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ZÉ RONALDO VISITA POVO DE UAUÁ E DEIXA OPOSITORES AGONIADOS

Quem pensou que a oposição ao governador Rui Costa (PT) se rendeu depois que ACM Neto (DEM) retirou a sua pré-candidatura para as eleições de outubro de 2018, se enganou. Mesmo o governador tendo o apoio de mais de 2/3 dos prefeitos, boa parte do eleitorado não segue as orientações do gestores municipais devido a situação em suas cidades.Para muitos eleitores, o continuísmo tem que acabar na Bahia.

Na região norte da Bahia não existe nenhum prefeito que esteja bem administrativamente. Segundo pesquisas de bastidores realizadas pelo próprio Governo do Estado destacam este triste cenário. Os gestores municipais sofrem com a falta de palavra do governador ‘Rui Correria’ a exemplo da não realização da construção de escola em Casa Nova, e outros projetos. Em Juazeiro a irresponsabilidade está espalhada na área de saúde deixando vereadores numa saia justa perante a sociedade, sendo obrigados a fazerem denuncias na tribuna da Câmara. Em outros municípios como: Pilão Arcado, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Sento Sé, Curaçá, Sobradinho e Canudos, os problemas são os mais variados, e nada de solução, apenas conversa mole e mais nada.

No entanto, na última sexta-feira (22), o pré-candidato ao governo, José Ronaldo (DEM) esteve visitando o povo de Uauá quando foi bem recepcionado  pelo vereador Rodrigo de Zé Mário, o ex-prefeito Jorge Lobo, o presidente da legenda local, Marco Aurélio, a ex-prefeita de Casa Nova, Dagmar Nogueira, e outras pessoas. Zé Ronaldo aproveitou do momento para fazer uma visita ao ex-prefeito Olímpio Cardoso (PDT).

Ronaldo e sua comitiva aproveitaram também do momento para prestigiarem a festa do vaqueiro. É bom lembrar que muitos prefeitos estão calados, mas estão com o grito entalado na garganta com vontade de soltar os cachorros no governador e seus secretários diante das humilhações que estão sofrendo. Para complicar mais ainda, é grande o inconformismo de pessoas que prestam serviços para o Governo do Estado por ser um péssima pagador de suas obrigações.

 

fonte: Ação Popular

II Arraiá dos Vizim: MUSICA, DANÇA E QUADRILHA GARANTIRAM ANIMAÇÃO NO SÃO JOÃO DA RUA ROSAMÉLIA

A festa mais tradicional do nordeste foi bem representada pelos vizinhos da rua Rosamélia, no Nelson Costa, em Ilhéus. O Arraiá dos Vizim, que já está na sua segunda edição , garantiu aos moradores, um São João, de paz, alegria e animação com a banda Jully Rocha levando som de qualidade a festa, além da tradicional Quadrilha dos Dinossauros, que encheu a rua com beleza, cor e ritmo, fazendo do São João 2018, uma data especial para população.”Gosto da tradição e o objetivo é trazer essa tradição de volta, se o governo municipal não ajuda na realizações a gente se une a quem quer e faz“, comentou Clemilson Dias organizador da festa que contou com o apoio do Dr. Cosme Araújo. ” Sabemos que festas populares são importantes para o povo que precisa de alegria e eu fico feliz em sempre poder contar com  o nosso defensor . Dr Cosme Araújo, é um grande incentivador destes eventos, porque ele sabe que isso faz bem para população”, informou Clemilson, parabenizando também aos moradores da rua Rosamélia por terem permitido que o São João fosse realizado com paz e segurança para todos.

por Caliana Mesquita

 

 

Grande ameaça à produção do cacau na América Latina se aproxima do Brasil

A grande ameaça para a produção de cacau na América Latina nunca esteve tão perto das plantações brasileiras. Desde que um foco da praga chamada de monilíase foi confirmado no município de Filadélfia, na Bolívia, em janeiro deste ano, os pesquisadores afirmam que é apenas uma questão de tempo até invadir plantações brasileiras.

A doença ameaça causar um dos piores desastres fitossanitários e econômicos da agricultura. A plantação afetada fica a poucos quilômetros de Brasiléia, no Acre. Segundo especialistas em defesa agropecuária, o fungo causador da doença se propaga com o vento e pode chegar a qualquer momento no Brasil.

“Se o risco antes já era alto, agora ele está batendo na nossa porta. Apesar de ainda não estarmos em Estado de Alerta oficial, já estamos em uma situação de atenção fitossanitária. É como se a gente ligasse a luz amarela. E, a qualquer momento, pode ser decretado o Alerta Fitossanitário na Bahia e em outros estados do Brasil. O Acre já decretou”, afirma Catarina Cotrim Mattos, coordenadora do Programa de Prevenção à Monilíase do Cacaueiro da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).

O foco está numa região de grande fluxo de pessoas, o que aumenta os riscos de disseminação. “Este foco mais recente está em uma área de risco altíssimo. Existe uma rodovia do lado boliviano com malha viária intensa, onde as pessoas costumam circular para fazer compras. Por isso, a qualquer momento ele pode chegar pelo trânsito de pessoas, já que o fungo pode estar na roupa ou sapato de quem teve contato com fruto infectado”, alerta Catarina.

Infografia: Morgana Miranda/CORREIO

Golpe fatal
As plantações com maior risco estão no Norte, principalmente no Acre e no Pará, maior produtor de cacau do Brasil atualmente. Mas, as amêndoas colhidas nestes estados são trazidas para beneficiamento nas três indústrias moageiras de Ilhéus, na Bahia, responsáveis pelo beneficiamento de 96% do cacau produzido no Brasil.

O fungo pode vir no fruto ou através de pessoas que tenham tido contato com o cacau afetado no campo. Produtores rurais baianos também consideram a chegada da doença inevitável e preocupante.

“Temos consciência de que não vamos conseguir evitar a entrada da monilíase. Esse fungo vai comprometer por completo a retomada da região. Chegando, vai ser o golpe fatal na cacauicultura do estado da Bahia. Se chegar do jeito que o setor está, a cacauicultura fecha as portas”, alerta o vice-presidente de Desenvolvimento Agropecuário da Federação de Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), Guilherme Moura.

Defesa agropecuária
O reforço na defesa agropecuária é apontado como crucial para tentar amenizar os danos econômicos, sociais e ambientais que vão ser provocados pela praga.

“Onde a monilíase chegou, ela dizimou toda a produção. Se houver um controle, você tem perdas em torno de 30% dos frutos; se não houver, perde 100%. Vamos ter de intensificar a nossa vigilância”, acrescenta Catarina Mattos.

As autoridades bolivianas garantem que estão fiscalizando o trânsito de pessoas na fronteira. As pessoas estão sendo orientadas a não transportar frutas, mudas e sementes e a isolar roupas, sapatos e botas caso tenham circulado por áreas agrícolas. Equipamentos eletrônicos, como máquinas fotográficas, precisam sem higienizados.

Na Bahia a principal área de monitoramento atinge os 170 mil hectares de cacau, do Recôncavo ao Extremo Sul. A Adab afirma que vem intensificando a fiscalização desde 2007, quando implantou um Projeto de Prevenção à Monilíase. O programa prevê incentivo as pesquisas, assistência técnica, capacitação, extensão rural e educação fitossanitária à população. Segundo a coordenação do órgão, 350 propriedades rurais estão sendo monitoradas em parceria com a Ceplac.

A ameaça é tão concreta, que a monilíase foi a primeira praga a ter um Plano de Contingência traçado pelo Ministério da Agricultura, pecuária e Abastecimento (Mapa), entre as mais de 600 pragas listadas pelo órgão. Ao todo, 112 fiscais de defesa agropecuária estão prontos para atuar em caso de invasão da praga nos estados da Bahia, Pará, Rondônia, Acre e Amazônia.

Os produtores rurais foram alertados. Em caso de suspeita, é preciso isolar a área, não permitir a entrada de curiosos e avisar imediatamente os órgãos de defesa agropecuária.

Infografia: Morgana Miranda/CORREIO

Fortalecimento
Os cacauicultores baianos ainda estão entre os maiores produtores do mundo. Mas o setor cacaueiro nunca se recuperou completamente da crise gerada pela vassoura-de-bruxa. Apesar de sinais de recuperação, a produção caiu vertiginosamente nos últimos anos.

Os produtores rurais alegam que os planos de recuperação desenvolvidos nos anos 1990 não surtiram efeito, por vários motivos, entre eles, a falta de tecnologia adequada e a ausência de uma política pública eficiente.

Ano passado, por causa das condições climáticas desfavoráveis, o setor registrou uma das maiores quedas de produção na Bahia. Produziu menos de 100 mil toneladas, abaixo do registrado no auge da vassoura-de-bruxa. A chegada de uma nova praga faz renascer velhos fantasmas e cria novos desafios.

“É preciso fortalecer a cacauicultura, para que ela volte a ser uma atividade próspera, para que esteja fortalecida quando a monilíase chegar. O que a gente precisa é voltar a produzir cacau, com alta produtividade. Isso passa pelas questões clássicas da agropecuária, como a volta do crédito”, defende Moura, que também é cacauicultor e Presidente da Câmara Setorial do Cacau do Mapa.

O endividamento total do setor chega a R$ 2 bilhões, segundo dados da Federação de Agricultura do Estado da Bahia (Faeb). Semana passada, a Confederação Nacional da Agricultura apresentou uma nova proposta de renegociação da dívida.

Já o Ministério da Integração Nacional anunciou esta semana o lançamento da “Rota do Cacau” – que promete fortalecer as cadeias produtivas. O acesso ao crédito e consequente aumento da produção também são apontados como forma de ajuda a combater a entrada de pragas.

Alerta desde os anos 80
Desde os anos 1980, o pesquisador indiano Asha Ram, especialista em doenças epidemiológicas, integrante da Comissão da Lavoura Cacaueira do Ministério da Agricultura (Ceplac), já alertava para o risco do fungo monília chegar ao Brasil.

Com base nas pesquisas dele, o brasileiro Roberto Sgrillo, em 2008, conseguiu traçar o comportamento da monilíase e provar, matematicamente, que o fungo avança cerca de 106 quilômetros por ano. Sgrillo também teria previsto que a monilíase chegaria pelo Acre. Acertou.

São estes estudos iniciais que servem de base para as pesquisas atuais. As iniciativas envolvem dezenas de órgãos científicos, além de representantes da defesa agropecuária do Brasil, e de países como Peru, Equador, Costa Rica, França e Austrália.

Na Ceplac, há pelo menos dez grandes pesquisas em andamento. Segundo a Coordenadora do Programa Preventivo da Monilíase, Karina Gramacho, “as pesquisas estão ocorrendo em conjunto. O que sabemos até agora é que não existe no mundo um fungicida que controle a doença. A solução envolve o manejo integrado de pragas, com a adoção de práticas conjuntas para diminuir o impacto da doença pós-invasão, redução das rotas de risco, expansão da prevenção e melhoramento genético das plantas”, diz.

A vedete do programa é a pesquisa com plantas resistentes a monilíase. Elas foram encontradas na Costa Rica. Através de um programa de cooperação com o Catie, centro costa-riquenho de pesquisa, algumas mudas foram trazidas para o Brasil em 2014. Há dois anos, depois de uma quarentena em uma unidade da Embrapa em Brasília, os clones chegaram ao Sul da Bahia. Em Ilhéus, elas foram cruzadas com plantas resistentes a vassoura-de-bruxa. Segundo o coordenador da pesquisa, Uilson Lopes, 200 mudas já plantadas estão sendo testadas em fazendas da Bahia. Mas ainda não há previsão para a conclusão do estudo.

As pesquisas em andamento estão sendo financiadas por instituições como a Capes, CNPQ e a Fapesb. Mas pesquisadores afirmam que 90% das verbas federais foram reduzidas nos últimos três anos. Falta verba para levantamento de dados em campo e viagens de reconhecimento, consideradas essenciais para o avanço das pesquisas.

Monilíase pode destruir até 100% dos frutos do cacau
(Foto: Asha Ram/Ceplac/Divulgação)

Safras destruídas
Por onde passou, a monilíase assolou a produção e provocou a ruína de muitos cacauicultores. No Equador, a produção caiu de 70 mil toneladas para 10 mil e o país perdeu a condição de produtor mundial de cacau. Na Colômbia, a incidência chegou a 90% das plantações.

Na Costa Rica, a produtividade despencou de 700 quilos por hectare para apenas cinco quilos por hectare, enquanto 35% dos produtores costarriquenhos abandonaram as lavouras. Já no Peru, as perdas foram de até 100% das lavouras.

Em todos estes países, o processo de retorno do cultivo foi lento e nenhum deles conseguiu retomar a pujança anterior de produção. Uma das ações de combate à doença prevê o recolhimento diário de todos os frutos que apresentam sintomas e isso envolve altos custos com mão de obra.

De acordo com as autoridades brasileiras, os riscos do “broto inchado” chegar ao Brasil são remotos. Esta outra praga estaria obrigando os cacauicultores da Costa do Marfim, maior produtor de cacau do mundo, a destruírem 100 mil hectares de cacau para evitar o avanço da doença.

Mas, segundo a análise de risco do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), apesar do Brasil importar cacau do país africano, a praga não tem como chegar aqui.

De acordo com os técnicos, a doença é provocada por um vírus que precisa de um hospedeiro vivo e que não tem capacidade de sobreviver no processo de transporte através do Atlântico. Ademais, o vetor seria a cochonilla, um bichinho que ataca as plantas e que não sobrevive no processo de beneficiamento do cacau.

Cerca de 96% do cacau produzido no Brasil é beneficiado em Ilhéus, na Bahia
(Foto: Georgina Maynart/CORREIO)

Cadeia essencial
A cadeia do Cacau é uma das maiores do setor produtivo brasileiro, com forte participação no PIB. Ano passado, injetou mais de R$ 23 bilhões na economia, oscilando entre o 3º e o 6º maior Valor Bruto de Produção. Só as três maiores indústrias moageiras do Brasil, em Ilhéus, exportaram mais de R$ 1 bilhão em derivados em 2017.

Com o mercado interno de consumo de chocolate crescente, o setor reúne 30 mil produtores rurais – 80% são cacauicultores de pequeno porte, que possuem fazendas com menos de 50 hectares.

Mas, a produção é desigual entre as regiões. Entre os municípios de Gandu, Ipiaú, Camacã, Ubaitaba, Ilhéus e Itabuna, o predomínio é do sistema Cabruca, em sombra e sem irrigação. Com pouca tecnologia, a produtividade é baixa, cerca de 15 arrobas por hectare, menos da metade dos produtores do Pará.

Já no Extremo Sul da Bahia, as plantações são a pleno sol, possuem maior uso de tecnologia, o plantio é irrigado e a produtividade é alta. Há também produção de cacau irrigado no oeste da Bahia, em menor escala.

Nas agroindústrias, a amêndoa de cacau é separada em 50% gordura e 50% sólido. A gordura vira manteiga e a parte sólida é transformada em pó de cacau. O derivado principal é o líquor, o chocolate puro em forma líquida homogênea. A manteiga tem amplo uso, inclusive para fazer cosméticos, como batons.

Outra tendência é a segmentação do setor. Estima-se que existam atualmente na Bahia cerca de 70 marcas de chocolate de fabricação própria, os chamados chocolates gourmet. Cada vez mais procurados pelos consumidores, apontam para um mercado em expansão. Entre os 18 e 22 de julho, este potencial será mostrado no Festival Internacional do Chocolate e Cacau, em Ilhéus.

Correio

Eleições 2018: NÃO SE FAZ ESCOLHA CERTA VOTANDO EM BRANCO OU NULO

Desgaste politico o Brasil vive há séculos, apostamos em um, nos decepcionamos com outro. Mas que bom que vivemos em uma democracia, e possuímos um sistema eleitoral que coloca nas nossas mãos o direito de decidirmos quem irá administrar nosso país, e nos dá o dever de fiscalizar a eventual administração destes nossos servidores públicos.

Comparações com países europeus, com a potência norte americana, com o passado, projetando um futuro que nem ao menos sabemos como será, nos distancia do compromisso de assumirmos as rédeas do país, nos concedendo a confortável e oportunista posição de figurante em um cenário onde somos, todos nós, protagonistas.

O voto branco ou nulo, vem com um peso de covardia cívica imensurável. É como se não quiséssemos nos responsabilizar por catástrofes e crises… Mas, o fato é que votando ou não, somos responsáveis por tudo que acontece dentro desta nação. Se as opções não te agrada, seja você a opção. Se nem mesmo você merecer seu voto. Mude de nação.

Mesmo que os votos brancos e nulos representem mais da metade do total de votos de uma cidade, de um estado ou do país, não é possível anular a eleição por este motivo. É mito acreditar que os votos nulos e em branco podem anular uma eleição, bem como de alguma forma beneficiar um ou outro candidato, interferindo de forma direta nos Quocientes Eleitoral e Partidário (esses quocientes interessam para o caso de eleição proporcional, como é a hipótese de eleição para vereador, deputado federal e deputado estadual).

A suposta anulação da eleição não acontece. A confusão do entendimento de que tais votos poderiam anular uma eleição é originária, ao que tudo indica, da equivocada interpretação dada ao caput do artigo art. 224[3] do Código Eleitoral, que estabelece: “Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições federais e estaduais ou do município nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.”.

Essa nulidade de votos ocorre após a eleição, na hipótese da Justiça Eleitoral decretar a ilegitimidade de alguma votação como pode acontecer, por exemplo, quando reconhece alguma fraude nas eleições, a exemplo do candidato que é condenado por compra de votos. É dessa nulidade que o art. 224 do Código Eleitoral trata, ao estabelecer como consequência a nulidade da eleição, mas não tem a ver com a anulação proposital (ou não) do voto pelo eleitor.

Essa conclusão é reforçada pelo teor do § 3º do já mencionado art. 224 do Código Eleitoral, que estabelece: “A decisão da Justiça Eleitoral que importe o indeferimento do registro, a cassação do diploma ou a perda do mandato de candidato eleito em pleito majoritário acarreta, após o trânsito em julgado[4], a realização de novas eleições, independentemente do número de votos anulados.”[5].

É preciso esclarecer que a Constituição estabelece em seu artigo 77, § 2°[6], que tanto o voto em branco como o nulo são descartados, para efeito, por exemplo, da escolha do presidente da República, sendo “eleito o candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos”.

Semelhante previsão encontra-se nos arts. 2º e 3º da Lei nº 9.504/97, para a escolha dos governadores e prefeitos.

Desta previsão constitucional (e legal) resulta a conclusão de que o voto que o eleitor anula (ou vota em branco) vai literalmente para o “lixo”, digamos.

Votos em branco e nulos, ainda que totalizem mais de 50%, não anulam eleição. Isso é mito.

Melhor do que anular o voto seria o eleitor buscar informações seguras sobre os futuros candidatos, de forma a tentar não errar na escolha, porque um Congresso qualificado moralmente pode impedir um presidente da República eventualmente mal intencionado, assim como uma Assembleia Legislativa, relativamente a um Governador eventualmente mau-caráter.

Afinal, a sabedoria popular nos ensina que não há mal que sempre dure. E bons políticos são forjados na têmpera inflexível do povo que os escolhe.

por Caliana Mesquita/informações colhidas site jus.com,br

Mauro Carlesse é eleito governador do Tocantins para o mandato-tampão

Mauro Carlesse (PHS) está eleito governador do Tocantins. Com a apuração encerrada, o presidente da Assembleia Legislativa e governador interino teve 75,14% dos votos válidos contra 24,86% de Vicentinho Alves (PR). Ele recebeu a informação em Gurupi, onde acompanha a apuração.

“Eu entendo o seguinte: que o pouco que nós trabalhamos, que nós tivemos a oportunidade de trabalhar e fazer o estado atender a nossa população, o resultado é esse. A população entendeu que quando você cuida da saúde, da educação, da segurança pública e da infraestrutura o povo agradece. E isso aí é o que está acontecendo”, disse o governador eleito após a vitória.

Carlesse vai ficar no cargo até o dia 31 de dezembro e pode concorrer à reeleição em outubro. A posse deve ser realizada até o dia 9 de julho.

A eleição suplementar foi convocada após a cassação do ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e da vice dele, Cláudia Lelis (PV). Os dois foram considerados culpados por captação ilegal de recursos para a campanha eleitoral de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral.

O senador Vicentinho Alves reconheceu a derrota. “Eu tenho que admitir o resultado das urnas. Eu sou um democrata”, disse ele. “Eu quero agradecer aos 120.853 eleitores e eleitoras do meu estado. Foram os votos mais livres que um político pode receber”, comentou.

Eleitores ausentes

O dia foi de seções vazias e poucas filas em todo o estado. O número de abstenções, votos brancos e nulos somou 51,83% do total de eleitores. Mais de 527 mil pessoas não optaram por nenhum dos candidatos. O índice é recorde na história das eleições no estado e ultrapassa o total de votos dos dois candidatos.

Durante a manhã o TRE chegou a divulgar um vídeo convocando os cidadãos a comparecer. No primeiro turno o índice foi mais de 30%.

Perfil

Carlesse nasceu em Terra Boa (PR) e no Tocantins atuou como empresário e agropecuarista. Ele iniciou na política ao se filiar no Partido Verde (PV) em 2011. Foi candidato a prefeito em Gurupi nas eleições de 2012. No ano seguinte, filiou-se ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e venceu as eleições de 2014 para deputado estadual.

Foi eleito em julho de 2016 e assumiu o cargo de presidente da Assembleia Legislativa para o biênio 2017/2019.

Em 2015, Carlesse se envolveu em uma polêmica ao ser preso no departamento de assessoria militar da Assembleia Legislativa, em Palmas. A prisão foi decretada por causa de um processo de execução de pagamento de pensão alimentícia contra o parlamentar, que corre na comarca de Barueri (SP). Na época, o advogado do parlamentar, Sandro Henrique Armando, disse que houve uma divergência nos valores defendidos pelas partes.

O deputado assumiu o governo do Tocantins após a cassação de Marcelo Miranda (MDB) e Cláudia Lelis (PV) e se candidatou para permanecer no cargo.

Promessas de campanha

No plano de governo apresentado ao TRE e durante a campanha eleitoral, o goverador eleito apresentou várias propostas. O G1 separou as principais delas por áreas. A lista completa com os compromissos e promessas do político pode ser encontrada aqui.

Planejamento e gestão

  • Redução sistemática no número de servidores contratados e nomeados;
  • Contenção de despesas e negociação de dívidas;

Educação

  • Melhorar a estrutura das escolas estaduais com foco no modelo de tempo integral;
  • Implantar unidades de escolas técnicas e militares;
  • Realizar anualmente o salão do livro;

Segurança Pública

  • Investir em inteligência, informação e tecnologia de forma compartilhada com outras instituições públicas;
  • Promover força-tarefa nas cidades de Araguaína, Porto Nacional, Paraíso, Gurupi e Araguatins;

Infraestrutura

  • Recuperar a malha asfáltica e as estradas vicinais;
  • Viabilizar contratos para obras de infraestrutura em 139 municípios;
  • Construir ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional e sobre o rio Araguaia, em São Geraldo;
  • Viabilizar construção de novas rodovias e atuar com o governo federal para o efetivo funcionamento da ferrovia norte-sul e iniciar a duplicação da BR-153, conclusão da BR-242 e BR-010;

Saúde

  • Zerar a fila de cirurgias eletivas na rede hospitalar;
  • Reorganizar cargos e funções para reduzir gastos;
  • Concluir obras de reforma e ampliação de obras em hospitais.

G1

UNIÃO RECONHECE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA DA PREFEITURA NOS ALTOS E MORROS DE ILHÉUS

A Situação de Emergência, decretada, no início deste mês – por conta das fortes chuvas que atingiram o município nas últimas semanas, foi reconhecida pela União, na quinta-feira (21).

Com este reconhecimento federal de anormalidades, procedimento adotado pelo Ministério da Integração Nacional, o município se credencia a obter recursos financeiros federais para se recuperar os prejuízos causados pelas chuvas e atender as famílias direta e indiretamente atingidas.

Para formalizar a Situação de Emergência, a Prefeitura de Ilhéus cumpriu com toda as etapas exigidas pela União.

Ilhéus 24h

Mãe sabia que pastor usaria morte dos filhos para promover igreja

A pastora Juliana Sales, que virou ré no processo e foi presa acusada de omissão pela mortes dos filhos, sabia que o marido, o pastor Georgeval Alves, pretendia usar as mortes das crianças para ganhar notoriedade e ascensão religiosa, além de conseguir mais fiéis e dinheiro para sua igreja. George Alves está preso desde o dia 28 de abril. Juliana foi presa na madrugada desta quarta-feira (20).

Segundo o juiz André Dadalto, da 1ª Vara Criminal de Linhares, Juliana sabia dos desvios de caráter do marido, dos abusos sexuais sofridos pelos filhos, e mesmo assim apoiava os planos dele de se promover na igreja. Foi Dadalto quem determinou a prisão da pastora. A defesa dela disse que não vai se manifestar até ter acesso às informações.

“O pastor George, em parceria com a pastora Juliana, buscava uma ascensão religiosa e aumento expressivo de arrecadação de valores por fiéis e, para esta finalidade, ceifou a vida dos menores Kauã e Joaquim para se utilizar da tragédia em seu favor”, diz a decisão.

Mensagens e abusos
Ainda de acordo com Dadalto, troca de mensagens pelo celular apontam que Juliana sabia do comportamento sexual do marido. Em uma delas, ela diz ter ‘nojo’ e ele respodia que se sentia ‘imundo’ e um ‘lixo’ por conta dos atos.

Ainda na decisão, o juiz afirma que as crianças relataram sobre os abusos sexuais que sofreram do pai na escola. Em um episódio, Kauã chorou desesperadamente, mas disse aos professores que não poderia contar o motivo. O irmão dele, Joaquim, também falou que sofria abusos na escola onde estudava. Os pais foram acionados e alegaram que os supostos abusos não eram em casa e acusaram uma outra criança de 5 anos.

Pelo celular, Juliana também enviou para a mãe uma mensagem afirmando que dormiu bem após a morte dos filhos. E para o marido enviou: “eu não estou preparada para dar errado”. Outra mensagem que também chamou a atenção na investigação foi em uma conversa com outros pastores. “Não sei se vou conseguir ser forte até o final”, afirma.

A decisão diz também que os pastores não reagiram quando Kauã “sofreu ‘maldades’ por parte de dois ‘caras’ na piscina”.

O juiz revelou que após a morte das crianças, o casal esteve na casa para jogar vários objetos no quarto. Em seguida, eles retiraram quase todos os objetos, além de lençóis e roupas de cama, que foram entregues a outras pessoas para serem lavados.

O crime
Inquérito apontou que o pastor abusou das crianças e, em seguida, colocou fogo nas vítimas na casa onde eles moravam, em Linhares, no dia 21 de abril. Na época, a mãe das crianças disse que estava viajando com o filho mais novo do casal. Por conta disso, chegou a descartar a participação de Juliana no crime. Mas após o investigação, foi descoberto o contrário.

Segundo revelou o delegado André Jaretta, foram encontrados vestígios de sêmen nas crianças e sangue no banheiro após exames periciais. “Com as duas vítimas ainda vivas, porém desacordadas, o investigado as levou até o quarto, as colocou na cama e ateou fogo nas crianças, fazendo com que elas fossem mortas com o calor do fogo”, contou o delegado.

G1

Policial Militar é alvo de ataque homofóbico após postar foto com namorado; assista

Uma foto carinhosa entre um casal causou alvoroço nas redes sociais. Mais do que isso: deixou evidente a face cruel da homofobia. O soldado da Polícia Militar de Brasília, Wallace Ferreira Pereira e o seu companheiro Mauro Ximenes foram alvos de ataques homofóbicos. Em postagens publicadas no Facebook e repassadas em grupos de WhatsApp, um homem utiliza uma foto do servidor em exercício e outra com ele ao lado do namorado, e faz um comparativo com os antigos servidores da segurança pública e os atuais.

“Antigamente só tinha PM barrigudão que comia PF de arroz com feijão e torresmo naqueles botequins pé sujo. Aí a PM começou a exigir faculdade e começaram a chegar uns caras que não comem carne gordurosa porque faz mal, só bebem suco Detox e acham que têm a bunda mais bonita que a das mulheres. Só podia dar nisso”, escreveu o internauta.

Em um video publicado no seu perfil do Instagram, o PM se manifestou informando que tomará providências sobre as agressões. “Nada vai ficar em vão. Isso não vai prejudicar minha, vida, minha rotina. Mas o que aconteceu comigo, pode acontecer com qualquer outro. Isso não pode ficar impune. O resultado vai ser muito ruim para quem começou isso e para quem está compartilhando”.

Wallace integra o 9º Batalhão da Polícia Militar do Espírito Santo, mas está cedido à Força Nacional de Segurança em Brasília.

Além da foto do militar com o namorado choveram comentários preconceituosos em outras imagens postadas pelo PM onde ele aparece de sunga. “Que absurdo. Uma mancha na nossa farda”, postou um usuário do Twitter. Apesar das críticas, o militar e o namorado também receberam elogios e mensagens de apoio. “Que casal lindo. Continuem firmes. Mostre o que você quiser”, escreveu um usuário do Instagram.

Correio

População carcerária quase dobrou em dez anos

“Sou condenado à morte por doenças crônicas, que são o vírus da aids e da hepatite C, que não têm cura. Estou preso há muitos anos e está muito difícil o dia a dia pois sei que vou morrer qualquer dia desses”, escreveu uma pessoa privada de liberdade, de Santa Catarina. “Hoje o sistema prisional não recupera ninguém”, avaliou outra, de São Paulo.

Os testemunhos foram tornados públicos pelo projeto Cartas do Cárcere, que analisou 8.820 cartas recebidas em 2016 pela Ouvidoria Nacional dos Serviços Penais, órgão ligado do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da  Segurança Pública. São pedidos de apoio, declarações de saudade, confissões de arrependimento, relatos de um dia a dia sofrido, permeado pelas mais distintas violações de direitos. Por meio das palavras das próprias pessoas privadas de liberdades, o caos do sistema penitenciário é revelado.

Um drama que se traduz também em números. A população carcerária brasileira quase dobrou em dez anos, passando de 401,2 mil para 726,7 mil, de 2006 a 2016. O número é do Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen) de junho de 2016, que apresenta os últimos dados oficiais divulgados. Tendo em vista o crescimento progressivo dos encarceramentos no Brasil de cerca de 4%, ano a ano, o número deve ser maior. Do total, 40% são presos provisórios, ou seja, ainda sem condenação judicial. Em todo o país, há 368 mil vagas, o que significa uma taxa de ocupação média de 197,4%.

Mais da metade dessa população são jovens de 18 a 29 anos e 64% das pessoas encarceradas são negras. O maior percentual de negros é verificado no Acre (95%), Amapá (91%) e Bahia (89%). Os dados mostram que 95% dos presos são homens. A participação das mulheres se destaca quando observados alguns tipos penais, como o de tráfico de drogas, crime cometido por 62% das mulheres que estão presas. Do total de mulheres presas, 80% são mães e principais responsáveis, ou mesmo únicas, pelos cuidados de filhos.

Quanto à escolaridade, menos de 1% dos presos tem graduação. “A gente está falando em 89% da população carcerária que não têm educação básica completa. É um grupo de pessoas que já ingressa no sistema prisional com alguma vulnerabilidade”, afirma a coordenadora-geral de Promoção da Cidadania do Depen, Mara Fregapani Barreto.

Pela Lei de Execução Penal, a assistência ao preso é dever do Estado, a fim de prevenir o crime e orientar o retorno à convivência em sociedade. Para tanto, deve envolver ações de assistência material, à saúde, jurídica, educacional, social e religiosa.

A realidade do cárcere contrasta com a previsão legal, mesmo para quem tenta reconstruir a vida, ainda que na prisão. O relato está em outra “carta do cárcere”, desta vez de um detento do Rio de Janeiro . “Estudando na unidade de ensino prisional, concluí o segundo grau, chegando a ser aprovado no vestibular da Uerj. Fui informado pelo serviço de inclusão social que mandariam uma equipe de funcionários fazer a inscrição na instituição. Contudo, não houve a presença de nenhum funcionário”, lamenta.

Segundo o Depen, apenas 15% da população prisional estavam envolvidos em atividades laborais, internas e externas aos estabelecimentos penais, o que representa um total de 95.919 pessoas. Entre os que trabalhavam, 87% estavam em atividades internas. “A Lei de Execução Penal jamais saiu do papel”, afirma a coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania, Julita Lemgruber,  primeira mulher a comandar o sistema prisional fluminense.

A situação poderia ser ainda pior, pois há um grande número de mandados de prisão pendentes de cumprimento. De acordo com o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) , o total chega a 143.967, sem considerar estados que ainda não inseriram no banco as informações completas sobre seus sistemas, como Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná.

O resultado desse cenário está inscrito em diversas denúncias contra o país apresentadas à Corte Interamericana de Direitos Humanos, que em maio do ano passado discutiu, em audiência, a situação de pessoas presas no Complexo Penitenciário de Curado, em Pernambuco; no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão; no Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, no Rio de Janeiro e na Unidade de Internação Socioeducativa (Unis), no Espírito Santo, que estão listadas em Medidas Provisionais da Corte, para cumprimento de melhorias no atendimento nestas unidades.

Diante do quadro, Mara Fregapani aponta como saída o reforço às alternativas penais, como penas restritivas de direitos, conciliação e mediação. “É preciso ofertar ações, serviços, assistência que possibilitem a essas pessoas reescrever a sua história”, destaca a coordenadora.

Correio

Copa 2018 Brasil chega à última rodada na situação mais complicada em 40 anos

Mesmo com a vitória sobre a Costa Rica na manhã desta sexta-feira (22), o Brasil entrará na última rodada da fase de grupos ainda sem a classificação confirmada. Isso aconteceu também em 2014, mas com situação um pouco mais favorável à seleção brasileira, que enfrentaria um time já desclassificado. Antes disso, apenas em 1978.

Na Rússia, a seleção chegou a quatro pontos e lidera o grupo E. Suíça tem o mesmo número de pontos, mas está atrás no saldo. Sérvia vem logo atrás com três. Costa Rica não pontuou e já está eliminada.

Assim, o Brasil precisa de um empate contra a Sérvia na última rodada, na próxima quarta-feira (27), para garantir a classificação às oitavas de final da Copa.

Em 2014, o Brasil teve um de seus piores começos de Copa do Mundo. Assim como nesta edição do Mundial, a equipe chegou à última rodada da fase de grupos com uma vitória e um empate.

Na Copa realizada no Brasil, a seleção nacional terminou a segunda rodada da fase inicial liderando o Grupo A, com quatro pontos. México vinha em segundo, com a mesma pontuação, mas atrás no saldo. Croácia, com três, e Camarões, zerado, fechavam o grupo.

A situação era parecida com a atual, mas a seleção brasileira enfrentaria uma seleção já desclassificada na última rodada.

Para se garantir, o país precisava só de um empate e com uma derrota ainda teria chances de classificação.

México e Croácia se enfrentariam na última rodada e, em caso de derrota brasileira, um empate nessa partida tiraria a equipe dona da casa da zona de classificação.

Se os mexicanos vencessem, o Brasil estaria classificado para a segunda fase mesmo que derrotado. Numa vitória croata, decidiria a classificação com o México no saldo de gols se também perdesse a partida.

Agora, se o Brasil perder, a Sérvia estará classificada e a vaga será disputada com a Suíça, que enfrenta a eliminada Costa Rica.

1978

Em 1978, após duas rodadas, a seleção tinha dois pontos (dois empates) e era a segunda colocada no grupo 3. A Áustria, última adversária do Brasil, liderava com quatro pontos. Espanha e Suécia vinham logo atrás com um ponto.

Naquela época (e assim foi até 1990), uma vitória na fase de grupos rendia dois pontos, e não três, como é hoje. Então, se o Brasil perdesse para a Áustria, poderia ser ultrapassado pelo vencedor do duelo entre Espanha e Suécia, e ficaria fora da zona de classificação.

No final, a seleção venceu a partida e se classificou em primeiro, com os austríacos em segundo. O Brasil terminou a Copa de 1978 na terceira colocação. A Argentina, dona da casa, foi campeã.a

Folh

Leo Prates: Presidente da Câmara de Salvador lamenta falecimento de Waldir Pires

Após anuncio do falecimento do lider politico baiano, Waldir Pires, o presidente da Câmara de Salvador, Leo Prates, manifestou em redes sociais sua nota de pesar, ao politico considerado um dos mais representativos da historia baiana.

O presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Leo Prates (DEM), lamentou profundamente o falecimento do ex-governador e ex-vereador Waldir Pires. O político faleceu nesta sexta-feira (22). A Câmara ofereceu o Plenário Cosme de Farias para que o corpo seja velado.

“Waldir Pires é para mim uma referência como homem e político. Como colega da Câmara, ele me ensinou muito de sua experiência na vida  público, engrandecendo a democracia brasileira. Neste momento de dor irreparável para seus familiares, a Câmara de Salvador está de luto”, declarou Leo Prates.

O presidente do Legislativo Municipal tem em Waldir Pires um exemplo de honradez e de comportamento ético “que engrandeceu a vida pública brasileira e, sobretudo, a Câmara Municipal, porque mesmo depois de ter sido governador da Bahia ele quis ser vereador de Salvador”.

Declarou em nota o presidente o legislativo soteropolitano, Leo Prates.

 

INSCRIÇÃO EM LISTA DE ESPERA DO SISU COMEÇA NESTA SEXTA-FEIRA

A partir de zero hora desta sexta-feira (22), os estudantes que não foram pré-selecionados na chamada regular do processo seletivo do segundo semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) podem manifestar o interesse em participar da lista de espera.

A manifestação deve ser feita até as 23h59min do próximo dia 27, por meio da página do Sistema mantida pelo Ministério da Educação. O candidato deve ter em mãos o número de inscrição e a senha do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2017 e a senha mais atual cadastrada no Enem. A convocação dos candidatos em lista de espera será no período de 3 de julho a 21 de agosto pelas próprias instituições que estão oferecendo as vagas.

A lista de espera é aberta aos inscritos que não foram selecionados na chamada regular ou que foram aprovados somente para a segunda opção de curso, independentemente de terem efetuado ou não a matrícula para o curso no qual foram selecionados. A participação na lista é restrita à primeira opção de vaga.

Nesta edição, estão sendo ofertadas 57.271 vagas em 68 instituições. A distribuição se dá entre oito instituições públicas estaduais – um centro universitário e sete universidades –, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de educação tecnológica, 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.

O Sisu é um sistema informatizado criado pelo Ministério da Educação, no qual as instituições públicas de ensino superior oferecem vagas a estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Pode concorrer quem fez a prova em 2017 e obteve nota superior a zero na redação.

  • CHOCOLATE DE ILHÉUS APARECE ENTRE OS SETE MELHORES DO MUNDO
    16 de Março de 2018 | 15:50

    Um mais importantes jornais do sul do País, o Gazeta do Povo, de Curitiba, publicou ontem (13) reportagem especial, em seu caderno de turismo “Viver Bem”, que aponta Ilhéus entre as sete cidades produzem alguns dos melhores chocolates do mundo e são inspirações para o destino de férias de quem ama a iguaria. Reportagem assinada […]

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  • PGR recorre de decisão e pede restabelecimento de condução coercitiva
    14 de Março de 2018 | 09:48

    A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu de decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que, por meio de liminar concedida em dezembro, proibiu a condução coercitiva de investigados para interrogatório em todo o País. O recurso foi enviado ao ministro, relator do caso, nesta segunda-feira (12). A determinação de Gilmar atendeu […]

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