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NOTA DE ESCLARECIMENTO – AMIGOS DE SEU ZÉ

O Grupo Amigos de Seu Zé, na pessoa do Presidente Pai Diego, do vice-presidente Pai Humberto, e de seus ministros, esclarece que foi realizada na cidade de Ilhéus a 1° Passeata contra a Intolerância Religiosa, no dia 21/05/2016. Este movimento, organizado sem vinculações políticas, teve por objetivo promover a paz, a união entre todas as religiões e, principalmente, o respeito à cultura de matriz afro-brasileira.

Nesta manifestação de solidariedade aos nossos irmãos que sofreram ataques por motivos de intolerância, houve às presenças de mais de 15 (quinze)  lideranças religiosas de todas as nações, bem como a participação de filhos de santo, de simpatizante da causa e do Bloco Afro.

O impacto positivo na região de Ilhéus proporcionou a possibilidade de sermos recebidos na Câmara de Vereadores, haja vista a relevância e o alcance da nossa manifestação. Toda e qualquer forma de ajuda que dê visibilidade à causa que defendemos é muito bem-vinda, inclusive, de qualquer religião.

Felizmente, o evento foi um sucesso e está registrado nos meios de comunicação via impressa digital e radiofônica. Esclarecemos ainda que apoiamos todas as manifestações que lutem por esta causa justa e de grande seriedade, tal como o próximo evento que está sendo organizado por outros irmãos de axé, a ser realizado no próximo dia 15/10/2017, também em Ilhéus. Portanto, a que deverá ocorrer no dia 15/09/2017 é a 2ª Caminhada, e por certo, será um sucesso.

Em tempo, reafirmamos nosso comprometimento com o livre direto à expressão religiosa, garantido por lei, e declaramos oficialmente nossa disposição em colaborar com manifestações desta magnitude.

09/10/2017

Por Pai Diego

Candidatura avulsa abre caminho à picaretagem na eleição 2018 Haverá os honestos e os que só querem o dinheiro do ‘fundão’

NOTÍCIA DE RICO

Há poucos dias o estado norte-americano do Texas foi atingido pelo furacão Harvey. Até onde li, 82 semelhantes nossos perderam a vida por conta desta catástrofe, absolutamente inevitável. A grande imprensa, justificadamente, proporcionou à humanidade ampla cobertura do evento.

Há poucos dias o continente africano foi atingido por enchentes. Até onde li, 1.240 semelhantes nossos perderam a vida por conta desta catástrofe, absolutamente evitável. A grande imprensa, imperdoavelmente, sonegou à humanidade uma ampla cobertura do evento.

A primeira reflexão que se nos apresenta: será que a vida de um único norte-americano vale muito mais que a de 15 africanos?Caberia, igualmente, considerarmos um outro aspecto: a tragédia africana poderia ter sido evitada se os recursos destinados às obras de saneamento não tivessem sido desviados, ora pela corrupção, ora por empresas transnacionais lá instaladas – e sequer assim tão monstruosos atos, uma verdadeira chacina praticada no altar da ganância, foram notícia.

Uma terceira faceta seria aquela do ineditismo: algo rotineiro não ‘venderia jornal’. A partir daí, e dado que lá na África os miseráveis morrem como moscas, estaria explicada a baixa divulgação. Daí a morte de um semelhante nosso de fome a cada cinco segundos não ser notícia – ou a de 20 crianças brasileiras, diariamente, por falta de saneamento básico.

Sim, tudo isto poderia explicar a pouca repercussão das tragédias que afligem os miseráveis. Mas não é esta, ao meu ver, a reflexão maior a se retirar do episódio. Estaria ela, na verdade, em duas perguntas: o que é, afinal, notícia, e quem a define?

Há alguns anos uma poderosa empresa ocidental decidiu testar vacinas em crianças pobres do sudeste asiático. Matou-as aos borbotões. Isto não foi notícia na grande imprensa – só descobri o fato por ler um jornal lá do Butão.

Há um mês li sobre o drama das cobaias humanas da Índia, vítimas de laboratórios ocidentais; há dois, sobre a exportação, para a África, dos veículos banidos da Europa por serem perigosamente poluentes – novamente, somente em pequenos jornais locais.

É hora, pois, de a humanidade buscar saber o que é notícia e quem a define. Suspeito que esteja aí, nas respostas a estas duas perguntas, o princípio da solução da maioria dos problemas do mundo.

Pedro Valls Feu Rosa é desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo.

Diário do Poder

Reforma política: o que muda para 2018?

Falta um ano para as eleições; o que mudou?
© EBC/Agência Brasil
No último esforço para votar pacotes da reforma política que passem a valer já na eleição do ano que vem, o Senado aprovou nesta quinta-feira (05/10) o projeto que regulamenta um fundo público para financiar campanhas eleitorais.

O texto, relatado na Câmara pelo deputado Vicente Cândido (PT-SP), estabelece regras para utilização do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que foi criado, também nesta semana, por meio de outra proposta. No projeto estão estabelecidas normas que vão desde a arrecadação de recursos por meio de financiamento coletivo na internet (crowdfunding) até os critérios de distribuição do dinheiro arrecadado pelo fundo.

As únicas alterações à proposta foram feitas após um procedimento em que o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), colocou em votação a impugnação de dois artigos: o que estabelecia um limite para o autofinanciamento de campanhas e o que criava uma brecha para que multas eleitorais fossem pagas com 90% de desconto. A medida, que chegou a ser questionada por alguns senadores, foi aprovada por maioria. Em seguida, em votação simbólica, os senadores aprovaram o projeto.

Para que seja válida nas eleições do ano que vem, é preciso que ambas as propostas sejam sancionadas pelo presidente Michel Temer até o fim desta sexta-feira (06/10), um ano antes do próximo pleito. Já a emenda à Constituição que veda as coligações partidárias em eleições para deputados e vereadores e cria a chamada “cláusula de barreira” foi promulgada na quarta-feira pelo Congresso Nacional.

Confira o que mudará nas regras da eleição de 2018:

Cláusula da barreira

Antes: todos os partidos recebiam uma parcela do fundo partidário, e o tempo de propaganda em emissoras de televisão e de rádio era calculado de acordo com o tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.

Agora: os partidos precisam atingir um desempenho eleitoral mínimo para que tenham direito a obter tempo de propaganda e acesso ao fundo partidário. Para 2018, os partidos terão de obter ao menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove estados, com ao menos 1% dos votos válidos em cada uma deles. Como alternativa, as siglas devem eleger pelo menos nove deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da federação. As exigências aumentarão gradativamente até 2030.

Fundo eleitoral

Antes: não existia. Partidos e candidatos podiam receber doações somente de pessoas físicas e não havia verba pública destinada a campanhas eleitorais.

Agora: com a criação do FEFC – com dinheiro público para financiamento de campanhas eleitorais – os políticos encontraram uma alternativa para obter verba para a eleição, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu o financiamento empresarial.

Deste fundo, segue a seguinte distribuição: 2% igualmente entre todos partidos; 35% entre os partidos com ao menos um deputado na Câmara, 48% entre os partidos na proporção do número de deputados na Câmara em 28 de agosto de 2017 e 15% entre os partidos na proporção do número de senadores em 28 de agosto de 2017. O fundo conta com 1,7 bilhão de reais.

Arrecadação

Antes: os candidatos podiam iniciar a arrecadação apenas em agosto do ano da eleição, mas o acesso ao dinheiro estava condicionado ao registro da candidatura.

Agora: os candidatos podem arrecadar recursos em campanhas online (crowdfunding) a partir de 15 de maio do ano eleitoral. Além disso, os partidos podem vender bens e serviços e promover eventos de arrecadação. Empresas estão proibidas de financiar candidatos.

Limite para doações

Antes: pessoas físicas podiam doar até 10% de seus rendimentos brutos.

Agora: essas doações passam a ter um limite de dez salários mínimos. Doações acima deste limite estão sujeitas a multas.

Limite para gastos

Antes: não havia limite para gastos.

Agora: haverá limite de gasto para as campanhas de candidatos, com valores distintos para cada cargo. Presidente: 70 milhões de reais no primeiro turno e metade deste valor para um eventual segundo turno. Governador: entre 2,8 e 21 milhões de reais, dependendo do número de eleitores do estado. Senador: entre 2,5 e 5,6 milhões de reais, dependendo do número de eleitores do estado. Deputado federal: 2,5 milhões de reais. Deputado estadual: 1 milhão de reais.

Debates

Antes: emissoras de televisão e rádio tinham de convidar candidatos de partidos com mais de nove deputados na Câmara dos Deputados.

Agora: esse número foi reduzido para cinco.

Voto impresso

Antes: não havia. O voto de cada eleitor ficava registrado somente na urna eletrônica.

Agora: o projeto da reforma política aprovou a impressão do registro do voto para a eleição de 2018, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já comunicou que não terá orçamento para implementar a medida em todo o Brasil.

Discurso de ódio e fake news

Antes: não havia regulamentação específica para publicações em redes sociais durante campanhas políticas.

Agora: o Congresso aprovou uma lei que exige das empresas responsáveis pelas redes sociais a suspensão de publicações denunciadas por promoção de discurso de ódio ou divulgação de notícias falsas até que seja identificado o autor. A intenção é evitar o uso de perfis falsos para difamar candidatos, mas críticos apontam que há risco de censura.

EM 2016, QUANDO VEREADOR, COSME ARAÚJO PROPÔS CONCURSO NA CÂMARA DE ILHÉUS. NÃO LOGROU ÊXITO. E AGORA, QUEM É O VEREADOR QUE VAI LEVANTAR ESSA BANDEIRA?

No Brasil, a Constituição Federal estabelece que um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil é a construção de uma sociedade livre, justa e solidária. Tal orientação tem por finalidade minimizar as desigualdades entre concidadãos brasileiros, oferecendo a estes as mesmas oportunidades e condições para exercerem seus direitos e cumprirem seus deveres. O Estado Democrático de Direito não pode ser amoldado a certas condutas estatais que se voltam para a particularidade de uns ou interesse escuso de outros.

“A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração”. E, a Câmara de Vereadores de Ilhéus não pode ser exceção!

Em 2016 o ex-vereador Cosme Araújo (PDT) propôs o concurso, mas, infelizmente a proposição não recebeu apoio necessário. Naquela oportunidade, o legislativo ilheense sob a batuta de Tarcísio Paixão era um mangue de irregularidades.

Hoje, a Câmara vive outra realidade. Sem os vícios do passado e cumprindo ipsis litteris os eixos e alicerces determinantes da administração pública. Pelo menos como ente não há o que macular a mesa diretora nos aspectos constitucionais previstos.

O quê o JORNAL DO RADIALISTA (www.jornaldoradialista.com.br) quer saber é: QUEM É O VEREADOR QUE VAI PROPOR IMEDIATAMENTE CONCURSO PÚBLICO NA CÂMARA DE ILHÉUS? Isto é o que a sociedade espera!

Jornal do Radialista

DO ESTADÃO: GEDDEL, FUNARO E SAUD PROMOVEM “BARRACO” NA PAPUD

Funaro, Geddel e Saud promovem barraco na prisão, segundo colunistas

Funaro, Geddel e Saud promovem barraco na prisão, segundo colunistas

A prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima, do operador Lúcio Funaro e de Ricardo Saud, executivo da JBS, tem provocado uma sessão de gritaria no presídio da Papuda, em Brasília, onde estão recolhidos. Segundo relatos, Funaro aguarda o fim do banho de sol e antes de voltar para a cela manda aos gritos recado para Saud, preso do outro lado: “Saud, vou te matar”, aterroriza o delator que o entregou. Do seu lado “do muro”, Geddel faz coro: “Saud, também vou te matar”. Saud devolve as provocações, mas só para Geddel. “Cala boca, seu gordo!”

Os três estão separados e não se encontram no banho de sol, justamente para evitar que cumpram a promessa. Há, inclusive, revezamento entre os advogados para que eles não se esbarrem nem no parlatório.

Denúncia de desvio de verba é apresentada em sessão a Câmara Municipal de Ilhéus

Na tarde desta terça feira (03), a Câmara de Vereadores de Ilhéus protagonizou mais um capitulo na história politica da cidade, com a apresentação de uma denuncia contra o vereador, Tarcisio Paixão, acusado de desvio de verba publica no período em que presidiu a Casa Legislativa da cidade , no biênio de 2015-2016.

Em discurso inflamado o vereador , Nerival Reis, apresentou copia da denuncia, feita pelo  ex- tesoureiro da Câmara, Humberto Nascimento, ao Ministério Publico Estadual, que acusa o parlamentar Tarcisio Paixão de desvio de verba publica, falsificação de documentos e de ter feito pagamentos de contratos para prestadores de serviço sem a devida comprovação da execução.

O vereador pediu a abertura de uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito, buscando fazer com que a Câmara passe a investigar os fatos ocorridos na gestão passada, afirmando que já possui a adesão de 7 dos 19 parlamentares da Casa Legislativa.

O Site de informação O Defensor, Visando esclarecer, para sociedade ilheense, mais este  capitulo sombrio na história politica da cidade, vem por meio do seu jornalismo, abrir  espaço em nossa programação para que o parlamentar Tarcísio Paixão possa apresentar a sua defesa à sociedade de Ilhéus, diante das acusações apresentadas.

Redação O Defensor

Erosão costeira causa estragos em cidade do sul da BA: ’15 imóveis desabaram nos últimos 3 anos’, diz prefeito

O avanço do mar sobre a cidade de Mucuri, no sul da Bahia, vem causando grandes estragos aos longo dos anos. De acordo com o prefeito da cidade, Carlos Simões, desde 2014, cerca de 15 imóveis localizados na orla da cidade desabaram por conta da erosão costeira.

“Essas erosões vêm ocorrendo há cerca de 20 anos, mas de três anos para cá, se deu de uma maneira muito intensa. Avenidas inteiras foram levadas, além de imóveis que foram construídos nessas vias. O mar vem tomando as quadras, ruas e imóveis construídos nesses locais”, diz o prefeito.

Ainda de acordo com Simões, os desabamentos ocorridos no município não fizeram vítimas. “Quando as pessoas percebiam que a maré já estava batendo na parede, elas desocupavam o imóvel”, afirma.

Uma das principais vias da cidade, a Avenida Perobas, foi atingida pela erosão. O mar destruiu cerca de 10 metros do asfalto. Em abril deste ano, a prefeitura decretou estado de emergência, cuja vigência vai até o fim deste mês. “Vamos renovar o decreto para que o Ministério da Integração nos auxilie nesta demanda”, afirma o prefeito.

A Defesa Civil da cidade informou que alguns espigões, estruturas perpendiculares à linha da costa, foram construídos. Segundo o órgão, a medida, considerada paliativa, funcionou por um tempo, mas depois perdeu a eficácia.

Como consequência da erosão e destruição de ruas e imóveis, o turismo e comércio da cidade foram atingidos. O turismo de praia sofreu uma queda de cerca de 70%, enquanto o comércio sofreu redução de 50%.

O prefeito Carlos Simões disse que na próxima terça-feira (10) se reunirá com o Governo do Estado, em Salvador, para tentar buscar uma solução definitiva para o problema de Mucuri, junto ao Ministério da Integração. “Esta solução compete recursos que Mucuri não dispõe e, por isso, precisamos do apoio do Ministério”, diz o prefeito.

Cadê o dinheiro da saúde?? O povo tá falando que o gato comeu!!! E as autoridades, o que estão fazendo??

Um dos direitos mais básicos e essenciais para a população é a saúde. Porém aqui em Ilhéus a realidade se inverte. Os postos da cidade estão sendo extintos pela atual administração municipal.

A Zona Norte da cidade, que possui uma média de 30 mil habitantes, esta sofrendo na pele o descaso do governo. A reforma do SARAH Kubitschek, posto mais importante da zona, iniciada em fevereiro deste ano, encontrasse paralisada.

Os funcionários foram transferidos para  o CSU, mas a unidade está com sua estrutura precária. “Tem mofo, a laje esta infiltrada, tem rachaduras e muita pingueira”, desabafa a população, denunciando que o CSU está para desabar.

O SESP é a alternativa, para quem reside na Zona Norte da cidade, quando o serviço solicitado é vacinação. Porém a necessidade de senha limita a população, que reside em comunidades distritais, tendo que chegar ao local até 7 horas da manhã. “E quem trabalha, como fazer para vacinar seus filhos? Não possuímos linhas de ônibus que nos permitam chegar cedo, quando chegamos as fichas já acabaram “, questionam indignadas as mães.

A saúde de Ilhéus está refletindo o estado de emergência que as autoridades precisam tomar antes que a doença da irresponsabilidade administrativa contamine o povo.

Redação O Defensor

Dr. Cosme Araújo se reuniu com a comunidade de Serra Grande

Na manhã deste domingo (02), o Dr. Cosme Araújo participou de mais uma reunião junto com a comunidade da Eco Vila, em Serra Grande, com o objetivo de levar orientação jurídica, no que compete as necessidades sociais da população, atualmente lutando para adquirir energia elétrica na localidade.

 

SUS vai oferecer remédio de alta potência para tratamento da Aids até 2018

As pessoas que vivem com HIV e Aids em todo o país vão ter mais um medicamento à disposição em toda a rede do SUS, até o fim do ano que vem.

O sistema de saúde vai oferecer o remédio Dolutergravir, que é mais moderno e eficaz.

Cerca de 100 mil pessoas já usam o medicamento. Quando estiver em toda a rede, vai beneficiar mais de 300 mil brasileiros.

O tratamento é considerado um dos melhores do mundo, porque o remédio tem alta potência, menos efeitos colaterais e só precisa ser tomado uma vez por dia.

A incorporação do Dolutergravir não altera o orçamento atual do Ministério da Saúde para a aquisição de antirretrovirais, que é de pouco mais de R$1 bilhão.

O anúncio da expansão do tratamento foi feito nessa sexta-feira (29), pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros, no encerramento do Congresso de HIV e Aids, em Curitiba.

O evento reuniu cerca de 4 mil participantes, entre ativistas, cientistas, gestores e profissionais de saúde.

Agencia Brasil

Reunião Ordinária do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus

Ofício 0016/17

DO: Sindicato dos Radialistas e Ilhéus – STERT-I

PARA: Senhores Diretores e/ou associados

OBJETO: Reunião ordinária

Pauta: Situação das emissoras de rádios, Homenagem a Zé tiro-seco em parceria com a UESC; outros.

Convocamos todos os diretores e/ou associados do Sindicato dos Radialistas de Ilhéus para a reunião ordinária mensal, que acontece na 2ª feira, dia 02/10, às 18h em primeira chamada e, às 18h30min  em última chamada, no Comitê de Imprensa Sala Radialista Edinho Nascimento (CMI), à Praça JJ Seabra S/N, nesta cidade.

Atenciosamente

ELIAS REIS

PRESIDENTE

73 9 8832-9502

 



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