WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia



junho 2019
D S T Q Q S S
« maio    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  


Procuradora do Estado manda recuperar Hotel Reis Magos e donos dizem que não tem jeito

A deterioração do prédio que já foi o mais badalado hotel de Natal, o Hotel Reis Magos, na Praia do Meio, zona Leste da cidade, afasta cada vez mais a ideia de revitalização da estrutura. Essa é a visão do grupo Hotéis Pernambuco S/A, dono do imóvel que está em ruínas. A nova negativa à recuperação do prédio parte do advogado que representa a empresa, João Vicente de Golveia, após a procuradora estadual Marjorie Madruga encaminhar ofício determinando que o grupo providenciasse o conserto da laje da recepção da extinta boate Royal Salute, que ficava dentro do hotel e desabou no mês passado.

“Ela nos encaminhou esse ofício, sem sentido e sem fundamento jurídico, mas não temos o que fazer porque o prédio está se destruindo por si só e não comporta mais nenhum tipo de recuperação. A deterioração é tão grande, que é perigoso enviar pessoas para trabalharem no local e a estrutura desmoronar de vez”, disse o advogado. O hotel parou de funcionar em meados da década de 90 e, desde então, sofre com a deterioração dos fenômenos naturais como a chuva, o vento e maresia, além da depredação.

A estrutura só não foi demolida ainda por causa da briga judicial que se formou em torno do caso, depois que entidades e grupos que defendem a preservação do patrimônio arquitetônico e histórico, passaram a defender o tombamento do prédio para a revitalização do espaço. Contudo, o grupo Hotéis Pernambuco S/A não tem qualquer interesse em revitalizá-lo. O custo, segundo o advogado João Vicente, seria muito alto, de modo que o mais viável seria a construção de um novo empreendimento.

“Mesmo que houvesse chances de recuperação, o proprietário não tem qualquer interesse em revitalizá-lo. A ideia é enfrentar a questão do tombamento que está na justiça e, se o prédio deixar de existir, empreender no terreno um novo projeto, demolindo o que está lá e fazendo aquecer a economia e valorização daquela área da cidade”, revela. A construção de um empreendimento comercial no local esteve em evidência há alguns anos, mas agora, o grupo proprietário diz que não tem definido o que será feito. “Somente depois que fosse demolido é que faríamos um estudo para saber o que seria mais viável de se fazer naquele espaço”, diz o advogado.

Revista policial apreende 24 celulares em Complexo Prisional

jj

Vinte e quatro celulares, sete facas artesanais e uma porção de cocaína foram apreendidas na manhã desta segunda-feira (27), no Pavilhão Três do Complexo Prisional de Feira de Santana. No total 241 internos foram revistados na ação, que contou com o apoio da Secretaria de Administração Prisional e Ressocialização. A unidade possui 13 pavilhões e, de acordo com o comandante da Cipe/Litoral Norte, tenente-coronel Ricardo Mattos, são alvos de constantes revistas preventivas.

No caso de hoje chegamos cedo, antes das celas serem abertas, justamente para aproveitar o fator surpresa. O objetivo é recolher material ilícito, principalmente celulares, na maioria das vezes utilizados para comunicação externa”, informou o comandante da Cipe/Litoral Norte. Ainda segundo ele, a apreensão de armas nas revistas também visa a prevenção de crimes mais graves, como o ocorrido recentemente no presídio do Amazonas.

Denúncia

A unidade especializada também apreendeu, na noite de ontem, uma espingarda calibre 12 e um quilo e meio de cocaína pura, após denúncia anônima, no Condomínio Residencial Feira Life, no bairro Feira IV. No momento da abordagem, um homem conseguiu fugir. Fabrícia Sales dos Santos, 19 anos e Kessia Layny de Jesus, 24, foram conduzidas à Central de Flagrantes.

Ação da Companhia Independente de Policiamento Especializado Litoral Norte (Cipe/Litoral Norte) contou com apoio da Seap.

Alunos do Luta Cidadã sobem ao pódio na Copa Black Belt de Jiu-jitsu

Quatro participantes do projeto da BCS/Nova Cidade levaram medalhas para casa. A competição reuniu cerca de 300 atletas de Vitória da Conquista.

Quatro alunos do projeto Luta Cidadã da Base Comunitária de Segurança (BCS) Nova Cidade de Vitória da Conquista subiram ao pódio na 9ª Copa Black Belt de Jiu-jitsu. O evento aconteceu no último domingo (26), no Ginásio de Esportes da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), no município de Vitória da Conquista. A competição reuniu cerca de 300 atletas da região.

Paulo Sérgio Rodrigues da Silva, 15 anos, levou o 1º lugar na categoria Infanto-Juvenil Médio e Mateus Pires do Amaral, 16, também foi o número um na Juvenil Super-Pesado, faixa branca. Já na categoria Infantil, Emily Vieira, 12, levou a medalha de 1º lugar e Diogo Libarino, 17, alcançou o 2º, na Juvenil Pena.

Segundo um dos instrutores do projeto, o soldado PM Luiz da Costa Nogueira, o Luta Cidadã já existe há cinco anos na base e os alunos treinam três vezes na semana. “Eles já vêm mostrando bons resultados em outras disputas. Essa foi uma competição regional, que acontece há nove anos na cidade, onde precisaram se concentrar bastante para alcançar as medalhas”, disse.

A comandante da base, capitã PM Valdomira Santos, destacou a importância do trabalho que é desenvolvido no projeto. “Agradecemos aos nossos instrutores que são profissionais preparados para conduzir esses jovens e incentivam diretamente na questão da disciplina, que os fizeram subir no lugar mais alto do pódio”, ressaltou.

Quatro participantes do projeto da BCS/Nova Cidade levaram medalhas para casa. A competição reuniu cerca de 300 atletas de Vitória da Conquista.

Espingarda calibre 12 é encontrada com traficante em Periperi

Com Adamo da Silva Santana, 24 anos, também foram encontradas 32 poções de maconha, entre maconha e cocaína.

Guarnições d18ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Periperi) prenderam na manhã desta terça-feira (28), Adamo da Silva Santana, 24 anos, com uma espingarda calibre 12, cinco munições e 32 porções de drogas, entre elas, maconha e cocaína.

Estávamos intensificando o policiamento na região de Alto de Coutos, quando avistamos o traficante em um beco”, contou o comandante da 18° CIPM, major Roberto Araújo. Ele explicou ainda que foi encontrada uma foto de Adamo em seu aparelho celular, portando armas.

O traficante ainda confessou que possuía uma espingarda calibre 12 em casa, sendo autuado por porte ilegal de armas de fogo e tráfico de drogas na 5° Delegacia Territorial (DT) de Periperi.

Com Adamo da Silva Santana, 24 anos, também foram encontradas 32 poções de maconha, entre maconha e cocaína.

Cármem Lúcia nega HC coletivo em prol de transexuais adolescentes

Cármem Lúcia nega HC coletivo em prol de transexuais adolescentes

Foto: Reprodução / O Globo

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, negou o habeas corpus que buscava garantir a transferência para unidades femininas, ou locais especiais, caso tivessem o desejo, de travestis e transexuais menores de idade que estejam em abrigos de internação para meninos.

 

O pedido foi impetrado pela Associação Brasileira de Famílias Homotransafetivas (Abrafh), na esteira de outros HCs coletivos concedidos pelo Supremo, como aquele em que, ano passado, a Segunda Turma da Corte determinou a soltura de presas gestantes e mães com filhos de até 12 anos, revela a Agência Brasil.

 

Nas alegações, a Abrafh reforçou a superlotação das unidades de internação pelo país e citou episódios de violências perpetrados contra transexuais que dividiam celas com homens, entre os quais estupros coletivos eram recorrentes.

De acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgados em novembro, existem hoje no país 22.203 adolescentes internados em unidades socioeducativas, 3.921 dos quais de modo provisório, ainda ao aguardo de uma sentença judicial.

CCJ da Câmara convoca Onyx para explicar decreto de porte de armas

CCJ da Câmara convoca Onyx para explicar decreto de porte de armas

Foto: Reprodução / Valter Campanato / Agência Brasil

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou nesta terça-feira (28) a convocação do ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, em votação simbólica. Com isso, o ministro será obrigado a comparecer à comissão para responder perguntas sobre o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibiliza o porte de armas.

O requerimento foi apresentado por Aliel Machado (PSB-PR) e tem 15 dias para ser cumprido.

Deputados simpáticos ao governo reclamaram que não houve movimento de deputados do PSL para impedir a convocação. O presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR) chegou a dizer que era estranho que não houvesse articulação do plenário com o Executivo.

“Só achei estranho que ninguém [do governo] entrou em contato com a comissão ou com autor do requerimento. Não estou entendendo o papel que o senhor está fazendo aqui hoje”, disse para o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP), que foi um dos poucos a tentar obstruir a votação do requerimento.

“Não falo em nome da liderança do governo. Nem titular da comissão eu sou. Fui pego de surpresa, cumprindo um papel que foi me delegado pelo partido. É bizarro e assustador. Me assusta o amadorismo e a falta de competência do governo em se defender. E, quem é independente e acaba tendo que fazer esse papel, fica nessa situação”, disse o deputado em resposta.

Senado aprova redução de ministérios e Coaf sem Moro após apelo de Bolsonaro

Senado aprova redução de ministérios e Coaf sem Moro após apelo de Bolsonaro

Foto: Marcos Oliveira / Agência Senado

A pedido do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o Senado aprovou nesta terça-feira (28) a versão vinda da Câmara da medida provisória da estrutura ministerial, tirando o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do guarda-chuva do Ministério da Justiça e enfraquecendo o titular da pasta, Sergio Moro.

A aprovação ocorreu após apelos de Bolsonaro, que chegou a enviar carta para convencer os senadores a aprovar a proposta —que prevê o órgão de inteligência sob a alçada do Ministério da Economia. O presidente temia o risco de a MP inteira expirar, invalidando a redução de 29 para 22 ministérios implantada no começo do mandato.O governo teve dificuldade para conter senadores do próprio PSL, que queriam mudar o texto para atender à reivindicação de Moro, que considera o Coaf estratégico no combate à corrupção.

Se a medida provisória sofresse mudanças, porém, precisaria voltar à Câmara, pondo em risco a versão completa da MP, incluindo o enxugamento de pastas —já que ela perderia validade em 3 de junho. Dos 81 senadores, 78 estiveram presentes, dos quais 29 deram voto para deixar o Coaf com o ministério de Moro. Bolsonaro acabou conseguindo conter os senadores de seu partido, o PSL —nenhum descumpriu o apelo do presidente, apesar dos discursos, inclusive nas manifestações de rua de domingo (26), em prol do órgão com a pasta da Justiça.

Senadores favoráveis a Moro fizeram questão de atribuir a derrota do ministro a Bolsonaro. De olho nas redes sociais, quem mudou de posição foi ao microfone se justificar. O texto-base foi aprovado inicialmente em votação simbólica. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), pediu votação nominal, em uma manobra para impedir que os destaques que tratam do Coaf também pudessem ser votados nominalmente.

Pelas regras do Senado, uma segunda votação nominal só pode acontecer uma hora depois de uma primeira. Mas alguns senadores alegavam que, se a votação fosse nominal, teriam que votar contra o apelo de Bolsonaro. No final da votação, os senadores a favor do Coaf com Moro que pediram que os votos deles fossem consignados. Em 1º de janeiro, Bolsonaro transferiu o Coaf do extinto Ministério da Fazenda para o da Justiça. No entanto, a comissão mista que avaliou a proposta e a Câmara devolveram o conselho para o Ministério da Economia.

O governo se viu numa encruzilhada e, nos últimos dias, passou a contrariar seus aliados e redes sociais e começou a defender que o Senado aprovasse o texto como saiu da Câmara para não ter o risco de ver toda a estrutura de governo desfeita.

Se o texto fosse alterado no Senado, teria que voltar à Câmara e ser aprovado até segunda-feira (3), quando perderia a validade. O centrão já havia emitido sinais de que não estava disposto a votar novamente a matéria. Se a MP caducasse, os atuais 22 ministérios voltariam a ser os 29 do governo Michel Temer. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), começou a sessão depois de duas horas de reunião entre líderes partidários em que não se chegou a nenhum acordo para a votação.

Durante o encontro, ele leu uma carta assinada não só por Bolsonaro, mas também pelos ministros Sergio Moro (Justiça), Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). A carta também foi lida em plenário. Na carta, Bolsonaro repetiu o apelo que já havia feito outras duas vezes e que foi feito também por Moro em telefonemas a alguns senadores. “O referido projeto, que versa sobre a reforma administrativa, urgente à austeridade e à sustentabilidade da máquina pública, saiu da Câmara dos Deputados com mais de 95% de sua integralidade”, diz o texto, dando destaque à redução de 29 para 22 ministérios.

“Solicito, portanto, que as senhoras e os senhores senadores aprovem a medida provisória nº 870, de 2019, conforme o texto recebido da Câmara dos Deputados”, afirmam os missivistas. Bolsonaro e os ministros lembram na carta que, se a MP não fosse aprovada até segunda-feira, perderia a validade, “resultando em um retrocesso que causará prejuízos a toda a nação brasileira”.

“Conclamo a união de esforços de todos os Poderes da República em nome das demandas autênticas de mudanças almejadas por toda a população brasileira”, encerra a carta. Procurado por senadores para confirmar a assinatura na carta sobre a votação da medida provisória que reorganiza o governo, Sergio Moro afirmou considerar a derrota “um pouco desconfortável”. De acordo com senadores que contataram Moro, o ministro disse que “mais adiante” pode tentar “trazer o Coaf de volta para o ministério da Justiça”. Segundo o ex-juiz, sua decisão foi baseada na convicção do governo de que havia grande risco de “perder a MP inteira”.

O ministro afirmou lamentar o revés e admitiu que ficar mais feliz se o órgão permanecesse em sua pasta. “A batalha real é a reforma da Previdência e o pacote anticrime”, disse Moro aos senadores. Para convencer os senadores, Moro voltou a usar o argumento de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, se comprometeu a manter a estrutura do órgão. Diante do apelo de Bolsonaro e dos ministros, o PSL, partido do presidente, mudou de posição e parou de brigar para manter o Coaf com Moro. “Não dá para você defender uma situação em que o defendido não quer ser defendido”, afirmou o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP).

Mas integrantes de Podemos, Rede e PSD não recuaram e insistiram em fazer a alteração. Líder do Podemos, o senador Alvaro Dia s (PR), também foi procurado pelo ministro. Mesmo assim, disse que, se o Coaf deixar o Ministério da Justiça, ingressará com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) alegando inconstitucionalidade da mudança.

Nesta tarde, os parlamentares receberam um documento com relatadas 200 mil assinaturas pedindo a mudança do texto da Câmara e devolução do Coaf ao Ministério da Justiça. Além disso, vários senadores se disseram pressionados pelas manifestações ocorridas no domingo (26), que pediam, entre outras coisas, que o Coaf voltasse para a pasta de Moro.

“Estamos recebendo hoje uma carta de rendição ao que você tem de pior na forma de fazer política, não de troca de cargos, de barganhas, mas a política feita de impostação, de enrolação em rede social. Coerência não se vende na feira. Quem fez campanha defendendo o combate à corrupção tem que ter coerência daquilo que pensa”, disse Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

O senador acenou inclusive para as redes sociais, que pressionaram senadores a votar a favor de Moro. “É importante registrar para que as redes sociais, para que os robôs, para que aqueles seguidores fanáticos assinalem na sua cabeça com toda clareza: quem não quer o Coaf no MJ é Jair Bolsonaro.”

O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho, reagiu. “A carta não é uma rendição. É uma mão estendida”, afirmou. “A história não perdoa quem desiste no meio da batalha. O povo do Amazonas não me mandou para atender cartinha de presidente ou de ministro”, disse o senador Plínio Valério (PSDB-AM). Líder do PSD no Senado, Otto Alencar (BA), afirmou que a mudança de opinião do ministro Sergio Moro “em cima da hora” não convenceu a Casa.

“O ministro Moro errou muito. Assinou uma carta de manhã e, depois, em Portugal, disse ‘paciência'”, afirmou o senador, indicando referendar a tese de que o ministro da Justiça foi voz vencida dentro do governo. Ao defender a permanência do órgão no guarda-chuva de Moro, Otto criticou o endosso de Bolsonaro às manifestações de domingo.

“Essa carta deveria ter chegado na sexta-feira, antes de seus seguidores participarem de atos nas ruas atacando o Congresso Nacional, chamando de política velha.” “Qual é a política velha? É a do ministro do Turismo, que está no laranjal e não é demitido? Essa é a política velha, que está nos pés do presidente da República, para atacar o Congresso nacional com a bandeira da moralidade e a imoralidade lá dentro do Palácio do Planalto, no ministério do Turismo.”

Presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), a senadora Simone Tebet (MS), diz entender que é possível que Bolsonaro tente mexer na localização do Coaf por meio de decreto presidencial. A senadora Rose de Freitas (PODE-ES) disse que Bolsonaro “não precisa criar esta confusão nem jogar o povo contra o Congresso”, já que a Constituição garante ele o direito de fazer a alteração por decreto.

“Faça lembrar a ele que esta Carta vigora no país”, disse a Freitas, com uma Constituição na mão, a Davi Alcolumbre. O Palácio do Planalto informou que posteriores avaliações serão realizadas se acharem necessário. Os ataques de alguns senadores se estenderam ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “Façam este apelo ao presidente Bolsonaro e o presidente Bolsonaro faça uma carta ao presidente Rodrigo Maia para que ele analise o destaque que nós vamos votar aqui, da mesma forma como ele está fazendo conosco”, disse Omar Aziz (PSD-AM).

Soraya Thronicke (PSL-MS) disse que Bolsonaro e os ministros foram “obrigados” a assinar a carta “porque não confiam no comando da Câmara dos Deputados”. “Está todo mundo aqui apontado para o governo quando, na verdade, ninguém lembrou de apontar para a Câmara, para o comando da Câmara e para deputados que deixaram chegar nesta situação. Deixar chegar no Senado no apagar das luzes é uma falta de respeito sem tamanho. A gente fica discutindo aqui e eles estão dando risada lá”, afirmou.

TERRAS INDÍGENAS
Em meio aos discursos que antecederam a votação da MP, Thronicke afirmou que o presidente não vai demarcar nenhuma terra indígena. Foi uma referência a um dos destaques da MP, que tira a Funai (Fundação Nacional do Índio) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e a devolve para o Ministério da Justiça.

A pasta também retomará a atribuição de demarcação de terras indígenas, que Bolsonaro havia deixado com o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), sob o guarda-chuva do Ministério da Agricultura. “Quero deixar claro para os produtores ruais que, independente do que acontecer agora, o presidente Bolsonaro não vai assinar mais demarcação de terras indígenas. Não assinou desde o dia 1º de janeiro e não vai assinar. Porque o presidente entende que os índios nunca tiveram as terras, sempre foi da União”, afirmou a senadora.

“O projeto para os indígenas é que eles tenham a titularidade da terra, então não vai atrapalhar ninguém. Vai ser bom para os índios e vai ser bom para os produtores rurais, independentemente de onde quer que esteja”, disse Thronicke.

:: LEIA MAIS »

Esquadrão Águia localiza traficante no Bom Juá

O criminoso que estava armado e com 47 pinos de cocaína é considerado um dos grandes traficantes de drogas da Fazenda Grande do Retiro.

Um criminoso de pré-nome ‘Lelê’ foi localizado na tarde da última segunda-feira (27), por policiais do Esquadrão de Motociclistas Águia da PM, após uma guarnição se deparar com um grupo armado traficando drogas na Retirolândia, no bairro Bom Juá. Na ação houve troca de tiros e ‘Lelê’ foi alvejado.

Encaminhamos o criminoso, que estava sem identificação, para o Hospital Ernesto Simões, porém não resistiu aos ferimentos. Ele é considerado o braço direito do tráfico de drogas na rua Diva Pimentel, na Fazenda Grande do Retiro”, contou o comandante do Esquadrão Águia, major André Borges.

Com ele foi encontrado um revólver calibre 38, da Marca Taurus, com numeração raspada, quatro munições, 47 pinos de cocaína e a quantia de R$ 83

Saiba o que fazer ao encontrar um animal silvestre

Denúncias sobre o assunto poderão ser feitas através do whatsApp da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental.

A campanha ‘Disque Ambiental’, iniciada esta semana pela Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa), objetiva receber denúncias sobre animais silvestres encontrados em cativeiros, residênciasou áreas urbanas.

Unidade operacional especializada responsável pelo policiamento ostensivo, visando à proteção do meio ambiente, a companhia atende 156 cidades, incluindo Salvador e Região Metropolitana, Feira de Santana, Alagoinhas e Juazeiro, além dos municípios localizados no Litoral Norte.

A Coppa, segundo esclareceu o seu comandante, major Amilton Souza, combate todos os crimes ambientais, como maus tratos a animais, manutenção de animais silvestres em cativeiro, extração ilegal de recursos naturais, a exemplo de água, minério, madeira e pesca predatória.

O primeiro passo, quando se encontra um animal silvestre em casa, é isolá-lo dentro de um cômodo ou então utilizar algum material que possa contê-lo, “mantendo sempre um contato visual, para que ele não se aproxime de nenhuma pessoa”, explicou Souza, advertindo que, caso um animal seja encontrado na rua, jamais deve-se aproximar ou tentar pegá-lo, já que, muitas vezes, embora aparente calmo, pode se tornar agressivo, se ameaçado.

De acordo com a Lei Federal 9.605/98, manter animais silvestres em cativeiro, sem a devida permissão do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, constitui crime ambiental. Caso alguém encontre algum, deve entrar em contato com a Coppa, através do whatsApp (71) 99982-2309.

Lava Jato mira operador financeiro e bancários no Rio de Janeiro

Resultado de imagem para policia federal

Agentes da Polícia Federal no Rio de Janeiro cumprem na manhã desta terça-feira, 28, uma nova fase da Operação Lava Jato em um desdobramento da Câmbio, Desligo.

Segundo informações do canal Globo News, as ordens de prisão são contra um operador financeiro e dois funcionários de um banco, além de busca e apreensão contra outros suspeitos.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do RJ, a pedido do Ministério Público Federal.

Deflagrada em maio de 2018, a Câmbio, Desligo tem como alvo doleiros que operavam no mercado paralelo de câmbio e são acusados de lavar 1,6 bilhão de reais para organizações criminosas, incluindo a liderada pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB).

Além de Cabral, foram denunciados pelo MPF em junho do ano passado outros 61 acusados, incluindo Dario Messer, considerado pela procuradoria o “doleiro dos doleiros”.

Investigado também nos casos Banestado e mensalão, Messer está foragido desde o início da operação e teve um Habeas Corpus preventivo negado no Supremo Tribunal Federal no início deste mês.

Em dezembro do ano passado, agentes da Interpol detiveram no Paraguai o doleiro Bruno Farina, apontado como sócio de Messer.

Nas 816 páginas da denúncia, Dario Messer é acusado dos crimes de formação de quadrilha, pertinência a organização criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Os investigadores atribuem a ele participação em 183 dos 186 fatos criminosos narrados no documento.

A denúncia aponta operações de dólar-cabo como o principal modus operandi dos doleiros para lavar dinheiro. Transações deste tipo envolvem “compra” ou “venda” de dólares.

Na “compra”, método que costuma ser utilizado por agentes públicos que recebem propina, o “cliente” do doleiro entrega a ele reais em espécie no Brasil e tem dólares creditados em contas no exterior.

Na “venda”, normalmente usada por empresas que necessitam de reais em espécie para corromper políticos, dá-se o contrário: o doleiro recebe dólares em suas contas no exterior e entrega ao “cliente”, no Brasil, o valor correspondente em reais.

Operações de dólar-cabo, segundo o MPF, movimentaram parte do dinheiro de propina recebida por Sérgio Cabral. Nesta denúncia, o emedebista foi acusado de receber 24 milhões de reais em propina da empreiteira Queiroz Galvão.

O dinheiro seria referente a contratos para a urbanização da favela da Rocinha, no âmbito do programa PAC das Favelas, da construção do Arco Metropolitano e da linha 4 do metrô do Rio.

Justiça declara inimputável esfaqueador de Bolsonaro

Adélio Bispo de Oliveira é transferido para presídio em Mato Grosso: Adelio Bispo é apontado como único envolvido no atentado contra Bolsonaro

O juízo da 3ª Vara Federal de Juiz de Fora decidiu que Adélio Bispo de Oliveira, acusado de esfaquear o presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral de 2018, é inimputável. A decisão se deu no âmbito de incidente de insanidade mental e determina que ele não pode ser responsabilizado judicialmente por crimes. No mesmo despacho, o juiz mantém Adélio em presídio federal até o julgamento da ação penal que envolve o atentado.

Segundo a Justiça Federal de Minas Gerais, os autos do incidente de insanidade mental foram concluídos no dia 20, e decididos no dia 24. O magistrado levou em consideração laudos e pareceres técnicos e assistentes técnicos. De acordo com a Justiça, ‘descrevendo minuciosamente o histórico pessoal, a doença diagnosticada, suas características e sintomas identificados no periciado, os profissionais convergiram em vários dos pontos abordados’.

Na mesma decisão, o Juiz Federal determinou a permanência do acusado no Presídio Federal até o julgamento da ação penal, ante a manifestação favorável do psiquiatra assistente técnico da defesa de que aquele estabelecimento prisional possui condições adequadas para a realização do tratamento necessário para a patologia do réu, e ordenou a retomada do curso da ação penal.

Atualmente, os autos encontram-se com vista para o Ministério Público Federal. Na sequência, serão intimados o assistente da acusação e a defesa de Adélio Bispo de Oliveira.

Segundo a Justiça Federal, ‘inaugurada a fase instrutória, a tramitação do feito encontrou dificuldades decorrentes do acautelamento do réu em unidade prisional fora do distrito da culpa, o que ensejou a necessidade de expedição de cartas precatórias para a realização dos diversos atos instrutórios’.

“Igualmente, dada a singular complexidade do caso, que trata de atentado de natureza política praticado contra a vida do então candidato e atual Presidente da República Jair Messias Bolsonaro, e ante a polarização do cenário político, o juízo deprecado enfrentou dificuldades em encontrar profissionais para atuar como perito no incidente de insanidade, alguns dos quais alegaram suspeição para o exercício do múnus, em razão do vínculo profissional ou de filiação a partido político”, afirma a JFMG.

Segundo a Justiça, por meio de nota, ‘houve a necessidade de realização do exame técnico em dois tempos periciais efetivados em datas diversas, por se tratar de caso de difícil diagnóstico, conforme consignado pelos peritos oficiais, os quais também requereram a realização de exames complementares – Teste de Rorscharch e Eletroencefalograma’.

“De acordo com os peritos oficiais nomeados pelo juízo, o acusado é portador de Transtorno Delirante Persistente (CID 10 – F 22.0), igual categoria diagnóstica inicialmente apontada pelo assistente técnico da defesa (CID 10 – F 22.8), somente divergindo quanto à subcategoria”, diz a Justiça Federal de Minas.

A Justiça Federal afirma que a após ‘a apresentação do laudo pericial, o médico psiquiatra assistente técnico da defesa entendeu pela correção do diagnóstico encontrado pelos peritos do juízo, alterando seu entendimento anterior, para concluir ser o réu portador de Transtorno Delirante Persistente ((CID 10 – F 22.0)’.

“A médica psiquiatra assistente técnica do assistente da acusação (a vítima Jair Messias Bolsonaro) também apresentou parecer com a conclusão de que o réu é portador de Transtorno Delirante Persistente”, afirma.

“Todos os profissionais médicos psiquiatras que atuaram no feito, tanto os peritos oficiais como os assistentes técnicos das partes, foram uníssonos em concluir ser o réu portador de Transtorno Delirante Persistente. Quanto à avaliação sobre a capacidade de entendimento do caráter ilícito do fato e a capacidade de determinação do acusado, suas conclusões oscilaram entre a inimputabilidade e a semi-imputabilidade”, conclui.

Estudante é achada morta após sair de casa para fazer vestibular em Sorocaba

© Foto: Reprodução/Facebook

A estudante Rafaela de Campos, de 19 anos, que desapareceu no domingo, 26, após sair de casa para fazer vestibular, em Sorocaba, interior de São Paulo, foi encontrada morta na tarde desta segunda-feira, 27, na região central da cidade. O corpo estava em um trecho raso do Rio Sorocaba, numa das áreas mais movimentadas da cidade. De acordo com familiares, a estudante apresentava sinais de violência. A Polícia Civil aguarda o laudo da necrópsia para investigar possível crime.

Conforme o relato de familiares à Polícia Civil, Rafaela saiu de casa, em Votorantim, e seguiu para Sorocaba, cidade vizinha, onde prestou o vestibular em uma faculdade da região central. Às 18h41 de domingo, ela enviou mensagem pelo celular a uma amiga relatando que a prova tinha sido difícil. Rafaela cursava gestão financeira, mas pretendia fazer um novo curso, de ciências contábeis. “Muito difícil, sempre faço rapidão as provas. Fui a última a sair. Muito difícil”, escreveu. Quando a amiga respondeu, às 20h25, não houve retorno.

Como a jovem não voltou para casa, familiares entraram em contato com a polícia e registraram o desaparecimento. O corpo foi avistado por pedestres e retirado do rio por equipes do Corpo de Bombeiros. Rafaela estava vestida com calça jeans, camiseta regata e tênis. Familiares disseram que ela parecia ter marcas de agressão pelo corpo. O registro policial indica morte por causa desconhecida. A equipe de investigação da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) aguarda o laudo da necrópsia para definir se houve crime. Um laudo preliminar pode ser entregue ainda nesta terça-feira, 28.





WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia