fazendo gestos para os principais partidos da oposição, entre eles PT, PCdoB e PDT, cuja maioria de seus integrantes o apoiou em suas duas eleições para o comando da Casa em 2016 e 2017. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Correio

Ladrão tenta roubar ônibus que já estava sendo assaltado; passageiros bateram nos dois

 

Caso aconteceu na região do Santo Antônio do Carmo, nas proximidades do largo, no Centro de Salvador.

Dois homens foram espancados por  passageiros de um ônibus, no final da manhã desta quinta-feira (7), enquanto tentavam assaltar o mesmo coletivo na rua Santo Antônio do Carmo, nas proximidades do largo, no Centro de Salvador.

De acordo com informações do Posto da Polícia Civil do Hospital Geral do Estado (HGE), Maurino dos Santos Mendes anunciou o assalto aos passageiros por volta das 11h.

Ao perceber que estavam roubando o mesmo ônibus, os dois tentaram fugir. Dizem que ladrão que rouba ladrão tem cem anos de perdão – nesse caso, no entanto, o ditado popular não se cumpriu.

Os passageiros surpreenderam os dois suspeitos. Vanderson foi agredido com socos e pontapés e encaminhado logo em seguida para o HGE por viaturas da polícia. O suspeito permanece internado no setor  ortopédico.

Maurino também foi agredido, mas teve lesões leves. Ele foi conduzido para Grupo Especial de Repressão a Roubos em Coletivos (GEERC). Procurada, a Polícia Civil não se pronunciou sobre o fato.

Correio

JUSTIÇA INTERDITA PRESÍDIO DE BARREIRAS E DETERMINA RETORNO DE INTERNOS PARA ITABUNA

A Justiça em Barreiras acatou ação do Ministério Público e determinou a interdição parcial do Presídio de Barreiras, além do retorno de 93 internos do Conjunto Penal de Itabuna que foram transferidos, em maio, para o oeste baiano. A decisão é do juiz Lazaro de Souza Sobrinho, da Vara do Júri e Execuções Penais de Barreiras.

O magistrado proibiu o “ingresso de novos custodiados, provisórios ou definitivos” e ordenou o retorno dos presos tanto da comarca de Ilhéus como da de Vitória da Conquista “e outras comarcas que inicialmente não faziam parte da competência”. Os presos oriundos de Ilhéus estavam no presídio itabunense antes da decisão da corregedora.

CORREGEDORIA DO TJ-BA

A decisão do magistrado de Barreiras vai de encontro a uma decisão da Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça da Bahia. A transferência de Itabuna para o oeste do Estado foi determinada pela corregedora-geral, desembargadora Maria Teixeira Almeida César Santos, em 16 de abril.

Pimenta

Inadimplência do Fies dobra desde 2014, e 41% não pagam as parcelas há mais de três meses

Depois de um período de crescimento desenfreado de novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de 2011 a 2014, o Ministério da Educação lida agora com um aumento contínuo da inadimplência dos ex-estudantes. Dados obtidos com exclusividade pelo site G1 por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que a taxa de inadimplência dobrou de 18,9%, entre dezembro de 2014, para 41% em março de 2018, período mais recente das informações repassadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

No mercado, um devedor é considerado inadimplente apenas quando está há pelo menos 90 dias sem pagar o valor devido. Em março, esse era o caso de 249.433 estudantes.

Muito maior do que a expectativa original de 10% de inadimplência, essa parcela de devedores representa 41% do total de 612.225 pessoas financiadas pelo Fies que já passaram pela fase de financiamento e a fase de carência (período em que o valor já foi inteiramente financiamento, mas o devedor ainda não precisa começar a pagar de volta), e entraram na fase de amortização.

Mesmo com o crescimento constante da inadimplência, o governo ainda não definiu as regras do Programa Especial de Regularização do Fies, que já estava incluído na MP do Novo Fies, aprovada no Senado Federal em novembro do ano passado. O FNDE afirmou que “ainda não há qualquer contrato vinculado a esse Programa” por causa da falta de regulamentação.

O FNDE só começou a divulgar dados sobre a inadimplência do Fies a partir de 2015, alegando que, antes o número de contratos que já estavam na fase de amortização era muito pequeno.

Atualmente, mais de 600 mil estudantes já estão pagando as parcelas do Fies, mas cada vez menos conseguem cumprir os prazos das parcelas. Em março, o total de contratos na fase de amortização, mas com atraso de um a 89 dias no pagamento de parcelas, era de 128.689. Somados aos contratos já considerados inadimplentes (com atraso de pelo menos 90 dias), eles representam 378.122.

Isso quer dizer que, em março, apenas 234.103 contratos estavam cumprindo os prazos de pagamento.

Os números mostram que o número de pessoas em dia com o Fies já é menor que os que estão com atraso de pelo menos um dia desde dezembro de 2017.

Controle do número de novos contratos

Depois de cinco anos aceitando praticamente toda a demanda de estudantes, o Fies passou a tentar controlar o número de novos contratos e segurar o orçamento, que chegou a R$ 13,7 bilhões nas duas edições de 2014.

No primeiro semestre de 2015, depois que o número de novos contratos superou o previsto para o ano inteiro, o Ministério da Educação anunciou uma série de mudanças, como aumentar a taxa de juros, reduzir o teto da renda familiar para priorizar o financiamento dos estudantes mais pobres e de regiões estratégias, e privilegiar cursos de graduação com avaliações mais altas e considerados de necessidade mais urgente para a sociedade.

O número de novos contratos também passou a ser fixado em vagas oferecidas em um processo seletivo, que também exigia nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Com isso, em 2017 ele caiu no menor patamar em seis anos.

Medidas para ‘estancar’ a inadimplência

Mesmo assim, a inadimplência continuou a subir e, no ano passado, o MEC anunciou a reformulação do programa, que rebatizou de Novo Fies.

Além de mudanças sobre quem poderia participar de cada modalidade criada, novas medidas foram tomadas para limitar a liberdade das faculdades na hora de definir os preços praticados. “Nós tínhamos no modelo anterior, por exemplo, algumas instituições de ensino praticando preços exclusivos para o Fies”, afirmou Rossieli.

Segundo ele, algumas instituições chegavam a cobrar, de um aluno do Fies, o triplo ou até quatro vezes mais que a mensalidade cobrada de estudantes que pagavam pelo curso do próprio bolso. “A gente não pode pagar o absurdo de diferenças como essas.”

As medidas servem para prevenir que a inadimplência aumente também entre os contratos que ainda estão na fase de financiamento. Mas, para os estudantes que já demonstram dificuldade em quitar o que devem ao Fies, o programa de renegociação das dívidas ainda não saiu do papel.

G1

ESTUDANTES DE ITABUNA APRESENTAM APLICATIVOS CRIADOS NO PROJETO E-NOVA EDUCAÇÃO DURANTE O VIRTUAL EDUCA BAHIA 2018

Diferentes aplicativos desenvolvidos por estudantes do Colégio Estadual Félix Mendonça, em Itabuna, através do projeto e-Nova Educação, desenvolvido em parceria com o Google, estão chamando a atenção dos participantes do XIX Encontro Internacional Virtual Educa, que acontece até esta sexta-feira (8), no Centro Estadual de Educação Profissional, Formação e Eventos Isaías Alves (ICEIA), no bairro do Barbalho, em Salvador. São protótipos de aplicativos que buscam solucionar problemas existentes na sociedade e que revelam o olhar empreendedor e criativo dos estudantes da rede estadual de ensino.

As estudantes Anna Karoline Pinheiro, 14, e Anabelly Santos, 17, estão apresentando o aplicativo “ASF – Acompanhe Seu Filho”, no qual os pais dos alunos poderão acompanhar a vida escolar dos filhos, como notas, frequência e avisos. A ideia é voltada para as Secretarias de Educação e o aplicativo poderá ser acessado pelo numero de matrícula do estudante de cada unidade escolar cadastrada. Com este aplicativo, as estudantes conquistaram a etapa regional e a final da etapa Brasil do Technovation Challenge Brazil, competição de desenvolvimento de aplicativos para meninas de 10 a 18 anos dos Ensinos Fundamental, Médio e Técnico, e agora, estão concorrendo com as equipes mundiais para participar da final da competição que será realizada, em agosto, na Califórnia, nos Estados Unidos.

“O nosso projeto visa facilitar o maior acompanhamento familiar na vida do estudante e pensamos exclusivamente nos pais, pois muitos deles, na correria diária, não têm tempo suficiente de estarem totalmente presentes na escola e através do aplicativo eles poderão acompanhar a vida escolar de seus filhos. Estou muito entusiasmada em participar de um evento desse porte e, também, esperamos participar e sair como campeãs na final do Technovation Challenge nos EUA”, afirma Anna Karoline Pinheiro.

Outro projeto de destaque é o “Bio Protect”, que significa “Proteja a Vida”, criado pela estudante Shauany Gomes, 16, e as demais integrantes de sua equipe. “Ele foi criado porque analisamos que o mundo em que vivemos hoje com o avanço tecnológico tem sido prejudicado. O aplicativo contém um quiz (jogo) onde o participante pode assinalar algumas alternativas e, com base nas suas respostas, será mostrado um texto sobre o tema abordado no qual o participante poderá fazer uma autorreflexão sobre suas atitudes com o meio ambiente. Além disso, também são indicadas algumas plantas medicinais que podemos cultivar em nossa casa para ajudar na nossa saúde”, explica a estudante.

Ilhéus24h

Flávia Alessandra critica Antonia Fontenelle ao falar pela 1ª vez sobre herança

A atriz Flávia Alessandra se pronunciou pela primeira vez sobre o processo que corre na Justiça envolvendo a herança do ator e diretor Marcos Paulo, morto em 2012, seu ex-marido, com quem tem uma filha.

O pronunciamento foi feito após a apresentadora Antonia Fontenelle, que também foi casada com Marcos Paulo, publicar um vídeo em que fez críticas à decisão judicial da ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Isabel Galloti, que negou o reconhecimento de uma carta escrita por Marcos Paulo, na qual ele garantiria 60% de sua herança para Fontenelle.

O pedido havia sido feito por meio de instrumento impetrado pela defesa da apresentadora.

Em um desabafo, Flávia criticou Antonia por transformar o assunto em um “circo público” por meio de uma “super exposição baixa e covarde, sempre com inverdades”, afirmando que ela “tenta desrespeitar os desejos dele, a legalidade dos documentos e os direitos das filhas”.

Flávia explica que preferiu manter-se em silêncio durante os mais de cinco anos em que corre o processo, no qual está envolvida por ser mãe de Giulia, uma das filhas de Marcos Paulo

“Nunca participei do inventário em questão. Apenas representei a minha filha menor de idade, como assim exige a lei”, explicou. Desde fevereiro de 2018, por ter completado 18 anos, a jovem “pode tocar esse assunto diretamente com as suas irmãs, advogados e inventariante”.

“O Sr. Marcos Paulo deixou um testamento registrado e reconhecido pela Justiça, onde contempla apenas e somente as suas três filhas. E como se não fosse o bastante, após o testamento e ainda em vida, ele firmou um outro documento, registrado em cartório, com a sra. Antonia Fontenelle, onde ela abriu mão de tudo que pertencia ao sr. Marcos. Sendo assim, não teria direito a nada, por decisão em comum acordo entre os dois”, alega Flávia. “São três filhas herdeiras, e cada uma possui seu advogado. No entanto, todas as três estão de acordo com os passos ao longo desse processo, e as mesmas tentam apenas fazer valer o testamento e o documento em que a sra. Antonia assinou abrindo mão de tudo”, prossegue.

A atriz ainda cita que as filhas de Marcos se afastaram de Antonia após uma “brusca mudança de conduta e discurso” após a morte do ex-marido: “Antes, fazia questão de dizer a todos e aos quatro ventos que não queria nada que era do sr. Marcos Paulo.”

Alessandra também rebateu a frase dita por Antonia, que alegou ser “perseguida por mulheres”: “É ela quem ataca (desde o falecimento do sr. Marcos Paulo) as filhas e a minha figura em especial, para tentar buscar estar em cena, vitimizando-se e me colocando como grande inimiga dela, que nunca fui. Numa outra clara e covarde tentativa de colocar a opinião pública contra minha figura.”

A forma como Antonia expõe publicamente detalhes do processo que corre em segredo de Justiça também foi criticada por Flávia. “Vale destacar que, até o momento, a sra. Antonia perdeu em todas as instâncias.”

“Gostaria de pedir, por gentileza, que a sra. Antonia não utilize meu nome e nem o da minha filha para tentar dar mais visibilidade a seus argumentos infundados e reivindicações jurídicas/pessoais. Tentei levar numa boa até aqui, mas já gostaria de deixar avisado que, depois dos últimos pronunciamentos da mesma, se preciso, tomarei medidas legais”, garantiu a atriz.

Utilizando palavras escritas em caixa alta, Flávia encerra o comunicado: “Que a sra. Antonia Fontenelle siga sua vida, nos deixando em paz, buscando o que deseja na Justiça e apenas pela Justiça. Chega deste circo público de inverdades e maldades conosco. Foram cinco anos de forma silenciosa, e o silêncio, novamente, será meu abrigo.

Correio

Dois ônibus são incendiados no quarto dia de ataques em Minas Gerais

Mais dois ônibus foram atacados e incendiados na Região Metropolitana de Belo Horizonte na madrugada desta quarta-feira (6). É o quarto dia de ataques a coletivos no estado. De acordo com a Polícia Militar (PM), um dos casos ocorreu no bairro Lagoa, em Ribeirão das Neves. A corporação informou que um segundo coletivo foi atacado na mesma cidade, mas ainda não deu detalhes sobre o crime. Foi a 29ª cidade no estado em que houve ataques desde domingo (3).

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), confirmou na tarde desta terça-feira (5) que os ataques a ônibus e locais públicos no estado partem de uma facção criminosa que atua no Brasil inteiro.

A PM informou que o motorista seguia para a garagem, quando foi rendido por três criminosos que mandaram que ele descesse do coletivo. Os suspeitos estavam com uma garrafa pet com um líquido inflamável – que foi jogado dentro do veículo – e atearam fogo.

As chamas se alastraram rapidamente e o coletivo ficou totalmente destruído. O fogo alto também atingiu a rede elétrica e provocou explosões. O ônibus atacado fazia a linha 616-C (Estação Pampulha/Céu Azul C).

Por causa do óleo derramado, as chamas também se espalharam pelo asfalto e atingiram o muro e a grade de uma escola estadual. As câmeras de segurança da escola podem ajudar a polícia a encontrar os três homens que teriam colocado fogo no ônibus.

Segundo a PM, os criminosos primeiramente tentaram abordar um outro ônibus que passava por uma avenida, mas como não conseguiram, desceram uma rua e renderam o motorista do ônibus atacado.

O condutor estava sozinho e não ficou ferido. O isqueiro que teria sido usado pelos criminosos foi encontrado perto do ônibus. Peritos da Polícia Civil estiveram no local. Para a PM, ainda é cedo para afirmar se o incêndio tem relação com os outros ataques a ônibus registrados no estado.

G1

Último país que proibia mulheres de dirigir, Arábia Saudita começa a expedir carteira de motorista para elas

Arábia Saudita começou nesta segunda-feira (4) a expedir carteiras de motorista para mulheres que poderão dirigir em seu território a partir de 24 de junho. O país era o único do mundo que ainda proibia mulheres de conduzir automóveis.

Em comunicado, o governo afirmou que expediu a carteira para dez mulheres que já tinham permissão de dirigir em outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Líbano e Canadá. Antes de receber a habilitação emitida pelo órgão responsável, na capital Riad, elas fizeram uma prova prática e teste de visão.

“A Direção Geral de Tráfego começou a substituir as permissões internacionais reconhecidas pelo reino por permissões sauditas, em preparação para o dia 24 de junho, quando será efetivada a decisão de permitir que mulheres dirijam automóveis na Arábia Saudita”, informou a repartição à agência de notícias oficial SPA.

Várias mulheres estão fazendo curso de motorista em todas as regiões do país, a fim de tirar a habilitação. Algumas já expressaram o desejo de se tornar motoristas de empresas como a Uber. O governo calcula que 2 mil tirarão carteira nas próximas semanas.

“Dirigir para mim representa ter uma escolha, a escolha do movimento independente. Agora temos essa opção”, explicou à SPA Rema Jawdat, uma das primeiras a receberem a carteira de motorista.

Em setembro de 2017, o rei saudita, Salman bin Abdulaziz al-Saud, anunciou o fim da proibição de dirigir para mulheres. O anúncio veio depois de anos de resistência de ativistas dos direitos das mulheres contra o impedimento.

Essa medida é uma das reformas para a modernização da sociedade saudita liderada pelo príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman. Nos últimos dois anos, o dirigente reduziu as restrições da segregação por gênero e a proibição de presença feminina em shows, além de reabrir os cinemas no país. Na início de junho, a Arábia Saudita também aprovou um projeto de lei que criminaliza o assédio sexual.

Entretanto tais reformas correm o risco de ser eclipsadas pelas recentes detenções de 17 ativistas de direitos humanos, entre eles mulheres identificadas como defensoras do direito feminino de dirigir. Os detidos foram acusados de minar a segurança do país.

Segundo as autoridades, apenas nove suspeitos permanecem presos, entre os quais quatro mulheres. Eles teriam confessado uma série de acusações, como contato com “organizações hostis”.

G1

POLÍCIA APREENDE EM ILHÉUS 70 DINAMITES QUE SERIAM USADAS PARA ROUBO A BANCOS

Policiais militares apreenderam, na noite de sábado (2), 70 bananas de dinamite, em Ilhéus. Equipes da 69ª Companhia Independente da Polícia Militar chegaram até o imóvel, usado para esconder os artefatos explosivos, após denúncia anônima de que homens armados estavam no local.

Os bandidos fugiram ao perceber a chegada dos policiais, deixando o imóvel, no  Ilhéus II, com as portas abertas. No local, os PMs encontraram, além das 70 bananas de dinamite, 1,9 tonelada de uma substância da cor branco, 21 espoletas para detonação e quatro garrafas com um tipo de material químico.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), equipes de policiais estão no sul da Bahia colhendo informações e fazendo varreduras. Para SSP-BA, o material seria usado para ataque a bancos no sul da Bahia.

“Obviamente que o material pertence a uma quadrilha especializada em roubos a banco. Conseguimos evitar alguns ataques com esta grande apreensão”, declarou o comandante de Operações da Polícia Militar, coronel Paulo Uzêda.

Pimenta

Dia do Meio Ambiente: Presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco fala sobre os avanços no Velho Chico

 

 

No Dia do Meio Ambiente, presidente do Comitê do São Francisco se preocupa com poços clandestinos para irrigação no oeste baiano

Dois anos depois de anunciar um plano nacional de revitalização do Velho Chico, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco  (CBHRS) diz que pouco se avançou na questão. O alívio veio mesmo da natureza.  Um período úmido entre novembro e dezembro de 2017 melhorou um pouco o volume dos reservatórios. Mas, após anos dramáticos de seca, estado e sociedade civil precisam agir.

O presidente do CBHRS, Anivaldo Miranda, diz que a situação está muito aquém do ideal e que a crise do Rio São Francisco está muito mais atrelada a problemas de gestão do que dos próprios ciclos naturais. “Água no Brasil, tem! O problema é a exploração desregulada dessa água”.

Uma dessas formas de exploração, diz Anivaldo, ocorre na Bahia. Durante entrevista coletiva que abriu as comemorações do Dia Nacional em Defesa do Rio São Francisco (03 de Junho), ele criticou a expansão das fronteiras agrícolas no oeste baiano e a perfuração de poços de irrigação no aquífero de Urucuia. “A maior parte é clandestina”.

O problema com as águas subterrâneas na Bahia estaria comprometendo a vazão afluente à Hidrelétrica de Sobradinho no período de estiagem.  Em Aracaju, no lançamento da campanha Eu Viro Carranca para Defender o Velho Chico e do II Simpósio da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco,

Anivaldo também cobrou a implementação do plano nacional que, desde 2016, calcula em R$ 30 bilhões o valor necessário para revitalizar o Rio São Francisco em dez anos.

Correio

 

 





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